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Com 36 lotes de cafés especiais leilão do 13º Concurso da Abic arrecada mais de R$ 54 mil

Empresa do Paraná se destacou arrematando, entre outras, sacas do café campeão e do vice

Os oito lotes finalistas do 13º Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café foram arrematados e somaram total de R$ 54.648,99. O leilão aconteceu entre 26 de janeiro e 3 de fevereiro e vendeu todas as 36 sacas. O valor médio por saca ficou em R$ 1.518,03, quase o dobro do preço mínimo estipulado, de R$ 871 a saca (equivalente a 50% acima da cotação da BMF/Bovespa de 24/1). Entre as empresas que disputaram os lotes campões, o destaque do ano foi o Grupo Café do Moço, criado em 2009 pelo barista Léo Moço e formado pela microtorrefação Café do Moço e pela cafeteria Barista Coffee Bar, ambas em Curitiba (PR). O Grupo conquistou a premiação oferecida pela Abic às empresas que tem maior participação no leilão, nas três categorias Ouro, Diamante e Especial.

Leilão do 13º Concurso da Abic

Microlote
O café campeão do Concurso, do produtor José Alexandre Abreu de Lacerda no Sítio Córrego Pedra Menina, em Dores do Rio Preto (ES), veio da categoria microlote. Composto de 2 sacas, o campeão teve uma saca arrematada pelo Grupo Café do Moço, que pagou R$ 4.200 e foi considerado campeão da categoria Especial entre os compradores pela Abic, e outra pelo Café Ghini, também do Paraná, com o montante de R$ 4.150. O Grupo Café do Moço também comprou outras duas sacas do café da Ceres Trindade (6º colocado), do Sítio São Joaquim, em Jardim Távora (PR), por R$1.200 cada saca. Já o microlote do produtor Clayton Mapelli Cerri, do Sítio Anhumas em São Sebastião da Grama (SP), que alcançou o 3º lugar no Concurso foi vendido por R$1.620 cada uma de suas duas sacas, pelo Jardim Café.

CD e Natural
O Grupo arrematou também o lote de seis sacas que ficou com a 7ª colocação no Concurso, do produtor Evilásio Shigueaki Mori, de Cambira (PR), pagando R$ 2.000 por saca e totalizando R$ 12.000. Foi o maior valor de aquisição por saca, entre os lotes de café Natural e Cereja Descascado, o que rendeu à empresa o título na categoria Ouro do leilão. A empresa paranaense também adquiriu a saca do lote de CD do vice campeão do Concurso, produzida em Piatã, na Bahia, por Antônio Rigno de Oliveira, por R$1.800. Somando todas as aquisições, a Abic considerou o Grupo campeão da chamada Categoria Diamante, que homenageia a empresa que mais investiu em qualidade no leilão. O café CD de Homero Teixeira de Macedo Jr., da Fazenda Recreio, também de São Sebastião da Grama (SP), foi o 4º colocado e teve suas sacas arrematadas por valores entre R$ 999 e R$1.300.

Comprador chileno
Outro ponto alto neste leilão foi a participação do Café do Guri, uma cafeteria chilena. O representante Thiago Saraiva pretendia arrematar o lote de seis sacas do 2º colocado no concurso, o produtor Antônio Rigno de Oliveira, de Piatã (BA). Porém, após acirrada disputa conseguiu comprar metade do lote. Confira, abaixo, todos os valores pagos por cada saca:

Tabela ABIC - Sacas

Edição Especial
O leilão também contou com a participação de torrefações e cafeterias: Piedi Rosso, Café Barisly, San Babila Café, Café Rancheiro, BonBlend Café, Il Barista, Café Mazzi, Vila Café e Grão Café. Todos os cafés serão agora industrializados e estarão à disposição dos consumidores a partir de abril, compondo a 13ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil. Os cafés finalistas desta edição passaram, em dezembro, pelo crivo de um Júri Técnico (70% da nota final), composto por provadores e especialistas, e em janeiro foram avaliados por um Júri Popular (15% da nota final), integrado por consumidores em reuniões realizadas em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Bahia, estados produtores participantes do concurso. A soma incluiu também a nota de Sustentabilidade da Propriedade, equivalente aos 15% restantes.

