Cafezal

Diretora da Rainforest Alliance Brasil discute sustentabilidade e certificações na cadeia cafeeira

Na quinta-feira (29), a Espresso convida Mariana Barbosa, diretora da Rainforest Alliance no Brasil, para debater sobre dois temas importantes e atuais: a sustentabilidade e as certificações na cadeia cafeeira. A apresentação ficará por conta da diretora de conteúdo da Café Editora, Mariana Proença.

Marcada para acontecer às 18h no Instagram da Revista Espresso, a live abordará o trabalho da Rainforest Alliance no País e no mundo, a importância e o impacto das certificações para o cafeicultor, o valor agregado ao café certificado, a necessidade da área de preservação ambiental no cultivo, o investimento na sustentabilidade e os cuidados indicados quanto às geadas.

A diretora também contará sobre a nova certificação contextualizada para cada região e cultivo, com novos critérios específicos em relação aos riscos e operações, e os reconhecimentos e premiações aos produtores que possuem cultivo sustentável.

Não perca!

Serviço
Live – Rainforest Alliance Brasil
Quando: 29 de julho
Horário: 18h
Onde: www.instagram.com/revistaespresso

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Cafezal

Cafezais são atingidos por geadas e produção do grão é impactada

A semana começou com dificuldades para os produtores de café. Na madrugada da última terça-feira (20), uma forte onda de ar frio tomou conta de diversas regiões produtoras do grão nos estados de Minas Gerais e São Paulo, queimando cafezais e afetando potencialmente tanto a safra 2021/2022, que ainda está sendo colhida, como também a próxima, 2022/2023.

“Nós temos uma noção do número de hectares atingidos e a porcentagem da área total de nossa propriedade, mas ainda não sabemos quantificar as perdas”, conta João Moraes, da Fazenda Santana. O cafeicultor teve sua lavoura de Santo Antônio do Jardim (SP) atingida duas vezes por geadas este mês. “Meu pai adquiriu a propriedade em 1994, um ano de geada forte na região de Pinhal. Consideramos que a geada do dia 20 pode ter sido tão forte quanto a de 1994, porém com impacto ainda maior”. Ele acredita que, dos 87 hectares plantados com variedades de cafés bourbon, catuaí amarelo, catucaí amarelo, mundo novo e icatu vermelho, cerca de 35 a 40 foram impactos negativamente pelo fenômeno.

Foto: João Moraes

Em Minas Gerais, estado que mais produz café no Brasil, o município de Ilicínea também sofreu com as geadas da última terça-feira. A produtora Simone Dutra, da Fazenda Bandeira Branca, relatou que a parte baixa de sua lavoura foi a mais impactada. “Tem produtor aqui perto que foi muito atingido. Nós sabemos os custos, o quanto é difícil a vida no campo, e com os fenômenos da natureza fica ainda mais complicado. Ano passado a seca judiou tanto que não deu café direito. Agora, a geada foi muito brava”, comenta.

O cafezal administrado por Simone e sua irmã Kátia conta com 19 mil pés das variedades bourbon, mundo novo, catucaí amarelo e catuaí amarelo. Deste total, aproximadamente mil será perdido. “Eu acredito que pelo menos mil não vai ter como. Os outros foram mais na parte de cima, do capote, e talvez ainda dê para salvar. É muito triste. Eu tenho 34 anos e nunca tinha visto uma geada tão forte quanto essa”, destaca a produtora.

Ainda em Ilicínea, a lavoura de café mundo novo da produtora Regina Alves também sofre com as consequências da massa de ar polar. A expectativa era de colher de 80 a 100 sacas do grão no cafezal de 1 hectare, mas a realidade agora é outra. “A lavoura estava bem cuidada. Fizemos o tratamento baseado em orientações de agrônomos os quais temos leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto

Cafezal

Saiba mais sobre a etapa de secagem do café no 9º episódio da websérie da BSCA

Nesta quarta-feira (21) acontece o lançamento do nono episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

O vídeo da vez aborda a etapa da secagem do café e a sua importância para o resultado final na xícara. Quem fala sobre o assunto é Adolfo Henrique Vieira Ferreira, proprietário da Fazenda Passeio, que destaca, também, as diferenças entre os terreiros que podem ser utilizados no processo.

