Mercado

Grupo 3corações fecha acordo e passa a cuidar da operação de torrado e moído da Mitsui Alimentos

Em comunicado, o Grupo 3corações divulgou que no dia 31 de julho concluiu a aquisição de 100% das quotas da divisão de café torrado e moído da Mitsui Alimentos Ltda. no Brasil. A aquisição foi realizada por aproximadamente R$ 216 milhões.

Agora, o Grupo assume a operação e integra as unidades de negócio e marcas: Café Brasileiro, .br Gold (cafés especiais), 3 Fazendas, Premiado, Café Superior e Bandeira, além da linha de solúveis, achocolatados, cápsulas e drip coffee, duas fábricas de café torrado e moído (uma em Araçariguama-SP e outra em Cuiabá-MT) e um centro de distribuição em Campo Grande (MS). O negócio de exportação de café verde já foi separado e transferido para a MA Coffee Trading (Brazil) Ltda., uma subsidiária integral da Mitsui & Co., Ltd. e permanece sob o guarda-chuva da Mitsui.

Conheça a história do Grupo 3corações

Pedro Lima, presidente do Grupo 3corações, recebeu a equipe da Espresso em seu escritório, em São Paulo, no começo do ano passado, e contou um pouco da trajetória da companhia, que chegou aos sessenta e um anos.

Seu pai, João Alves de Lima, empreendedor e “inventor”, abriu diversos negócios ao longo dos anos e foi um dos fundadores da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), em 1973. A mãe, costureira, preferiu leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Mercado

Nestlé e Starbucks: marcas revelam dados sobre vendas durante pandemia

A Nestlé divulgou dados sobre suas negociações durante a pandemia e relatou uma alta em meio à forte demanda por café em casa. A receita do primeiro semestre aumentou 2,8% em uma base orgânica.

A empresa suíça afirmou que espera um crescimento de 2% a 3% este ano e uma melhoria em sua margem operacional comercial. Esses resultados mostram que a Nestlé, com seu amplo portfólio, pode se proteger durante a crise mundial.

Já as vendas das cápsulas da marca Starbucks aumentaram mais de 10%. O Global Coffee Report publicou que a rede norte-americana registrou uma receita líquida consolidada de US$ 4,2 bilhões no trimestre encerrado em 30 de junho, uma queda de 38% em relação ao ano anterior, devido ao impacto da Covid-19.

A queda nas vendas de aproximadamente US$ 3,1 bilhões, em relação às expectativas da Starbucks antes da pandemia, incluiu os efeitos do fechamento temporário de lojas, operações leia mais…

TEXTO As informações sobre a Starbucks são do Global Coffee Report / Tradução por Juliana Santin • FOTO Mihai Varga / Charles Koh

Mercado

Abic lança aplicativo para consumidor conferir a qualidade do café no momento da compra

A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) acaba de lançar o aplicativo ABICAFÉ. Desenvolvido pela própria Associação, a novidade permite que os usuários façam uma rápida consulta no momento da compra para saber se o produto que ele irá adquirir é certificado e atende aos padrões Abic de pureza e qualidade.

Através da leitura do QR-Code da embalagem com o próprio celular, será possível conhecer os programas de certificação da Abic, como Pureza, Qualidade, Sustentabilidade, Cápsula. Além disso, estarão disponíveis informações sobre o perfil de sabor, que descreve atributos como aroma, bebida, torra e corpo, e informações a respeito das categorias de qualidade, que são Tradicional, Extraforte, Superior e Gourmet.

O aplicativo está disponível nas plataformas Android e iOS e ajudará no combate às fraudes de quem poderia usar indevidamente os Selos Abic. “O aplicativo promoverá segurança para o consumidor, que poderá confirmar a qualidade do café. O usuário também poderá ter acesso às informações sobre a Associação, enviar sugestões e dúvidas, e encontrar leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Mercado

Empreendedor: confira dicas e cuidados durante a retomada do seu negócio

A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) relata que o mercado de alimentos e bebidas no Brasil movimenta cerca de R$ 650 bilhões por ano. Com a pandemia, a Associação comenta que o setor de food service teve uma paralisação de 60% de toda a cadeia produtiva, desde os restaurantes até os distribuidores e a indústria.

Com as cafeterias em todo o Brasil não foi diferente. Algumas optaram pelo sistema delivery ou interromperam o atendimento ao público. Pequenos, médios e até grandes empresários tentam garantir suas vendas usando a criatividade. Segundo Leonardo Almeida, fundador da Menu, startup que abastece os restaurantes conectando os principais distribuidores e indústrias do mercado food service, esse mercado terá que se adaptar para receber o público pós-pandemia. “Muitos negócios já se reinventaram durante a quarentena, seja no atendimento ou no tipo da venda de produto. O mercado food service vai voltar a faturar, mas algumas mudanças são essenciais para os negócios continuarem funcionando depois desse período”, afirma.

