Mercado

Empreendedor: confira dicas e cuidados durante a retomada do seu negócio

A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) relata que o mercado de alimentos e bebidas no Brasil movimenta cerca de R$ 650 bilhões por ano. Com a pandemia, a Associação comenta que o setor de food service teve uma paralisação de 60% de toda a cadeia produtiva, desde os restaurantes até os distribuidores e a indústria.

Com as cafeterias em todo o Brasil não foi diferente. Algumas optaram pelo sistema delivery ou interromperam o atendimento ao público. Pequenos, médios e até grandes empresários tentam garantir suas vendas usando a criatividade. Segundo Leonardo Almeida, fundador da Menu, startup que abastece os restaurantes conectando os principais distribuidores e indústrias do mercado food service, esse mercado terá que se adaptar para receber o público pós-pandemia. “Muitos negócios já se reinventaram durante a quarentena, seja no atendimento ou no tipo da venda de produto. O mercado food service vai voltar a faturar, mas algumas mudanças são essenciais para os negócios continuarem funcionando depois desse período”, afirma.

Segundo especialistas, as necessidades de consumo não desaparecem e podem até aumentar, mas, durante uma pandemia, o comportamento do consumidor pode variar segundo as etapas do avanço da doença.

Uma pesquisa da Nielsen, empresa que estuda os consumidores em mais de 100 países para oferecer a visão mais completa das tendências e dos hábitos ao redor do mundo, disponibilizada leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

BaristaCafé & Preparos

Campeonatos mundiais de café 2020 estão cancelados

Na última terça-feira (28), a World Coffee Events (WCE) e a Specialty Coffee Association (SCA) divulgaram um comunicado sobre o cancelamento dos Campeonatos Mundiais de 2020, que estavam marcados para acontecer este ano em Melbourne, na Austrália, e em Varsóvia, na Polônia.

A decisão foi tomada levando em consideração a pandemia de Covid-19 e todos os seus efeitos, como a segurança dos competidores e demais participantes, impacto no cenário global e restrições de viagens entre os países. “Nós sabemos que são notícias decepcionantes para muitos e lamentamos profundamente que não haja maneiras viáveis de reunir os competidores mundiais este ano”, explicaram em nota oficial.

Inicialmente, os Mundiais de Barista e Brewers Cup estavam planejados para acontecer nos dias 3 a 6 de novembro, na Melbourne International Coffee Expo (MICE), enquanto que os Mundiais de Coffee in Good Spirits, Latte Art, Cup Tasters, Torra e Ibrik iriam ser realizados entre 15 e 17 de outubro, durante a World of Coffee, em Varsóvia.

Com as mudanças, os próximos Campeonatos Mundiais de Barista, Cup Tasters e Ibrik foram remarcados para acontecer em 2021, na World of Coffee, em Atenas, Grécia. Sobre as demais competições, as entidades ainda leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Marcus Desimoni/NITRO

Mercado

Embalagem perfeita: quais informações colocar no pacote do seu café?

Imagens, ilustrações, grafismo… Com uma sociedade cada vez mais visual, técnicas como essas estão predominando no nosso dia a dia. Não podemos esquecer que tão importante quanto o design são as informações. É essencial que a embalagem contenha dados detalhados e precisos sobre o produto, fazendo com que o consumidor saiba realmente o que está adquirindo.

Aqui veremos um modelo de pacote de café em que consta tudo o que é preciso, e como você pode organizar essas ideias. Quais são as informações fundamentais? Quais podem ser descartadas? Atente para as dicas e aplique-as no seu negócio!

Nome do café e região

Essas informações são as mais importantes e precisam estar em evidência. Use uma letra legível e de tamanho adequado, pois elas diferenciarão o seu produto dos demais.

Produtor e torrefador

É necessário dar visibilidade às etapas anteriores. Não se esqueça de mencionar a fazenda, o produtor responsável e o torrefador. Cite também o processo pelo qual o grão passou, o tipo de torra e leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto • ILUSTRAÇÃO Café Editora

Cafezal

Você conhece o termo “agricultura familiar”?

Neste sábado, 25 de julho, é a data escolhida para homenagear a agricultura familiar. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no Brasil existem mais de 4 milhões de estabelecimentos familiares rurais e o setor é responsável por gerar renda para 70% dos brasileiros no campo.

Segundo o 3º parágrafo da Lei nº 11.326/2006, é considerado agricultor familiar aquele que pratica atividade no meio rural e não detenha área maior que quatro módulos fiscais, utilize predominantemente mão de obra da própria família nas atividades econômicas do seu estabelecimento ou empreendimento. Além disso, tenha renda familiar originada principalmente das práticas em seu estabelecimento, sendo este gerenciado pela família.

O Censo Agropecuário 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), explica que a categoria caracterizada como agricultura familiar responde, hoje, pela maioria da população que vive e trabalha no meio rural. De acordo o instituto, dos 607.557 estabelecimentos rurais de Minas Gerais, 72,72%, ou 441.829, são da agricultura familiar. E das 1.836.353 pessoas ocupadas na agropecuária, 59,02%, ou 1.083.824, pertencem ao setor.

