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Festival reúne apaixonados por café na cidade mineira de Andradas

De 30 de março a 2 de abril, a cidade mineira de Andradas irá receber turistas e moradores para o Andradas Café Festival, evento voltado para a cafeicultura. “São mais de 2.700 cafeicultores, na sua maioria familiares, com uma produção de mais de 200 mil sacas de café. Os grãos são produzidos em solos vulcânicos e em altitudes elevadas. A Prefeitura Municipal, reconhecendo todo esse potencial, vem investindo para tornar Andradas uma reconhecida origem de cafés especiais”, explica Margot Navarro Graziani Pioli, Prefeita Municipal e uma das realizadoras do Andradas Café Festival.

Conhecida pela culinária com influência italiana e mineira, além dos vinhos, azeites e bananas, Andradas tem no café o seu maior motor econômico na geração de emprego e renda para milhares de famílias de produtores.

De acordo com os organizadores, a ideia é realizar na cidade, que integra a Mantiqueira Vulcânica, um evento de expressão nacional. Para isso estão preparando uma programação variada e diversas atrações. “Iremos promover uma prova profissional dos melhores cafés de Andradas para que os produtores e os empresários possam conhecer cada vez mais o potencial dos grãos da região, que se destaca nos concursos”, explica Sebastião Donizete Benevene, presidente da Associação dos Cafeicultores do Bairro Gabirobal (ACAFEG), uma das realizadoras do evento.

A programação terá campeonatos de preparo de café e de torra do grão, e também cursos básicos e palestras para quem quiser aprender mais sobre a bebida. Dentre os organizadores também está o Instituto Federal do Sul de Minas (IFSuldeMinas), que promoverá alguns dos conteúdos, como o Desafio Koar e o Campeonato de Torra de cafés.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Sympla. O evento será realizado no Pavilhão do Vinho e terá estandes com exposição de marcas de café e produtos relacionados, artesanato, gastronomia local e espaços culturais.

Serviço
Andradas Café Festival 2023
Quando: de 30 de março a 2 de abril
Horário: das 9h às 18h
Onde: Pavilhão do Vinho – Rua Major Bonifácio, s/n – Centro – Andradas (MG)
Mais informações: www.andradascafefestival.com.br
Entrada gratuita

TEXTO Redação • FOTO Jéssica Teixeira

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Nespresso lança nova máquina Vertuo POP em seis opções de cores

Nesta segunda-feira (27), a Nespresso lança no Brasil a sua nova máquina Vertuo POP. Em seis variações de cores, a versão compacta do sistema Vertuo possui design minimalista e moderno, feito com 35% de plástico reciclado. Além disso, 95% da embalagem do produto também é feita de material reciclável.

Inovadora, a Vertuo POP opera na tecnologia Centrifusion de extração, onde um código de barras detectado nas cápsulas otimiza automaticamente os parâmetros de extração, que regulam o fluxo e o volume da água, a temperatura, o tempo de infusão e a rotação da cápsula, evitando o desperdício destes recursos. Um único botão prepara cinco tamanhos de porções, de 40 ml a 535 ml.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Axxus, houve um aumento significativo do consumo de café durante a pandemia (2020/2021). 13% das pessoas que fizeram parte da pesquisa passaram a tomar mais a bebida, resultado do grande período em isolamento. 

Diante dessa mudança de hábito, a Nespresso trouxe o sistema Vertuo para o Brasil. A novidade chega aos canais oficiais e parceiros da marca pela primeira vez no Brasil. Além de tons neutros, como preto e branco, a Vertuo POP estará disponível nas cores vermelha, amarela, azul e verde.

“O lançamento marca dois anos do Sistema Vertuo no país, e celebra a aderência por parte dos brasileiros. Com essa nova máquina, nossa ideia é expandirmos o público alvo e alcançarmos novos consumidores. Com diferentes medidas e perfis que vão desde o espresso até um café que parece o coado que apreciamos tomar no café da manhã, variedade de cores e redução do impacto ambiental são algumas das características que acreditamos agregar valor aos Millennials”, afirma Mônica Lopes, Diretora de Marketing da Nespresso Brasil.