TEXTO Redação • FOTO Agência Ophelia

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Pesquisadores brasileiros traçam perfil dos consumidores de café especial

Um questionário, desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (UFLA), vinculados ao programa de pós-graduação do Departamento de Administração e Economia em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), quer traçar o perfil dos consumidores brasileiros de café especial. Por meio de perguntas disponíveis em formulário online, a pesquisa quer compilar dados para, gratuitamente, sugerir estratégias para o desenvolvimento deste nicho de mercado.

Artigos científicos e técnicos serão produzidos sobre o resultado. E a participação na pesquisa é voluntária e anônima. A resposta ao questionário leva, aproximadamente, 10 minutos.

Quem está à frente do projeto é Paulo Henrique Leme (doutor em Administração de Empresas e professor de marketing e agronegócio, ambos pela UFLA), Elisa Guimarães (mestre e doutoranda em Administração pela UFLA) e Sergio Parreiras Pereira (pesquisador do IAC).

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Conversamos com Paulo Henrique Leme sobre os objetivos da pesquisa: “Percebemos que já existe uma massa crítica consumidora de café especial e que esse movimento cresceu exponencialmente”. Segundo ele, após o mestrado de Elisa, que estuda o tema da Terceira Onda, pode-se analisar que o “movimento está amadurecendo e, em dados preliminares, já pudemos perceber o tanto que as pessoas entendem de café especial. Tem gente que é só consumidor e está demonstrando muito conhecimento. A minha percepção é que este crescimento foi muito forte neste três últimos anos e o mercado de cápsulas favoreceu o crescimento do mercado. Muita gente começa na cápsula e migra para outros métodos.”

Além dessa percepção inicial, Paulo Henrique destaca o aumento do consumo em casa de café especial e a “preocupação com a torra e com a tendência na diversificação dos preparos”.

O resultado será compartilhado posteriormente pelos pesquisadores. Para colaborar com a pesquisa, acesse aqui

TEXTO Mariana Proença • FOTO Roberto Seba/Café Editora

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Semana Internacional do Café divulga nova data em Belo Horizonte

SIC 2016

O início de 2017 está movimentado. Os organizadores da Semana Internacional do Café lançaram nova data e novo mês para o evento realizado em Belo Horizonte. De acordo com nota dos organizadores para a imprensa, o objetivo da mudança é adequar ainda mais o calendário ao fim da safra de cafés do Brasil, ao mesmo tempo contribuir de forma estratégica em um período de grande compra e venda de grãos de qualidade e estar alinhado com os calendários de feiras internacionais do setor. “A meta, além de ter a ampla participação de todos os segmentos do setor, é coincidir com as viagens dos principais compradores”, diz Caio Alonso Fontes, diretor de planejamento da Café Editora.

A nova data será de 25 a 27 de outubro de 2017. Em 2016, a SIC recebeu 14 mil visitantes e mais de 100 expositores de um público qualificado em busca de novidades, relacionamentos, conhecimentos; por meio dos estandes, palestras, cursos e competições. Essa integração torna a Semana Internacional do Café o maior encontro de café do Brasil e um dos principais do mundo.

SIC 2016

Para quem trabalha no setor de café, o evento é importante ponto de troca com os principais profissionais do mercado. Com mais de 20 eventos simultâneos, tem ações focadas nas áreas de Mercado & Consumo, Conhecimento & Inovação e Negócios & Empreendedorismo.

Informações
Semana Internacional do Café 2017
De 25 a 27 de outubro
Das 11h às 20h
Expominas, Belo Horizonte (MG)
www.semanainternacionaldocafe.com.br
Facebook, Instagram e Twitter: @semanadocafe

SIC 2016

TEXTO Da Redação • FOTO Vitor Macedo e Bruno Lavorato/Café Editora

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Comitiva de produtores apresentará cafés brasileiros em Berlim

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A fachada da loja de departamento KaDeWe, em Berlim.

Produtores nacionais de três origens de Minas Gerais irão participar de programação intensa, promovida pelo Sebrae Minas, em Berlim, como parte do programa Origem Minas. Com o objetivo de divulgar os grãos especiais do Brasil, o grupo fará um Road Show, de 30 de janeiro a 11 de fevereiro, na capital alemã.