Movimento da xícara ao grão

Com novos episódios lançados todas as quartas-feiras no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto busca levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Com o intuito de aproximar as pontas do setor, a websérie conta com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy

Cafezal

Arábica x canéfora: Diferenças entre espécies de café são debatidas em websérie da BSCA

Nesta quarta-feira (14) acontece o lançamento do oitavo episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

O vídeo da vez aborda as diferenças entre as espécies de café cultivadas no Brasil e mais consumidas no mundo: arábica x canéfora. Para falar sobre o cultivo, resistência a doenças, volume de produção e diferenças na xícara, foram convidados os especialistas Guy Carvalho, engenheiro agrônomo e consultor técnico, e Enrique Alves, pesquisador da Embrapa-RO.

Movimento da xícara ao grão

Com novos episódios lançados todas as quartas-feiras no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto busca levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Com o intuito de aproximar as pontas do setor, a websérie conta com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Cafezal

Associação Brasileira de Cafés Especiais confirma Cup of Excellence 2021

A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) divulgou ontem (12) a edição do Cup of Excellence 2021. O concurso mundial é realizado no Brasil em parceria com a Alliance for Coffee Excellence (ACE) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Os produtores podem enviar as amostras de café arábica até 8 de setembro, para sede da BSCA em Varginha (MG), que fica na Rua Gaspar Batista Paiva, 416 – Santa Luiza. CEP: 37026-680.

Através de sorteio, o júri nacional será composto por juízes BSCA e jurados nacionais da edição 2020, de acordo com suas disponibilidades, buscando envolver, o máximo possível, as diversas origens produtoras do Brasil.

Seguindo rigorosamente os protocolos sanitários, a Fase Internacional da competição não será presencial. Assim como no concurso do ano passado, as amostras classificadas na Fase Nacional serão enviadas pela BSCA a grupos de especialistas de importantes países compradores, que farão a análise final, definindo os campeões.

A BSCA disponibilizará mais informações sobre prazos, cerimônia e o regulamento completo do Cup of Excellence 2021 em breve.

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Cafezal

Plataforma digital busca melhorar acesso dos cafeicultores de Honduras ao mercado global

Sustentável sem fins lucrativos, a Heifer International fez uma parceria com a International Business Machines (IBM) para lançar a IBM Watson Decision Platform for Agriculture digital. A plataforma visa melhorar o acesso dos produtores de café e cacau de Honduras aos dados do mercado global, aumentando a velocidade das transações e melhorando a tomada de decisões em nível de fazenda. A novidade usará a tecnologia blockchain Food Trust da IBM, aumentando a transparência da cadeia de suprimentos.

Jesús Pizarro, vice-presidente de Inovação Financeira da Heifer International, afirmou: “Por 18 meses trabalhamos junto aos agricultores para identificar as melhores maneiras de melhorar os processos de produção, digitalizar a cadeia de valor e, por fim, abrir o acesso ao mercado para os pequenos agricultores para que eles possam garantir preços premium”.

A tecnologia blockchain da IBM permitirá que os compradores de café que estão comprando café da cooperativa COPRANIL, em Honduras, e cacau da Chocolate Halba entendam melhor a cadeia de suprimentos do produto e por que os produtos são vendidos a um determinado preço. A Chocolate Halba obtém seu cacau de agricultores que também fazem parte da iniciativa Chocolate4All de Honduras da Heifer International.

“Como uma das primeiras cooperativas do mundo a implantar o sistema, a COPRANIL está liderando o caminho, equipando seus agricultores com as ferramentas e a tecnologia de que precisam para construir e sustentar negócios agrícolas lucrativos”, disse Pizarro.

Essa tecnologia também permite que os compradores rastreiem os grãos de café e cacau desde a fazenda até o ponto de venda. Isso não apenas melhora o acesso ao mercado para produtores e leia mais…

TEXTO As informações são do Global Coffee News / Tradução Juliana Santin

Cafezal

Você sabe o que é Denominação de Origem?

Denominação de Origem é um nome geográfico que designa produtos cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente a determinada região, ou seja, um produto só é daquele jeito por causa do local em que foi produzido, levando em consideração o meio geográfico e os fatores naturais e humanos. Desse modo, ele não pode ser produzido em nenhum outro lugar!