A Vertuo POP já está disponível nos canais oficiais da marca, nas Boutiques, no site e no aplicativo.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Cafés do 10º Prêmio Região do Cerrado Mineiro serão lançados em cafeteria de Curitiba

A Região do Cerrado Mineiro e o Lucca Cafés Especiais lançam, no dia 23 de março, os Cafés do 10º Prêmio Região do Cerrado Mineiro, em Curitiba, no Paraná. O evento está marcado para às 19h30 e contará com a participação de representantes da Federação dos Cafeicultores do Cerrado e de produtores da região.

A cafeteria e torrefação paranaense, uma das pioneiras no mercado de cafés especiais no Brasil, adquiriu todos os lotes da décima edição do prêmio, realizado em novembro do ano passado, com o objetivo de reconhecer o trabalho dos cafeicultores da Região do Cerrado Mineiro e promover a Denominação de Origem, a primeira conquistada para café no Brasil. 

Serão lançados nove lotes de cafés, sendo os três primeiros colocados das categorias Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida, produzidos pelos produtores: 

Natural
1º lugar Jorge Fernando Naimeg
2º lugar Guilherme Sebastião F. Romão
3º lugar Enivaldo Marinho Pereira

Cereja Descascado
1º lugar José Aparecido Naimeg
2º lugar Eduardo Henrique Soares Pereira
3º lugar Maria Aparecida Pires Ruiz 

Fermentação Induzida
1º lugar Agilmar Ferreira Pinto
2º lugar Lázaro Ribeiro de Oliveira
3º lugar Ismael José de Andrade 

Na avaliação da produtora Joelma Ferrinho, filha do campeão na categoria Fermentação Induzida, o Lucca é uma referência em cafés especiais. “Eles selecionam cuidadosamente os grãos de alta qualidade que farão parte de sua vitrine. Estar entre os produtores escolhidos é um grande marco para nossa história. Através do Prêmio Cerrado Mineiro, mostramos que todos os produtores, sejam pequenos, médios ou grandes, podem ter esse mérito, viver essa emoção, basta focar, dedicar e se comprometer”, afirma.

Para o produtor Gustavo Ribeiro, filho do vencedor do segundo lugar na categoria Fermentação Induzida, ter o café na cafeteria curitibana é uma satisfação enorme. “O Lucca está entre as melhores ou a maior cafeteria de cafés especiais do Brasil. A cafeteria tem um papel fundamental para divulgar o trabalho do produtor e também o selo de origem. Eles valorizam  nosso produto, além de estar na ponta diretamente com o consumidor final. Sempre tive vontade de ter o meu café na Lucca”, pontua.  

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Linha Nescafé Origens do Brasil é certificada como carbono neutro

A linha de cafés especiais e sustentáveis da Nescafé, a Nescafé Origens do Brasil, conquistou a certificação de produto Carbono Neutro, de acordo com o The CarbonNeutral Protocol. 

A empresa considera que o resultado está diretamente ligado a quatro pilares de atuação da marca: implantação de práticas agrícolas regenerativas (com foco na melhoria do solo e na proteção dos recursos hídricos e biodiversidade); plantio de árvores em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica (uma das maiores ações de recuperação do bioma na história da ONG); redução da pegada de carbono em toda a cadeia de fornecimento (desde as fazendas de café até a embalagem que chega ao consumidor final); e compensação das emissões remanescentes de gases de efeito estufa, por meio de créditos de carbono verificados e de alta qualidade.

Atualmente, 35 famílias brasileiras fornecem grãos de café 100% arábica para a produção de café solúvel e torrado e moído da linha Nescafé Origens do Brasil. Certificadas pelos principais programas de sustentabilidade, como o AtSource e o Código Comum da Comunidade Cafeeira (4C), essas fazendas cultivam o grão usando práticas agrícolas regenerativas e emitem menos carbono equivalente por quilo de café do que as referências existentes na cafeicultura brasileira, sendo modelos para o cultivo de baixo carbono. 