Com uma população de 3,5 milhões de pessoas, Berlim é a maior cidade da Alemanha, além de ser a segunda mais populosa e a sétima mais povoada da União Europeia. Com cafeterias de referência, a primeira parada será na embaixada brasileira em Berlim, com uma sessão de cupping dos cafés, com a presença de cafeicultores das origens controladas de Cerrado Mineiro, Mantiqueira de Minas e Matas de Minas.

“Os agricultores, em contato direto com torrefadores e compradores alemães, terão a oportunidade de apresentar em detalhes o seu produto, apontando as características do grão e a história da região de origem”, explica Priscilla Lins, gerente de Agronegócios do Sebrae Minas, que acompanhará a missão.

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A agenda, bem diversificada, terá um momento de contato direto com o público alemão, no gigantesco templo de consumo de Berlim, a loja de departamentos KaDeWe. Segunda maior do gênero na Europa, a Kaufhaus des Westens (KaDeWe) ocupa um prédio de oito andares. São 60 mil metros quadrados de área e 180 mil visitantes/dia, de todas as partes do mundo. Neste dia, produtores terão a oportunidade de servir o café para o público.

Toda a ação tem o apoio da Ally Coffee, trading do grupo brasileiro Montesanto Tavares, que engloba a Atlântica Coffee, Cafebrás, InterBrasil Coffee, localizadas no Brasil. A Ally tem atuação como importadora e distribuidora de café no mercado americano e, mais recentemente, no europeu.

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A promoção dos cafés se estenderá para duas cafeterias de referência na cidade, a Chapter One e a Röststätte Berlin. O barista da Chapter One, Gian Zaniol, por exemplo, é o atual campeão italiano do campeonato de Brewers. Já Ivo Weller, da Röststätte, esteve recentemente no Brasil conhecendo os cafés nacionais na região do Sul de Minas. A barista da casa, Nicole Battefeld, conquistou o segundo lugar no Campeonato Alemão de Barista. Nas duas cafeterias serão oferecidas degustações abertas para o público e especialistas.

Programação completa

30/1 – Produtores no KaDeWe
31/1 – Embaixada do Brasil em Berlim, das 15h às 17h
1º/2 – Cafeteria Chapter One – cupping e apresentação para especialistas, baristas e consumidores
2/2 – Cafeteria Röststätte – cupping e apresentação para especialistas, baristas e consumidores
3/2 KaDeWe – das 11h às 19h – a barista Nicole Battefeld – 2º lugar no campeonato de baristas da Alemanha irá preparar cafés em diferentes métodos.

Espresso TEM degustação

Os cafés apresentados foram selecionados pelos provadores da Ally e serão torrados na Alemanha. Os eventos nas cafeterias e na KaDeWe são abertos ao público e gratuitos.

Para inscrição no evento da Embaixada, contato pelo e-mail: guarani.morais@itamaraty.gov.br.

Mais informações: www.sebraemg.com.br

TEXTO Mariana Proença • FOTO Agência Ophelia/Café Editora e Felipe Gombossy/Café Editora e Divulgação

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Leilão de cafés finalistas do concurso da ABIC receberá lances de torrefações e cafeterias

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As 36 sacas de arábica dos finalistas do 13º Concurso Nacional ABIC de Qualidade serão leiloadas em pregão aberto hoje, quinta-feira (26/1) e que será finalizado na sexta-feira (3/2).

O lance mínimo foi estipulado em R$ 871,00 a saca, equivalente a 50% acima da cotação BMF/Bovespa da terça-feira (24), conforme regulamento da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), entidade promotora do evento.

O leilão ainda está aberto para a participação de torrefadoras, cafeterias e demais pessoas jurídicas interessadas. Para participar, a empresa deve preencher a Ficha de Lance Comprador que está disponível no site www.abic.com.br. Os lances poderão ser dados on-line pela ficha que, automaticamente, enviará uma cópia para o e-mail fornecido, ou para cristiane@abic.com.br.

