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Pesquisa conclui que mudanças climáticas afetam a produtividade e a qualidade do café

Um novo estudo concluiu que as mudanças ambientais associadas às mudanças climáticas e à adaptação ao clima podem, de fato, afetar a qualidade do café. As descobertas têm implicações para os consumidores que preferem cafés de alta qualidade, fazendeiros e produtores que dependem tanto do volume quanto da qualidade para sua renda, e todos os outros envolvidos no processo do grão à xícara.

A equipe de pesquisadores por trás do estudo analisou cerca de 1.600 artigos científicos de revisão por pares publicados neste século, identificando 73 para uma revisão abrangente em torno da questão: quais são os efeitos dos fatores ambientais relacionados às mudanças climáticas e às condições de manejo ligadas à adaptação do clima sobre a qualidade do café com base em metabólitos secundários e atributos sensoriais?

Em termos leigos, isso pode ser: como as mudanças climáticas estão afetando a qualidade do café? Os pesquisadores descobriram duas tendências claras: 1) o sabor e o aroma do café melhoram quando o café é cultivado em altitudes mais elevadas; e 2) o aumento da exposição à luz está associado à diminuição dos atributos sensoriais.

Os pesquisadores também descobriram que a qualidade do café é afetada por mudanças na quantidade de água que a planta recebe, temperatura, níveis de dióxido de carbono e gestão de nutrientes no solo – todos os quais são potencialmente afetados pelas mudanças climáticas e adaptação.

“Um melhor entendimento da relação entre clima e qualidade do café está atrasado e será essencial para que a indústria de cafés especiais se adapte aos desafios que enfrentamos e prospere no futuro”, disse Peter Giuliano, diretor executivo da Coffee Science Foundation, um braço de pesquisa sem fins lucrativos da Specialty  Coffee Association (SCA). leia mais…

TEXTO As informações são do Daily Coffee News / Tradução Juliana Santin

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Instituto Biológico comemora 94 anos com evento gratuito e aberto ao público

O Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, comemora 94 anos. No próximo domingo (21), às 10h, a população poderá participar de visitas monitoradas ao cafezal urbano do Instituto, considerado um dos maiores do mundo, conhecer a exposição Planeta Inseto, único zoológico de insetos do Brasil, e brincar em um espaço ao ar livre. O evento é gratuito.

O Instituto Biológico é referência em pesquisas na área de sanidade animal e vegetal, além de proteção ambiental e pragas urbanas. Neste mês de novembro, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo também celebra seus 130 anos.

De acordo com a diretora do Instituto Biológico, Ana Eugênia de Carvalho Campos, o evento de comemoração ao aniversário do IB é realizado em conjunto com a comunidade, por meio do jornal Pedaço da Vila, Feira do Bem, Associação dos Moradores da Vila Mariana e da República da Vila Mariana.

“O IB sempre teve por princípio essa aproximação com a comunidade e nada mais justo que comemorar essa data tão importante com a participação da população, que se beneficia direta ou indiretamente das nossas pesquisas. Resolvemos fazer esse evento neste momento em que temos altos índices de vacinação da população e melhora nos indicadores da pandemia, mas respeitando todo o protocolo contra a covid-19, como o distanciamento, uso de máscaras e de álcool em gel, ambiente aberto e bem ventilado”, afirma.

O evento contará com mais de 60 barracas de produtos autorais de artesãos ligados a Feira do Bem, praça de alimentação com food trucks e música ao vivo. Para as crianças, haverá brincadeiras, brinquedões e oficinas espalhados pelos jardins do IB.

“O público poderá fazer visitas monitoradas ao nosso cafezal urbano, matar a saudade da exposição Planeta Inseto, além de ter a oportunidade de conhecer o trabalho dos pesquisadores das leia mais…

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Cerrado Mineiro leva a melhor no Cup of Excellence – Brazil 2021 com café de 90.50 pontos

Através de transmissão ao vivo pelo YouTube, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) divulgou os resultados do Cup of Excellence – Brazil 2021 na tarde desta quinta-feira (18). A apresentação ficou por conta de Vanusia Nogueira, diretora executiva da BSCA.

Dos 40 cafés finalistas deste ano, duas amostras foram desclassificadas por apresentarem xícara riada. Dentre os que permaneceram no concurso, nove entraram na lista dos National Winners, que consiste em cafés com média acima de 86 pontos, mas abaixo de 87. Já os demais, com notas acima de 87 pontos, se enquadram como COE Winners.