A última safra de café arábica dessas fazendas apresentou redução de 70% da pegada de carbono em comparação com 2021, segundo a Agrobiota, empresa especializada na implantação de práticas regenerativas na agricultura. “Muito mais que o título de Carbono Neutro, essa conquista nos ajuda a amplificar nossa verdade para bem além da porteira das fazendas: o cuidado e o empenho que dedicamos todos os dias à cadeia do café, sempre em parceria com nossos produtores. Assim, conseguimos escalar nossas ações e, de fato, transformar a cafeicultura do país”, pontua a gerente de ESG para cafés e bebidas da Nestlé, Taissara Martins. 

Um quarto dessas fazendas já é capaz de retirar da atmosfera mais gases de efeito estufa do que emite, ou seja, é negativa em carbono. E o restante está em vias de compensar integralmente a quantidade desses gases emitidos durante o ano, tornando-se neutras.

Para obter a certificação CarbonNeutral®, a Nestlé Brasil trabalhou com a Climate Impact Partners, especialista em soluções no mercado de carbono para ações climáticas. Até 2026, pretende cumprir com mais um compromisso: plantar e cultivar 1,5 milhão de árvores na Mata Atlântica, região fornecedora de Nescafé Origens do Brasil. O projeto faz parte do Programa Global de Reflorestamento da Nestlé, que visa plantar e cultivar 200 milhões de árvores em todo o mundo até 2030. Em um bioma essencial para a cafeicultura brasileira, o projeto da Fundação SOS Mata Atlântica ajudará a restaurar ecossistemas florestais nativos e sequestrar aproximadamente 250 mil toneladas de CO2 ao longo de 25 anos.

“Entendemos que a conquista dessa certificação não é um resultado final, mas sim uma etapa da jornada que a Nestlé vem percorrendo em todas as suas categorias de alimentos”, enfatiza Rachel Muller, vice-presidente de Cafés e Bebidas da Nestlé. “Juntamente com a Nescafé Origens do Brasil, damos agora um passo muito importante para o futuro que queremos construir”, completa Taissara. 

Lançada em 2019, Nescafé Origens do Brasil é o carro-chefe do café sustentável da Nestlé. Tem ainda como base o programa Cultivado com Respeito, o maior do mundo de sustentabilidade na cafeicultura, criado por NESCAFÉ em 2010 com base em três categorias de atuação: Natureza, Pessoas e Conhecimento.

Essa é a tríade que norteia as ações de Nescafé Origens desde o início; seja desenvolvendo práticas que ajudam na recuperação do meio ambiente, na aplicação de preços diferenciados e na bonificação de qualidade para os produtores, seja investindo em inovação constante para aprimorar o conhecimento no campo. A cadeia sustentável da marca inclui, ainda, desenvolvimento de embalagens e uso de tecnologia: as latas (para o café torrado e moído) e os vidros (para a versão solúvel) foram elaborados a fim de serem reciclados. Eles também possuem um QR-code vinculado ao blockchain usado pela marca para rastrear toda a sua cadeia de fornecimento, desde os cafezais até a distribuição do café aos consumidores.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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illycaffè reafirma importância da sustentabilidade para cafeicultura brasileira

Na última quinta-feira (2), a illycaffè reuniu jornalistas em sua tradicional coletiva de imprensa, realizada na cidade de São Paulo. A ocasião contou com a presença de Andrea Illy, presidente da empresa italiana; Anna Illy, presidente da Fundação Ernesto Illy e membro do Conselho Administrativo da illycaffè; Alessandro Bucci, diretor de compras; e Frederico Canepa, diretor da illy Sul América.

Andrea ressaltou a importância dos cafés brasileiros – origem responsável por quase 50% das compras da illy – e a constante evolução da cafeicultura brasileira em qualidade e sustentabilidade. De acordo com ele, a illy busca trabalhar ao lado dos produtores parceiros auxiliando-os na implementação de práticas sustentáveis, como a agricultura regenerativa. “O Brasil é muito importante. Do ponto de vista da biosfera, é o país mais importante do mundo”, destacou.

Quanto ao consumo pós pandemia, a illy tem registrado um crescimento consistente no Brasil no setor HORECA (hotéis, restaurantes e cafeterias) e no doméstico. Sobre a possibilidade de abertura de outras cafeterias illy no País, Frederico Canepa comentou: “Existem estudos para abrir outras unidades, mas nada definido enquanto não aperfeiçoarmos ao máximo a experiência”.

