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Vanusia Nogueira é homenageada em último episódio da websérie da BSCA

Na quarta-feira (15) acontece o lançamento do 30º episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

Além das imagens de bastidores, o último vídeo da produção é uma homenagem à Vanusia Nogueira, diretora-executiva da BSCA e indicada do Brasil ao cargo de diretora-executiva da Organização Internacional do Café. Fizeram parte da homenagem: Carlos Henrique Brando, da P&A Marketing; Henrique Cambraia, da Cambraia Cafés; Javier Faus, da Bourbon Specialty Coffees; Daniela Capuano, da Capuano Coffee; Marcelo Weyland Barbosa Vieira, da Fazenda Lagoa – Alfenas Agrícola; Carmem Lucia Brito, das Fazendas Caxambu e Aracaçu; José Francisco Pereira, da Cia Agropecuária Monte Alegre; Susie Spindler, da Alliance for Coffee Excellence; José Edgard Pinto Paiva, da Fundação Procafé; Ubion Terra, da O’Coffee; Henrique Sloper, da Camocim Organic; Mariana Proença, da Revista Espresso; Luiz Paulo Pereira, da CarmoCoffees/Fazenda Santuário Sul; Silvio Leite e Giovana Leite, da Silvio Leite Café; e Chris Allen, Lyvia Camargo, Paulo André Kawasaki, Teresa Costa, Thainara Kalli, Viviane Bueno e Henrique Fernandes, da BSCA.

Movimento da xícara ao grão

Com episódios disponibilizados no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto teve como objetivo levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Aproximando as pontas do setor, a websérie contou com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Semana Internacional do Café

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Que tal receber em casa os melhores cafés do Coffee of The Year? Conheça o SIC IN THE BOX

A Semana Internacional do Café acaba de lançar um novo projeto: o SIC IN THE BOX. Compradores de cafeterias, torrefações, traders, provadores e outros interessados em provar e comprar os melhores cafés da edição do prêmio podem participar. As caixas são limitadas e as amostras seguem para os interessados em pacotes separados de acordo com o perfil do comprador.

Através de um questionário, a equipe da SIC irá entender o perfil de compra e enviará as amostras de café que atendam a esse interesse específico. Após os compradores receberem, torrarem e provarem esses cafés, a organização colocará eles em contato com os produtores para negociação.

São poucas unidades de cada amostra, que seguem cruas – sem torra – para os compradores e interessados. Cada caixa atende ao perfil de pontuação e as quatros categorias do Coffee of The Year: arábica, canéfora, fermentação induzida arábica e fermentação induzida canéfora.

O comprador pode escolher se quer receber cafés de diferentes categorias e também indicar um intervalo de pontuação que procura. Na caixa são enviadas seis amostras de café. O valor de investimento para adquirir a SIC IN THE BOX é de R$ 160. Para participar, basta preencher o formulário e seguir o passo a passo.

O objetivo do projeto é oportunizar que mais compradores possam ter acesso aos cafés campeões e que as torrefações e cafeterias do Brasil ofereçam grãos de diferentes produtores e também de espécies e processamentos variados. Os 45 melhores cafés do Brasil alcançaram pontuações altas e são cafés complexos que agradaram a mais de 30 provadores durante a seleção do Coffee of The Year. 

Premiados de 2021

O prêmio Coffee of The Year tem diversidade de regiões que participam e, nesse ano, os quatro primeiros lugares foram de diferentes origens. O grande vencedor na categoria arábica foi Elmiro Alves do Nascimento, da Fazenda Santiago, no Cerrado Mineiro. Na categoria arábica fermentação Induzida, a grande vencedora foi Sandra Lelis da Silva, do Sítio Caminho da Serra, em Matas de Minas.

Nos cafés canéfora, Luiz Claudio de Souza, do Sítio Grãos de Ouro, no Sul do Espírito Santo, levou o prêmio e é tricampeão da categoria. Já na categoria canéfora fermentação induzida, os três primeiros lugares ficaram com o estado de Rondônia, sendo o primeiro deles com Poliana Perrut, da Chácara Paraná, nas Matas de Rondônia. Para saber mais, clique aqui.

Sobre o Coffee of The Year Brasil

Criado em 2012, o Prêmio Coffee of The Year Brasil tem como objetivo reunir os melhores cafés do Brasil e eleger os grandes destaques do ano, incentivando assim o desenvolvimento e aprimoramento da produção nacional e a divulgação de novas origens do café.

O concurso conta com duas fases. A primeira consiste em receber as amostras de produtores de todo o Brasil que são torradas e provadas por profissionais Q-Graders e R-Graders licenciados pelo CQI (Coffee Quality Institute). Na segunda fase, as melhores amostras participam da Semana Internacional do Café em salas de prova.

Destas amostras classificadas, as 21 melhores vão para a final do concurso (10 amostras de arábica, 5 de canéfora, 3 de fermentação induzida arábica e 3 de fermentação induzida canéfora) e são escolhidas e votadas pelo público. O concurso é voltado para produtores de todas as regiões do Brasil.

TEXTO Redação • FOTO Alessandro Carvalho/Semana Internacional do Café

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Expocaccer lança edições especiais de cafés vencedores de concursos de qualidade

A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer) lançará uma edição especial com os cinco melhores cafés do Cerrado Mineiro, que foram vencedores dos primeiros lugares do 9° Prêmio da Região do Cerrado Mineiro, do Cup of Excellence e do Coffee of The Year.

Produzidos pelos cooperados da Expocaccer, os cafés serão apresentados nesta terça-feira (14), às 16h, em evento na cafeteria da cooperativa, a Dulcerrado, em Patrocínio (MG).

Para cada bebida foi elaborado um tipo de método e harmonização que melhor ressaltou o sabor e as qualidades sensoriais dos cafés. Tudo ficará à disposição gratuitamente para o público.

O lançamento dos campeões contará com a participação dos produtores premiados, que farão uma apresentação dos seus cafés e dos processos de produção realizados, e da jornalista, organizadora da Semana Internacional do Café (SIC) e diretora de conteúdo da Revista Espresso, Mariana Proença, que compartilhará um pouco da sua experiência e da importância dos concursos de qualidade para promoção dos cafés especiais brasileiros.

O evento integra a semana comemorativa do aniversário de 7 anos de funcionamento da Cafeteria Dulcerrado, que será celebrado entre os dias 12 e 18 de dezembro e foi organizado por meio de seu Departamento de Cafés Especiais da Expocaccer, como uma oportunidade de apresentação e promoção dos cafés.

O lançamento será marcado ainda pela entrega de cheques simbólicos aos produtores que tiveram seus cafés arrematados no Leilão do 9° Prêmio da Região do Cerrado Mineiro e também à Escola Estadual Irmã Gislene, instituição indicada pela Expocaccer, que concorreu ao Troféu Escola de Atitude do prêmio.

Produtores e cafés campeões

Ao todo, serão apresentados cafés nas variedades natural, fermentação induzida e cereja descascado, esta última com a primeira produção orgânica premiada na história da Região do Cerrado Mineiro, do produtor Ricardo Bartholo.

Bartholo é cooperado e ex-presidente da Expocaccer. Sempre engajado nas práticas sustentáveis, há 4 anos decidiu inovar e se dedicar a produção de cafés orgânicos, com alto rigor de qualidade. O resultado da leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Tyler Nix

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Para os fãs de cafés em cápsula: Grupo Utam lança dois novos blends

O Grupo Utam acaba de lançar, para o mercado nacional, mais dois blends da linha Utam de cafés especiais em cápsulas: o Utam Gourmet Nero e Utam Uno D´oro. Compatíveis com sistema Nespresso, as novidades são edições especial e limitada.

O Utam Gourmet Nero conta com um blend exclusivo de grãos arábica com certificações da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e da Rainforest Alliance, que garantem que o produto é sustentável. Com torra média, apresenta um corpo denso e cremoso na xícara, destacando notas de chocolate.

Já o Utam Uno D’oro, também composto por um blend de café arábica, serve uma bebida adocicada e suave. Com torra média, resulta em um corpo denso e cremoso, acidez média baixa e finalização prolongada.  A novidade está disponibilizada em latas com 25 cápsulas.

“Temos observado constantemente o comportamento de nossos consumidores e, por meio de pesquisas e levantamentos executados, projetamos uma cartela de blends para todos os tipos de gostos e expectativas. A meta do grupo é aprimorar de forma contínua o portfólio Utam, para que as pessoas tenham cada vez novas experiências com sabores e aromas de cafés especiais”, explica Ana Carolina Soares de Carvalho, diretora executiva do Grupo Utam.

As duas novas cápsulas monodoses podem ser encontradas na loja on-line do Grupo Utam por R$ 21,90 (caixa com 10 cápsulas do Utam Gourmet Nero) e R$ 39,90 (lata com 25 cápsulas do Utam Uno D’oro).

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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OIC e a possibilidade de uma brasileira na direção-executiva

Vanusia Nogueira acompanhada do presidente do CNC, Silas Brasileiro e do Deputado Evair Melo 

A Organização Internacional do Café (OIC), foi estabelecida em Londres em 1963, é a principal entidade intergovernamental para o café, reunindo governos exportadores e importadores para enfrentar os desafios do setor cafeeiro mundial por meio da cooperação internacional. Seus Governos Membros representam 98% da produção mundial de café e 67% do consumo mundial.

A missão da OIC é fortalecer o setor cafeeiro global e promover sua expansão sustentável em um ambiente de mercado para o aperfeiçoamento de todos os participantes do setor.

Já o diretor-executivo tem uma gestão de cinco anos, não podendo se reeleger. “Para o Brasil, os acordos internacionais são fundamentais para que a cooperação mundial atue estrategicamente. Estamos no país que é o maior produtor de café do mundo, e como representantes da produção, sabemos valorizar a indústria e a exportação, mas nunca se esquecendo que a produção é o primeiro passo”, explica Silas Brasileiro, presidente do Conselho Nacional do Café (CNC).

Na última segunda-feira (06/12) ocorreu uma reunião em que o Itamaraty, através do Embaixador Fernando Simas Magalhães – Secretário Geral de Relações Exteriores, reforçou a indicação de Vanusia Nogueira, diretora da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), como candidata do país para a diretoria executiva da Organização Internacional do Café (OIC), junto aos embaixadores representantes dos países produtores e consumidores. leia mais…

TEXTO Conselho Nacional do Café (CNC) • FOTO Divulgação e Leandro Alves/RG Comunicação

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Pesquisa da Euromonitor destaca busca por cafés mais sustentáveis na pandemia

A Semana Internacional do Café aconteceu no mês de novembro no Expominas, em Belo Horizonte (MG), e na plataforma on-line. O maior encontro do setor trouxe o debate de temas importantes, como a palestra “O que impactou a pandemia no consumo de cafés”, realizada no dia 10 de novembro.

A palestra aconteceu no Grande Auditório e contou com a participação de James T. Mclaughlin Jr., CEO da Intelligentsia Coffee, e Rodrigo Mattos, analista de bebidas quentes da Euromonitor International. A moderação foi por conta de Vanusia Nogueira, da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

Os palestrantes discutiram sobre as mudanças de comportamento dos consumidores nos últimos dois anos e como será daqui para frente. Rodrigo Mattos explicou que, ao contrário dos Estados Unidos e da Alemanha, o consumo de café em casa não cresceu exponencialmente no Brasil, pois já havia esse hábito. Nos outros dois países, boa parte do consumo se dava nas cafeterias e, com a pandemia, os consumidores passaram a consumir o produto em casa.

“A linha de consumo do Brasil é uma das mais fortes em comparação com o crescimento do consumo do café mundial e, na minha opinião, por conta do café especial. Apesar de nós termos um mercado maduro de café, existe espaço para o crescimento do consumo”, destaca Rodrigo.

Em uma pesquisa realizada pela Euromonitor International, 78% dos consumidores brasileiros responderam que tentam ter um impacto positivo no meio ambiente através de ações diárias. Porém, os custos mais elevados dos produtos orgânicos ainda são um empecilho para o aumento da procura pelos consumidores, sendo atualmente um mercado de nicho.

Vale destacar que o consumidor está dando cada vez mais prioridade a como consome e ao que consome. Por isso, o meio-ambiente se tornou algo prioritário, especialmente devido aos recentes debates de desflorestamento e crise hídrica.

Um exemplo, nessa pesquisa, é que entre 2020 e 2021, o desejo por embalagens sustentáveis cresceu, refletindo o momento de vida em que a população brasileira vive: crises ambientais constantes. As duas principais características procuradas são a reciclagem e o biodegradável. Reutilizável também é uma tendência para se ficar atento.

Rodrigo Mattos destacou, durante a palestra, que a embalagem sustentável é uma grande tendência de consumo. “O consumidor busca a possibilidade de jogar fora o produto ou a embalagem sem culpa. Essa tendência está principalmente associada a opções biodegradáveis, já as compostáveis, apesar de boas, ainda não fazem parte da vida do consumidor médio”, explica.

Segundo os dados da pesquisa, na média por pessoa, foram consumidas 835 xícaras de café no Brasil ao ano. Até 2025, este número deve atingir 1050, o que daria 2,2 xícaras por dia. Já em relação ao preço foram R$ 34 reais por quilo de café no varejo, considerando grãos, torrado e moído, cápsula e solúvel. Se considerarmos o dólar, o Brasil gasta em média U$ 6,09 enquanto o mundo U$ 15,55.

Para acessar a pesquisa completa da Euromonitor, clique aqui.

TEXTO Redação • FOTO Sean Benesh

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Nespresso comemora 15 anos no Brasil com programas voltados para qualidade e sustentabilidade

A Nespresso completa 15 anos de atividade no Brasil em 2021 e paga 10 milhões de dólares em prêmio sobre a última safra comercializada com a companhia. Todas as 1.200 fazendas brasileiras que fornecem café para a empresa fazem parte do Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável e serão contempladas pela iniciativa. Desde o início do Programa no Brasil, em 2005, a empresa realiza o prêmio anualmente como forma de reconhecimento ao bom trabalho de seus fornecedores.

“A Nespresso acredita que o café de qualidade e a sustentabilidade das comunidades agrícolas estão interligados e que, somente a partir da confiança e relacionamentos duradouros, é possível fazer a diferença. Reconhecer produtores que investem e acreditam nesse ciclo virtuoso e necessário para a perenidade das lavouras de café é o que a Nespresso faz, pois o que nossos fornecedores conseguem atuando de maneira sustentável é mais eficiência e maior produtividade”, afirma Ignacio Marini, BEO da Nespresso no Brasil.

As fazendas produtoras para Nespresso participam do programa de qualidade sustentável da empresa para auxiliar nessa melhoria de processos e renovação das lavouras. Esses produtores são avaliados em quesitos de gestão de suas propriedades para verificar se fauna e flora estão sendo protegidas, como a colheita é planejada e supervisionada e as condições de trabalho nas fazendas.

Os prêmios são fixos em dólar e sofrem somente diferenças na variação cambial – que é indexada no momento da venda do café. “A Nespresso realiza auditorias para garantir que 100% dos prêmios leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Irene Kredenets

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Brasil marca presença na maior feira de cafés especiais da Ásia

A “Nação do Café” voltou a promover, presencialmente, a pluralidade da cafeicultura nacional em Tóquio, no Japão, de 17 a 19 de novembro, na SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2021, principal feira do segmento na Ásia. Como ação do projeto setorial “Brazil. The Coffee Nation”, desenvolvido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o país contou com estande no evento e realizou sessão de cupping, eventos virtuais e negócios.

Com a flexibilização dos protocolos sanitários referentes à Covid-19, o retorno à Terra do Sol Nascente é simbólico, pois foi onde, em 2019, antes da pandemia, o Brasil apresentou a nova identidade visual de seus cafés especiais, expondo diversidade, micro e nanolotes, frutos exóticos e com qualidade elevada, cultivados nas 33 origens produtoras e detentores de pontuações muito altas nas provas de classificação.

“Neste ano, em um seminar room, fizemos considerações sobre a safra 2021, o que esperar para a colheita futura e os trabalhos da BSCA, que focam, entre outros pontos, na promoção da eficiência da cadeia produtiva nacional, com cafeicultores de todos os tamanhos, que são pessoas especiais, produzindo cafés especiais, os quais, com paixão e amor à terra, ao meio ambiente e ao social, escrevem sua história e a compartilham com todo o mundo através de seus produtos”, explica Vanusia Nogueira, diretora da entidade.

Para destacar esses cafés e produtores, foi realizada a sessão de cupping “Taste of the Harvest”, que disponibilizou 31 amostras de associados à BSCA para degustação de 50 importantes empresas compradoras do Japão. A atividade rendeu US$ 590 mil em negócios presencialmente e o prognóstico para a concretização de mais US$ 6,7 milhões nos próximos 12 meses. Se confirmadas as estimativas, as empresas brasileiras fecharão aproximadamente US$ 7,3 milhões através de mais esta ação do projeto “Brasil. A Nação do Café”.

Os trabalhos na principal feira de cafés especiais da Ásia contaram com a contribuição da Embaixada do Brasil em Tóquio e de profissionais e empresas parceiros da BSCA na capital japonesa.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Fazenda de café da Índia vence a 6ª edição do Prêmio Ernesto Illy Internacional

David Brussa; Andrea Illy; Anna Illy; Lily Cole; Massimiliano Pogliani; Alessandro Bucci

Nesta quinta-feira (2), a illycaffè anunciou o vencedor do Prêmio Ernesto Illy Internacional 2021, premiação concedida – desde 2016 – ao produtor do melhor café sustentável, entre 27 dos melhores produtores de café participantes de nove dos mais importantes países produtores de café.

O vencedor deste ano é Jumboor Estate, da Índia, representado por B.M. Nachappa e eleito o “Melhor dos Melhores” (Best of The Best) por um painel independente de especialistas internacionais em gastronomia e café.

O prêmio “Escolha dos Amantes de Café” (Coffee Lover’s Choice), concedido por um painel de consumidores por meio de uma degustação às cegas organizada em cafés selecionados da illy em todo o mundo, foi concedido ao Proyecto Lift Olopita, da Guatemala, representado por Alfonso Urbina Peralta.

Os 27 finalistas (três de cada país) representam Brasil, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Etiópia, Guatemala, Honduras, Índia e Nicarágua. O painel internacional – que incluiu os chefs três estrelas Michelin Kyle Connaughton, Viki Geunes e Niko Romito; os jornalistas Josè Carlos Capel, Clark Parkin e Michela Proietti; e os especialistas em café Sunalini Menon, Birhanu Gebis Wuli e Henry Alirio Martínez Salinas – atribuíram o prêmio “Best of The Best” ao Jumboor Estate, da Índia, que eles descreveram como um café intenso que deixa uma sensação sedosa, delicada e macia no palato, realçada por notas de chocolate, caramelo, frutas cítricas, nozes e um toque de frutas.

Jumboor Estate está localizada nos planaltos da parte norte do distrito de Coorg, a uma altitude de 950 a 1000 metros em uma área de solos orgânicos ricos. Fundada em 1870, esta propriedade de 390 hectares cultiva apenas café arábica e produz “Jumboor Gold”, uma variedade de bourbon amarelo de alta qualidade. Para não interferir no escoamento da água pura das montanhas próximas, que é utilizada no processamento do café, as áreas adjacentes aos cursos d’água foram deixadas em seu estado natural, sem plantio ali.

“É a primeira vez que a Índia ganha o Prêmio Ernesto Illy Internacional. Este é um país onde o café é cultivado à sombra de árvores altas, geralmente junto com outras culturas, como pimenta, baunilha, leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Consumo brasileiro de café registra queda nos últimos 30 dias

O café está presente no cotidiano dos brasileiros, porém, o consumidor já percebeu que o preço do produto nas prateleiras subiu. Este aumento impacta diretamente no consumo interno, que nos últimos 30 dias chegou, aproximadamente, a 14%. O primeiro fator que explica o cenário é o aumento de 130% no valor da saca do café cru, que representa 70% do custo de produção para as indústrias do café que chega às mesas. Essa alta se deu, também, por fatores climáticos, geopolíticos e econômicos.

Inicialmente, os industriais negociaram com o varejo e se esforçaram para segurar ao máximo o repasse para o produto final. O fato é que os estoques com o preço antigo acabaram, e os novos vieram com valores mais elevados, não sendo possível frear o repasse para o varejo, o que interferiu no valor do café nas gôndolas.

Expectativas para os próximos meses

Embora o momento seja de incertezas, é difícil fazer previsões concretas para os próximos meses. Somente a partir de março do ano que vem, quando será possível ter uma ideia mais objetiva sobre a colheita da safra 2021/2022, os cenários poderão ser traçados de maneira mais confiável.

Enquanto isso, a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) reitera o seu compromisso com a indústria e com o consumidor. “Continuaremos monitorando os cafés para que a mesma qualidade siga chegando à mesa dos brasileiros. Estamos, também, lado a lado com os industriais, garantindo que a produção mantenha o seu curso normal”, pontua o diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio.

Alimento acessível

Apesar de o aumento ser o maior registrado em 25 anos no país, o café continua sendo um alimento acessível, afinal, o produto é altamente rentável. “Um quilo de café pode render até 14 litros da bebida, o equivalente a 280 xícaras de 50 ml. Embora o preço do pacote varie de acordo com o local ou com o ponto de venda, é um alimento que dura um bom tempo na despensa”, afirma Inácio.

Cafés vendidos no exterior

De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o café brasileiro atingiu a marca de 33,27 milhões de sacas de 60 kg vendidas no exterior em 2021, mesmo com a exportação tendo sofrido uma retração de 25%. Entre o período de janeiro e outubro deste ano, a commodity foi exportada para 119 países e gerou uma receita cambial de US$ 4,81 bilhões.

Ainda que o volume de vendas no exterior tenha sofrido uma queda de 6,3%, a arrecadação cresceu 7% em comparação com as exportações nos dez primeiros meses de 2020. Os Estados Unidos seguem como o principal mercado do café nacional no exterior, com a compra de 6,46 milhões de sacas, o que corresponde a 19,4% do total exportado.

TEXTO Redação • FOTO Andrea Tummons Ehymer