Já o Sistema Safra Agrícola da Emater-MG, que capta dados da produção agropecuária da agricultura familiar nos municípios mineiros, mostra algumas atividades produtivas, desenvolvidas leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Café & PreparosMercado

Opções vegetais para substituir o leite animal nas bebidas à base de café

Aqui no Brasil, o leite sempre foi o principal companheiro do café, dando vida a diferentes bebidas, como o macchiato, flat white, latte, cappuccino e mocaccino, principais opções dos cardápios das cafeterias.

Para compor essas receitas, os baristas costumam indicar o uso do leite integral por conta do maior nível de gordura e proteína, que facilitam na hora de realizar a vaporização. No processo, quando o leite sofre aumento de temperatura, esses componentes reagem, se expandem e fazem com que a textura mude. Por isso o leite fica cremoso e aveludado!

Porém, como proceder quando o assunto é intolerância à lactose ou veganismo? Pensando nessas situações, algumas marcas desenvolveram leites vegetais para este tipo de uso. Uma delas é a A Tal da Castanha, que lançou em maio de 2020 sua bebida denominada Barista. Segundo a marca, o leite é feito com cinco ingredientes – água, aveia, amêndoa de castanha de caju, sal marinho e aroma natural – e oferece um bom resultado na vaporização.

Outra alternativa pensada justamente para acompanhar o café é a da Cajueiro. Também chamado de Barista, o leite foi desenvolvido junto a profissionais do setor e é composto por água, castanhas cruas e assadas. De acordo com a marca, a opção possui cremosidade alta e pode substituir o leite de origem animal no preparo das bebidas cafeinadas.

Demais opções vegetais

Este é um setor que vem crescendo dia após dia e essa mudança pode ser vista nas prateleiras dos supermercados. O número de marcas que aderiram às alternativas vegetais é grande, o que resulta em um leque interessante de opções para experimentar!

Além das bebidas pensadas especialmente para o mercado de café, há outras que são válidas para o dia a dia, como as feitas à base de arroz, amêndoa, nozes, aveia, avelã, castanha de caju, semente de leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Café Editora

Mercado

Quarentena impulsiona venda on-line e marcas aumentam suas demandas

Com a chegada da quarentena no Brasil em meados de março, os empreendedores tiveram que se reinventar e a compra on-line ganhou um destaque enorme. Com as lojas fechadas e todos em casa, muitas pessoas passaram a se aventurar no ambiente virtual.

Uma pesquisa realizada pelo movimento Compre & Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), aponta que o e-commerce brasileiro faturou 56,8% a mais nos cinco primeiros meses de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado.

Outra pesquisa, realizada pela consultoria IDC, afirma que no Brasil 52% dos entrevistados pretendem fazer mais compras on-line. A consultoria ouviu três mil consumidores da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru para entender a mudança de comportamento na quarentena.

Com o universo do café não foi diferente. As marcas tiveram que se reinventar para conseguir atender o consumidor. Um exemplo é o Suplicy Cafés Especiais, que precisou fechar as cafeterias e viu suas vendas digitais aumentarem muito. “Investimos em reformular nosso conteúdo on-line, bem como a comunicação em redes sociais. Assim, tivemos um aumento de 400% no site e de 585% na receita”, explica Bruna Caselato, COO da marca.

Segundo Bruna, o Suplicy contava com clientes fiéis on-line, porém não era o foco da rede. “Com a pandemia, demos o foco total e em duas semanas fizemos um site do zero, com novos leia mais…

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Café Editora

Café & Preparos

Prática e versátil: saiba como preparar seu café na Clever

Criada em 2010, em Taiwan, a Clever é uma mistura entre as extrações da prensa francesa e do filtro de papel. Seu sistema não goteja a bebida ao mesmo tempo em que a água é jogada sobre o pó, uma vez que o porta-filtro fica vedado embaixo através de uma trava, que só é liberada quando o método é colocado sobre um recipiente, como, por exemplo, uma jarra ou xícara.

Essa vedação permite que o usuário brinque com o tempo de infusão, que pode ajudar a ressaltar diferentes características da bebida: quanto mais rápido o tempo e mais clara a torra, mais acidez na boca; quanto mais longa a infusão e mais escura a torra, mais amargor e corpo. 

Informações adicionais!

Moagem: média
Filtro: papel
Dica de preparo: 18 g de café + 220 ml de água + 3 a 4 minutos de infusão (não necessita de pré-infusão)
Onde comprar: www.cafestore.com.br

TEXTO Redação • PRODUÇÃO Revista Espresso

Mercado

Atenção, empresários! Dicas para atrair o consumidor nessa reabertura dos negócios

Após meses fechado, o comércio de São Paulo vem, aos poucos, retomando suas atividades. Com diversas restrições e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Plano São Paulo foi divido em cinco níveis de abertura econômica. Cada região retoma as atividades em determinados setores, de acordo com a fase em que se encontra.

Além da questão de segurança, os comerciantes enfrentam outro obstáculo nesse novo cenário: fazer com que o consumo retome. O advogado e economista Alessandro Azzoni explica que o País vive atualmente um superávit da caderneta de poupança, com registro de R$ 30 bilhões em abril e R$ 37 bilhões em maio, acumulando 67 bilhões (entre saques e depósitos), o que é um indicativo de que a população está com medo de gastar e guardando mais dinheiro. Ainda de acordo com ele, a economia tende a um estado de estagnação muito grande, com um cenário muito difícil até o fim do ano.

Em relação às cafeterias, o advogado Victor Cerri, afirma que infelizmente foi um ramo muito abalado. “Imagino que o consumidor de café especial sente saudade de toda a experiência que ele encontrava nas cafeterias. Imaginar que isso irá se restabelecer rapidamente é uma utopia, os empresários terão que se reinventar”, explica.

Uma opção seria a ideia do to go como uma alternativa pontual para minimizar os efeitos negativos causados pela Covid-19. “Outra ideia seria pensar na mesma solução que outros países apresentaram, com divisórias plásticas para diminuir o contato entre o funcionário e o cliente, o deixando mais confortável. Importante estimular de alguma forma o consumidor a comprar os produtos em pó ou grão para equilibrar o negócio”, completa.

Segundo o Sindicato dos Lojistas de São Paulo, o comércio paulista teve um fluxo de 10 a 20% do movimento normal nos primeiros dias. Já no Ceará, onde bares e restaurantes também foram leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy

Solucionando o mistério da umidade no café verde

A quantidade de água em grãos de café verde é um dos principais indicadores de qualidade – grãos com umidade muito baixa ficam frágeis, envelhecem mais rápido e dificultam a torra; por outro lado, um café com água demais corre o sério risco de ser contaminado por ocratoxina. A porcentagem de umidade ideal adotada pela indústria fica entre 11% e 11,5%.

Embora o produtor tome todos os cuidados para que seu café chegue ao cliente nas melhores condições, muitos compradores têm reclamado de grãos com baixa umidade. Essa situação tem deixado muitos produtores confusos. Eles desconfiam de problemas no transporte e estão até mesmo investindo em novos aparelhos de medição de umidade.

A fazenda Daterra, de Patrocínio (MG), passou por esse impasse no final de 2017: vários clientes reclamavam que, ao medir a umidade dos grãos, as leituras apresentavam números entre 8% e 9%, enquanto as leituras na fazenda mostravam 11% de umidade. Para deixar tudo mais estranho, os clientes diziam que, apesar disso, o sabor do café e o comportamento na torra estavam ótimos.

Para solucionar o mistério foi necessário comparar todas as marcas de aparelhos de medição de umidade: algumas apresentam resultados idênticos, outras variam completamente. Isso acontece porque existem mais de 35 metodologias para medir a umidade de grãos e, ao estudá-las, a equipe de pesquisa da fazenda encontrou a resposta: cada equipamento utiliza uma metodologia diferente e, consequentemente, apresenta resultados diferentes.

É muito comum que as análises de umidade sejam feitas sob uma metodologia chamada Café ou Cafi, baseada na extração da umidade total do grão. Nesse método, o intervalo ideal gira em torno de 11% a 11,5% de umidade. O problema é que muitos dos novos medidores eletrônicos agora são indexados à norma ISO 6673, que exibe resultados leia mais…

TEXTO João Carlos Seixas Reis • ILUSTRAÇÃO Eduardo Nunes

Mercado

Adiada para 2021, Fipan realiza lives com especialistas nesta semana

A Associação dos Industriais de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sampapão), responsável pela realização da Fipan, informou através de um comunicado que o evento presencial marcado para novembro foi transferido para 20 a 23 de julho de 2021, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A Fipan é uma feira de negócios, com foco na panificação, confeitaria e estabelecimentos que atuam no food service.

A decisão foi por conta do cenário instável que a Covid-19 reflete no mundo e a segurança de todos os envolvidos. A organização afirma que está produzindo um conteúdo digital e que ao longo desta semana serão realizadas lives no Instagram @fipan.oficial, com o título Semana Fipan Talks.

Confira a programação:

21/7

18h – Panificação: os cases de sucesso de padaria artesanal – com o chef e proprietário da Escola Império do Cacau, Edu Beltrame e diretor comercial, Ferri Fornos, Rinaldo Camargo.

19h – Confeitaria: a retomada e as oportunidades da confeitaria – com o técnico chocolatier, Clifton Stanley e o chef chocolatier, Alexandre Bispo.

22/07

18h – Panificação: fidelização do cliente e produções sazonais – com o presidente da Associação da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo e proprietário da leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Daniel Ozana/Studio Oz