As dez primeiras colocações foram compostas por seis origens diferentes e cinco variedades de café, sendo seis naturais e quatro via úmida. O grande campeão da edição foi o produtor Vitor Marcelo de Queiroz Barbosa, da Fazenda Cachoeira, de Carmo do Paranaíba, no Cerrado Mineiro. Vitor chegou ao primeiro lugar com um catuaí amarelo de via seca, que marcou 90.50 pontos.

Vanusia Nogueira e a família de Vitor Marcelo de Queiroz Barbosa, vencedor do Cup of Excellence 2021

“Nós temos uma pluralidade muito grande e esse é um ponto que a gente sempre coloca pelo mundo. O que o comprador quiser, nós temos aqui no Brasil para oferecer. E podemos oferecer tudo isso com consistência, qualidade e terroir diferentes, características de sabor extremamente diferentes durante todo o tempo”, disse Vanusia durante o anúncio.

Confira abaixo a colocação dos 38 finalistas do Cup of Excellence 2021:

1º Vitor Marcelo de Queiroz Barbosa – DBarbosa Coffee/Fazenda Cachoeira – Cerrado Mineiro – 90.50
2º Luiz Paulo Dias Pereira – Fazenda do I.P. – Mantiqueira de Minas – 90.14
3º Pedro Brás – Sítio São Pedro – Sul de Minas – 89.43
4º Wedson Marques de Souza – Fazenda Ressaca – Chapada Diamantina – 89.18
5º Antonio José Junqueira Vilella – Fazenda São Benedito – Mantiqueira de Minas – 89.11
6º José Renato Rodrigues Alves – Chácara Vista Alegre – Chapada Diamantina – 89.07
7º Matheus Lopes Sanglard – Fazenda Serra do Boné – Matas de Minas – 88.93
8º Ricardo Vagne Ignotti – Fazenda Santo Antônio – Cerrado Mineiro – 88.89
9º Simone Sampaio Silva – Sítio Jardim das Oliveiras – Matas de Minas – 88.68
10º José Danilo Braga – Sítio Batista – Mantiqueira de Minas – 88.68
11º Tuca Dias – Fazenda Santa Alina – Vale da Grama – 88.17
12º Marie Nakao Sasaki – Fazenda Catanduva II – Cerrado Mineiro – 88.17
13º Edson Junior de Miranda – Sítio Matinha – Matas de Minas – 88.13
14º Glycia Carneiro – Sítio Monte Alegre – Mantiqueira de Minas – 88.10
15º Homero Teixeira de Macedo Junior – Fazenda Recreio – Média Mogiana – 88.10
16º Waldemar Ferreira de Paula – Vista Brigadeiro – Matas de Minas – 87.87
17º Silvio Leite – Fazenda Cerca de Pedra São Benedito – Chapada Diamantina – 87.87
18º Amarildo Corsi da Silva – Fazenda Campo Alegre – Chapada Diamantina – 87.83
19º Osman Chirgo Martins – Sítio Rochedo – Matas de Minas – 87.83
20º Valgleber S. Santos Mafra – Fazenda Pedro Rodrigues – Chapada Diamantina – 87.83
21º Nathan Lopes Sanglard – Sítio Mutuca – Matas de Minas – 87.80
22º Claudia Maria Carneiro Bustamante – Fazenda Pedra Preta – Mantiqueira de Minas – 87.67
23º Fazenda Sertãozinho LTDA – Fazenda Rainha – Média Mogiana – 87.47
24º Paulo Henrique Miranda – Sítio da Serra – Matas de Minas – 87.40
25º João Batista dos Santos – Sítio São João – Matas de Minas – 87.33
26º Florentino Meneguetti – Sítio Rancho Dantas – Montanhas do Espírito Santo – 87.33
27º Maria Rogéria Costa Pereira – Fazenda Irmãs Pereira – Mantiqueira de Minas – 87.30
28º Lindolfo Martins de Assunção – Sítio Santa Barbara – Chapada Diamantina – 87.17
29º Marina Brito Oliveira – Fazenda Ponte Alta – Mantiqueira de Minas – 87.10
30º Luiz Flávio Pereira de Castro – Sítio Serra Azul – Mantiqueira de Minas – 86.97 National Winner
31º Odilia Aparecida Miranda Ribas – Sítio Esperança – Matas de Minas – 86.97 National Winner
32º Amador Dias Filho – Fazenda Criciuma – Matas de Minas – 86.83 National Winner
33º José Aparecido dos Santos – Sítio Rancho – Chapada Diamantina – 86.73 National Winner
34º Elton Rodrigues de Lima – Sítio Serra das Cabeças – Matas de Minas – 86.63 National Winner
35º Ronis Pasti – Vale Café Quality – Montanhas do Espírito Santo – 86.57 National Winner
36º Salvador da Paixão Mesquita – Chácara São Severino – Chapada Diamantina – 86.53 National Winner
37º William Dalvi Sartori – Sítio Alto Bateia – Montanhas do Espírito Santo – 86.47 National Winner
38º José Roberto Cintra – Sítio das Aroeiras – Alta Mogiana – 86.37 National Winner