Outro destaque do encontro foi o 32º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso, que também aconteceu no dia 2 de março, na capital paulista. Andrea exaltou a qualidade das mais de 500 amostras inscritas na edição, cultivadas em diferentes regiões produtoras do Brasil, e disse que pôde ser refletida na seleção das melhores. Clique aqui e confira o resultado.

TEXTO Gabriela Kaneto

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32º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso revela melhores produtores

A noite de quinta-feira (02) foi recheada de emoção e muita festa com o 32º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso. Ali foram revelados os produtores que se destacaram entre 500 amostras inscritas. 

O grande destaque da noite vai para o estado de Minas Gerais, de onde saíram os três primeiros grandes vencedores da edição, que receberam diplomas e cheques no valor de R$ 10 mil cada um: Luis Manuel Ramos Fachada M. da Silva (Chapada de Minas), Raimundo Dimas Santana Filho (Matas de Minas) e São Mateus Agropecuária (Cerrado Mineiro). Eles ganham, também, uma viagem ao exterior para participar do 8º Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, que reúne em disputa os 27 cafeicultores selecionados de 9 países que fornecem grãos para a illycaffè. Lá, saberão qual foi a colocação de cada um. 

Durante a premiação, foram também revelados os produtores vencedores nacionais que ficaram em 4º, 5º e 6º lugares: Claudio Martins Belo (Matas de Minas), Agro Fonte Alta (Sul de Minas) e Francisco Antonio Rios Corral (São Paulo), respectivamente. Além dos demais ganhadores nas categorias Regional e Classificador do Ano.

A cerimônia realizada em São Paulo (SP) contou com a presença do presidente da illycaffè, Andrea Illy; da CEO, Cristina Scocchia; e da diretora de Ética, Anna Illy. Os vencedores foram selecionados pela Comissão Julgadora do Prêmio, composta por especialistas nacionais e internacionais da illycaffè, entre as mais de 500 amostras inscritas das principais regiões produtoras de café arábica do país. 

Andrea Illy aponta como o prêmio, que teve início em 1991, alavancou a cafeicultura brasileira e a dificuldade encontrada hoje em selecionar apenas 40 produtores, já que a qualidade estava muito boa. 

A iniciativa já reconheceu mais de mil e quinhentos cafeicultores brasileiros e entregou mais de R$ 8 milhões em prêmios. Um projeto que atravessou fronteiras, inspirando o Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy e levando o conceito de qualidade, bem-estar e sustentabilidade, proposto pela illycaffè, a vários cantos do mundo. O café brasileiro está entre os seletos grãos do único e exclusivo blend illy, que é degustado diariamente em 8 milhões de xícaras de café servidas em mais de 140 países ao redor do mundo.

Pela primeira vez, o Prêmio recebeu os selos Evento Neutro e Sou Resíduo Zero, por compensar as suas emissões de carbono com apoio ao projeto de agricultura regenerativa Terrus Carbon Coffee e por destinar todos os resíduos gerados no evento de forma sustentável, através da coleta seletiva e a compostagem. Com a iniciativa, a illycaffè reforça seu apoio às práticas ambientais sustentáveis que fazem parte de seu estatuto como empresa B Corp.  

Outra novidade apresentada ao longo da cerimônia de premiação foi o lançamento do Cartão Esmeralda do Clube Illy do Café, que é concedido aos cafeicultores que fornecem à illycaffè há mais de 30 anos-safra. Durante a noite, foram homenageados os mais novos sócios membros do Cartão Esmeralda: José Carlos Grossi e a família Naimeg.

Instituído em 1999, o Clube illy do Café reúne os principais fornecedores de grãos do exclusivo blend illy. São mais de 600 sócios beneficiados pela adesão aos conceitos de fidelidade, qualidade e sustentabilidade no fornecimento dos grãos. Quanto maior o tempo de fornecimento ininterrupto, maior a classificação do sócio e os benefícios obtidos. Confira os premiados:

Prêmio Ernesto Illy – Regional

A categoria regional avalia 10 regiões e nesta edição seis regiões foram premiadas:

Cerrado Mineiro
1º colocado – São Mateus Agropecuária
2ª colocada – Maria do Carmo Veloso 