Nesta edição, o pregão poderá ser acompanhado todos os dias diretamente no site da ABIC, e os lances poderão ser renovados caso tenham sido superados por outra empresa. Os lances podem ser dados para aquisição de uma única saca ou de todo um lote, ou mesmo para compra de sacas de diversos lotes. Os microlotes são de 2 sacas de 60 kg, apenas. Nas demais categorias os lotes têm 6 sacas.

No dia 7 de fevereiro serão divulgadas as empresas campeãs do leilão, que são aquelas que deram os maiores lances. Todos os cafés serão industrializados e chegam aos consumidores em abril, compondo a 13ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil.

Prova dos cafés
Os cafés finalistas passaram pela avaliação de um Júri Técnico, composto por provadores e especialistas, e em janeiro foram degustados por um Júri Popular, integrado por consumidores em reuniões realizadas em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Bahia, estados produtores participantes do concurso. A pontuação do Júri Técnico correspondeu a 70% da nota final, e a do Júri Popular, a 15%. A soma incluiu também a nota de Sustentabilidade da Propriedade, equivalente aos 15% restantes.

Serra do Caparaó

Resultado do concurso
O microlote do cafeicultor José Alexandre Abreu de Lacerda, produzido no Sítio Pedra Menina, em Dores do Rio Preto (ES) foi eleito o campeão do 13º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, com a nota final de 8,60 pontos (em uma escala de 0 a 10).

1º – Microlote – José Alexandre Abreu de Lacerda – Nota Final: 8,60
Sítio Córrego Pedra Menina – Dores do Rio Preto (ES)

2º – Cereja Descascado – Antônio Rigno de Oliveira – Nota Final: 8,57
Fazenda São Judas Tadeu – Piatã (BA)

3º – Microlote – Clayton Mapelli Cerri – Nota Final: 8,56
Sítio Anhumas – São Sebastião da Grama (SP)

4º – Cereja Descascado – Homero Teixeira de Macedo Jr. – Nota Final: 8,40
Fazenda Recreio – São Sebastião da Grama (SP)

5º – Cereja Descascado – Flávia Garcia Mureb Saldanha Rodrigues – Nota Final: 8,31
Fazenda Califórnia – Jacarezinho (PR)

6º – Microlote – Ceres Trindade de Oliveira Santos – Nota Final: 8,05
Sítio São Joaquim – Jardim Távora (PR)

7º – Natural – Antônio Cesar Neri de Sousa Santos – Nota Final: 7,73
Fazenda Primavera – Vitória da Conquista (BA)

8º – Natural –Evilásio Shigueaki Mori – Nota Final: 7,57
Sítio Mori – Cambira (PR)

Mais informações sobre o leilãowww.abic.com.br

TEXTO Da Redação • FOTO Felipe Gombossy/Café Editora e Bruno Lavorato/Café Editora

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Morre Robério Silva, brasileiro à frente da Organização Internacional do Café

Na última sexta-feira (30/12/2016), em Belo Horizonte, faleceu Robério Oliveira Silva, diretor executivo da OIC (Organização Internacional do Café), após infarto fulminante. O brasileiro havia sido reconduzido ao cargo em reunião em Londres, em setembro do ano passado. Ele estaria à frente da OIC por mais 2,5 anos.

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Robério também foi diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento

Em nota, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), além do presidente da Frente Parlamentar Mista do Café, deputado Federal Carlos Melles, lamentaram o ocorrido.

Robério tinha 53 anos e era formado em Economia pela UFMG. Estava em seu segundo mandato na OIC, tendo sido reeleito em 2016. Por cerca de 30 anos dedicou-se ao setor do café. Promoveu ampla reformulação no mercado mundial do produto, com a implantação de ações estratégicas para ampliar os negócios, beneficiando os países produtores.

Robério também foi diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, secretário-executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e secretário de Produtos de Base do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Também atuou como secretário-geral da Federação Brasileira dos Exportadores de Café, entre 1989 e 1993, e secretário-geral da Associação dos Países Produtores de Café, entre 1994 e 2002.

Missa de sétimo dia
O Conselho Nacional do Café (CNC), informou que a Missa de 7º dia será realizada na próxima sexta-feira (6/1), às 20h, na Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja, na rua Iraí, nº 429, bairro Luxemburgo, em Belo Horizonte (MG).