Para assistir a cerimônia de premiação completa do Cup of Excellence – Brazil 2021, clique aqui.

TEXTO Gabriela Kaneto

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Conheça as principais regiões produtoras de café do Brasil no 26º episódio da websérie da BSCA

Na quarta-feira (17) acontece o lançamento do 26º episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

O vídeo traz informações sobre as principais regiões produtoras de café do Brasil, contadas através de pessoas locais que explicam sobre a singularidade de cada ambiente e cultivo. Os convidados foram: Francisco Lentini, Q-Grader; Henrique Cambraia, da Cambraia Cafés; Luiz Saldanha Rodrigues, da Capricornio Coffees; Henrique Sloper, da Camocim Organic; Carmem Lucia Chaves de Brito (Ucha), das Fazendas Caxambu e Aracaçu; Gabriel Nunes, da Nunes Coffee; Wellington Carlos Pereira, da Cocarive; Enrique Alves, da Embrapa Rondônia; César Viana Klem, da Klem Company; José Renato Rodrigues Alves, da Chácara Vista Alegre

Movimento da xícara ao grão

Com novos episódios lançados às quartas-feiras no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto busca levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Com o intuito de aproximar as pontas do setor, a websérie conta com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Agência Ophelia

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Produtores de Minas Gerais, Espírito Santo e Rondônia vencem o Coffee of The Year 2021

Preparados para os melhores cafés do ano? Nesta sexta-feira (12), foram divulgados os vencedores de um dos principais concursos de café do País, o Coffee of The Year 2021. Este ano, o prêmio recebeu 400 amostras de diferentes regiões produtoras, divididas em quatro categorias: arábica, canéfora, fermentação induzida arábica e fermentação induzida canéfora.

O anúncio foi feito no último dia de Semana Internacional do Café, realizada em Belo Horizonte (MG) entre os dias 10 e 12 de novembro. Além da nota composta por provadores Q-Graders e R-Graders de HUBs localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rondônia, Rio de Janeiro, Curitiba, Bahia e Paraná, o público presente na feira pôde degustar as amostras às cegas e votar em suas favoritas.

Grandes campeões!

Nesta edição, o vencedor da modalidade arábica é de Patos de Minas (MG): o produtor Elmiro Alves do Nascimento, da Fazenda Santiago. Em segundo lugar ficou o campeão de 2020, Thiago Dias Douro, do Sítio Denizar, de Marechal Floriano (ES).

Na categoria canéfora, o ganhador já é conhecido: Luiz Claudio de Souza, do Sítio Grãos de Ouro, de Muqui (ES). Com essa vitória, Luiz Claudio se consagra tricampeão do Coffee of The Year! Em seguida, o segundo lugar foi para Rondônia, com Deigson Mendes Bento, da Café Don Bento, de Cacoal.

Pelo segundo ano, as fermentações induzidas foram premiadas como menções honrosas. Na fermentação induzida arábica, o café campeão é o da produtora Sandra Lelis da Silva, do Sítio Serra, de Araponga (MG). Já na fermentação induzida canéfora, o troféu foi para Poliana Perrut de Lima, da Chácara Paraná, de Novo Horizonte D’Oeste (RO).

