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Café perde Luiz Suplicy Hafers, produtor e grande entusiasta do setor

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Luiz Marcos Suplicy Hafers deixou importantes marcas na história do café no Brasil. O santista faleceu nesta quinta-feira (4/8) e será velado nesta sexta-feira (5/8), na cidade de São Paulo, onde morava atualmente. A trajetória de Hafers na cultura aponta para a de um entusiasta. Ele foi presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB) de 1996 a 2002, nasceu em Santos e era de uma família tradicional por fazer negócios envolvendo café desde 1840, período considerado a “era de ouro” da cultura. Sua primeira fazenda foi comprada em 1962, quando tinha 26 anos, no município de Ribeirão Claro, Norte Pioneiro do Paraná.

O cafeicultor foi presidente da APAC – Associação Paranaense de Cafeicultores e fundador da instituição gestora do Museu do Café e do Museu da Imigração, em Santos (SP). O velório ocorrerá em 5/8, a partir das 7h, no Funeral Home, localizado a Rua São Carlos do Pinhal, 376, na Bela Vista, em São Paulo. A partir das 14h, o corpo será levado ao Crematório da Vila Alpina, na Vila Prudente, região leste da capital paulista.

Norte Pioneiro
Hafers criava gado no oeste baiano, onde atuava desde 1989 e participou de grandes reflorestamentos nos anos 70. Mas foi no café que ele se tornou pioneiro no sistema de plantio adensado e referência na região produtora do Norte Pioneiro do Paraná.

Ainda em 2007, a jornalista e diretora de Conteúdo da Café Editora, Mariana Proença, foi até a propriedade de Hafers. Para rememorar a trajetória do cafeicultor, resgatamos a entrevista feita em sua Fazenda Jamaica, no Norte Pioneiro do Paraná:

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NOS ALTOS DE RIBEIRÃO CLARO, A JAMAICA

Fomos ao Norte do Paraná conhecer a propriedade de Luiz Suplicy Hafers, que chega à 46ª safra reunindo tradição familiar e modernidade

TEXTO MARIANA PROENÇA
IMAGEM MANOEL MARQUES

Logo na chegada da cidade os altos e baixos do terreno de Ribeirão Claro dão a pista de que ali se produz café. Encravado em uma região montanhosa do Norte do Paraná e fazendo divisa com São Paulo, o pequeno município foi palco de importantes momentos da história do cultivo da planta. Próximo à entrada da cidade avista-se a ponte Alves Lima sobre o Rio Paranapanema. Construída em 1918 com o intuito de escoar rapidamente a produção de café, tornou-se ponto turístico e patrimônio histórico.

O caminho do café era longo. Depois de passar pela ponte, chegava à Estrada de Ferro Sorocabana e, dali, seguia para o Porto de Santos, distante mais de 400 quilômetros. Na década de 1920, Ribeirão Claro chegou a ter 25 mil habitantes, contra os cerca de 8 mil atuais. Fundada em 1908, reunia povoados formados em sua maioria por italianos. Típico município do interior, abriga uma praça, uma igreja e ainda preserva algumas ruas de pedra, casas de colonos e comércios bem regionais.

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UM SÉCULO NO PARANÁ
Não muito longe do portal de Ribeirão Claro trabalhadores indicam o caminho por uma estreita estrada de terra em direção à Fazenda Jamaica. Conhecida na região, a propriedade, antes usada na engorda de porco para a fabricação de banha, começou a produzir café no início do século XX. Logo na entrada, um grande jardim verde dá destaque à sede, no centro do terreno. A casa data do final do século XIX, quando ainda não tinha água encanada nem luz elétrica. Uma pequena capela, ao fundo, denota ao local um ar bucólico.

Ao chegar à casa, somos recebidos por Luiz Suplicy Hafers, que adquiriu a fazenda em 1962. “Quando comprei, já tinha este nome. Eu suspeito de que, na época, algumas sementes devam ter vindo da Jamaica.” O interesse da família de Hafers pela região começou com o avô, Luiz Suplicy, em 1908, data de fundação de Ribeirão Claro. Suplicy adquiriu a Fazenda Monte Bello – hoje pertencente a um primo de Hafers –, que na década de 1910 produzia uma média de 5 mil sacas ao ano. Atualmente, toda a grande estrutura da Monte Bello, montada com secadores, terreiro e até uma escola, não é mais usada, mas guarda as histórias do lugar.

