Cafezal

Arábica x Canéfora

Segundo contam algumas lendas, o café foi descoberto há muito tempo onde hoje é a Etiópia. A história diz que um pastor chamado Kaldi, ao cuidar de seu rebanho de cabras nas montanhas, começou a perceber que algumas delas ficavam muito saltitantes após comer um frutinho vermelho de um arbusto. A partir dessa observação, os humanos passaram a fazer experimentos com as plantas e os grãos, torrando-os de diversas formas e testando diferentes preparos, até chegar ao que hoje é o nosso café.

Frutos arábica – Foto: Vitor Barão

Ao longo dos anos a bebida caiu tão bem no gosto das pessoas que atualmente lidera o ranking de consumo mundial. Segundo pesquisas, nossa nação está entre as que mais consomem café. Além disso, o Brasil está no topo da lista quando o assunto é produção. Sabia que na safra 2018/2019 as lavouras brasileiras produziram mais de 60 milhões de sacas? Nosso cultivo é composto de grãos das espécies Coffea arabica e Coffea canephora, que se divide nas variedades robusta e conilon (muitas pessoas acham que se trata da mesma variedade, mas provaremos que são diferentes!). Que tal voltarmos às plantações para conhecermos um pouco sobre os processos por que passam os nossos diferentes cafés antes de chegarem à xícara?

Como ocorre a fecundação?

Os cafeeiros da espécie arábica têm maior facilidade para realizar a fecundação, já que são plantas autógamas, ou seja, têm um índice de autofecundação superior a 90%. Já as da espécie canéfora são alógamas, ou seja, possuem autoincompatibilidade, o que significa que a planta não fecunda outras do mesmo grupo de compatibilidade nem a si mesma. Para que isso aconteça é necessário que haja a chamada “fecundação cruzada”, realizada entre grupos diferentes na mesma lavoura, quando então a condução do leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto

Café & Preparos

O tecido musical de Ná Ozzetti

A cantora e compositora de raiz experimental e independente comemora quarenta anos de carreira fazendo o que sabe melhor: boa música brasileira

No meio do já urbanizado bairro da Água Branca, em São Paulo, surgiu, no final da década de 1950, numa rua de terra batida e sem iluminação, um loteamento. Foi nesse pedacinho de interior dentro da cidade grande que cresceu a cantora Ná Ozzetti.

“Minhas primeiras memórias são todas musicais. Lembro dos almoços na casa do meu avô materno, nos quais os casais dançavam ao som do acordeon tocado pelo meu tio. Eu me encostava na parede e acompanhava as danças”, conta.

“Meu pai ouvia músicas em um radinho à noite e eu me recordo de adormecer escutando as canções. Também tinha facilidade para aprender a cantar. Era afinada desde pequena”, garante.

A incursão pela música se aprofundou quando seu pai comprou um piano. Ná aprendeu a tocar e experimentava novos sons com seu irmão, Dante Ozzetti. Mas, quando chegou a hora de prestar vestibular, o destino quis que ela cursasse Artes Plásticas.

“A faculdade de Música em São Paulo na época era a Escola de Comunicação e Artes (ECA), da Universidade de São Paulo. Ela era voltada para a música erudita e buscava estudantes com histórico em leia mais…

TEXTO Leo Valle • FOTO Marcus Steinmeyer

Café & Preparos

Siga a Espresso: 12 cafeterias para conhecer em São Paulo!

Para nos mantermos sempre atualizados das casas que pipocam na cidade de São Paulo, no segundo semestre de 2019 a Espresso criou o Espresso em SP, ação que consiste em visitarmos cafeterias na capital paulista a cada semana, divulgando os ambientes em nosso Instagram!