Confira abaixo as colocações das quatro categorias:

Arábica

Elmiro Alves do Nascimento – Fazenda Santiago – Patos de Minas (MG)
Thiago Dias Douro – Sítio Denizar – Marechal Floriano (ES)
Ronaldo Pansini – Sítio Mata Fria – Conceição do Castelo (ES)
Enos Cortez Emerick – Sítio Cortez – Alto Caparaó (MG)
José Alexandre – Fazenda Forquilha – Espera Feliz (MG)
Beatriz Aparecida de Souza Guimarães – Quintais de Guimarães – Patrocínio (MG)
Altilina Lacerda – Sítio Forquilha do Rio – Dores do Rio Preto (ES)
Leonardo Gonçalves – Sítio Ao Leu – Dores do Rio Preto (ES)
Eliane Franco – Fazenda Boa Esperança – Bragança Paulista (SP)
10º Paulo Finamore – Sítio Finamore – Poço Fundo (MG)

Canéfora

Luiz Claudio de Souza – Sítio Grãos de Ouro – Muqui (ES)
Deigson Mendes Bento – Café Don Bento – Cacoal (RO)
Dione Mendes Bento – Café Don Bento – Cacoal (RO)
Luciano Dutra Pimenta – Fazenda Bonfim – Afonso Cláudio (ES)
Lucian Cicero Medeiros – Sítio Medeiros – Santa Rita do Itueto (MG)

Fermentação Induzida Arábica

Sandra Lelis da Silva – Sítio Caminho da Serra – Araponga (MG)
Patrícia Borges – Fazenda Fortaleza dos Borges – São Gonçalo do Sapucaí (MG)
André Freitas – Fazenda São Francisco – Patrocínio (MG)

Fermentação Induzida Canéfora

Poliana Perrut de Lima – Chácara Paraná – Novo Horizonte D’Oeste (RO)
Alessandra Inácio Lopez Frez – Sítio Santo Antônio – Novo Horizonte D’Oeste (RO)
Geanderson Gambarte Vieira – Sítio Flor do Café – Novo Horizonte D’Oeste (RO)

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Veronica Manevy

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Produtividade na cafeicultura pode aumentar em 17% com polinização assistida

Foto: Damien Tupinier

A técnica de polinização assistida envolvendo abelhas tem trazido resultados positivos para o meio ambiente e também para os produtores de café. Dados apresentados pela pesquisadora e coordenadora técnica da Empresa Eleve P&D/Agrobee, Joyce Dias, mostram que a alternativa sustentável possibilita aumento de 17,1% na produção por hectare, entre outros benefícios. “Temos uma melhora na qualidade do grão e da bebida e redução do abortamento na fase crítica. A planta segura o grão polinizado”. 

O processo desenvolvido pela empresa consiste em levar colmeias de espécies comprovadamente adequadas para as lavouras na época da florada para realizarem a polinização. As abelhas são retiradas assim que as flores murcham. “Tudo isso pode ser feito por aplicativo que conecta quem precisa das abelhas, no caso o produtor, com quem tem as abelhas. Elas não são nossas. Pelo sistema, geramos uma segunda fonte de renda para os criadores, com o aluguel das colmeias”, explicou Joyce.

A coordenadora também revelou a parceria da Aplebee com Nescafé Origins do Brasil neste ano para produção de café a partir da polinização pelas abelhas envolvendo três regiões de Minas: a Chapada Diamantina, Cerrado Mineiro e Sul de Minas.

O assunto fez parte da palestra “Alternativas para a agricultura moderna”, um dos destaques do Fórum da Cafeicultura Sustentável, da Semana Internacional do Café (SIC), na quinta-feira (11), que reuniu diferentes especialistas para debater opções mais sustentáveis.

No contexto de verificar novos rumos para a cafeicultura, o geologista e pesquisador da Embrapa, Eder de Souza Martins, destacou a importância do solo para a agricultura moderna, destacando os processos químicos como a rochagem ou remineralização, que consiste na fertilização a partir dos nutrientes das rochas.

Segundo o especialista o fenômeno aumenta o potencial produtivo e a qualidade da produção e beneficia tanto o terreno, quanto as plantas, que conseguem absorver esses nutrientes do solo. “A remineralização também está relacionada ao rejuvenescimento, uma renovação do local”, acrescentou.

Cafeicultura orgânica

Um dos principais destaques da agricultura moderna, a cafeicultura orgânica, também foi assunto no painel. Com 30 anos de experiência no cultivo de cafés orgânicos, a produtora Miriam Aguiar, da Fazenda Cachoeira, localizada em Santo Antônio do Amparo e uma das pioneiras na área, debateu a importância de pensar o conceito de modernidade na agricultura. “O moderno envolve interdependência e deve conectar quem produz com quem consome, diferente daquela cafeicultura de commodities do passado, que era voltada para o comércio”, explicou. 

Foto: Agência Ophelia

Segundo a produtora não adianta apenas buscar novas soluções para minimizar os problemas existentes, mas mudar conceitos. “Para mim uma cafeicultura moderna tem que produzir mais diversidade, não é monocultura, não é substituir insumos. O modelo que a gente acredita e tem trabalhado é uma cafeicultura orgânica que unirá produção de frutas e outros alimentos, além de envolver o turismo. É pensar o conceito de um sistema vivo, entender como ele funciona”. 