Chapada de Minas
1º colocado – Luis Manuel Ramos Fachada M. da Silva
2ª colocada – CBI Madeiras

Matas de Minas
1º colocado – Raimundo Dimas Santana Filho
2º colocado – Claudio Martins Belo – 4º lugar nacional

Sul de Minas
1ª colocada –  Agro Fonte Alta – 5º lugar nacional
2º colocado – Luiz Augusto de Almeida Campos

São Paulo
1º colocado –  Francisco Antonio Rios Corral – 6º lugar nacional
2º colocado –  Luiz Antonio Poli

Rio de Janeiro
1º colocado – Francisco Nioac de Salles

Prêmio Ernesto Illy – Classificador do Ano:
1º colocado – Paulo Henrique Silva Andrade (Cerrado Mineiro)
2º colocado – Edenilson de Oliveira Cabral (Matas de Minas)
3ª colocada – Marina Ribeiro do Vale Furlan (Sul de Minas)

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Divulgação

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Cocatrel lança três cafés premiados no Programa Melhores Cafés 2023

No dia 27 de fevereiro, a Cocatrel realizou o lançamento dos três cafés premiados pelo programa “Melhores Cafés Cocatrel”. O evento aconteceu na cafeteria da cooperativa, localizada em Santana da Vargem (MG), e reuniu os três produtores responsáveis pelos grãos, a diretoria da Cocatrel e imprensa local.

O programa “Melhores Cafés Cocatrel” surgiu em 2009 com objetivo de gerar visibilidade para o produtor, sua fazenda e incentivar todos os cooperados a elevarem o nível de qualidade na produção de café. Desta vez foram lançados os cafés dos produtores João Paulo França, Lelis Pereira Miranda e José Carlos dos Reis.

Os participantes do lançamento puderam experimentar os novos cafés e conversar com os cafeicultores premiados, a fim de entender melhor a trajetória de cada um deles. A novidade pode ser encontrada nas cafeterias da cooperativa, situadas nas cidades mineiras de Três Pontas, Santana da Vargem e Nepomuceno, e na loja virtual da Cocatrel, com entregas para todo o Brasil. 

Além de garantir acesso a um produto de excelente qualidade, quem adquire um dos cafés que fazem parte do programa consegue identificar direto na embalagem o nome do produtor, a região onde está localizada a fazenda, a variedade do café e uma breve descrição das notas sensoriais da bebida. Os cafés também são exportados e os ágios são repassados aos produtores. Vale lembrar que não é um concurso, então não existe um café melhor que o outro, todos cafés selecionados são de qualidade e passam por processos rigorosos de classificação e seleção.

O conceito de rastreabilidade é um destaque importante do programa, pois fornece informações sobre o produtor, a fazenda, a região produtora, a variedade e a altitude da lavoura. Lelis Pereira, um dos produtores premiados, considera essa ação da Cocatrel de evidenciar o produtor muito positiva. “Acho muito importante, pois mostra que a cooperativa se esforça em diminuir cada vez mais a distância entre o produtor e o consumidor final, e acaba sendo um marketing muito positivo para nós produtores”, diz. Desse modo, a Cocatrel se estabelece na vanguarda do mercado de café, criando conexão entre produtores e consumidores, além de gerar benefícios reais para seus cooperados.

O programa “Melhores Cafés Cocatrel” gera benefícios reais para os cooperados. Além da visibilidade para o produtor e a fazenda, os produtores conseguem ganhos na exportação e recebem 25% do valor da venda dos cafés industrializados. Funciona assim: os classificados como potencial de serem especiais são enviados para o CDT, que faz novas provas e avaliações com base na metodologia Specialty Coffee Association (SCA). É com base nisso que os 12 cooperados são escolhidos, o que dá ao programa a característica de ser integrador, já que contempla todos os cooperados que depositam café na cooperativa. 

Para que os produtores atinjam a qualidade necessária na colheita, o apoio da equipe técnica da Cocatrel juntamente com os integrantes do CDT, departamento de cafés especiais da Cocatrel, é imprescindível. O produtor Flávio Reis participou do evento representando seu pai, José Carlos dos Reis, e afirma: “a participação do setor de cafés especiais da Cocatrel ensinou a mim e a meu pai que conseguir cafés com ótima qualidade e com constância é possível, basta aliar os conhecimentos passados com muita dedicação que os resultados vão aparecer”. 