Selecionamos as primeiras cafeterias que conhecemos desde que o desafio foi lançado e separamos aqui em forma de listinha para você, que está na cidade da garoa, conhecer também! Dá uma olhada:

Black n’ Load

A casa oferece cafés especiais nos métodos hario V60, aeropress, clever, french press, além de opções à base de espresso. O cardápio conta com comidinhas salgadas, como pão de queijo, pão na chapa, sanduíches veganos e vegetarianos, e queijo quente. Para os fãs de doce, é possível pedir bolo gelado de coco, brownie, cookie com doce de leite e cinnamon roll!

Onde: Rua Bahia, 843 – Higienópolis
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 9h às 19h
Mais informações: www.instagram.com/blacknload

Studios Coffee

Você pode provar cafés especiais nos métodos hario v60 e aeropress, além de bebidas à base de espresso e cold brew. Para acompanhar, a casa oferece croissants, cuca, brownie, bolos, sanduíches, toasts e tortas com salada. Nessa visita nós harmonizamos um café na v60 com uma deliciosa empanada e pão de queijo! Conta ainda com uma lojinha onde você encontra métodos, acessórios e um acervo de discos de vinil!

Onde: Praça Benedito Calixto, 100 – Pinheiros
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 9h30 às 18h30; sábado, das 9h30 às 19h
Mais informações: www.instagram.com/studioscoffee

Coffee Sweet Coffee

A casa antiga preserva os cômodos originais onde você pode degustar seu café nos métodos hario v60, french press, aeropress, clever, kalitta, chemex. Para os apressados, há o filtrado na Bunn, já para os dias de calor, a opção é o cold brew. Comidinhas não faltam! Uma variedade de delícias, como waffles, pães artesanais, croissant, ciabatta, arroz doce, bolos caseiros e gelados, cookies, leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Gabriela Kaneto, Fernanda Sophia, Giulianna Iannaco

Mercado

Semana Internacional do Café anuncia data para 2020

A Semana Internacional do Café (SIC) 2020 teve a data de realização confirmada para este ano. A maior feira brasileira do setor irá acontecer entre os dias 18 e 20 de novembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG).

A mudança se deu por conta do sucesso registrado em 2019. “Devido ao grande público da última edição, tivemos que crescer o evento, por isso foi preciso realizar a mudança de data no pavilhão”, explica Mariana Proença, diretora de conteúdo da Café Editora, uma das realizadoras da SIC.

A feira é o maior ponto de encontro do setor cafeeiro nacional e uma das cinco maiores feiras mundiais, uma vez que reúne desde produtores até cafeterias e baristas. Referência na troca de experiências e negociações, a SIC conta com workshops, palestras e exposições em sua programação.

Serviço
Semana Internacional do Café 2020
Quando: 18 a 20 de novembro
Onde: Expominas – Belo Horizonte (MG)
Mais informações: www.semanainternacionaldocafe.com.br

TEXTO Redação • FOTO NITRO

Mercado

Parceria entre Ditta Artigianale e Simonelli lança Escola de Café na Itália

Foto: Rubens Nemitz Jr.

A torrefadora italiana Ditta Artigianale e o fabricante Simonelli Group se uniram em parceria para lançar a La Scuola Del Caffé (Escola de Café), uma academia de treinamento com o objetivo de expandir o café especial na Itália.

O projeto é um centro educacional onde as pessoas podem se unir e interpolar na indústria do café especial, expandindo seu conhecimento e a cultura do café italiano de qualidade. “No Simonelli Group, usamos a tecnologia para superar o pico do conhecimento e olhar para o futuro, mas essa não é a única aspiração”, disse Fabio Ceccarani, CEO da empresa. “Uma empresa de sucesso precisa pensar no meio ambiente, na sociedade e nas pessoas. A cooperação com a Escola do Café está perfeitamente alinhada com a missão da empresa e com o nosso compromisso diário com o crescimento sustentável tecnológico, ambiental e cultural”, completou.

