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Chá Yê! organiza viagem para China e leva entusiastas para conhecer produção de chá

chá yê chá china

Uma viagem dos sonhos para quem gosta de chá. É o que planeja a marca brasileira Chá Yê! para os dias 12 a 24 de abril. A empresa, especializada em chás chineses, está organizando o Tour Chá Yê! 2016, que pretende visitar os jardins de chá do leste da China.

Durante o roteiro, os fãs da bebida terão contato com mestres do ramo, visitarão montanhas, templos, museus e parques, terão a oportunidade de provar dezenas de chás direto do produtor, conhecerão os diferentes processos de produção da folha e irão aprender mais sobre a história da bebida.

chá yê chá china

A visita é conduzida pelos sócios da marca, João Campos e Caio Barbosa (foto acima), experientes na área e em viagens ao país. O tour custa US$3.350,00* e o valor inclui: todos os deslocamentos internos na China, refeições, acomodação (em quartos duplos) e entradas para parques, eventos e museus durante o período do roteiro.

Mais detalhes sobre valores e itinerário em: chaye.com.br

Abaixo, confira um vídeo que mostra uma das viagens da Chá Yê!.

*Os valores serão convertidos em reais com base na cotação da moeda na data do processamento do pagamento.

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação/Chá Yê

Mercado

Evento conecta mulheres que trabalham com cafés especiais

Espresso Degustacao Café Entre os dias 4 e 5 de março, o primeiro encontro Women Connect by Coffee pretende reunir mulheres de todo o Brasil, que trabalham com cafés especiais, para difundir conhecimento, promover a troca de experiências e aprimorar ainda mais a atuação feminina no setor por meio da informação. O evento, organizado por Estela Cotes, barista vencedora do 5º Campeonato Brasileiro de Preparo de Café e sócia da cafeteria Barista Coffee Bar, será realizado na Universidade Positivo, em Curitiba, e contará com palestras com profissionais da área e mesa de cupping. Estão confirmadas as participações de Brígida Salgado, presidente da International Women Coffee Association (IWCA), Marcia Yoko, QGrader e especialista em exportação de café, Julia Fortini, da Academia do Café, e Leo Moço, bicampeão brasileiro de Barista e proprietário do Barista Coffee Bar. Serviço Women Connect by Coffee Data: 4 e 5 de março Local: Universidade Positivo – Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza , 5300, Bloco Azul, Cidade Industrial – Curitiba (PR) Valor: R$ 280 Mais informações: www.sympla.com.br/women-connect-by-coffee__53317

TEXTO Da redação • FOTO Felipe Gombossy/Café Editora

BaristaCafé & Preparos

Método Kono é apresentado em workshop gratuito em São Paulo

kono_filtro_método_café_filtrado Neste sábado (23/1) o método japonês Kono será apresentado em workshop gratuito em São Paulo pela embaixatriz da marca nas Américas, a sul-coreana Younghee Jang. Organizado pela Mundo Café, da barista Paulinha Dulgheroff, de Uberlândia (MG), o workshop será realizado no Sofá Café Pinheiros, das 10h às 12h. O método coado Kono Meimon foi lançado em 1973 pela Kono Coffee Syphon Company, que desenvolvia somente sifões. O Kono Meimon é um filtro cônico que extrai o café por gotejamento e assegura que a água seja distribuída uniformemente no filtro e caia com uma velocidade constante. As ranhuras na metade inferior do cone resultam em bom fluxo de ar para a extração. café_kono_filtrado_coado No Oriente, o método é bem popular, já no Brasil poucos ainda o conhecem. Uma oportunidade de testar diferentes extrações com a embaixatriz Younghee e as baristas Paulinha Dulgheroff e Regina Machado. As inscrições serão feitas por ordem de interessados. Enviar e-mail com nome completo para cursos@sofacafe.com.br. Vagas limitadas. Serviço Workshop Kono Meimon Drip Endereço: Sofá Café. Rua Bianchi Bertoldi, 130, Pinheiros Data: 23/1 Horário: das 10h às 12h Valor: Gratuito Mais informações: cursos@sofacafe.com.br

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação

CafezalMercado

Produção de café em 2016 pode ser segunda maior da história do País

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A produção de café no Brasil em 2016 pode ser a segunda maior da nossa história, aponta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os dados relativos a esse ano foram divulgados nesta quarta-feira (20/1), e apontam uma produção total ente 49,13 e 51,94 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado.

A expectativa da Conab leva em consideração a média de produção (50,5 mi), que coloca esta safra atrás apenas da colheita de 2012, que foi de 50,8 mi. A previsão indica um acréscimo de 13,6% a 20,1% em relação à produção de 43,24 milhões de sacas obtidas em 2015. Uma das explicações para o rendimento é o ciclo de bienalidade do café, que neste ano no Brasil é considerado alto. “A característica dessa cultura faz com que a planta obtenha melhores rendimentos em anos alternados, especialmente o café arábica, e independe de tratamento do solo ou de outras ações tecnológicas”, comenta o texto da Companhia.

Arábica e conilon
Espécie que o País mais produz, o arábica (76,5% de todo café brasileiro) tem estimado em um crescimento de 17,8% a 24,4%. A Conab aponta que sejam colhidas entre 37,74 e 39,87 mi sacas. O resultado deve-se principalmente ao aumento de 67,6 mil hectares da área em produção, à incorporação de novas áreas que se encontravam em formação e renovação e às condições climáticas mais favoráveis.

Já a produção do conilon, que representa 23,2% do total, é estimada entre 11,39 e 12,08 milhões de sacas, representando um crescimento entre 1,8 e 8% em relação à safra 2015. “Esse resultado deve-se, sobretudo, à recuperação da produtividade nos estados do Espírito Santo, Bahia e em Rondônia, bem como ao maior uso de tecnologias”, afirma a Conab.

Regiões produtoras
Para Minas Gerais, maior Estado produtor, a Conab explicou que na região do Sul de Minas (Sul e Centro-Oeste) houve aumento de área e produtividade, que devem refletir numa produção superior à safra anterior entre 26 e 33%. O Cerrado Mineiro (Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste) aumentou sua área e produtividade, o que pode resultar numa produção com crescimento entre 49,5 e 57,8%. A entidade considera também a Zona da Mata Mineira (Matas de Minas, Rio Doce e Central) onde, apesar do leve aumento na área em produção, a produção deve ser 0,2 a 5,4% menor do que a safra anterior, tendo em vista a bienalidade negativa para a cultura nesta safra. Por fim, o Norte de Minas (Norte, Jequitinhonha e Mucuri) deve ter aumento de área e produtividade, com produção superior entre 22,3 e 29,1%.

Já o Espírito Santo, onde mais se produz conilon no Brasil, a Conab tem perspectiva de recuperação de produtividade, com safra superior de 6,9 a 13,5% a 2015. O aumento total no estado é puxado pelos dados do café arábica produzido no sul do estado, com acréscimo de 17,93%.

Apesar do norte do estado, onde há maior concentração do café conilon, em todos os meses analisados, ter sofrido com restrições no desenvolvimento da safra, principalmente, devido às chuvas abaixo da média e às temperaturas elevadas, a Conab afirma que essa restrição pode ter sido amenizada em função da irrigação de parte das lavouras. O resultado é calculado em perda de 0,82% na produção do conilon.

Produtividade
Quanto à produtividade total, a estimativa situa-se entre 24,84 e 26,27 sacas por ha, equivalendo a um ganho de 10,4% a 16,8%, em relação à safra passada. Com exceção de Paraná, Rondônia e região de Matas de Minas, todos os demais estados apresentam crescimento de produtividade. Os motivos são as condições climáticas mais favoráveis nas principais regiões produtoras de arábica, aliadas ao ciclo de bienalidade positiva. A Conab observou os maiores ganhos na região do Triângulo Mineiro, em São Paulo e no Sul de Minas e centro-oeste mineiro.