Segundo especialistas, as necessidades de consumo não desaparecem e podem até aumentar, mas, durante uma pandemia, o comportamento do consumidor pode variar segundo as etapas do avanço da doença.

Uma pesquisa da Nielsen, empresa que estuda os consumidores em mais de 100 países para oferecer a visão mais completa das tendências e dos hábitos ao redor do mundo, disponibilizada leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Mercado

Embalagem perfeita: quais informações colocar no pacote do seu café?

Imagens, ilustrações, grafismo… Com uma sociedade cada vez mais visual, técnicas como essas estão predominando no nosso dia a dia. Não podemos esquecer que tão importante quanto o design são as informações. É essencial que a embalagem contenha dados detalhados e precisos sobre o produto, fazendo com que o consumidor saiba realmente o que está adquirindo.

Aqui veremos um modelo de pacote de café em que consta tudo o que é preciso, e como você pode organizar essas ideias. Quais são as informações fundamentais? Quais podem ser descartadas? Atente para as dicas e aplique-as no seu negócio!

Nome do café e região

Essas informações são as mais importantes e precisam estar em evidência. Use uma letra legível e de tamanho adequado, pois elas diferenciarão o seu produto dos demais.

Produtor e torrefador

É necessário dar visibilidade às etapas anteriores. Não se esqueça de mencionar a fazenda, o produtor responsável e o torrefador. Cite também o processo pelo qual o grão passou, o tipo de torra e leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto • ILUSTRAÇÃO Café Editora

Mercado

China se liberta da tradição do chá e passa a consumir cada vez mais café

O café é a segunda bebida mais popular, perdendo apenas para a água. Não é de se surpreender que ele desempenhe uma função social muito importante e um papel vital na construção de relacionamentos sociais. Como o consumo de café transcende as fronteiras geográficas e culturais, é amplamente considerado um lubrificante social, ajudando as pessoas a se relacionarem, se comunicarem, construírem relacionamentos e se divertirem.

Com a agradável experiência do consumo da bebida, as cafeterias tornaram-se lugares sociais para as pessoas conversarem, escreverem, lerem e estudarem. Os cafés tornaram-se, portanto, ícones dos bairros urbanos. Ao longo das décadas, a rápida urbanização, criação e desenvolvimento de novos centros urbanos ajudaram a impulsionar a cultura cafeeira.

As cafeterias ao redor do mundo oferecem diversos tipos de bebidas, como o latte, americano, cappuccino, espresso e macchiato. O café é a única bebida que circula por diferentes leia mais…

TEXTO As informações são do GlobeNewswire / Tradução Juliana Santin • FOTO Karl Fredrickson

Café & PreparosMercado

Opções vegetais para substituir o leite animal nas bebidas à base de café

Aqui no Brasil, o leite sempre foi o principal companheiro do café, dando vida a diferentes bebidas, como o macchiato, flat white, latte, cappuccino e mocaccino, principais opções dos cardápios das cafeterias.

Para compor essas receitas, os baristas costumam indicar o uso do leite integral por conta do maior nível de gordura e proteína, que facilitam na hora de realizar a vaporização. No processo, quando o leite sofre aumento de temperatura, esses componentes reagem, se expandem e fazem com que a textura mude. Por isso o leite fica cremoso e aveludado!

Porém, como proceder quando o assunto é intolerância à lactose ou veganismo? Pensando nessas situações, algumas marcas desenvolveram leites vegetais para este tipo de uso. Uma delas é a A Tal da Castanha, que lançou em maio de 2020 sua bebida denominada Barista. Segundo a marca, o leite é feito com cinco ingredientes – água, aveia, amêndoa de castanha de caju, sal marinho e aroma natural – e oferece um bom resultado na vaporização.

Outra alternativa pensada justamente para acompanhar o café é a da Cajueiro. Também chamado de Barista, o leite foi desenvolvido junto a profissionais do setor e é composto por água, castanhas cruas e assadas. De acordo com a marca, a opção possui cremosidade alta e pode substituir o leite de origem animal no preparo das bebidas cafeinadas.

Demais opções vegetais

Este é um setor que vem crescendo dia após dia e essa mudança pode ser vista nas prateleiras dos supermercados. O número de marcas que aderiram às alternativas vegetais é grande, o que resulta em um leque interessante de opções para experimentar!