“O programa não é um concurso. Trata-se de algo bem mais amplo. Todos os cafés que entram na cooperativa, em suas diversas filiais, são provados e classificados. Daí saem os 12 melhores cafés dos cooperados”, lembra Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

O programa também é visto pelos cooperados como um momento de coroação de todo trabalho feito durante o ano, toda dedicação é recompensada neste momento. João Paulo França já foi selecionado por 4 anos seguidos. “A adrenalina sempre fica muito alta nesses momentos, ser selecionado uma vez é uma felicidade muito grande, porém a gente quer manter um padrão de qualidade para os anos seguintes, e essa é a parte mais difícil”, comenta.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Nestlé aumenta opções de cápsulas com Nescafé Farmers Origins

Lançamento é compatível com sistema Nespresso e investe em blends de cinco diferentes regiões produtoras

O mercado de café em cápsulas ganhou mais um reforço com a chegada ao mercado brasileiro da linha Nescafé Farmers Origins. São cinco opções de blends da categoria de cafés tradicionais feitos com grãos cultivados no Brasil, Colômbia, Índia, Etiópia, Uganda, Costa Rica, Guatemala e Nicarágua. O lançamento está em sintonia com o programa Cultivado com Respeito, que busca sustentabilidade na produção de cafés que levam as marcas da Nestlé no mundo.

“O foco do Nescafé Plan, conhecido no Brasil como Cultivado com Respeito, é a sustentabilidade e o aprimoramento da qualidade do café. Nele, os agricultores aderem a um código de conduta que garante o controle de rastreabilidade, implementação de boas práticas agrícolas, sustentabilidade do negócio e a certificação”, explicou a gerente de marketing da marca Gabriela Monsanto em entrevista ao site da Espresso.

Já presente em outros mercados, como Europa (Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Noruega e Dinamarca) e Oceania (Austrália e Nova Zelândia), este é o primeiro lançamento da linha Nescafé em cápsulas compatíveis com o sistema Nespresso, que podem ser preparadas nas versões ristretto, espresso e lungo.

Confira as cinco opções de blends:

Farmers Origins Brazil: Notas de cereais e corpo aveludado, grãos 100% arábica.

Farmers Origins Lungo 3 Americas: Blend com notas de nozes assadas e grãos da Costa Rica, Guatemala e Nicarágua

Farmers Origins Africas: Grãos da Etiópia e de Uganda com torra escura e doçura marcante

Farmers Origins India: Blend colhido a mão com notas aromáticas de cacau.

Farmers Origins Colombia: Aroma frutado e acidez equilibrada

“Nescafé Farmers Origins é lançado ao portfólio da marca como mais uma opção para os consumidores no dia a dia, que buscam por sabor e praticidade, mas sem abrir mão da qualidade e tradição que a marca oferece há 70 anos com cafés solúveis e torrado e moído para coar”, diz Gabriela.

Cada caixa contém 10 cápsulas e estão sendo comercializados na página de cafés Nestlé, nas principais redes de mercado do Brasil, além dos sites do Magalu e da Amazon, por R$ 21,49.

TEXTO Cintia Marcucci • FOTO Divulgação

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Orfeu Cafés Especiais lança 2ª edição do Microlote Reserva

Após três meses da primeira edição, a Orfeu Cafés Especiais lançou, na última segunda-feira (6), o Microlote Reserva RO-02. A linha conta apenas com cafés de notas diferenciadas, sempre vendidos em pequenas quantidades. No caso do RO-02, são apenas 384 pacotes disponíveis, vendidos na cafeteria paulistana Zud Café e no e-commerce da Orfeu.

O lançamento é um blend entre as variedades maragogipe e arara, ambos cultivados a 1.370 metros de altitude, à sombra das oliveiras, na Fazenda Rainha, na Mogiana Paulista. Na xícara, a bebida apresenta notas de pêssego, jabuticaba e floral. Sua finalização é persistente e a doçura é uma das características que mais se destacam. 