No setor cafeeiro, o Brasil possui cinco regiões que ostentam o selo, sendo o Cerrado Mineiro, a Mantiqueira de Minas, o Caparaó e as Montanhas do Espírito Santo para cafés da espécie arábica (grãos verdes, industrializados na condição torrado e/ou torrado e moído), e as Matas de Rondônia para cafés da espécie canéfora.

A primeira região produtora de café a conquistar o selo de D.O. foi o Cerrado Mineiro, em 2013. Composto por 55 municípios, a região possui lavouras localizadas a mais de 800 metros de altitude. Quem faz o controle da qualidade dos cafés cultivados ali é a Federação dos Cafeicultores do Cerrado.

A segunda Denominação de Origem foi para a Mantiqueira de Minas, que obteve o selo em junho de 2020, solicitado pela Associação dos Produtores de Café da Mantiqueira (Aprocam). A região conta com 25 municípios e os grãos são cultivados em plantações que possuem mais de 1.040 metros de altitude.

O Caparaó conquistou o selo em fevereiro de 2021. A região, conhecida por acumular premiações como o Coffee of the Year, é composta de dezesseis municípios, dez capixabas e seis mineiros, com plantações acima de 700 metros de altitude. A organização gestora da D.O. é a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Caparaó (Apec).

Em maio de 2021, as Montanhas do Espírito Santo também obtiveram o selo de Denominação de Origem. Válido para 16 municípios produtores de café arábica, o pedido foi solicitado pela Associação de Produtores de Cafés Especiais das Montanhas do Espírito Santo (Acemes). Na região, os cafés são cultivados em altitudes que variam de 500 a 1.400 m.

Já as Matas de Rondônia, berço dos Robustas Amazônicos, finalmente conquistou a D.O. em junho de 2021, tornando-se a primeira Denominação de Origem para cafés da espécie canéfora. Requisitado pelos Cafeicultores Associados da Região das Matas de Rondônia (Caferon), o selo é válido para grãos Robustas Amazônicos cultivados em 15 municípios. O estado é o segundo maior produtor de canéfora do Brasil, ficando atrás apenas do Espírito Santo.

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Gui Gomes

Cafezal

Inscrições abertas para 18º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café 2021

A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) acaba de abrir as inscrições para o 180 Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café – Origens do Brasil – Safra 2021. O concurso tem como objetivo incentivar a produção de cafés de alta qualidade, estimular as melhores práticas agrícolas e a sustentabilidade, promover as regiões produtoras de café no Brasil, agregar valor ao produto e divulgar a diversidade de sabores e aromas da cafeicultura nacional junto aos consumidores, gerando valor para toda a cadeia, da produção ao consumo.

Para participar, basta ser produtor de café e ler todo o regulamento com atenção, preencher a ficha de inscrição, entregar a documentação necessária e as amostras selecionadas até o dia 3 de setembro de 2021.  Após serem recebidas, elas serão registradas, codificadas e apresentadas ao júri técnico para uma pré-seleção, onde serão classificadas quanto ao tipo, cor, aspecto, umidade, atividade de água, defeitos e à qualidade da bebida.

Serão selecionadas para o concurso aquelas que cumprirem as características mínimas exigidas por espécie. Cada propriedade poderá registrar apenas uma amostra do microlote representativo dos cafés da região, indicando a espécie, Coffea arábica e/ou Coffea canephora (conilon/robusta), e a forma de preparo (natural ou cereja descascado).

As amostras serão separadas de acordo com as espécies e avaliadas em prova cega para receberem uma nota de Qualidade Global com peso de 90% na nota final. Aquelas que obtiverem uma pontuação igual ou superior a 7.3 se classificam parra o leilão. Já as propriedades receberão uma nota referente ao nível de sustentabilidade através da apresentação de certificados emitidos por organizações reconhecidas nacional ou internacionalmente. Elas também poderão leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Cafezal

A ovelha cafeicultora da família

Guiada pela intuição, Cristiane Zancanaro mudou os rumos do negócio familiar e pôs o Cerrado goiano no mapa do café especial

Há oito anos, a advogada Cristiane Zancanaro descobriu que estava grávida – do terceiro filho e do sonho de trabalhar com café especial. O pequeno Felipe foi concebido durante uma viagem ao Chile, quando ela e o marido, Daniel, conheceram as famosas vinícolas do país. Ao ver o cuidado no processamento das uvas viníferas, ela teve um estalo: aquilo também deveria ser feito com os grãos de café colhidos na propriedade da família, a Fazenda Nossa Senhora de Fátima, em Cristalina (GO).