Para o mediador Leonel Satiro de Lima – Coordenador Técnico Regional de Meio Ambiente da Emater MG, que abriu a palestra com algumas questões do conceito de modernidade e os processos de mudança, “as alternativas que são encontradas para a agricultura, para a cafeicultura moderna precisam estar de acordo com a natureza”. 

Semana Internacional do Café

A SIC está sendo realizada em formato híbrido e termina na sexta-feira (12). O credenciamento pode ser feito pelo site. A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), da Café Editora, do Sebrae e do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).

Realizada desde 2013 em Belo Horizonte, capital do maior estado produtor do país, a SIC tem como foco o desenvolvimento do mercado brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés nacionais para o consumidor interno e países compradores, além de potencializar o resultado econômico e social do setor. Em 2020, primeiro ano da pandemia, a SIC 100% Digital foi um grande sucesso. Teve 25 mil acessos, de 58 países e mais de 70 horas de conteúdo e 176 palestrantes com grande relevância no mercado nacional e internacional.

A edição deste ano tem patrocínio master Nestlé e Sistema Ocemg, patrocínio specialty Sicoob e 3Corações Rituais, patrocínio premium Melitta, patrocínio standard Yara, Mosaic Fertilizantes, QIMA/WQS e Banco do Brasil.

Cafezal

Conheça os 45 produtores finalistas do Coffee of The Year 2021

A Semana Internacional do Café começou nesta quarta-feira (10) no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Ao fim deste primeiro dia, foram anunciados os 45 finalistas do Coffee of The Year 2021, um dos principais concursos do setor. Clique aqui e confira a lista dos classificados nas quatro categorias

A SIC acontece presencialmente e na plataforma digital até sexta-feira (12). Até o final, as garrafas com as amostras finalistas ficarão disponíveis no Expominas para o público da feira degustar às cegas e votar na favorita. O anúncio dos campeões acontecerá no último dia de evento, às 18h30. Acompanhe ao vivo!

TEXTO Redação • FOTO Nitro Histórias Visuais

Cafezal

Coffee of The Year 2021: Confira as 200 amostras classificadas!

Na última quarta-feira (3), a organização do Coffee of The Year divulgou as 200 amostras classificadas da edição de 2021! Os cafés selecionados compõem as quatro categorias do concurso: arábica, canéfora, fermentação induzida arábica e fermentação induzida canéfora. Clique aqui e confira quem são os produtores, propriedades e regiões!

Em 10 de novembro, primeiro dia de Semana Internacional do Café, serão divulgados os 45 finalistas da competição. As garrafas com os cafés finalistas ficarão dispostas durante o evento para o público presente degustar e votar nas suas amostras favoritas.

A premiação do COY está marcada para acontecer no último dia de SIC, em 12 de novembro, às 18h30. Fiquem atentos às mídias sociais da Espresso! Este ano, a Semana Internacional do Café será realizada em formato híbrido: presencialmente no Expominas, em Belo Horizonte (MG), e na plataforma digital. Credencie-se para participar!

Serviço                                                                       
Semana Internacional do Café 2021
Quando: 10 a 12 de novembro
Onde: Expominas, em Belo Horizonte (MG), e na plataforma digital
Mais informações e credenciamento: www.semanainternacionaldocafe.com.br

TEXTO Redação

CafezalMercado

A importância da tecnologia na produção do café: Assista ao 24º episódio da websérie da BSCA

Na quarta-feira (3) acontece o lançamento do 24º episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

O vídeo explica sobre a importância da tecnologia na produção do café para a obtenção de novas cultivares resistentes a doenças, insumos que ajudem no cultivo e outros produtos e maquinários que auxiliem na busca por qualidade e bom desempenho do trabalho da cadeia como um todo.

Para falar sobre o assunto, foram convidados: Fabrício Andrade, da Sancoffee; Reymar Coutinho, da Pinhalense; Luiz Paulo Pereira, da CarmoCoffees/Fazenda Santuário Sul; Moises Donelis, da Klem Company; Sandra Moraes, da Expocaccer; Paulo Kleinke, da Problet Leogap; e Kátia Nassuno, da Flavors.

Movimento da xícara ao grão

Com novos episódios lançados às quartas-feiras no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto busca levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Com o intuito de aproximar as pontas do setor, a websérie conta com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Agência Ophelia

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SIC 2021: Fórum da Cafeicultura Sustentável discute impactos da política ESG no campo

A sigla ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) parece ser mesmo a nova palavra de ordem para negócios, incluindo as atividades do campo. Contudo, a dúvida dos produtores rurais, principalmente os de pequeno porte, é como aplicar a política na prática das operações. Mais do que isso, por onde começar, as medidas possíveis e resultados esperados, questões que, entre outras, serão esclarecidas no Fórum da Cafeicultura Sustentável, evento que acontecerá dentro da Semana Internacional do Café deste ano.

A SIC será realizada entre os dias 10 e 12 de novembro, sendo que o Fórum está marcado para o dia 11, quinta, na Central SIC, um auditório que será transformado em um verdadeiro estúdio com transmissão ao vivo. “A ideia é oferecer um panorama completo dos temas sobre sustentabilidade que estão ligados ao momento atual ou que devem moldar negócios do setor em um futuro próximo” explica Caio Alonso Fontes, Diretor da Café Editora, uma das organizadoras da SIC.

Programação Estratégica

O Fórum da Cafeicultura Sustentável será dividido em 4 grandes blocos. No primeiro, das 13h30 às 15h, o tema é, justamente, “como o ESG impacta a minha agricultura”. Entre os assuntos, como incluir medidas de redução das emissões na cadeia de suprimentos do café, fontes alternativas de energia e eficiência energética, além de apresentação da Nestlé sobre agricultura regenerativa.

Das 15h às 16h30, será a vez de entender um pouco mais sobre as “alternativas para a cafeicultura moderna”. Este recorte terá como destaques os sistemas de rochagem e remineralização do solo com a EMBRAPA e detalhes sobre um novo cenário para a cafeicultura orgânica, bioinsumos e controle biológico. Já entre 16h30 e 18h, a discussão trará “tendências de moedas para café”. Uma oportunidade para ouvir sobre coffee coin e contratos. Para finalizar o dia, das 18h30 às 20h30 será realizada mais uma edição do Minas Coffee Origins Summit com o tema “O Movimento das Origens Controladas e a Busca pela Diferenciação Sustentável”.

Sobre a importância de apresentar os avanços de ESG e políticas sustentáveis no agronegócio do café, Roberto Simões, presidente do sistema Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), diz: “O produtor rural já pratica ações sustentáveis no seu cotidiano. Essa agenda estratégica, no entanto, busca convergir as inovações, as tecnologias e as práticas eficientes nas esferas ambiental, gerencial e social”.

Fórum na SIC

Será possível acompanhar o Fórum da Cafeicultura Sustentável direto no pavilhão do Expominas ou conferir as apresentações on-line direto da plataforma digital da SIC. Para o público, uma oportunidade única de atualização. Para os produtores, uma ferramenta que vai um pouco mais além. “É a chance de apresentar seu café para o mundo”, completa Simões.

O credenciamento para a SIC 2021 já está aberto e o processo é simples e rápido. Na edição deste ano, o cadastro será apenas em formato on-line, ou seja, não haverá registro no pavilhão, e vale tanto para acompanhar os conteúdos pela internet quanto para a visita ao Expominas. Neste caso, é necessário imprimir o comprovante e apresentar na entrada do evento.

Sobre a Semana Internacional do Café

A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), da Café Editora, do Sebrae e do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).

Realizada desde 2013 em Belo Horizonte, capital do maior estado produtor do país, a SIC tem como foco o desenvolvimento do mercado brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés nacionais para o consumidor interno e países compradores, além de potencializar o resultado econômico e social do setor. Em 2020, primeiro ano da pandemia, a SIC 100% Digital foi um grande sucesso. Teve 25 mil acessos, de 58 países e mais de 70 horas de conteúdo e 176 palestrantes com grande relevância no mercado nacional e internacional.

A edição deste ano tem patrocínio master Nestlé e Sistema Ocemg, patrocínio specialty Sicoob, 3Corações Rituais e Ball Corporation, patrocínio premium Melitta, patrocínio standard Yara, Mosaic Fertilizantes, QIMA/WQS e Banco do Brasil.

Serviço
Semana Internacional do Café 2021
Quando: 10 a 12 de novembro
Onde: Expominas, em Belo Horizonte (MG), e na plataforma on-line
Mais informações e credenciamento: www.semanainternacionaldocafe.com.br

TEXTO Redação • FOTO Café Editora