TRADIÇÃO NÃO ATRAPALHA AVANÇOS
Conversar com Hafers é viajar no tempo e nas histórias do café. Aos 71 anos, o cafeicultor está na 46ª safra. A família, de geração longa, como ele gosta de lembrar (“minha avó viveu até os 108 anos”), é tradicional produtora de café. Mas apesar das antigas construções, as ideias soam novas. Na conversa surgem histórias de muitas realizações, modernas iniciativas e ainda mudanças que ele testa para melhorar a quantidade e a qualidade do café produzido na Fazenda Jamaica.

“A modernidade não pode ser atrapalhada pela tradição. Quando alguém diz ‘meu avô fazia’, esquece. Ele foi um colosso, mas no tempo dele. Você tem que respeitar, mas não ser prisioneiro.” Para colocar em prática essa filosofia, o cafeicultor conta com funcionários antigos, como o descendente de italianos Geraldo Salvador, atual administrador da propriedade e nascido lá. Ao todo, 18 famílias vivem no local e mais de cem funcionários trabalham no período da colheita. “O café exige muita mão-de-obra, algo em torno de 40% a 50% dos gastos de uma propriedade média, como a minha”, explica Hafers.

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A REPRESA QUE ABRAÇA AS PLANTAÇÕES
Pioneiro no café adensado na região, ele mostra os cafezais já carregados com os frutos que em maio estarão prontos para a colheita. Para avistar todos os 140 hectares de plantação é necessário percorrer de carro as pequenas estradas. O proprietário conhece cada talhão – divisões da plantação –, alguns levam nomes ou lembram histórias. A diferença entre o sistema adensado e o tradicional é perceptível à medida que vamos subindo as montanhas, pois alguns cafezais são mais e outros menos espaçados. Aos poucos Geraldo vai abrindo todas as porteiras e adentramos a enorme área.

A região guarda uma bela surpresa. Em meio aos cafezais, quanto mais se sobe o morro, mais se avista uma enorme represa, a Xavantes, que abraça as plantações. Alguns barcos e lanchas circulam pelo local, muito usado pelos paranaenses como lugar de veraneio. Do alto é possível ver as árvores da Fazenda Jamaica, outro projeto que Hafers desenvolve e acredita que colabore para um melhor desempenho do cafezal: a agrofloresta. Para cada hectare plantam-se 25 árvores. “É uma sombra móvel”, explica. A arborização é feita no meio das plantações e no calor intenso torna-se também lugar de refúgio para os trabalhadores.

A conversa estende-se até a sede. Da varanda, repleta de compridos caramanchões, avistam-se o terreiro, o lavador e o descascador, tudo pronto para a próxima safra, que o proprietário acredita que venha carregada de novos frutos e a um preço maior para o produtor. Hafers lembra da safra recorde, em 1998, quando a fazenda produziu 8.800 sacas de café arábica. Hoje, a realidade é outra e ele chega a ter pouco menos da metade: 4.200. Mas não desanima. Gosta de afirmar que o objetivo de todos deveria ser deixar o mundo melhor do que encontrou: “Acredito que estou fazendo a minha parte”.

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TEXTO Da redação e Mariana Proença • FOTO Manoel Marques/Café Editora

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Cafés especiais brasileiros são atração durante a Olimpíada do Rio

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Ações da BSCA promoverão grãos de 10 regiões produtoras. Os cafés especiais brasileiros serão servidos durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro. A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) coordenará trabalhos de promoção dos cafés especiais nacionais, no Espaço Arte do Café, dentro da Casa Brasil, no Píer Mauá.

A BSCA estima que o Brasil produzirá até 8 milhões de sacas de 60 kg de cafés especiais em 2016, o que representa uma fatia de 35,5% da demanda mundial pelo produto, projetada pela Organização Internacional do Café (OIC) em 22,5 milhões de sacas. O principal mercado para os cafés especiais do Brasil são os Estados Unidos, mas os maiores valores pagos pelo produto são obtidos nas vendas para Japão, Coreia do Sul, Austrália e Taiwan. A ação nos Jogos será viabilizada através de parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Sebrae Nacional.

O Espaço irá abranger história, origens produtoras, características e métodos de preparo. “Serão realizadas apresentações individuais dos métodos de preparo e o café selecionado para cada demonstração será oferecido ao público presente. Trata-se do mesmo modelo que utilizamos na Expo Milão, na Itália, também em parceria com a Apex-Brasil, que foi muito bem sucedido”, explica a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira.

Os cafés que serão apresentados são de associados da BSCA e dos pequenos produtores de cafés especiais apoiados pelo Sebrae. “Considerando a diversidade dos grãos, realizaremos apresentações distintas, com explicações sobre as características próprias da bebida e os produtos referentes a cada uma das regiões de produção e que estão à disposição no mercado”, completa. Veja, abaixo, as 10 regiões produtoras selecionadas:

Sul de Minas (MG): Características do café: Sudoeste – corpo médio, acidez alta, adocicado, com notas florais e cítricas; Montanhas – corpo aveludado, acidez alta, adocicado, com notas de caramelo, chocolate, amêndoa, cítricas e frutadas.

