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Selecionados a dedo: curadoria apresenta diferentes cafés aos consumidores

O engenheiro mecatrônico Erick Petta Marinho foi se apaixonar pelo café justamente na época da faculdade, que cursava em São Paulo. “Como todo estudante, eu precisava da maravilhosa cafeína, pois era o início da faculdade e eu estudava noite adentro”, conta.
Nesta época Erick nem tinha ideia sobre o café especial e consumia as opções do mercado. Foi em 2005 que comprou uma máquina de cápsulas e começou a experimentar diferentes tipos de café. “Lembro que essa paixão nasceu pelo prazer em descobrir e experimentar novas bebidas desde aquela época. Em 2010 fui estudar na Alemanha e lá experimentei alguns cafés e notei diferenças marcantes. Guardo até hoje os sabores, eram cafés menos intensos. Acredito que foi ali que tomei meu primeiro café especial, mesmo sem saber que eram especiais e tampouco sem saber o conceito desse universo”, comenta.
Durante esta viagem ele encontrou cafés diferentes e muitas opções em grãos no supermercado, o que chamou a atenção e o fez voltar para o Brasil decidido a explorar ainda mais a bebida. Assim, começou a frequentar as cafeterias por São Paulo.
Realizou uma viagem, ao lado da sua esposa Aline Alves de Souza Marinho, para Carmo de Minas e realizou a rota do café, que incluía um curso de barismo na Unique Cafés, com o barista Gabriel Guimarães. “Com tantas opções de café na região, voltei para casa com cerca de 15 kg de café. A qualidade e variedade me chamava leia mais…