Para Ceccarani, é importante que haja uma base sólida de conhecimento técnico e experiência pessoal para expandir a cultura do café. “Essa é a grande força e singularidade da parceria entre as duas empresas. O profundo conhecimento e experiência do torrefador sobre café, combinado com nossa experiência científica e técnica, cria a combinação perfeita para cursos educacionais e enriquecedores completos. Quem frequenta a Escola do Café certamente alcançará uma base sólida com uma compreensão de 360° do café, tecnologia de extração e diferentes aspectos da pesquisa”, afirmou.

Foto: Vitor Macedo

Segundo o CEO, o Grupo Simonelli continuará a se dedicar a programas educacionais. “Outro elemento valioso que determina esse projeto é a colaboração exclusiva com a Coffee Science Foundation, da Associação de Cafés Especiais, e nosso centro de pesquisa”, disse Ceccarani. A Escola do Café oferece cursos de treinamento, tecnologia e pesquisa, reconhecendo conhecimentos, estruturas, laboratórios e especialistas fornecidos por suas empresas fundadoras.

Marco Feliziani, vice-presidente e diretor comercial do Grupo Simonelli, considera Florença o local ideal para iniciar esse ambicioso projeto. “É um prazer retornar a esta bela cidade e oferecer, depois de quase 100 anos, um novo projeto. Na década de 1930, uma única máquina de café Victoria Arduino [marca do Grupo Simonelli] foi instalada no antigo estádio da Fiorentina: uma máquina com 24 grupos de distribuição, arquitetônica e tecnologicamente avançada para a época, era uma obra de arte excelente e inspiradora. Hoje, selando a união com a Ditta Artigianale, homenageamos Florença e contribuímos para o crescimento da cultura cafeeira italiana”, contou.

O calendário de cursos da Escola de Café estará disponível a partir de junho de 2020, enquanto as aulas terão início em janeiro de 2021.

Mais informações: www.simonelli-group.com

TEXTO As informações são do Global Coffee Report / Tradução Juliana Santin

Mercado

3corações anuncia compra da operação de torrado e moído da Mitsui Alimentos

O Grupo 3corações, empresa no segmento de café do Brasil, anunciou hoje (17) a compra da operação de café torrado e moído da Mitsui Alimentos. A aquisição, realizada por R$ 210 milhões, engloba todas as marcas e ativos, incluindo o Café Brasileiro, e faz parte do plano de expansão da companhia no Brasil, agora com foco no Centro-Oeste do País.

De acordo com Pedro Lima, presidente da 3corações, a compra consolida a posição da companhia no mercado brasileiro. “Essa é a maior aquisição já realizada pelo Grupo 3corações e é um importante passo para a consolidação da nossa posição no segmento de café torrado e moído, principalmente na região Centro-Oeste e no estado de São Paulo”, disse. O negócio de exportação de café verde da Mitsui Alimentos permanece sob responsabilidade da Mitsui & Co Ltd.

No último dia 6, o Grupo também havia anunciado um acordo com a Positive Brands, plataforma que tem como principais marcas a A Tal da Castanha, líder no mercado de bebidas de origem vegetal, e a Jungle, primeiro isotônico natural e orgânico do Brasil. Agora, a 3corações passa a ter 50% do capital total da empresa, além de dividir também a composição do Conselho de Administração.

A Positive Brands continua sob liderança dos irmãos fundadores Felipe e Rodrigo Carvalho, mas, a partir de agora, conta com a experiência do Grupo 3corações e seus 28 centros de distribuição, que alcançam mais de 400 mil pontos de venda em todo o País.

“Além da força que o Grupo 3corações possui, compartilhamos a paixão por empreender e valorizamos a simplicidade, assim como eles. A joint venture foi um caminho natural e vai ajudar a acelerar não só a nossa capilaridade, mas também nosso pipeline de lançamento de produtos, contribuindo para a formação de uma plataforma de marcas autênticas e naturais em categorias que necessitam de uma chacoalhada”, comentou Felipe Carvalho, cofundador da empresa.

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Cafezal

De ponta a ponta – Fazenda Sertãozinho

As etapas de produção do café especial são minuciosas, são diversas mãos para chegar ao consumidor. Fomos conhecer a história do Café Orfeu, que, de fazenda que exportava, virou foco do mercado interno, e cujas variedades mostram a história da pesquisa do grão no Brasil

Dia nublado e a esperança de um solzinho para aquela foto ficar incrível. Assim que chegamos à Fazenda Sertãozinho, em Botelhos, no Sul de Minas, encontramos esse céu e uma vista maravilhosa. Lá conhecemos alguns personagens que nos guiaram pela história de toda a fazenda que tem tradição no café: seu talhão mais antigo é de 1948.

Foi no ano de 1995 que Roberto Irineu Marinho se interessou pela fazenda e começou a investir em tecnologia e maquinário para uma produção melhor. José Renato Gonçalves Dias (conhecido como Zé Renato), engenheiro agrônomo e atual diretor de todo o grupo das Fazendas Sertãozinho, que são compostas por 5 fazendas, sendo 2 localizadas no Sul de Minas Gerais (Sertãozinho e Cachoeira) e 3 localizadas na Mogiana, região do Vale da Grama (Rainha, Santa Inês e Laranjal). A principal e maior fazenda é a Sertãozinho, onde se localiza o Jequitibá-rosa de 1.500 anos, um ícone da marca, e também a Torrefação de Orfeu, local em que o café já sai embalado e pronto para consumo, conta que sempre se produziu café na fazenda Sertãozinho. O problema, segundo ele, é que todo grão colhido virava um único lote. “Começamos a perceber que cada área dava uma bebida diferente, por isso tínhamos que separar os lotes das fazendas”, explica.

Símbolo da fazenda, o jequitibá-rosa de 1.500 anos, árvore que simboliza a longevidade, o respeito à natureza, a força, a tradição e a história do Orfeu

O café plantado até então era exportado e muito conhecido pelo mercado japonês, inclusive por marcas como Nespresso e illy (para o café italiano). “Quando os gringos vinham a Sertãozinho, a fazenda era rota certa de visita”, afirma Zé Renato.

Com investimento e muito estudo, os funcionários perceberam a importância de mapear a fazenda por variedade, altitude, fácil exposição solar e tipo de solo.  Os grãos passaram a ser colhidos isoladamente e guardados nas tulhas. “Quando separamos esses lotes, vimos os verdadeiros tesouros leia mais…

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Lucas Albin / Agência Ophelia

Receitas

Torta de castanha-do-pará

Ingredientes
– 5 ovos
– 255 g de açúcar
– raspas de 1 limão
– 1 colher (chá) de canela em pó
– 375 g de castanha-do-pará ralada
– 75 g de manteiga derretida
– Fécula de batata para untar a forma

Preparo
Unte a assadeira com manteiga e polvilhe fécula de batata. Pré-aqueça o forno a 180º C. Bata os ovos com o açúcar até a massa dobrar de volume, em velocidade alta, por 5 minutos. Acrescente as raspas de limão e a canela e bata por mais 2 minutos. Coloque a castanha ralada aos poucos, sem parar de bater. Em seguida, ponha a manteiga derretida e bata bem. Leve a massa ao forno por 35 minutos, ou faça o teste do palito: se ele sair limpo, a torta estará pronta.

Rende 1 torta em uma assadeira de 23 cm

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz • RECEITA Marilia Zylbersztajn

Café & Preparos

Londres: número de cafeterias aumenta 700% na última década

Novas estatísticas revelaram que o número de cafeterias independentes em Londres cresceu 700% na última década. De acordo com o grupo de pesquisa da indústria Allegra, a quantidade do que chama de cafeterias de cafés especiais na capital inglesa aumentou de cerca de 50, em 2010, para agora mais de 400 hoje.

As cafeterias apresentadas nos dados incluem as que são independentes e as que possuem mais de uma unidade, como a Caravan Coffee Roasters, que opera seis locais, e a Redemption Roasters, que possui nove locais.

O CEO da Allegra, Jeffrey Young, também fundou o London Coffee Festival. Falando sobre os novos dados, ele disse: “Os londrinos estão procurando uma experiência mais polida, mas ainda informal. Os dias de cafeteria suja se foram”.

A pesquisa também revelou outros dados interessantes sobre os hábitos de café na capital, incluindo o pedido de café favorito do londrino, o café com leite, com 51,4% dos pesquisados ​​admitindo que este é o seu pedido usual. 35% das pessoas pedem um cappuccino, enquanto apenas um em cada quatro opta por um tradicional.

Os dados também revelaram que a tendência para o leite alternativo continua crescendo, à medida que mais londrinos optam por seguir dietas veganas ou sem laticínios. O leite de aveia provou ser a alternativa mais popular, com um em cada cinco londrinos solicitando-o em seus cafés.

A atual edição do London Coffee Festival acontecerá de 2 a 5 de abril e contará com workshops de latte art, coquetéis de café, música ao vivo e demonstrações de baristas. Este ano, o evento chega pela primeira vez ao Brasil. O São Paulo Coffee Festival está previsto para acontecer de 26 a 28 de junho, na Bienal – Parque Ibirapuera.

TEXTO As informações são do Squaremeal / Tradução Juliana Santin • FOTO Lucas Albin / Agência Ophelia

Café & Preparos

Lugar de mulher é onde ela quiser

A liderança feminina na cadeia produtiva do café ganha visibilidade com a atuação das mulheres em diferentes frentes, quebrando barreiras e abrindo mercados

A agricultura começou feminina, quando as mulheres passaram a semear o que antes era coletado na natureza. Elas continuam no campo, mas essa atividade que mudou a vida da humanidade e se tornou um expoente econômico – caso do agronegócio no Brasil – passou a ser um setor representado por homens. A cafeicultura segue o modelo. “Há 28 anos, quando comecei a buscar grãos nas fazendas brasileiras, o papel da mulher era servir café”, afirmou Anna Illy, diretora da empresa italiana illycaffè, durante a Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte (MG), no ano passado.

Mas Ana também é testemunha de uma mudança que buscou visibilidade e liderança ao longo do tempo. “Hoje muitas produtoras estão à frente dos seus negócios”, comentou. Esse empoderamento a que ela se refere ganhou representatividade há sete anos com a criação da Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA-Brasil), rede formada por mulheres envolvidas em toda a agroindústria do café. “É um trabalho lento e longo, mas fundamental para as mulheres saírem da invisibilidade”, afirma a presidente Josiane Cotrim. A entidade lançou em parceria com a Embrapa o livro Mulheres do Café, que retrata o trabalho de cafeicultoras nos principais estados cafeeiros do País.

A ideia de que o homem representa a cadeia produtiva, porém, não é uma particularidade brasileira. O mestrado da antropóloga norte-americana Sabine Parrish sobre a divisão de gênero nas cafeterias especiais dos Estados Unidos mostrou que as gorjetas eram menores quando as mulheres estavam no comando das máquinas de espresso. “Há uma falsa ideia por parte dos consumidores de que os homens são melhores em tecnologia”, diz. Sobre a baixa participação feminina em campeonatos, ela deparou com o clássico estereótipo de que “o homem é mais competitivo”. “Conclusões equivocadas que demoram uma eternidade para ser desfeitas”, diz Sabine.

Na avaliação de Regina Madalozzo, professora do Insper, em São Paulo, essa distorção de competências também acontece nas empresas. A diferença, segundo ela, é que essa discussão no mundo executivo é mais antiga. Regina é cocoordenadora do Panorama Mulher 2018, pesquisa leia mais…

TEXTO Janice Kiss