(Texto publicado originalmente no site CaféPoint)

TEXTO Da redação • FOTO Alexia Santi/Café Editora

Mercado

TAM renova parceria com o Suplicy Cafés para 2016

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A TAM Linhas Aéreas renovou a parceria com o Suplicy Cafés Especiais para 2016. O blend da marca, desenvolvido especialmente para a companhia, continua a ser servido em todos os voos nacionais, também na Classe Econômica, Premium Business, Premium Economy dos voos internacionais para a América Latina, Estados Unidos e Europa e, ainda, na sala vip do grupo Latam no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Desenvolvido em 2013, o processo de escolha do café especial servido a bordo levou cerca de um ano, desde a concepção até a escolha, e foi conduzido pela consultora Isabela Raposeiras, barista, mestre de torra e proprietária da cafeteria Coffee Lab. A bebida é preparada com grãos 100% arábica, cultivados em fazendas localizadas no Cerrado Mineiro e no Sul de Minas, além de propriedades na Alta Mogiana.

O sucesso do grão a bordo entre os clientes foi grande. Mais de 10 milhões de cafés foram servidos nos voos domésticos e internacionais ao longo de 2015.

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação

Café & Preparos

Prova de águas revela diferentes resultados para o café

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Como a água pode afetar o resultado de um café? Nos preocupamos com o melhor grão, com a escolha do método de preparo, em como moer, com a temperatura da água, mas, no fim, derrapamos com a qualidade da água ou com a escolha da água ideal para um determinado café. Já debatemos o assunto algumas vezes na revista Espresso, mas a discussão é ampla, depende de diversas variáveis e sempre rende surpresas. Foi o que aconteceu nesta quinta-feira (7/1), quando nossa equipe provou, ao lado dos baristas Thiago Nego e Regina Machado, nove águas coletadas de diferentes fontes do Parque das Águas de Caxambu (MG). cafe_agua_degustacao

O convite veio de Thiago, que fez a coleta das águas durante a passagem pela cidade mineira no final do último mês de dezembro. Embaladas em garrafinhas compradas no local, as águas foram degustadas uma a uma, in natura, em uma sequência aleatória. A seguir, escolhemos duas águas que se destacaram durante a prova para preparo de um mesmo café, além da água da marca Voss para referência. Confira abaixo as características sensoriais percebidas. agua_degustacao_cafe

Prova I: águas naturais 1 – Fonte Dom Pedro Características sensoriais: doce, carbonatada, sensação de acidez. Origem do nome: o nome é uma homenagem ao Imperador D. Pedro II. Características químicas da água: água mineral carbogasosa, bicarbonatada, alcalina terrosa, fluoretada, radioativa forte.

2 – Fonte Viotti Características sensoriais: salinidade média, frutada. Origem do nome: homenagem ao Dr. Polycarpo Rodrigues Viotti, um médico ilustre que viveu e clinicou em Caxambu. Características químicas da água: água mineral tipo, fluoretada, ferruginosa, carbogasosa e radioativa.

3 – Fonte Venâncio Características sensoriais: doce, salina, corpo macio, certa coloração, com resíduos minerais visíveis. Origem do nome: homenagem a um caxambuense que dedicou grande parte de sua vida ao Parque das Águas, o Sr. Venâncio da Rocha de Figueiredo, que também participou das captações das fontes de Lambari e Cambuquira. Características químicas da água: água mineral alcalina, carbogasosa, alcalino-terrosa-bicarbonatada, cálcica, magnesiana, fluoretada, radioativa.

4 – Fonte Mayrink Características sensoriais: neutra, com finalização seca. Origem do nome: homenagem a Francisco de Paula Mayrink que adquiriu a Empresa das Águas de Caxambu em 24 de maio de 1890. Características químicas da água: água mineral carbogasosa e radioativa, acídulo-gasosa e radioativa.

5 – Fonte Ernestina Guedes Características sensoriais: adstringente, sensação de flúor, coloração turva, salinidade alta. Origem do nome: homenagem à família Guedes que participou do desenvolvimento do município de Caxambu. Características químicas da água: água mineral alcalina bicarbonatada, alcalina terrosa, alcalina terrosa cálcica, alcalino terrosa magnesiana, carbogasosa, ferruginosa, fluoretada e radioativa.

6 – Fonte Beleza Características sensoriais: leite de magnésia, remédio, alta salinidade, dureza alta, finalização persistente. Origem do nome: a fonte, quando voltou a jorrar após algum tempo seca, causou grande surpresa e recebeu então nome de Beleza pela admiração que causava. Características químicas da água: água mineral alcalina bicarbonatada, alcalino terrosa cálcica, alcalino terrosa magnesiana, ferruginosa, fluoretada, carbogasosa e radioativa.

7 – Fonte Duque de Saxe Características sensoriais: alta salinidade, sensação de ferro e acidez. Origem do nome: homenagem ao marido de D. Leopoldina (genro do Imperador). Características químicas da água: água alcalina bicarbonatada, alcalina terrosa, alcalina terrosa cálcica, alcalina terrosa magnesiana, fluoretada, carbogasosa e sulfurosa. Contém enxofre.

8 – Fonte D. Isabel / Conde D’Eu Características sensoriais: salina mais branda que as demais, alta taxa de ferro perceptível pela coloração, carbonatada. Origem do nome: consta que a Princesa Isabel fez uso das águas de uma fonte ferruginosa, localizada no lado esquerdo das margens do ribeirão do Bengo para curar uma suposta infertilidade. Na verdade, as águas ferruginosas da fonte são indicadas para a anemia. Coincidência ou consequência, o fato é que a gravidez imediata contribuiu para a maior notoriedade das águas. Características químicas da água: água mineral bicarbonatada, alcalina terrosa cálcica, alcalino terrosa magnesiana, ferruginosa, carbogasosa, fluoretada e radioativa.

9 – Fonte D. Leopoldina Características sensoriais: carbonatada, herbal, doce, salina Origem do nome: homenagem a Dona Leopoldina, membro da antiga família Imperial Brasileira, filha do Imperador D. Pedro II. Características químicas da água: água mineral, carbogasosa, bicarbonatada, alcalina terrosa, alcalina terrosa cálcica, fluoretada e radioativa.

 

Prova II: duas águas diferentes do Parque das Águas de Caxambu, além da água Voss para referência, para preparo do café catuaí vermelho, do produtor José Alexandre, da comunidade de Forquilha do Rio, de Dores do Rio Preto (ES), processamento natural.

1 – Voss + café Características sensoriais: destacou a acidez do café, a doçura e o corpo médio.

2 – Fonte Dom Pedro + café Características sensoriais: certo amargor, adstringência, baixa acidez.

3 – Fonte Beleza + café Características sensoriais: perda de corpo, doçura e acidez. Certo amargor. As características positivas foram anuladas. Os baristas Thiago e Regina salientam que o resultado não se trata de um aspecto negativo das águas das fontes Dom Pedro e Beleza. “O que aconteceu foi que para este café, neste método de preparo, essas águas não funcionaram. Mas podem render resultados mais satisfatórios com outros cafés ou outros métodos de preparo. Tudo depende. São muitas variáveis e o importante é buscar o que mais agrada o seu paladar e continuar testando para entender o café que você está tomando e como um pequeno detalhe – neste caso, um grande detalhe, a água – pode mudar a bebida na xícara”, diz Thiago Nego. A degustação aconteceu no Sofá Café de Pinheiros, em São Paulo (SP).

A casa oferece o curso “Água: a base de um bom café”, onde são discutidos os aspectos físico-químicos e organolépticos da água. Na aula, o aluno degusta dois cafés diferentes, onde todas as variáveis de preparo são padronizadas. A seguir, um único café é mantido e a única variável é a água, alternada entre sete tipos distintos. O curso é ministrado pela barista e mestre de torra Regina Machado e pela engenheira ambiental, mestre em Hidráulica e Saneamento, Taiana Homobono. As vagas são limitadas.

Serviço Água: a base de um bom café Data: 13 de fevereiro, das 10h às 16h Local: Rua Bianchi Bertoldi, 130 – Pinheiros, São Paulo (SP) Duração: 6 horas (com intervalo de 30 minutos) Número máximo de alunos: 5 Valor: R$ 280,00 à vista ou depósito bancário Inscrições: (11) 3034-5830 ou cursos@sofacafe.com.br.

TEXTO Da redação • FOTO Café Editora

Receitas

Affogato al caffe espresso

Ingredientes
• 4 xícaras de café espresso
• 4 bolas de sorvete sabor baunilha
• 150 g de chantili (sem açúcar)
• 100 g de biscoitos (picados)

Preparo
Coloque o sorvete dentro de um copo de vidro, acrescente o café espresso quente, decore com uma colher de chantili e o biscoito. Sirva imediatamente.

Rende 4 porções

(Receita originalmente publicada na edição impressa da Revista Espresso, referente aos meses de junho, julho e agosto de 2015).

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz/Café Editora • RECEITA Salvatore Loi

BaristaCafé & PreparosMercado

Starbucks passa a oferecer latte macchiato no cardápio fixo de suas cafeterias

Winter_2016-Latte_Macchiato_+_Brownie A partir desta terça-feira (5/1), as lojas Starbucks dos Estados Unidos, do Canadá e grande parte das lojas da América Latina irão oferecer uma nova bebida no cardápio: o latte macchiato. Trata-se de um drinque que combina leite integral vaporizado, uma generosa espuma de leite e espresso. Primeiro, o barista adiciona o leite vaporizado no copo, acrescenta a espuma do leite – uma textura de merengue, segundo a marca – e, a seguir, dois shots de espresso são derramados sobre o creme. Lattes convencionais são preparados em uma sequência distinta, com a adição primeiro do café e depois do leite vaporizado. O preparo dá um pequeno tempo para que o leite possa descansar no copo, o que causa a separação do café, quando é introduzido lentamente ao leite. A pequena diferença, diz a empresa, acentua o sabor do espresso na mistura, que segue com o doce e a cremosidade do leite. Winter_2016-Latte_Macchiato_+_Flat_White A bebida, que passa a integrar o portfólio fixo da marca, na verdade, é um tipo de café com leite já conhecido na Itália, tradicionalmente mais consumido por crianças. No gráfico abaixo, veja a diferença entre as bebidas oferecidas pelas lojas Starbucks. Starbucks_Espresso_Classics  

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação/Starbucks

Receitas

Tortilhas

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Ingredientes
– 1 xícara (chá) de farinha de trigo (use 50% de farinha integral, se preferir)
– 2 colheres (sopa) de manteiga
– 1/2 colher (café) de cúrcuma em pó
– 1/4 xícara (chá) de água
– Sal

Preparo
Misture a manteiga com a farinha, a cúrcuma e o sal até formar uma farofa. Adicione a água, misture novamente até obter uma massa macia. Não precisa sovar. Polvilhe a massa com farinha, cubra com um pano e deixe descansar entre 30 e 40 minutos. Depois, coloque uma chapa de ferro (ou uma frigideira de inox com fundo duplo) para aquecer. Divida a massa em quatro bolinhas e abre-as com um rolo de macarrão em uma superfície lisa e enfarinhada. Quando a chapa estiver quentíssima (temperatura primordial para esse preparo) doure as tortilhas. Espere que elas inchem e vire para dourar o outro lado. Embrulhe as tortilhas em um guardanapo de pano conforme elas ficarem prontas.

Rende 4 porções

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz/Café Editora • RECEITA Rita Taraborelli

Cafezal

Produtores de café de Divinolândia apresentam a região

fazendas_divinolândia_café_cafezal Em sua nova edição, a revista Espresso traz uma reportagem sobre a produção de café na cidade de Divinolândia, interior de São Paulo. O município abriga pequenos agricultores que construíram sua história, encravada nas montanhas da região de Mogiana. Por lá, a agricultura familiar é marcante. Foi com a imigração de europeus, na maioria italianos, entre o fim do século XIX e o início do século XX, que a cafeicultura no lugar começou a tomar corpo. Hoje, a cidade produz até 120 mil sacas por ano. A equipe da Espresso esteve na região para conferir o trabalho intenso dos produtores que hoje estão focados na produção de café de qualidade. Confira os depoimentos de Francisco Sérgio Lange, ex-engenheiro eletricista, secretário da Associação dos Cafeicultores de Montanha de Divinolândia (Aprod) e presidente do Sindicato Rural de Divinolândia, e Maria de Lourdes Cunha de Oliveira, produtora, proprietária do Sítio Recanto, ao lado do marido Adalto Batista de Oliveira. Para saber mais sobre a produção de café em Divinolândia, leia a reportagem completa na revista Espresso, edição impressa, referente aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro.

TEXTO Da redação • FOTO Lucas Albin