O RO-02 tem uma história interessante. Em 2019, foram plantados em picos da fazenda, de solo vulcânico, cerca de cinco mil mudas da maragogipe, uma mutação do café typica que nasceu na Bahia. Em 2020, uma forte geada queimou aproximadamente 60% dessa plantação. Para revitalizar os talhões, foi feito um replantio, desta vez, com mudas da arara, oriundas do obatã, resultante de um cruzamento entre as espécies sarchimor e timor. 

As duas variedades floraram à sombra das oliveiras com frutos muito distintos. A colheita foi realizada em julho de 2022 por 20 cafeicultores – em apenas um dia, eles se dividiram e colheram toda a plantação. Os frutos foram levados diretamente para o terreiro de secagem, onde ficaram por 12 dias.

Até o fim do processo, os grãos foram tratados separadamente, sem a possibilidade de uma possível fusão. Com a chegada da prova semanal, os Q-Graders da Orfeu identificaram especificidades semelhantes e complementares. E, assim, foi decidido realizar a união e transformar em RO-02.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Expocaccer lança café recordista no leilão do 10º Prêmio do Cerrado Mineiro

A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer) apresenta a edição especial “Raridades”, com o café campeão e recordista no 10° Prêmio da Região do Cerrado Mineiro. Produzido por Jorge Fernando Naimeg, o café se destacou pela qualidade e pelo recorde de R$ 62.017,00 no leilão do prêmio, sendo o café mais caro da safra 2022/2023.

De variedade natural, com as notas sensoriais que remetem às frutas vermelhas, cana de açúcar, floral, açúcar mascavo, o café de Jorge Fernando recebeu uma pontuação de 90.75 na escala da SCA (Specialty Coffee Association).

O lançamento oficial dos grãos será realizado no dia 7 de fevereiro, a partir das 18h, na Cafeteria Dulcerrado, em Patrocínio (MG). O produtor estará presente no evento de lançamento e compartilhará com o público sua experiência na produção, colheita e pós-colheita.

“Uma curiosidade desse café é que o quilo torrado valorizou ainda a excepcionalidade, que custou R$ 1.240,34. Isso é o que chamamos de recompensa pela qualidade e complexidade de aromas e sabor da bebida”, destaca Maurício Maciel, Gerente e Barista da Cafeteria Dulcerrado.

Jorge Fernando Naimeg pertence a 3ª geração de uma família de produtores que há 58 anos tem a cafeicultura como uma paixão e há mais de 41 anos fez do Cerrado Mineiro uma referência em cafés especiais, colecionando títulos nos mais diversos concursos de qualidade de cafés nacionais e internacionais.

“Praticamente nasci no pé de café. Quando eu era criança, meu pai e meus irmãos já produziam grãos especiais e desde então passou a ser nossa missão trabalhar com o foco na produção de qualidade. Acredito que a Etapa Campeões Expocaccer e o Prêmio da Região do Cerrado Mineiro nos ajudaram muito, pois são balizadores de qualidade, fazendo com que todos os produtores busquem evoluir e o primeiro lugar traz um destaque muito importante para o trabalho que fazemos. Isso faz com que haja não apenas um reconhecimento por parte dos cafeicultores, mas do mercado, com relação a qualidade dos grãos e assim agrega valor não apenas ao lote campeão, mas ao restante da produção”, ressalta o cafeicultor.

Para a bebida, foram elaborados três métodos e harmonizações que melhor ressaltaram o sabor e as características sensoriais dos cafés. De acordo com o Presidente da Expocaccer, Glaucio de Castro, o evento é uma oportunidade de ressaltar o trabalho e o café do produtor. “A promoção desse café vem para celebrar e reconhecer o brilhante trabalho realizado pelo cafeicultor, além de possibilitar que o grão alcance cada vez mais pessoas, amantes de um bom café”, destaca.

A comercialização da edição limitada “Raridades” será em uma embalagem de 100 g de café torrado, que poderá ser adquirida na Cafeteria Dulcerrado ou na loja on-line.

Serviço
Lançamento Edição “Raridades”  
Onde: Cafeteria Dulcerrado
Quando: 7 de fevereiro (terça-feira), às 18h

TEXTO Redação • FOTO Divulgação