TEXTO Da Redação • FOTO Carolina Fontes/Café Editora

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Evento celebra culinária e cultura japonesa em Santos

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Começa amanhã, 15/12 (quinta-feira), a 13ª edição do MarCafé. Neste ano, o evento traz a mostra “No Tempo do Dashicô”, que apresenta uma tradição dos imigrantes japoneses no litoral brasileiro. O Instituto Maramar acredita na mistura entre arte, gastronomia e assuntos ambientais para realizar esse evento que tem atrações diversificadas: exposição de fotos, exibição do documentário “No Tempo do Dashicô”, mesas redondas e por fim, a degustação do tradicional dashicô. A história começa ainda nos primeiros anos do século XX, quando os imigrantes japoneses aportaram em Santos e, ao longo dos anos, espalharam-se em outras cidades do Brasil, entre elas, Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Foi nessa região, mais especificamente em Ilha Grande, que os japoneses destacaram-se na indústria pesqueira e na gastronomia. O destaque era a produção de uma especiaria desconhecida até então pelos brasileiros: o dashicô, também conhecido como niboshi ou iriko. Um prato feito de peixe seco e defumado utilizado como tempero, sobretudo para compor caldos e sopas como o missoshiro. A preparação desse prato não é nada simples, são dias de processo, e foi a partir dessa dedicação ao preparo, e com o intuito de valorizar essa cultura que a mostra foi idealizada pelo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a Prefeitura de Angra dos Reis. O MarCafé acontece das 20h30 às 23h30 no Clube Estrela de Ouro que fica Avenida Almirante Saldanha da Gama, 163, Ponta da Praia, em Santos. A entrada é gratuita. Serviço Clube Estrela de Ouro Avenida Almirante Saldanha da Gama, 163 – Ponta da Praia Santos (SP) Entrada franca Mais informações: www.maramar.org.br

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação

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[Roteiro] 11 cafeterias que você precisa visitar no interior de São Paulo

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O interior de São Paulo tem ganhado cada vez mais cafeterias. Preparamos uma lista com 11 opções para colocar no roteiro quando for a cidades como Amparo, Franca, Piracicaba, Campinas, Guaratinguetá, São José do Rio Preto, São do José do Rio Pardo, Ribeirão Preto, Jaú e Lorena.

Day Off Café – São José do Rio Preto (SP)

Nossa Casa Café – Amparo (SP)

Olinto Café – Franca (SP)

Metrópolis Café – Piracicaba (SP)

Tudo da Roça – Guaratinguetá (SP)

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Café Container – Campinas (SP)

Hasbadana Café – Campinas (SP)

Malerba Café – Lorena (SP)

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Senhor Espresso – São José do Rio Pardo (SP)

Grassy Spazio Caffè – Ribeirão Preto (SP)

Espaço União Livraria & Café – Jaú (SP)

 

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação

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Isso é Café promove degustação de novos microlotes

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É hoje, dia 1º/12, que a equipe da Isso é Café realiza uma celebração do fim da colheita e o lançamento de cafés e microlotes da safra 2016/2017.

Com novas parcerias, um dos grandes destaques é a Fazenda Fjordland, na região de Pedra Azul, no Espírito Santo. Também estão na lista os microlotes Catucaí Amarelo Natural, Catucaí Amarelo Cereja Descascado, Iapar 59 Natural e o Orgânico.
Os já conhecidos Cartola, Espresso 22, Bob-O-Link, Café da Sombra, Carmen Miranda e Reserva da Fazenda continuam no portfólio.

Para Felipe Croce, proprietário da marca: “A variação dos aromas e sabores dos cafés vêm em parte por conta das distintas regiões, terroirs e altitudes onde foram plantados, e logo, é claro, por conta do cuidado que cada produtor tem com a sua produção e o carinho que os profissionais de torra e baristas tiveram para extrair o melhor de cada grão.”

Entrada para o Mirante

Entrada para o Mirante

O microlote superespecial da Fiordland, de Vagner Uliana, é o grande destaque do evento, assim como o produtor Clayton Barrossa Monteiro, da Fazenda Ninho da Águia, de Serra do Caparaó.