Além das bebidas pensadas especialmente para o mercado de café, há outras que são válidas para o dia a dia, como as feitas à base de arroz, amêndoa, nozes, aveia, avelã, castanha de caju, semente de leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Café Editora

Mercado

O crescente papel do café no mercado italiano

Você sabia que a Itália é o segundo maior importador de grãos de café verde na Europa? Só em 2015, o país consumiu aproximadamente 5,7 milhões de sacas de 60 kg, o que representou 14% do consumo total da União Europeia.

Segundo o relatório “Crescimento, tendências e previsões do mercado cafeeiro da Itália 2020-2025”, o café já faz parte da cultura italiana e são consumidos em qualquer momento do dia, geralmente com açúcar ou compondo cappuccinos, lattes e macchiatos.

Os italianos preferem as cafeterias independentes para apreciar um bom café e buscam pela qualidade do grão, o que leva algumas cafeterias a ter mais sucesso. Pensando nesse crescimento e curiosidade sobre a bebida, foi inaugurada, em 2018, a primeira loja da Starbucks em Milão.

Nestlé, Starbucks e Lavazza estão presentes na vida dos italianos e cada vez mais buscam trazer inovações de produtos, ofertas, preços e embalagens. Isso levou a uma conclusão de que entre 2020 e 2025 haverá um aumento de 2,8% na CAGR do país, que em português significa Taxa Composta Anual de Crescimento. Ou seja, o mercado italiano será cada vez mais aquecido com o universo do café!

TEXTO As informações são do Business Wire / Tradução Juliana Santin • FOTO Café Editora

Mercado

Quarentena impulsiona venda on-line e marcas aumentam suas demandas

Com a chegada da quarentena no Brasil em meados de março, os empreendedores tiveram que se reinventar e a compra on-line ganhou um destaque enorme. Com as lojas fechadas e todos em casa, muitas pessoas passaram a se aventurar no ambiente virtual.

Uma pesquisa realizada pelo movimento Compre & Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), aponta que o e-commerce brasileiro faturou 56,8% a mais nos cinco primeiros meses de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado.

Outra pesquisa, realizada pela consultoria IDC, afirma que no Brasil 52% dos entrevistados pretendem fazer mais compras on-line. A consultoria ouviu três mil consumidores da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru para entender a mudança de comportamento na quarentena.

Com o universo do café não foi diferente. As marcas tiveram que se reinventar para conseguir atender o consumidor. Um exemplo é o Suplicy Cafés Especiais, que precisou fechar as cafeterias e viu suas vendas digitais aumentarem muito. “Investimos em reformular nosso conteúdo on-line, bem como a comunicação em redes sociais. Assim, tivemos um aumento de 400% no site e de 585% na receita”, explica Bruna Caselato, COO da marca.

Segundo Bruna, o Suplicy contava com clientes fiéis on-line, porém não era o foco da rede. “Com a pandemia, demos o foco total e em duas semanas fizemos um site do zero, com novos leia mais…

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Café Editora

Mercado

Atenção, empresários! Dicas para atrair o consumidor nessa reabertura dos negócios

Após meses fechado, o comércio de São Paulo vem, aos poucos, retomando suas atividades. Com diversas restrições e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Plano São Paulo foi divido em cinco níveis de abertura econômica. Cada região retoma as atividades em determinados setores, de acordo com a fase em que se encontra.

Além da questão de segurança, os comerciantes enfrentam outro obstáculo nesse novo cenário: fazer com que o consumo retome. O advogado e economista Alessandro Azzoni explica que o País vive atualmente um superávit da caderneta de poupança, com registro de R$ 30 bilhões em abril e R$ 37 bilhões em maio, acumulando 67 bilhões (entre saques e depósitos), o que é um indicativo de que a população está com medo de gastar e guardando mais dinheiro. Ainda de acordo com ele, a economia tende a um estado de estagnação muito grande, com um cenário muito difícil até o fim do ano.

Em relação às cafeterias, o advogado Victor Cerri, afirma que infelizmente foi um ramo muito abalado. “Imagino que o consumidor de café especial sente saudade de toda a experiência que ele encontrava nas cafeterias. Imaginar que isso irá se restabelecer rapidamente é uma utopia, os empresários terão que se reinventar”, explica.

Uma opção seria a ideia do to go como uma alternativa pontual para minimizar os efeitos negativos causados pela Covid-19. “Outra ideia seria pensar na mesma solução que outros países apresentaram, com divisórias plásticas para diminuir o contato entre o funcionário e o cliente, o deixando mais confortável. Importante estimular de alguma forma o consumidor a comprar os produtos em pó ou grão para equilibrar o negócio”, completa.

Segundo o Sindicato dos Lojistas de São Paulo, o comércio paulista teve um fluxo de 10 a 20% do movimento normal nos primeiros dias. Já no Ceará, onde bares e restaurantes também foram leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy