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Amarula lança novo licor de café produzido com grãos da Etiópia

No mês passado, a Amarula trouxe para o Brasil o Amarula Ethiopian Coffee, uma bebida que mistura licor e café. Segundo a marca, a escolha foi baseada no amor dos consumidores tanto pelo licor de Marula, quanto pelo café, a segunda bebida mais consumida do Brasil.

“Observando o surgimento espontâneo desse ritual pelos consumidores, construímos uma plataforma de parceria com diversos perfis de cafeterias, reforçando ainda mais essa ocasião de consumo ao redor do país. A aceitação foi excelente”, conta Priscilla Gomes, Country Manager de Amarula na América Latina.

Vendido em garrafas de 50 ml e 750 ml, o novo licor possui teor alcoólico de 15,5% e um sabor marcante. Com sabor de café, a mistura com a Marula resulta em um licor cremoso e encorpado, com finalização de caramelo.

Com o lançamento do Amarula Ethiopian Coffee, a expectativa é de que, em um ano, os produtos saborizados representem, juntos, 16% do volume total da marca. “Em países líderes no consumo de licor, as extensões de linha já representam +15% no volume das marcas. Estamos liderando esse movimento de categoria aqui no Brasil com um projeto de inovação que não para por aqui”, finaliza Priscilla.

Campanha

O licor inicia uma ação com charmosas cafeterias de bairro, ícones da capital paulista, com a intenção de ajudar os pequenos negócios neste finalzinho de pandemia. A campanha já conta com cinco estabelecimentos participantes confirmados e vai disponibilizar vouchers de desconto, presentes, e uma garrafa de 50 ml do Amarula Ethiopian Coffee aos consumidores.

Outra grande estratégia da marca para o lançamento é o movimento ‘Café com Propósito’, como um suporte às pequenas cafeterias de São Paulo que, assim como diversos outros pontos de comércio e serviços, tiveram prejudicados os seus faturamentos devido à pandemia.

A Amarula investe em ações para estimular o consumo dentro dos cafés, oferecendo vouchers promocionais de R$ 20, atrelados a compra de um café com Amarula Ethiopian Coffee no delivery dos parceiros. Também será oferecido um copo ecológico exclusivo como brinde. As cafeterias participantes são: We Coffee, Um Coffee, Cupping Café, e Carú Café. A ação é válida enquanto durarem os estoques.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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28 anos de Expocaccer: Cafeteria Dulcerrado lança café geisha em edição especial

Neste mês de setembro, a cafetereira Dulcerrado celebra os 28 anos da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer), com o lançamento da Edição Especial do Produtor de setembro. Gabriel Nunes, cooperado da Expocaccer, é o produtor da vez. Para essa edição, apresenta um café de 90 pontos da variedade geisha, produzido a 960 metros de altitude na Fazenda Bom Jardim, em Patrocínio (MG). Os frutos passaram por processo de cereja descascado, com fermentação anaeróbica.

A variedade de origem etíope é considerada uma iguaria entre os especialistas devido à complexidade e ao sabor marcante, que demonstra uma boa adaptação ao clima do Cerrado Mineiro e possui como principais características a doçura, a acidez e os aromas florais.

Segundo a cooperativa, os pontos fortes do produtor envolvem o foco em qualidade e ativa atuação junto às entidades ligadas à cafeicultura. Filho de cafeicultor, trabalha com o seu pai na produção de cafés especiais. Em 2017, com apenas 4 anos de experiência na produção de qualidade, foi campeão do Cup of Excellence, superando um recorde mundial com o café mais caro do mundo. Atualmente, Gabriel é membro do Conselho de Administração da Expocaccer e integra o Conselho Diretor da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

O café da Edição Especial do Produtor de setembro, da Cafeteria Dulcerrado, foi rebeneficiado na Unidade exclusiva para Cafés Especiais da Expocaccer, única na região. De acordo com o cooperado, o suporte oferecido pela cooperativa aos cafeicultores é o que faz dela a mais representativa do Cerrado Mineiro.

Gabriel Nunes e seu pai, Osmar Nunes Júnior

“Eu vejo a Expocaccer como uma cooperativa inovadora e de empreendedores. Desde que voltei para ajudar meus pais na fazenda, percebi o quanto a Expocaccer foi essencial para o sucesso do nosso trabalho. Ela traz conforto, comodidade e busca resolver o problema do cooperado, sempre ajudando a região, a comunidade, trabalhando pelo bem comum. Para mim, é uma honra ter o lançamento do meu café na Edição Especial do Produtor e poder representar todos os cooperados numa data tão importante,” ressalta Gabriel.

Em homenagem ao aniversário da Expocaccer, o vídeo de lançamento do café apresenta ao público um pouco da infraestrutura que a cooperativa oferece aos seus produtores, desde o preparo dos leia mais…

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15º episódio da websérie da BSCA conta como a qualidade dos cafés brasileiros ganha o mundo

Na quarta-feira (1º) acontece o lançamento do 15º episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

O vídeo traz detalhes sobre as exportações brasileiras de café e como a visão do mundo mudou, ao longo dos últimos anos, a respeito dos grãos cultivados em nosso país. Para contar essa história, foram convidados: Henrique Sloper, da Camocim Organic; Carmem Lucia Chaves Brito (Ucha), das Fazendas Caxambu e Aracaçu; Javier Faus, da Bourbon Specialty Coffees; Luiz Paulo Pereira, da CarmoCoffees/Fazenda Santuário Sul; Reymar Coutinho, da Pinhalense; Julia Fortini, da Academia do Café; Maria Dirceia Mendes, da SMC Specialty Coffees; Luiz Eduardo Melo, da Supernova Coffee Roasters; Paulo Kleinke, da Probat Leogap; e Thais Staut, da Qualicafex Specialty Coffees.

Movimento da xícara ao grão

Com novos episódios lançados todas as quartas-feiras no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto busca levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Com o intuito de aproximar as pontas do setor, a websérie conta com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

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Collab entre Nespresso e Faber-Castell incentiva a arte e a sustentabilidade

A partir de 31 de agosto, chegam às Boutiques Nespresso o pack da Edição Comemorativa de 15 anos da marca no Brasil, desenvolvidos em conjunto com a Faber-Castell. Comercializado em duas versões, Linha Original e Linha Vertuo, o pack é composto por cafés brasileiros, acompanhado de um estojo com cinco EcoLápis Supersoft da Faber-Castell, gerados a partir de madeira de reflorestamento certificada FSC (Forest Stewardhip Council – Certificação florestal internacionalmente reconhecida).

“A união das duas marcas materializa os compromissos da Nespresso e da Faber-Castell com a sustentabilidade, estamos muito orgulhosos dessa parceria. A collab integra a campanha global Com Todo o Cuidado, que a Nespresso lançou este ano e que evidencia o poder transformador da arte e o cuidado com o meio ambiente”, contextualiza Monica Lopes, diretora de Marketing da Nespresso no Brasil, que lembra também que o compromisso da Faber- Castell com ações sustentáveis foi fator motivador para a viabilização da parceria.

“Sustentabilidade é uma grande preocupação para a Faber-Castell, desde sua criação. Há quatro décadas, iniciamos diversas pesquisas sobre o plantio de árvores próprias para a produção do lápis de forma sustentável. Todo o nosso ciclo produtivo evolui constantemente para incorporar cada vez mais práticas social e ambientalmente responsáveis. Por isso, é tão gratificante para nós realizarmos esta collab com a Nespresso”, comenta Flavia Giordano, Diretora de Marketing da Faber-Castell.

O pack de Edição Comemorativa “Nossas Ações Dizem Tudo”, desenvolvido em parceria com a FutureBrand São Paulo, reafirma o compromisso das marcas com a sustentabilidade e a importância da preservação do meio ambiente, além de ser um convite aos consumidores para unirem-se ao movimento sustentável. Com a iniciativa, não apenas os apaixonados por café e arte como também o público em geral, estão convidados a aderirem ao conceito do UpCycling, dando uma segunda vida para a embalagem ao personalizá-la com cores. Ao final dessa experiência lúdica e criativa, o consumidor terá a sua própria obra, e poderá compartilhar o seu resultado final nas redes sociais com a hashtag #ComTodoOCuidado.

O Pack de Edição Comemorativa estará disponível em todos os canais Nespresso, Boutiques, site, telefone e aplicativo, pelo valor de R$ 261,00 (100 cápsulas) e R$ 183,00 (60 cápsulas).

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Keurig Dr Pepper aprimora seus padrões de sustentabilidade

O sistema de certificação sustentável 4C se tornará um parceiro reconhecido no programa sustentável da Keurig Dr Pepper (KDP), como parte do compromisso da KDP de fornecer 100% de seu café de forma responsável.

“A 4C tem o prazer de apoiar a KDP no fortalecimento da sustentabilidade da sua cadeia de suprimentos e na promoção dos direitos humanos e das boas práticas agrícolas em todo o mundo”, disse Norbert Schmitz, diretor administrativo da 4C.

A KDP afirma que está comprometida em buscar, produzir e distribuir suas bebidas de maneira responsável por meio de seu “Drink Well. Do Good”, plataforma de responsabilidade corporativa.

Alinhado a isso, a KDP afirma ter criado um conjunto rigoroso de requisitos que serão usados para verificar e aceitar padrões específicos de produtos independentes em suas cadeias de suprimentos.

“A KDP tem o prazer de anunciar que a evolução mais recente do programa de certificação 4C significa que ele atende aos requisitos da KDP para programas aprovados de parceiros de Fornecimento Responsável”, disse Whitney Kakos, gerente sênior de Sustentabilidade da KDP.

De acordo com a 4C, após um benchmarking abrangente, a KDP reconheceu que a certificação 4C estava alinhada com seu Código de Conduta do Fornecedor e considerações adicionais do programa.

A KDP agora também exigirá que seus fornecedores passem por uma auditoria de certificação de Cadeia de Custódia, conduzida por terceiros. Atualmente, isso é voluntário para participantes da 4C além do nível da fazenda. “Esperamos trabalhar em parceria com a 4C para melhorar continuamente seu programa e enfrentar os desafios significativos que o setor cafeeiro enfrenta”, comentou Kakos.

TEXTO As informações são do Global Coffee Report / Tradução Juliana Santin • FOTO Jim Kalligas

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Café acumula inflação de 8,31% entre janeiro e julho deste ano

O hábito de tomar um café, tão valorizado pelo brasileiro, está custando mais caro. Um levantamento da Associação Paulista de Supermercados (APAS) mostra que o preço do produto nas gôndolas acumula alta de 8,31% no ano (de janeiro a julho).

Uma combinação de fatores responde pelo fenômeno: a valorização do produto no mercado externo, a previsão de uma safra menor em 2021 e a queda da produção do terceiro maior produtor mundial, a Colômbia, o que deve pesar na exportação da commodity brasileira. “O preço da saca quase que dobrou em um ano e o volume exportado pelo Brasil cresceu 17%”, explica Ronaldo dos Santos, presidente da APAS.

Além disso, deve ocorrer uma redução na produção do café arábica (-28,5%) em relação à safra de 2020, devido queda de produtividade. “Apesar das geadas em julho terem prejudicado alguns produtores, é importante ressaltar que ela ocorreu na segunda quinzena do mês, época em que mais de 60% da safra de 2021 já havia sido colhida”, afirma Ronaldo. Mesmo assim, foi o suficiente para resultar em um maior estresse nos preços do café, que não dispõem de estoques públicos.

De acordo com Celírio Inácio, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o aumento nos custos dos insumos, volume da safra, condições climáticas e a continuidade da pandemia de Covid-19 devem provocar um aumento de 35% a 40% nos preços do café até o final de setembro. “O aumento é o maior registrado há pelo menos  25 anos no País”, comenta. Saiba mais aqui.