À época, Cristiane comandava o departamento de recursos humanos do negócio dos Zancanaro. “Queria ser advogada e atuei por alguns anos, mas logo percebi que a advocacia é dos homens, que a justiça não é de Deus. Muitas vezes uma pessoa ganhava causas sem prova ou perdia porque o empregador era mais esperto. Isso me desestimulou demais. Por isso vim para a empresa familiar, para deixar as coisas certas. Fomos a primeira empresa rural do Brasil a ter ponto eletrônico”, lembra. Com o embrião do café na cabeça, no entanto, foi difícil pensar em voltar para o escritório.

Durante a licença-maternidade, Cristiane mergulhou de cabeça no café especial: entre visitas à fazenda com os três meninos e cursos no Coffee Lab, em São Paulo (SP), ela estava decidida a mudar de carreira. “A maternidade faz você ficar com os sentidos mais aguçados, mas eu acho que, mesmo se não tivesse ido ao Chile, teria encontrado o caminho do café. A gravidez me trouxe a sensibilidade de encarar um projeto como esse”, afirma.

Cristiane Zancanaro

O começo não foi fácil: da propriedade dos Zancanaro saem não só sacas de café, mas de milho, feijão e soja – e os frutos do cafezal eram tratados como grãos comuns, ou seja, eram armazenados com os outros produtos, sem grandes cuidados, misturando-se as variedades. Na primeira safra, ela lembra, eles tiveram que vender um lote inteiro mais barato porque o café havia sido armazenado, inadvertidamente, ao lado de um trator – ficou com gosto de borracha. “Fui aprendendo na marra. A gente tem essa vantagem por ser novata num negócio: nós gostamos de novas tecnologias, de novidades. Mas também erramos muito!”, comenta. Pouco a pouco, ela conseguiu convencer o conselho familiar a instalar o maquinário de beneficiamento dos grãos, além dos terreiros de secagem.

Cristiane ainda enfrentava outro problema nesse começo: a insegurança, remediada com uma boa dose de intuição. “Eu conversava com agrônomos, consultores, especialistas, mas sabia o que estava fazendo. É algo que ainda trabalho dentro de mim, essa autoconfiança. Às vezes a mulher não se valoriza nesse sentido. Quando vejo que sou a única mulher em uma reunião, penso: como vou falar algo contra todos esses homens? Mas eu sei do que estou falando. Muitas vezes, a explicação não está só na ciência, tem intuição. Eu me realizo muito no café especial porque vejo minha intuição aparecendo”, afirma. leia mais…

TEXTO Clara Campoli • FOTO Rafaela Felicciano

Cafezal

Inscrições abertas para a 4ª edição do Concurso Florada Premiada

Com o início da colheita do café no Brasil, estão abertas as inscrições para o concurso 3 Corações Florada Premiada, voltado exclusivamente às cafeicultoras brasileiras que produzem a variedade arábica. A competição é realizada pelo Grupo 3Corações em parceria com a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), o capítulo Brasil da Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA, em inglês) e o especialista em classificação, degustação e controle de qualidade reconhecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silvio Leite.

Nesta 4ª edição, o envio das amostras pelas produtoras pode ser feito até 22 de setembro de 2021 para a sede da BSCA, onde serão realizadas análise, classificação e degustação até o dia 3 de novembro, nas duas fases classificatórias da competição, por um grupo de oito profissionais com reconhecida experiência na seleção de cafés especiais.

As amostras selecionadas serão as 20 melhores médias nas categorias via úmida (despolpado, cereja descascado, desmucilado) e via seca (café natural, colhido e seco com casca), dentre aquelas que obtiverem nota média igual ou superior a 84 pontos. A comissão julgadora decidirá, com base no nível de qualidade dos lotes e da pontuação alcançada, as vencedoras do concurso 3 Corações Florada Premiada 2021.

Serão premiados os três melhores lotes produzidos pelas cafeicultoras nas categorias via úmida e via seca. As campeãs de cada uma receberão R$ 25 mil e uma missão técnica de leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora