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Nestlé Indonésia anuncia expansão de capacidade de produção

A Nestlé Indonésia anunciou uma expansão de US$ 100 milhões de suas três fábricas para aumentar sua capacidade de produção atual em 25%. Nos dias de hoje, as fábricas da Nestlé em Karawang, Java Ocidental; Kejayan, East Java; e Panjang, Lampung, produzem café instantâneo Nescafé, cereal infantil Cerelac, bebida de malte chocolate Milo, bem como leite em pó Dancow e Lactogrow.

O investimento destina-se a uma nova linha de produção de bebidas líquidas, como Nescafé e Milo, leite puro esterilizado Bear Brand e temperos Maggi. “Reconhecemos uma oportunidade de negócios cada vez mais favorável na Indonésia, juntamente com a crescente demanda dos consumidores por alimentos e bebidas nutritivas e de alta qualidade da Nestlé. A produção de produtos de valor agregado tem sido um dos nossos esforços para melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável para os indonésios”, afirmou Dharnesh Gordhon, diretor-presidente da Nestlé Indonésia.

“Esta expansão é uma demonstração do compromisso da Nestlé Indonésia em criar valor compartilhado, não apenas produzindo produtos nutritivos e de alta qualidade, leia mais…

FOTO Lucas Albin / Agência Ophelia

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Café de origem mineira e novas lojas são as novidades da Starbucks para agosto

A Starbucks lançou o Single Origin Brazil Minas Gerais, um café cultivado e exportado pela Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé). Segundo Sandra Collier, Coffee Master e Head de Marketing da Starbucks Brasil, a parceria com a cooperativa é de longa data. “A Cooxupé é uma grande exportadora, com 140 fazendas e 80% delas comandadas por mulheres. Nossa ideia é influenciar positivamente onde atuamos e contribuir com investimento, preço justo e total apoio às mulheres”, afirma.

Segundo a Starbucks, o café passou pelo processo natural, torra e acidez médias. Para Sandra, é uma bebida equilibrada, com notas de cereja, achocolatado e um final frutado. Desde 2006 a marca comercializa o Brasil Blend, mas é a primeira vez que foca em um café de origens, ou seja, grãos de uma mesma região, que serão distribuídos em treze países da América Latina como Aruba e Curaçao, Bahamas, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, Trinidad Tobago e Uruguai. “O objetivo é apresentar a qualidade do café brasileiro para estes países”, comenta Sandra.

“Hoje o consumidor busca conhecer mais sobre o café, explorar, e queremos cada vez mais nos conectar com os clientes”, afirma a Coffee Master, que convida o consumidor que deseja aprender um pouco sobre os grãos da Starbucks a visitar as lojas. “Diariamente, a partir das 16h, são realizadas leia mais…

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Gabriela Kaneto

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Juan Valdez lança edição especial de 200 anos da Batalha de Boyacá

Uma bebida equilibrada, acidez média e corpo médio, sabor de pêssego maduro, residual agradável e prolongado, aroma doce e frutado, com fragrância de xarope de pêssego. São essas características que os consumidores da marca Juan Valdez poderão encontrar nos cafés em homenagem aos cafeicultores de Boyacá e Colômbia.

A Federação Nacional dos Cafeicultores (FNC), o Governo de Boyacá e a Procafecol, empresa que administra as lojas Juan Valdez, aderiram a este projeto junto com a Vice-Presidente da República, Martha Lucía Ramírez Blanco, para comemorar este grande aniversário, proporcionando uma excelente edição especial de café.

Os grãos utilizados foram produzidos em cinco províncias de Boyacá. “Boyacá tem 10.900 famílias que produzem este excelente café, que hoje é um orgulho para nós oferecermos ao país e ao mundo. Dessa forma, a Federação continua buscando estratégias que gerem maior rentabilidade para o cafeicultor e uma delas mostra a variedade no país e sua excelente qualidade”, afirmou Roberto Vélez Vallejo, Gerente Geral da FNC.

Camila Escobar, presidente da Procafecol, disse que essa é uma comemoração muito especial. “200 anos da batalha de Boyacá. Essa é a contribuição dos cafeicultores leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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5ª edição do Festival Santos Café bate novo recorde de degustação

Foto: Fabrizio Neitzke

Realizado na primeira quinzena do mês, de 5 a 9 de julho, no Centro Histórico de Santos (SP), o Festival Santos Café reuniu moradores, turistas da capital paulista e visitantes de outros estados interessados em bons cafés e em novidades do setor.

Após servir 35 mil cafés em 2018, a edição deste ano bateu um novo recorde: foram 77 mil cafés degustados! De acordo com dados levantados pela Secretaria de Turismo da cidade, 65,1% dos participantes visitaram o Festival pela primeira vez, um aumento de 8,4% em relação ao ano passado.

Foto: Alex Rosa

As marcas participantes nesta 5ª edição foram Café Santa Monica, Orfeu Cafés Especiais, Revo Coffee, Grupo Utam, Swiss Coffee e D’Sá Cafés, Geek Baristas Coffee, Tia Ada Cafeteria, Academia do Barista, Da Hora Bike, Bravo Café e Rei do Café.

O objetivo do evento é promover o turismo e o café na cidade santista. Para isso, a programação, que é voltada para gastronomia e cultura, conta com a realização de oficinas, exposições, shows, feiras e visitas monitoradas.

TEXTO Redação

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UFRGS transforma cápsulas de café em materiais para construção civil

Muito utilizadas por sua praticidade, as cápsulas de café vêm ganhando cada vez mais espaço no setor. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o consumo de café em cápsulas cresce 9% ao ano, mais do que o café como um todo, que tem uma média anual de aumento de 3,5%. Apesar de sua popularidade, muitos dos consumidores ainda realizam um descarte irregular das cápsulas, gerando prejuízos ao meio ambiente.

Pensando nessa questão, alunos do curso de engenharia de materiais, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), desenvolveram um processo de reciclagem onde transformam esses pequenos objetos, compostos por plástico e alumínio, em placas e chapas que podem ser usadas na área da construção civil e em artigos domésticos, como pisos e bancos.

“Primeiramente selecionamos bastante material, analisamos a composição química deles e verificamos que mais de 90% é material polimérico e materiais termoplásticos, que fundem com o leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Lucas Albin / Agência Ophelia

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Solúvel brasileiro ganha marca única para promoção mundial

Você sabia que o café solúvel surgiu em 1901? O químico japonês Satori Kako, inventou um café em pó instantâneo, vendido na Exposição Pan Americana de Nova York. Foi muito consumido durante a Segunda Guerra Mundial e chegou ao Brasil em 1953. Mas foi a partir da década de 1960, que a produção no país surgiu. Desde então, o Brasil é líder mundial de produção e exportação de café solúvel.

No primeiro semestre de 2019, as exportações brasileiras de café solúvel aumentaram em 9,6% em volume, quando comparado com o mesmo período do ano passado, totalizando o equivalente a 1.861.793 de sacas de 60 kg. A receita cambial acumulada no período foi de quase US$ 275 milhões. Os principais destinos foram Estados Unidos, Rússia, Indonésia, Japão e Argentina.

Pensando em divulgar cada vez mais ao consumidor o café solúvel, a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel, ABICS, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, ApexBrasil, lançaram na manhã de hoje leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy/Divulgação

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Fórum Mundial de Produtores de Café é palco de debates difíceis sobre o futuro da cafeicultura

Realizado entre os dias 10 e 11 de julho, em Campinas (SP), no Royal Palm Plaza, o evento bianual chegou à segunda edição com muitos desafios. Depois de ser lançado na Colômbia, organizado pela Federação de Cafeicultores daquele país, o Fórum Mundial de Produtores de Café veio ao Brasil com a intenção de debater os principais desafios da cafeicultura mundial. Em um momento em que o preço do café está muito baixo, este foi o principal tema nos corredores e nas palestras. Com realidades bem distintas entre as 25 milhões de famílias que cultivam café ao redor do mundo, no chamado cinturão cafeeiro, as soluções não poderiam ser genéricas.

Por isso a missão dada ao economista Jeffrey Sachs, Diretor do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Instituto de la Tierra da Universidade de Columbia, era bem desafiadora: criar proposições para melhorar os rendimentos dos pequenos produtores de café através de uma análise econômica e política. A conclusão dada pelo consultor foi de que “os preços de café atuais não estão distantes do equilíbrio entre oferta-demanda de longo prazo”. Sua análise foi baseada no crescimento de Brasil e Vietnã, que tiveram juntos 83% de aumento de produtividade desde 1995 enquanto outras regiões estagnaram em produtividade.

Jeffrey Sachs, Diretor do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Instituto de la Tierra da Universidade de Columbia

Com as mudanças climáticas e o aquecimento global de 0,3 graus em dez anos, Sachs prevê que “se houver um aumento de temperatura de 2 graus celsius até 2050 será impossível produzir café. Se isso acontecer, grandes áreas serão prejudicadas. Colômbia, Índia, Malásia, Costa Rica, Madagascar e Tailândia serão os países mais afetados com a crise climática”. E chegamos ao ponto crucial da proposta de Sachs: “Quem tiver capital para fazer essa transformação é quem vai conseguir mudar. Se o aquecimento global continuar, muitos países sairão da produção.”

O grande momento esperado da apresentação de Sachs eram as soluções para a melhoria de rendimento de produtores. Eis que a proposta do consultor foi inesperada pela maioria: a sugestão de criar um Fundo Global do Café, que seria co-financiado por empresas privadas e públicas em busca de cumprir, em todas as áreas produtivas de café, com as metas leia mais…

TEXTO Por Mariana Proença, colaborou Natália Camoleze, de Campinas (SP) • FOTO Mariana Proença

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Será que é possível perceber o equipamento em que é torrado o café?

Roaster Camp of Brazil 2019 respondeu essa e outras perguntas durante uma semana de curso no Centro de Qualidade do Café do IAPAR, em Londrina, Paraná

A Revista Espresso chegou ao Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) – um dos mais importantes centros de pesquisa de café do Brasil – em uma sexta-feira (28/6) para acompanhar o Roaster Camp of Brazil. A turma de 40 alunos participantes do curso – já entrosada – preparava cafés em máquinas de espresso e métodos de infusão. Profissionais de diferentes lugares do Brasil e internacionais trouxeram seus cafés para trocar experiências sensoriais com os colegas.

Pelo segundo ano, o evento, realizado pela Capricornio Coffees, grupo com sede em Piraju (SP), promove o encontro de torrefadores do mercado em atividades de palestras, desafios, testes técnicos, provas de café e aulas com os finalistas internacionais do Campeonato Mundial de Torra, organizado pela World Coffee Events (WCE) e também mestres de torra renomados que são convidados leia mais…

TEXTO Mariana Proença, de Londrina, Paraná • FOTO Mariana Proença/Café Editora

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ABIC anuncia novo Diretor Administrativo

Na última semana, o Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), Ricardo de Sousa Silveira, anunciou o nome contratado pelo Conselho de Administração para atuar no cargo de Diretor Administrativo da Associação.

Celírio Inácio da Silva trabalhou durante 24 anos na área comercial e administrativa da indústria de café, desenvolvendo ações junto ao grande varejo. Ainda segundo o comunicado, ele “contribuirá para o sucesso do Projeto de Modernização da ABIC, aproximando-a, cada vez mais, das necessidades dos associados, além de colaborar para o desenvolvimento de programas e projetos que conduzam ao crescimento dos negócios e valorizem o café como produto”.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Nescafé lança cafés para métodos coados

A Nescafé chegou ao Brasil em 1953 e neste mês, pela primeira vez, traz ao mercado o café moído para o preparo nos métodos coados, com as linhas Gold e Origens do Brasil. As novidades estão disponíveis nas versões solúvel (em vidro) e para método coado (em lata 100% reciclável).

A linha Gold conta com três blends 100% arábica, separados por intensidade. Segundo a marca são: Suave (intensidade 6), um café com notas frutadas; Equilibrado (intensidade 8), café de corpo denso; e Intenso (intensidade 9), encorpado com notas de caramelo. A linha traz ainda dois cafés solúveis liofilizados, em uma versão que ao ser preparado apresenta uma crema semelhante ao espresso.

Já a linha Origens do Brasil tem o intuito de valorizar as regiões produtoras da Chapada Diamantina (BA), São Sebastião do Paraíso (Sul de MG) e Serras do Alto Paranaíba (MG). A marca separou as características do café por região: Chapada Diamantina, de altitude média e temperatura amena, traz um café com notas de frutas amarelas. A região de São Sebastião do Paraíso apresenta notas de frutas vermelhas, típico de grãos cultivados em altas altitudes e clima montanhoso.  Já as Serras do Alto Paranaíba, com seu clima seco, apresenta um café mais intenso, com notas de caramelo e chocolate.

A Nescafé realizou um evento que uniu gastronomia e tecnologia em uma experiência que apresentava desde a plantação de café até a xícara através de diversos momentos. “Queremos transportar nossos convidados para este universo único e encantador, desde a origem do café nas fazendas, e reproduzir o caminho e sensações envolvidos até que chegue à xícara. Vamos demonstrar o nosso apoio ao cultivo com respeito e apresentar nossa linha de cafés especiais, para auxiliar o consumidor em sua relação com o café e que ele se surpreenda com cada uma das etapas”, conta Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé Brasil.

Até o dia 19/8 a marca estará com um estande no Shopping JK (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia), em São Paulo, em que é possível conferir os lançamentos.

Mais informações: www.nescafe.com.br

TEXTO Redação • FOTO Divulgação