* Indicação de Procedência Mantiqueira de Minas (MG): Características do café: (i) Via úmida (cereja descascado/despolpado) – notas cítricas e florais, corpo cremoso e denso, acidez cítrica com intensidade média-alta, doçura alta, finalização longa; (ii) Via seca (café natural) – cítrico, floral, frutado, corpo cremoso e denso, acidez média-alta, doçura alta.

Matas de Minas (MG): a região surgiu para o mercado de cafés especiais após o início da produção dos grãos cerejas descascados. Características do café: corpo médio a encorpado, acidez média, doçura alta, com aroma achocolatado e sabor cítrico.

** Denominação de Origem Cerrado Mineiro (MG): Apresenta clima seco durante o período da colheita, o que faz com que o café sofra menos com a umidade depois de colhido. Conquistou a Denominação de Origem em 2013 e foi a primeira de café do País a receber este reconhecimento.

* Indicação de Procedência Alta Mogiana (SP): Características do café: aroma marcante, frutado com notas de chocolate e nozes, corpo cremoso aveludado, acidez média e muito equilibrada e finalização prolongada, com uma doçura de caramelo e notas de chocolate amargo.

Média Mogiana (SP): Características do café: boa acidez, doçura média, corpo médio, notas de chocolate, castanha e nozes.

Planalto Baiano (BA): Muitas propriedades realizam a colheita seletiva (apenas grãos maduros), o que favorece a produção do café cereja descascado. Características do café: encorpado e aveludado, adocicado, com acidez cítrica, notas de nozes, chocolate e final prolongado.

Montanhas do Espírito Santo (ES): Características do café: encorpado e com acidez de média a alta, doçura e boa complexidade de aromas.

* Indicação de Procedência Norte Pioneiro do Paraná (PR): Características do café: corpo médio, doce, com acidez média e notas de chocolate e caramelo.

Rio de Janeiro (RJ): A produção estadual gira em torno de 350 mil sacas por ano. Características do café: os grãos do Estado possuem características diversas e servem de base para blends de diversos produtos no Brasil.

Serviço
Espaço Arte do Café na Casa Brasil
Local: Píer Mauá, Av. Rodrigues Alves, n° 10, Centro, Rio de Janeiro (RJ)
Quando:
– 06 a 21 de agosto: entre 10h e 20h
– 22 de agosto a 06 de setembro: entre 14h e 20h
– 07 a 18 de setembro: entre 10h e 20h
Mais informações: (35) 3212-4705 / 3212-6302 / exec@bsca.com.br

TEXTO Da redação • FOTO Guilherme Gomes e Tipuana Imagens Aéreas e Alexia Santi/Agência Ophelia - Café Editora

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KitchenAid entra de vez para o mercado de café e anuncia parceria com Suplicy

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A marca de produtos para casa KitchenAid completa 97 anos e começou a atuar no segmento de café neste ano de 2016. Após apresentar a cafeteira automática e a prensa francesa, a KitchenAid lança a Cafeteira de Sifão e o Moedor de Grãos e Temperos, que chegam como opções para consumidores de café de qualidade.

Segundo a gerente da KitchenAid, Renata Herz, a decisão foi tomada baseada em estudos sobre o mercado de cafés e pesquisas com o consumidor brasileiro que identificaram uma tendência de crescimento no consumo do grão e uso de produtos relacionados. “Estamos sempre atentos as necessidades do mercado e também dos nossos consumidores, que possuem diferentes costumes e gostos, por isso a ideia de apresentar novos modelos, além de trazer, com o Moedor de Grãos, a possibilidade de moer em casa, de forma mais artesanal e rápida, seu próprio café.”

Além dos lançamentos, a KitchenAid anuncia parceria com a Suplicy Cafés Especiais. “A iniciativa da KitchenAid de entrar nesse mercado vem em boa hora, porque o cenário é favorável para o segmento. A parceria está alinhada com perfil dos nossos consumidores, que estão cada vez mais interessados em produtos e cafés de qualidade”, afirmou Marco Suplicy, proprietário da marca, que tem 13 anos de mercado.

As marcas irão promover ações em conjunto nos pontos de vendas selecionados pela KitchenAid. Nessas ações, os consumidores que comprarem umas das cafeteiras da marca, levarão para casa um pacote de café Suplicy.

Lançamentos

 

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Cafeteira de Sifão
Opção para quem busca fazer um café com sabor complexo, de forma prática e fácil, com café feito a vácuo. Neste processo, usa-se moagem grossa-média para os grãos de café.

Características técnicas:
– tecnologia de sifão automático, que funciona a vácuo e sem necessidade de manter uma chama para esquentar;
– corpo todo em vidro para observar o processo;
– filtro de aço inox e filtro de pano inclusos e reutilizáveis;
– fechamento magnético;
– capacidade para 1,18L.
Preço sugerido: R$1.399,00

 

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Moedor de Grãos e Temperos
Permite moer em casa os grãos de café de maneira rápida e artesanal. Basta manter a tampa pressionada para alcançar o resultado esperado.

Características técnicas:
– acompanha recipientes separados para moer café e triturar temperos, evitando a contaminação de odores;
– moagem rápida e prática dos grãos em casa, de forma mais artesanal;
– trava de segurança que só permite o funcionamento com a tampa encaixada, evitando acidentes;
– recipiente removível que auxilia o manuseio dos alimentos moídos, além de facilitar a limpeza do produto;
– além de moedor, vem acompanhado por uma tampa para temperar e duas tampas para armazenar, possibilitando guardar o que foi preparado para utilizar em outra ocasião;
– capacidade para preparar grãos de café para até 12 xícaras grandes ou 36 pequenas
Preço sugerido: R$ 649,00

 

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Cafeteira Automática
Para o preparo de um café coado. Neste processo, usa-se moagem média para os grãos de café.

Características técnicas
– com sua função Programar é possível agendar o horário de preparo do café, com até 24 horas de antecedência;
– possui controle de intensidade para controle do café com sabor médio ou forte;
– possui função Pausa que permite retirar a jarra da cafeteira e servir antes que o preparo completo seja finalizado. Uma válvula especial sela a saída de café e impede que caiam gotas por 30 segundos;
Outros benefícios:
– função 1 a 4 xícaras, para preparo de menores quantidades;
– jarra para 1,9L, que corresponde a até 36 xícaras de café;
– mantém o café aquecido por 2 horas;
– display digital em LED com relógio;
– filtro de água de carvão;
– filtro metálico permanente Gold Tone (pode ser substituído por filtro de papel descartável);
– tanque removível.
Preço sugerido: R$ 799,00

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Prensa Francesa
A prensa francesa é um método artesanal, onde o café e a água são misturados e depois separados por um filtro, empurrado por um êmbolo. Neste processo, usa-se moagem grossa para os grãos de café.

Características técnicas:
– com design patenteado, a Prensa Francesa da KitchenAid é a única com balança e timer integrados, garantindo proporção adequada de água e café e tempo correto de imersão do café;
– seu filtro possui revestimento de silicone para evitar a passagem de sólidos;
– design e construção em aço inoxidável com parede dupla garantem melhor retenção de calor, mantendo a temperatura e qualidade perfeitas do café por mais tempo.
Outros benefícios:
– capacidade de 740ml, que corresponde a 15 xícaras de café;
– funcionamento à pilha. A balança e o timer utilizam duas pilhas AAA (inclusas);
– alça confortável;
– filtro de malha metálica incluso.
Preço sugerido: R$ 699,00

Mais informações:
www.amo.kitchenaid.com.br

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação

Mercado

Apps

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Ferramentas que prometem te ajudar no preparo e na degustação do café:

1. Angels Cup
O app permite provar quatro amostras distintas de café simples, sem saber a marca nem a região, e comparar as notas dadas por você e por roasters (profissionais da torra de café) para tentar adivinhar sua origem. A experiência de degustação desenvolve a prática para conhecer diversos sabores da bebida.
Mais informações angelscup.com

2. Aeropress Timer
É uma ótima companhia para a aeropress. O app permite explorar a versatilidade do equipamento, com um passo a passo cuidadoso de receitas. Dois diferentes pacotes dão acesso a preparos extras, com nove apresentados no Campeonato Mundial de Aeropress 2014 e outros sete de algumas das melhores torrefações do mundo.
Mais informações aeropresstimer.com

3. SPRO
O app pretende ser um guia para a xícara perfeita, seja para você que é novo no mundo do café, seja para um coffee lover veterano. Por meio de instruções passo a passo de catorze bebidas essenciais à base de espresso, como cappuccino, latte, macchiato, flat white, entre outras, o software apresenta também a história e a pronúncia de cada drinque.
Mais informações
www.sproapp.com