TEXTO Redação • FOTO Wade Austin Ellis

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A relação entre cafés brasileiros e compradores mundiais é tema de 13º episódio da websérie da BSCA

Na quarta-feira (18) acontece o lançamento do 13º episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

O vídeo da vez traz informações sobre a relação entre a produção nacional e os compradores do café brasileiro pelo mundo. Para falar sobre o assunto, foram convidados: Vanusia Nogueira, diretora-executiva da BSCA; Stephen Hurst, da Mercanta The Coffee Hunters, do Reino Unido; Natalia Li, da Ingenuity Coffee, da China; Shinji Sekine, da Wataru & Co, do Japão; Jannie Jian, da Shanghai Cape Coffee, da China; John Thompson, da Coffee Nexus, do Reino Unido; Hidetaka Hayashi, da Hayashi Coffee Institute, do Japão; Susie Spindler, da Alliance for Coffee Excellence, dos Estados Unidos; e Yunson Lee, da Terarosa Coffee, da Coreia do Sul.

Movimento da xícara ao grão

Com novos episódios lançados todas as quartas-feiras no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto busca levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Com o intuito de aproximar as pontas do setor, a websérie conta com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Agência Ophelia

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ABIC aponta aumento de até 40% no preço do café nas gôndolas em setembro

A crise na cafeicultura, até o momento vivenciada pelo setor produtivo e industrial, também vai chegar ao bolso do consumidor final. Com a seca prolongada e as geadas do mês de julho, o aumento nas gôndolas dos supermercados será inevitável nas próximas semanas, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

Segundo Celírio Inácio, diretor executivo da ABIC, o aumento nos custos dos insumos, volume da safra, condições climáticas e a continuidade da pandemia de Covid-19 devem provocar um aumento de 35% a 40% nos preços do café até o final de setembro. “O aumento é o maior registrado há pelo menos 25 anos no País”, comenta.

Assim como as demais cadeias do mercado de café, a ABIC também destaca a incerteza com a produção de 2022, que na teoria seria de ciclo alto para o Brasil, mas as condições climáticas diminuem cada vez mais as expectativas de uma safra para o café da espécie arábica. 

“A safra de 2022 ainda depende da chuva na hora da florada das plantas, que deve ocorrer daqui a dois meses. Se houver a florada no café, o mercado tende a acalmar um pouco. Mas isso depende de uma chuva e estamos em um período de seca”, acrescenta o diretor. 

Desde maio, depois do registro de dois veranicos intensos e a continuidade do baixo volume de chuva, a indústria relata certa dificuldade em adquirir matéria-prima, sobretudo pela expressiva valorização do café, principalmente no mercado interno. A preocupação do setor é justamente com o abastecimento do mercado interno, já que as exportações do Brasil seguem firmes – apesar do recuo dos embarques, de 12,8% referente ao mês de julho, divulgado nesta semana pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Em relação ao abastecimento interno, Inácio destaca que essa não é uma preocupação no curto prazo, mas sim quando se fala na safra do ano que vem. “Esse ano, pelos contratos firmados e pelo o que temos acompanhado, tem café suficiente para atender as demandas externa e interna”, comenta.

Para o ano que vem, o diretor afirma que com certeza o mercado sentirá a pressão dos preços mais altos e do café mais disputado para exportação. “Não vejo desabastecimento no mercado interno, mas é claro que teremos essa disputa. Há sim bastante dificuldade, mas ainda há bastante café para negociação”, explica. 

Já quando o assunto é demanda, Inácio destaca que o café, apesar da pandemia, quase não teve o repasse final ao consumidor final, mas reconhece que com o poder aquisitivo mais baixo, é natural que o consumidor busque por novas marcas e faça trocas que se enquadre no seu orçamento. “A alta no preço não é favorável para ninguém. A boa notícia é que nós temos, cada vez mais, um café de qualidade no mercado”, finaliza. 

TEXTO As informações são do Notícias Agrícolas • FOTO Café Editora

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Relatório do Cecafé aponta queda nas exportações totais brasileiras de café em julho de 2021

O Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé) divulgou seu relatório mensal em que aponta que as exportações totais brasileiras de café somaram 2,826 milhões de sacas de 60 kg em julho deste ano, primeiro mês do ano safra 2021/2022. O volume representou queda de 12,8% na comparação com os embarques realizados no mesmo período de 2020. Com o desempenho, as remessas do produto ao exterior chegaram a 23,737 milhões de sacas no acumulado de 2021, crescendo 2,2% em relação aos sete primeiros meses do ano passado.