Felipe fará uma palestra sobre o processo de seleção dos cafés, o mestre de torra da marca, Fafa, explicará sobre o perfil dos microlotes e, ao final, a banda Manu Fagundes fará um som de jazz, blues e música brasileira.

Serviço
1º/12, a partir das 17h
Isso é Café – Mirante 9 de Julho
Rua Carlos Comenale, s/nº – São Paulo (SP)
Entrada gratuita

TEXTO Mariana Proença • FOTO Divulgação

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Fazenda Mantissa lança seu 6º microlote com blend do Sul de Minas

Localizada no município de Campestre, no Sul de Minas, a Fazenda Mantissa traça um caminho bem além do campo. Em seu 6º microlote que chega ao mercado, foram utilizados três talhões de diferentes variedades para formar o café que teve lançamento em São Paulo, nesta quinta-feira (24/11). No centro da capital paulistana, a Cafezal Cafés Especiais foi escolhida para a degustação que trouxe a equipe da Fazenda para a cidade.

Fazenda Mantissa lança seu 6º microlote com blend do Sul de Minas

Foto: Lucas Albin/Agencia Ophelia / Café Editora

O microlote Percepção é formado por grãos da safra 2016 de três variedades: catuaí vermelho, catucaí amarelo, mundo novo. “A ideia foi unir as características exóticas destes cafés que estavam em pequenos talhões, para, assim formar o blend de apenas cinco sacas”, conta Leonardo Custódio, supervisor de qualidade da Fazenda Mantissa.

Os talhões ficam a 1.245 metros de altitude, os grãos foram colhidos seletivamente e o processo adotado foi o natural. “Descobrimos que ele conseguiu unir notas de um café rigoroso, vinhoso com acidez média alta, que puxa notas de frutado”, pontua Leonardo.

Essa foi a primeira vez que a marca realizou degustação para lançar um microlote

Essa foi a primeira vez que a marca realizou degustação para lançar um microlote

Os microlotes começaram a ser lançados em 2014 e cada um recebeu um nome. “O nome Percepção veio justamente das possibilidades que esse café desperta para cada um. Não existe errado na hora de degusta-lo. Cada um encontra uma característica que é mais presente em sua memória”, revela Nassime Raydan, gerente comercial da marca.

Mercado
Hoje, a marca Mantissa Café trabalha com os grãos da Fazenda Café Mantissa, carro-chefe, e pretende prosseguir com outras edições especiais como a lançada nesta semana. Os pacotes microlote Percepção de 250g podem ser encontrados, hoje, na Cafezal Cafés Especiais, além do site da Fazenda na internet, por R$26. “Vamos levar este microlote para outros pontos interessados, como cafeterias espalhadas pelo Brasil”, lembra Nassime.

Embora este seja o 6º microlote comercializado pela Fazenda, é a primeira vez que uma degustação marca o lançamento. “Essa experiência é para ter mais contato com o público e para as pessoas terem acesso a história por trás do grão”, afirma Nassime. “O setor dos microlotes costuma ser muito fechado. Aqui, com o próprio nome queremos brincar e tornar mais descontraído o processo do consumidor adquirir o café não apenas no supermercado e sim aprender a fazer um bom café também ele próprio”, completo.

Leonardo Custódio, supervisor de qualidade da Fazenda Mantissa e Nassime Raydan, gerente comercial da marca apresentaram o novo microlote

Leonardo Custódio, supervisor de qualidade da Fazenda Mantissa e Nassime Raydan, gerente comercial da marca apresentaram o novo microlote

A abertura do consumidor com a ponta produtora, explicam, pode se tornar mais profunda se o contato for direto. “Você conversando está levando um conhecimento muito mais amplo, de saber como o café foi desenvolvido, cria uma ligação. Dificilmente você vai ter essa experiência completa de outra forma”, pontua ela.

A Fazenda Mantissa adquiriu recentemente um armazém no município onde produz e a ideia é trabalhar com novos cafés de diferentes regiões futuramente. “Lá vamos beneficiar grãos de outros produtores e isso traz uma novas possibilidades, pois leva a tecnologia e processos aos grãos”, pontua Nassime, lembrando que o projeto ainda está sendo trabalhado pela empresa.

TEXTO Thais Fernandes