4. Guia de Cafeterias
O Guia de Cafeterias do Brasil (Café Editora) tem a sua versão digital. O app apresenta mais de 230 lugares em oitenta cidades brasileiras, além de conteúdo completo com Top 20 Cafeterias, lista de Cafeterias Revelação e todas as informações que você precisa para escolher qual espaço visitar. Para facilitar a vida dos apreciadores de café, o guia digital traz a opção da busca por proximidade ou avaliação. É possível checar também os diferentes métodos de preparo de café oferecidos pelo estabelecimento. O aplicativo está disponível para os sistemas Android e iOS, no valor de US$ 0,99 nas lojas on-line.
Mais informações www.guiadecafeterias.com.br/app

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

TEXTO da Redação • FOTO Divulgação

Mercado

Camiseta cafeinada

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O que fazer com o pó de café utilizado no preparo da bebida? Existem algumas formas de reutilização do resíduo, mas a empresa Domestic Stencilworks, da Califórnia, resolveu fazer diferente e criou uma tinta de café para imprimir estampas em suas camisetas por meio de serigrafia. A técnica é exclusiva e dura mesmo após várias lavagens, diz a marca, que usa restos de pó de uma torrefação local.

Mais informações www.domesticstencilworks.com

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

TEXTO da Redação • FOTO Divulgação

Mercado

De olhos nos especiais, Coca-Cola lança Café Leão em grãos e dois tipos de torra

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A Coca-Cola Brasil lança no mercado brasileiro, em 6 de agosto, o Café Leão, produto com grãos 100% arábica, cultivados, torrados e embalados no País, com o objetivo de ampliar o acesso do consumidor à categoria de cafés especiais. O Café Leão marca a entrada da Coca-Cola Brasil no segmento de cafés, por meio da Leão, uma marca de origem brasileira com 115 anos de no segmento de chás e bem aceita pelo consumidor nacional, segundo a empresa. O slogan será “Exportado do Brasil para os Brasileiros” com o objetivo de fazer uma menção aos melhores cafés que ficarão no Brasil e não serão mais só exportados.

Com blend de grãos do Cerrado Mineiro e das Montanhas do Espírito Santo, a produção do Café Leão envolverá uma rede de pequenos e médios cafeicultores das duas regiões. O produto estará disponível em duas torras e, de acordo com a marca, a versão escura apresenta bebida encorpada e equilibrada com aroma e sabor intensos; e a torra média tem aroma e sabor balanceados com dulçor marcante. O Café Leão será o primeiro da companhia no mundo para o consumo em casa, que busca valorizar o ritual do preparo do café. Os cafés serão torrados pela Real Café, um braço do grupo capixaba Tristão.

“O café brasileiro é reconhecido como um dos melhores do mundo. No entanto, combinações de grãos tipo arábica, nossa melhor e mais valorizada espécie de café, dificilmente chegam às casas dos brasileiros porque são em grande parte direcionados ao mercado externo. Leão quer levar para o brasileiro o melhor do café que é produzido aqui”, diz o vice-presidente de Novos Negócios da Coca-Cola Brasil, Sandor Hagen.

Inicialmente, o Café Leão será encontrado no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, com a previsão de chegar aos principais pontos de venda de todo o País a partir de janeiro de 2017. Em setembro, os consumidores brasileiros também poderão adquirir o Café Leão em canais de e-commerce.

“Ao entrarmos nesse mercado, estimulamos o debate sobre o café tipo exportação. A Leão quer expandir a disponibilidade de café de alta qualidade no mercado, aumentando o acesso do consumidor brasileiro a esse tipo de produto, para que esse segmento possa se desenvolver e ajudar no crescimento da categoria no Brasil”, afirma Sandor Hagen.

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O produto está disponível em quatro embalagens: 500g em grãos de torra média, 500g em grãos de torra escura (preço sugerido de R$ 25 cada), 250g moído de torra média e 250g moído de torra escura (preço sugerido de R$ 9,50 cada).

De acordo com Renato Fukuhara, diretor de Marketing de Novas Categorias da Coca-Cola Brasil: “O Grupo Tristão através da Real Café, uma empresa brasileira tradicional no ramo de café com 85 anos de experiência, é nosso parceiro e quem realiza a compra do café diretamente desses produtores, além de ser responsável pela torrefação e envase do Café Leão. Contudo, o blend foi 100% desenvolvido pelo time da Coca-Cola Brasil.”

A divulgação do novo Café Leão está baseada em promover a experimentação do produto. Por isso, em agosto, serão realizadas ações itinerantes em pontos de venda e nas Olimpíadas do Rio serão instaladas máquinas no Parque Olímpico e outras áreas que irão moer café na hora para os frequentadores. A campanha de comunicação – que inclui design das embalagens, experiências de degustação, plataforma on-line, mídia digital e materiais de pontos de venda – foi desenvolvida pela agência Pharus.

“Vamos investir em uma plataforma online para mostrar ao brasileiro como consumir o café especial e a valorizar a experiência do preparo do café, de moer os grãos etc. Além disso, estão previstas ações de distribuição de amostras dos produtos para que os consumidores tenham a possibilidade de experimentar um café de alta qualidade”, antecipa o diretor Renato Fukuhara.

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Com o novo lançamento, a Coca-Cola Brasil soma o café à sua linha de cerca de 140 produtos. A companhia já atua nos segmentos de águas, chás, refrigerantes, néctares, sucos, energéticos e bebidas esportivas, entre sabores regulares e versões de baixa ou zero caloria.

Dentro do processo de diversificação, o Sistema Coca-Cola Brasil está concluindo a compra da Laticínios Verde Campo, de Lavras (MG) – e com isso fará sua estreia no segmento de lácteos no país.

TEXTO Da Redação • FOTO Divulgação

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Leiteira tatuada

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Baristas cansados de suas leiteiras sem graça e sem muita identidade agora podem comemorar. A marca Milk Ink, baseada na Bélgica, criou pitchers tatuadas, que podem também levar desenhos customizados, especiais para os profissionais do café. De acordo com a empresa, a tatuagem é aplicada
na leiteira, feita de aço inoxidável, de maneira permanente e segura para a manipulação de alimentos.

Mais informações www.milkink.net

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

TEXTO da Redação • FOTO Divulgação

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Eventos e cursos de café movimentam São Paulo, Juiz de Fora, Lorena e até Barra Bonita neste sábado

café da manhã O café de qualidade está se espalhando pelo interior do Brasil com mais rapidez. Aquela ideia de que só era possível tomar café bem extraído nas grandes cidades, nas cafeterias especializadas dos centros urbanos, já vem mudando de figura. É também nas cidades do interior que profissionais e apaixonados por café vêm movimentando a cena do interior.

Prepare-se e agende-se para participar dos eventos ou cursos:

Juiz de Fora (MG) Workshop de Métodos de Preparo com Marcelo Giotti A preparação do café em métodos diversificados e as características específicas que apresentam. Aprenda e deguste um café especial nos seguintes métodos: V60 (Hario), Clever, Kalita Wave, AeroPress, French Press, Minipresso, Sifão (Globinho), Moka (Italiana), Ibrik e Mini Coador de Pano. Conteúdo do workshop traz a importância de moer o café na hora, a moagem ideal para cada método e a diferença entre os moedores de cerâmica x lâmina; a qualidade da água e os diferentes resultados e tendências de consumo. Data: 16 de julho (sábado), das 14h às 17h Investimento: R$ 100,00 Local: Maricota – Mister Shopping 2º piso, loja 252 – Juiz de Fora (MG) Inscrições: (32) 3031-6777, na Maricota ou com Marcelo no (32) 98887-5948 ou marcelogiotti@gmail.com café da manhã Barra Bonita (SP) Café dos Brothers Animal 2 Segunda edição do evento com café colonial onde servem bolos, pães, quitutes, sucos, chás e cinco tipos de cafés especiais. O evento é uma iniciativa de Roberto Pimentel com amigos que tem como objetivo arrecadar fundos que serão 100% destinados a Associação Amigos dos Animais de Barra Bonita. Data: 16 de julho (sábado), a partir das 15h Investimento: R$ 10,00 Local: Salão de Festas da Igreja Santo Antônio – Barra Bonita (SP) Inscrições: (14) 99795-1197, com Beto Mais informações Lorena (SP) Curso de Café Caseiro do Malerba Café A cafeteria completa dez anos no Vale do Paraíba. O curso prático aborda as espécies e variedades de café, dicas pra comprar e armazenar os grãos e a importância da água neste processo. Conhecimento sobre moinhos de uso doméstico e a moagem ideal para cada método. E aprendizado sobre café nos métodos de preparo: Hario V60, Clever, Chemex, French Press, Aeropress, Cafeór e Kalita. Data: 16 de julho (sábado), das 8h às 12h e das 14h às 18h Investimento: R$ 250,00 (3x no cartão de crédito) Inscrições: (12) 3153-2002 Local: Salão de eventos do Malerba Café – Lorena (SP) Mais informações chemex São Paulo (SP) Curso de Métodos da True Coffee Brasil Curso de métodos para preparo caseiro de café, com o Barista Ton Rodrigues da True Coffee Brasil. Destinado a qualquer pessoa que tenha interesse em aprender como preparar café em casa. Conteúdo: História do Café, Regiões Produtoras, Moagens e Moedores, Água, Qualidade do Café, Análise Sensorial e Leite Cremoso. Métodos: Hario V60, French Press, Aeropress, Chemex, Clever, Ibrik, Siphon, Moka (Cafeteira Italiana) Data: 16 de julho (sábado), das 9h às 14h Investimento: R$ 160,00 Local: Brooklin – São Paulo (SP) Inscrições São Paulo (SP) 5 anos de Sofá Café e Café Surpresa A cafeteria Sofá Café celebra cinco anos de vida e realiza ação para o público conhecer e degustar as variadas opções do cardápio. Quem optar pelo ‘café surpresa’, por apenas R$5,00 – pode receber desde uma bebida gelada, até uma mistura alcoólica criada pela casa. A promoção é válida até sábado, apenas na unidade de Pinheiros. Data: Até 16 de julho (sábado), de segunda a sexta, das 9h às 18h30 e sábado das 10h às 18h Investimento: R$ 5,00 Local: Rua Bianchi Bertoldi, 130 – Pinheiros – São Paulo (SP) Mais informações São Paulo (SP) Drinques de Café com Cachaça no Urbe Café Bar Kombi da Cachaça Leblon fará uma pausa da Road Trip até o Rio de Janeiro e estacionará em frente à cafeteria Urbe Café para servir drinques preparados pelo mixologista e embaixador da marca Marco De la Roche. Data: 16 de julho (sábado), das 17h às 21h Local: Urbe Café Bar – Rua Antonio Carlos, 404 – São Paulo (SP) São Paulo (SP) Workshop de Latte Art no Octavio Café Aprende a arte de fazer desenhos com leite vaporizado em bebidas à base de café espresso. Para participar é necessário ter conhecimento em extração de espresso e vaporização de leite. Data: 16 de julho (sábado), das 15h às 18h Investimento: R$ 300,00 (5x no cartão de crédito) Local: Octavio Café – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.996 – São Paulo (SP) Inscrições: cursos@octaviocafe.com ou (11) 3074-0110 octavio

TEXTO Mariana Proença • FOTO Daniel Ozana/Café Editora e Divulgação [fotos meramente ilustrativas]

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“Temos que incluir o produtor na relação”

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No começo, ela conta, foi bem desafiador participar da SCAA, pois era uma “jovem organização que tinha que treinar os profissionais de cafeterias e pensar em como fazer para as pessoas tomarem café também em casa. Construir esse relacionamento”. E ainda hoje ela vê o mercado como um grande desafio. Em 2005, após visitar o Brasil anos antes, Linda foi convidada para trabalhar como representante nos Estados Unidos dos cafés produzidos na brasileira Fazenda Daterra, no Cerrado Mineiro. Outro desafio na época. “Dizia aos meus amigos do mercado americano que tinha cafés incríveis do Brasil para provar e eles agradeciam e diziam: ‘Não, eu não bebo café do Brasil’.” Aos poucos ela foi introduzindo a ideia e hoje há uma grande mudança na imagem do nosso grão em outros países. Para Linda, “a tendência é que cada vez mais o consumidor queira se conectar com quem está produzindo o café e o caminho que ele percorre”. A seguir, veja a conversa exclusiva que ela teve com a Espresso.

Por que você começou no mercado de café? Eu era uma apreciadora de chá. Não bebia café porque não gostava do sabor. Um dia, em uma cafeteria na Flórida, tomei um café maravilhoso e descobri que tinha um sabor diferente do que eu provava em reuniões de trabalho. Eu sofria nesses momentos. Descobri então que um café de qualidade, com torra fresca, moído na hora e preparado da forma correta, era uma bebida exótica. E então comecei a Susan’s Coffee and Tea, em 1989. Hoje eu só tomo chá quando estou doente, e sempre depois do primeiro café.

Quando começou no conselho da Specialty Coffee Association of America (SCAA)? Em 1990. Um ano depois que abri a cafeteria. A Associação era uma organização jovem e, como eu e meu marido tínhamos um conhecimento de mercado de outras áreas, pudemos contribuir com nossa experiência. Porque a chave do sucesso de uma cafeteria não é só o produto, mas o produto com foco em lucro. Em 1998 me tornei presidente da Associação. E nosso grupo era incrível, mas tínhamos que investir e pagar com recursos próprios nossas viagens e seminários. Tínhamos dois funcionários e nove pessoas no Conselho da SCAA. Todos trabalhavam muito.

Qual era o principal desafio para a SCAA na época? Era levar o conceito de café especial para dentro da casa das pessoas. Porque, com o trabalho de marketing, as pessoas vão até as cafeterias, mas o consumo dentro de casa do café especial sempre é um grande desafio, porque não é conveniente. Quando você vai ao supermercado e compra leite, laranja, carne, café e vegetais, esse café não é fresco e está a milhas de distância do que você toma na cafeteria. De modo que acho que ainda é o grande desafio.

E o que vocês fizeram? Treinamos os profissionais de cafeterias para introduzir o conceito de café especial em casa. Não somente vender o café, mas construir um relacionamento duradouro. Eu acho que o best website for cialis café é tão íntimo que, quando você opta por ir a uma cafeteria e alguém te faz uma recomendação, você confia muito mais. O barista diz: “Você pode fazer um espresso na sua casa, deixa eu te mostrar alguns caminhos”, e você acredita nele. E também investimos muito no treinamento dos baristas, nos métodos e nas mídias sociais, porque a Colômbia, por exemplo, gastou milhões fazendo o marketing de massa. E acho que a mudança hoje vem através das mídias sociais. Falando sobre café com o consumidor diretamente.

E como você avalia hoje o café especial? Hoje cada país tem uma forma única de fazer café. Por exemplo, você vai ao Japão e é uma celebração a forma de eles servirem. É elegante e bonito. Como presidente da SCAA, nos anos 1990, percebi também quanto os Estados Unidos ditavam as tendências e eram uma referência global. Mas hoje acho que os Estados Unidos devem olhar o que está sendo feito também por outros países. Hoje eu penso que a cerimônia do café, o valor da origem desse café é o caminho. Isso é essencial. Temos que incluir o produtor na relação. Não podemos mais dizer: “Ah, é só o produtor”. Se fizermos isso, a indústria de café vai voltar para onde estava. Quando eu fui presidente da SCAA era muito raro os importadores irem conhecer a origem do café, visitarem os países produtores. Cada um que ia voltava com histórias incríveis. Eu fui à Guatemala e quando retornei queria contar para as pessoas, com entusiasmo, o que eu tinha visto, mas era muito difícil passar todas as vivências. Já em 2002, vim ao Brasil pela primeira vez pela SCAA, visitei a região de Minas Gerais. Eu provei cafés incríveis. E todos ficaram impressionados com a qualidade.

E o consumidor nessa mudança? Penso que o consumidor está mais envolvido com o café que ele está bebendo na xícara e está buscando ter mais conhecimento. Estou falando do consumidor de café engajado. Este quer estar mais conectado com quem produz o café que ele toma. Ele passa então a ter um sentimento de afinidade pela origem do produto de que ele gosta. Os métodos de preparo filtrado são muito vastos hoje e também as monodoses apresentam opções diversas.

E qual é a sua rotina para beber café? De manhã meu primeiro café é para acordar. Gosto dele filtrado. Corro para a cozinha e preparo. Na frente da minha casa vejo um lago, então sento calmamente lá e bebo minha xícara. Assim começa meu dia. No meio do dia, adoro preparar o café na Chemex, acho lindas a cerimônia e a apresentação. Tomo espresso fora de casa, em restaurantes, mas pergunto sempre qual é a marca antes de pedir. Gosto de french press também. Normalmente tomo quatro cafés diariamente, mas, se encontro um parceiro para isso, com certeza bebo mais.

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

TEXTO Mariana Proença • FOTO Guilherme Gomes

Mercado

Xícaras e joias são feitas com borras e grãos de café

Conheça produtos que utilizam o café como matéria-prima

Xícaras feitas com café

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O designer alemão Julian Lechner criou xícaras e pires através de um combinado de borra de café e colas naturais. A marca Kaffeform recicla recursos que seriam descartados. Uma xícara dele, por exemplo, pode ser feita a partir da borra de seis xícaras de espresso. Para tornar o produto durável e próprio para lavar, ele encontrou equilíbrio entre fibras vegetais, borra de café, pedaços de madeira e biopolímeros. Quarenta por cento do composto material é feito a partir da borra de café seca. O designer afirma que pretende lançar o produto para outros países, incluindo o Brasil. 
As xícaras estão disponíveis para 
compra no site www.kaffeeform.com

Joias de café

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Liliane e Simone Santiago, de Londrina (PR), criaram a Biojoias Irmãs Santiago, com produtos artesanais, como colares e brincos. A inspiração veio da visita à cidade de Ibiporã (PR) durante a Rota do Café. Lançada em 2015, a coleção busca traçar um paralelo entre a moda das décadas de 20 e 30 e a atual. Mais informações: www.irmassantiago.com.br

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

TEXTO da Redação • FOTO Divulgação