Segundo o Cecafé, o resultado do mês de julho ocorreu por conta da continuidade dos entraves logísticos no transporte marítimo mundial, que passa por grave crise operacional, com disparada no valor dos fretes, cancelamentos de bookings, dificuldade para novos agendamentos e disputa por contêineres e espaço nos navios em função do aquecimento da demanda por produtos alimentícios e eletrônicos, em especial nos Estados Unidos e Ásia.

“O café brasileiro segue em disputa para conquistar espaço nos navios e ser embarcado no momento correto. Os atrasos que têm ocorrido geram desgaste operacional sem precedentes aos exportadores e, principalmente, uma sobrecarga financeira por não haver fluxo de caixa planejado para esse cenário inimaginável. É válido recordar que isso ocorre simultaneamente a uma realidade de mercado na qual os preços chegam aos mais altos patamares registrados nos últimos anos e a colheita da safra brasileira gira em torno de 80%”, destaca o presidente do Cecafé, Nicolas Rueda.

Em relação à performance no acumulado de 2021, o presidente do Cecafé enaltece as eficiências logística e comercial dos exportadores brasileiros, que, aliadas à safra recorde colhida no ano passado, permitem a evolução na comparação com as remessas realizadas de janeiro a julho de 2020.

“Os exportadores de café do Brasil têm realizado um trabalho ímpar e exemplar para tentar honrar seus compromissos diante dos gargalos logísticos na pandemia da Covid-19, que foram potencializados pela reabertura das principais economias a partir de maio deste ano. Esses esforços, somados à safra exemplar em volume, qualidade e sustentabilidade que os produtores nacionais colheram no ano passado, ainda possibilitam que o Brasil registre crescimento nos embarques frente aos sete primeiros meses de 2020”, explica Nicolas.

Receita

As exportações de café do Brasil, em julho, renderam US$ 402,7 milhões ao País, implicando alta de 5,6% frente aos US$ 381,2 milhões registrados no mesmo mês de 2020. No acumulado de 2021, a receita cambial com os embarques brasileiros do produto chegou a US$ 3,203 bilhões, volume 7,0% superior ao rendimento registrado nos sete primeiros meses do ano antecedente.

Principais países compradores

Os Estados Unidos seguem como os maiores importadores dos cafés brasileiros, com a aquisição de 4,512 milhões de sacas, crescimento de 4,5% na comparação com igual período em 2020. Na sequência vêm Alemanha, com 4,178 milhões de sacas (+5,5%); Bélgica, com 1,694 milhão (+1,1%); Itália, com 1,681 milhão (-9,5%); e o leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Rinson Chory

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Duckbill lança café da Alta Mogiana nas versões cápsula e drip coffee

A Duckbill Cookies&Coffee adicionou recentemente duas novidades no cardápio: as cápsulas para Nespresso e drip coffee na versão orgânica. “O inverno é sempre propício para um café quente. Pensando no conforto dos clientes, resolvemos trazer essas novidades para que eles possam levar um pouco mais da Duckbill para casa”, comenta Rafael Naves, fundador da rede.

Além dos cookies, a rede se destaca com um blend exclusivo de café arábica, cultivado na Alta Mogiana. As novas cápsulas são compatíveis com a Nespresso e possuem 5 sabores: espressos com intensidade 8 e 10, espresso orgânico, cappuccino e chocolate. Já o drip coffee, sachê individual e ideal para quem gosta de café coado na hora, ganhou uma nova roupagem e uma nova versão: a orgânica.

Os clientes podem degustar tanto nas lojas físicas quanto em casa, já que a marca disponibiliza em três versões: sachê (drip coffee), cápsulas compatíveis com máquina Nespresso e a versão cappuccino. Os preços variam de R$ 7,50 a R$ 40,00 e podem ser adquiridos nas mais de 100 unidades da rede.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação