Café & Preparos

Museu do Café: 4 atividades on-line em abril para quem quer aprender mais sobre a bebida

Jim Kalligas

Voltando a maximizar a programação cultural on-line, o Museu do Café, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, oferecerá lives e cursos gratuitos ao longo de abril.

A agenda, dedicada aos mais variados temas dentro do universo do grão, ocorrerá por meio das mídias sociais e outras plataformas digitais. O edifício da antiga Bolsa Oficial, onde o Museu fica localizado, está fechado desde o último dia 6, seguindo as determinações do governo estadual. Confira a agenda:

6/4, às 17h
Live “Conexões: um café com Portinari”

O Museu do Café iniciou, em 2020, uma série de transmissões ao vivo pautada pela ligação entre o seu acervo e o de outras instituições culturais do estado. A ideia é encontrar relações e intersecções, formando, assim, uma rede de construção de conhecimento. Neste ano, a programação especial, promovida em parceria com o Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), continua a desenvolver novos assuntos. No próximo mês, o parceiro será o Museu Casa de Portinari.

As equipes irão se reunir no YouTube do Museu do Café para apresentar as convergências das coleções e responder às perguntas dos espectadores. Participarão os pesquisadores Bruno Bortoloto e Pietro Amorim, a gerente geral Cristiane Maria Patrici e o assistente de acervo, Matheus Cardozo Maia.

7 a 15/4
Projeto on-line “Conexões: casa brasileira e café”

Nos próximos dias 7 e 15, os Museus do Café e da Casa Brasileira irão selecionar objetos relacionados ao preparo e consumo dessa bebida tão amada no País e abordar a sua relação a partir da troca de informações e perspectivas. A inciativa leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Jim Kalligas

Café & Preparos

A xícara do Museu: conheça as peças vencedoras do concurso realizado pelo Museu do Café

Na esquerda, a xícara vencedora da categoria utilitária, feita por Cristina Rocha. Na direita, a vencedora da categoria artística, produzida por Nadia Saad

Lançado em março para comemorar os 22 anos do Museu do Café, localizado em Santos (SP), o concurso “A xícara do Museu” recebeu 142 inscrições de artesãos, artistas e ceramistas de todo o Brasil.

As peças foram analisadas por uma comissão de avaliação presidida pela ceramista Hideko Honma e formada por representantes do grupo Cerâmica Contemporânea Brasileira (CCBRas), que selecionou as dez finalistas da competição.

A cerimônia de premiação aconteceu em outubro. Na categoria artística, Nadia Saad foi a grande vencedora, enquanto que na categoria utilitária o prêmio foi para Cristina Rocha.

Até o dia 31 de janeiro, os trabalhos de todos os aprovados para a segunda fase do concurso vão ficar expostos no Museu do Café e, em breve, as peças vencedoras serão comercializadas na loja do museu.

Mais informações: museudocafe.org.br

TEXTO Redação • FOTO Gino Pasquato

Mercado

Exposição do Museu do Café aborda os avanços dos meios de comunicação no setor cafeeiro

A importância das telecomunicações para o comércio do grão se reflete no acervo do Museu do Café, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Na coleção desse patrimônio santista, estão teleimpressores, telefones, rádios, fax e livros de códigos telegráfico, itens que irão compor a nova exposição temporária Mundo em Rede: as telecomunicações e o café, inaugurada em 16 de dezembro, às 17h, através do Instagram, e aberta para visitação presencial a partir do dia 17/12.

Partindo de um projeto de pesquisa ligado a esta temática, foram cruzadas informações presentes em depoimentos, pesquisa de acervo e informações bibliográficas e documentais. Com isso, buscou-se entender como Santos formava um importante centro de informações que congregava representantes do interior e exterior.

O acesso à informação e a agilidade na comunicação entre as zonas produtoras dos centros comerciais e os portos era determinante no Brasil, tendo em vista os preços do mercado, que eram bastante leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

BaristaCafé & Preparos

Museu do Café conta com programação on-line e presencial em outubro

O Museu do Café, localizado em Santos (SP), tem novidades na agenda de atrações para o mês de outubro. Além de lives, palestras e capacitações virtuais, a instituição voltará a realizar cursos presenciais de barista, seguindo medidas preventivas como capacidade reduzida de alunos, aferição de temperatura na entrada, obrigatoriedade do uso de máscara e disponibilização de álcool em gel.

Priorizando uma programação mista de ações físicas e on-line, o Museu do Café continua trabalhando as duas frentes de atuação para garantir o contato do público com a cultura do grão. Confira os cursos disponíveis:

Curso on-line de café solúvel

Quando: 21 de outubro, às 15h

Em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), o curso digital abordará o universo do café solúvel, apresentando um breve histórico desse item no Brasil e no mundo, diferentes tipos de produto, como prepará-lo e armazená-lo, e as categorias de qualidade. Com transmissão na plataforma Zoom, a conversa será liderada pela consultora Eliana Relvas, formada em engenharia de alimentos, pós-graduada em administração industrial e em gastronomia. O cadastro gratuito deve ser realizado pelo e-mail inscricao@museudocafe.org.br.

Live “Conexão Café”

Quando: 22 de outubro, às 17h

Abrindo um espaço de diálogo com outras instituições a fim de criar relações entre os acervos e as temáticas, a série de lives “Conexão Café” busca compartilhar informações sobre a construção de coleções e referências culturais. Nesta nova edição, a conversa será com o Museu da Casa Brasileira, representado pelo gerente do Núcleo leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Agência Ophelia

Mercado

Museu do Café de Santos (SP) reabre com dias e horários reduzidos

Depois de cinco meses fechado para o público por conta da pandemia de Covid-19, o Museu do Café, localizado na cidade litorânea de Santos (SP), abrirá as portas a partir do dia 20 de agosto.

Seguindo as medidas estipuladas pelos governos municipais e estaduais, a instituição terá um expediente reduzido, recebendo visitantes de quinta a domingo, das 11h às 17h, com fechamento da bilheteria às 16h. A Cafeteria do Museu segue aberta no mesmo horário, das 11h às 17h, porém de terça a domingo.

Além do horário reduzido, o Museu do Café também implantou um novo protocolo de controle de acesso: será permitida apenas a entrada de 40 pessoas a cada meia hora. Cada módulo expositivo terá sinalização com a capacidade máxima de pessoas por ambiente, álcool gel distribuídos e uso obrigatório de máscara e aferição de temperatura.

Atualmente, há duas exposições temporárias disponíveis: “Calixto: discurso do progresso e identidade paulista” e “Café Árabe, um símbolo de generosidade”. O público poderá visitar também a exposição de longa duração “Café, patrimônio cultural do Brasil: ciência, história e arte”.

Serviço
Museu do Café
Onde: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos (SP)
Horário de funcionamento: de quinta a domingo, das 11h às 17h
Mais informações: www.museudocafe.org.br

TEXTO Redação • FOTO Fernando Genaro/Agência Ophelia

Mercado

Importância do café será tema do aniversário de Santos

Uma das cidades mais importantes para a história da economia brasileira está completando 472 anos neste mês. Localizada no litoral paulista, Santos possui um papel significativo na indústria cafeeira: abriga um dos principais portos do País, o Porto de Santos, e a conhecida Bolsa do Café.

Por isso, o Museu do Café preparou uma ação educativa gratuita para celebrar esta data. No próximo dia 26, a partir das 15h30, será organizado um passeio pelo Centro Histórico, com o objetivo de resgatar e evidenciar as memórias históricas propiciadas pelo grão, que ajudaram no desenvolvimento econômico, social e cultural da cidade.

Para participar, é necessário realizar a inscrição enviando nome completo, idade e assunto para o e-mail educativo@museudocafé.org.br

Serviço
Aniversário de Santos
Onde: Centro Histórico, Santos (SP)
Quando: 26/1
Horário: 15h30
Mais informações: www.facebook.com/MuseudoCafe

TEXTO Redação • FOTO Fernando Genaro/Agência Ophelia

Mercado

Café perde Luiz Suplicy Hafers, produtor e grande entusiasta do setor

luiz suplicy hafers

Luiz Marcos Suplicy Hafers deixou importantes marcas na história do café no Brasil. O santista faleceu nesta quinta-feira (4/8) e será velado nesta sexta-feira (5/8), na cidade de São Paulo, onde morava atualmente. A trajetória de Hafers na cultura aponta para a de um entusiasta. Ele foi presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB) de 1996 a 2002, nasceu em Santos e era de uma família tradicional por fazer negócios envolvendo café desde 1840, período considerado a “era de ouro” da cultura. Sua primeira fazenda foi comprada em 1962, quando tinha 26 anos, no município de Ribeirão Claro, Norte Pioneiro do Paraná.

O cafeicultor foi presidente da APAC – Associação Paranaense de Cafeicultores e fundador da instituição gestora do Museu do Café e do Museu da Imigração, em Santos (SP). O velório ocorrerá em 5/8, a partir das 7h, no Funeral Home, localizado a Rua São Carlos do Pinhal, 376, na Bela Vista, em São Paulo. A partir das 14h, o corpo será levado ao Crematório da Vila Alpina, na Vila Prudente, região leste da capital paulista.

Norte Pioneiro
Hafers criava gado no oeste baiano, onde atuava desde 1989 e participou de grandes reflorestamentos nos anos 70. Mas foi no café que ele se tornou pioneiro no sistema de plantio adensado e referência na região produtora do Norte Pioneiro do Paraná.

Ainda em 2007, a jornalista e diretora de Conteúdo da Café Editora, Mariana Proença, foi até a propriedade de Hafers. Para rememorar a trajetória do cafeicultor, resgatamos a entrevista feita em sua Fazenda Jamaica, no Norte Pioneiro do Paraná:

luiz suplicy hafers fazenda jamaica

NOS ALTOS DE RIBEIRÃO CLARO, A JAMAICA

Fomos ao Norte do Paraná conhecer a propriedade de Luiz Suplicy Hafers, que chega à 46ª safra reunindo tradição familiar e modernidade

TEXTO MARIANA PROENÇA
IMAGEM MANOEL MARQUES

Logo na chegada da cidade os altos e baixos do terreno de Ribeirão Claro dão a pista de que ali se produz café. Encravado em uma região montanhosa do Norte do Paraná e fazendo divisa com São Paulo, o pequeno município foi palco de importantes momentos da história do cultivo da planta. Próximo à entrada da cidade avista-se a ponte Alves Lima sobre o Rio Paranapanema. Construída em 1918 com o intuito de escoar rapidamente a produção de café, tornou-se ponto turístico e patrimônio histórico.

O caminho do café era longo. Depois de passar pela ponte, chegava à Estrada de Ferro Sorocabana e, dali, seguia para o Porto de Santos, distante mais de 400 quilômetros. Na década de 1920, Ribeirão Claro chegou a ter 25 mil habitantes, contra os cerca de 8 mil atuais. Fundada em 1908, reunia povoados formados em sua maioria por italianos. Típico município do interior, abriga uma praça, uma igreja e ainda preserva algumas ruas de pedra, casas de colonos e comércios bem regionais.

fazenda jamaica norte pioneiro luiz suplicy hafers

UM SÉCULO NO PARANÁ
Não muito longe do portal de Ribeirão Claro trabalhadores indicam o caminho por uma estreita estrada de terra em direção à Fazenda Jamaica. Conhecida na região, a propriedade, antes usada na engorda de porco para a fabricação de banha, começou a produzir café no início do século XX. Logo na entrada, um grande jardim verde dá destaque à sede, no centro do terreno. A casa data do final do século XIX, quando ainda não tinha água encanada nem luz elétrica. Uma pequena capela, ao fundo, denota ao local um ar bucólico.

Ao chegar à casa, somos recebidos por Luiz Suplicy Hafers, que adquiriu a fazenda em 1962. “Quando comprei, já tinha este nome. Eu suspeito de que, na época, algumas sementes devam ter vindo da Jamaica.” O interesse da família de Hafers pela região começou com o avô, Luiz Suplicy, em 1908, data de fundação de Ribeirão Claro. Suplicy adquiriu a Fazenda Monte Bello – hoje pertencente a um primo de Hafers –, que na década de 1910 produzia uma média de 5 mil sacas ao ano. Atualmente, toda a grande estrutura da Monte Bello, montada com secadores, terreiro e até uma escola, não é mais usada, mas guarda as histórias do lugar.

TRADIÇÃO NÃO ATRAPALHA AVANÇOS
Conversar com Hafers é viajar no tempo e nas histórias do café. Aos 71 anos, o cafeicultor está na 46ª safra. A família, de geração longa, como ele gosta de lembrar (“minha avó viveu até os 108 anos”), é tradicional produtora de café. Mas apesar das antigas construções, as ideias soam novas. Na conversa surgem histórias de muitas realizações, modernas iniciativas e ainda mudanças que ele testa para melhorar a quantidade e a qualidade do café produzido na Fazenda Jamaica.

“A modernidade não pode ser atrapalhada pela tradição. Quando alguém diz ‘meu avô fazia’, esquece. Ele foi um colosso, mas no tempo dele. Você tem que respeitar, mas não ser prisioneiro.” Para colocar em prática essa filosofia, o cafeicultor conta com funcionários antigos, como o descendente de italianos Geraldo Salvador, atual administrador da propriedade e nascido lá. Ao todo, 18 famílias vivem no local e mais de cem funcionários trabalham no período da colheita. “O café exige muita mão-de-obra, algo em torno de 40% a 50% dos gastos de uma propriedade média, como a minha”, explica Hafers.

fazenda jamaica luiz suplicy hafers norte pioneiro paraná

A REPRESA QUE ABRAÇA AS PLANTAÇÕES
Pioneiro no café adensado na região, ele mostra os cafezais já carregados com os frutos que em maio estarão prontos para a colheita. Para avistar todos os 140 hectares de plantação é necessário percorrer de carro as pequenas estradas. O proprietário conhece cada talhão – divisões da plantação –, alguns levam nomes ou lembram histórias. A diferença entre o sistema adensado e o tradicional é perceptível à medida que vamos subindo as montanhas, pois alguns cafezais são mais e outros menos espaçados. Aos poucos Geraldo vai abrindo todas as porteiras e adentramos a enorme área.

A região guarda uma bela surpresa. Em meio aos cafezais, quanto mais se sobe o morro, mais se avista uma enorme represa, a Xavantes, que abraça as plantações. Alguns barcos e lanchas circulam pelo local, muito usado pelos paranaenses como lugar de veraneio. Do alto é possível ver as árvores da Fazenda Jamaica, outro projeto que Hafers desenvolve e acredita que colabore para um melhor desempenho do cafezal: a agrofloresta. Para cada hectare plantam-se 25 árvores. “É uma sombra móvel”, explica. A arborização é feita no meio das plantações e no calor intenso torna-se também lugar de refúgio para os trabalhadores.

A conversa estende-se até a sede. Da varanda, repleta de compridos caramanchões, avistam-se o terreiro, o lavador e o descascador, tudo pronto para a próxima safra, que o proprietário acredita que venha carregada de novos frutos e a um preço maior para o produtor. Hafers lembra da safra recorde, em 1998, quando a fazenda produziu 8.800 sacas de café arábica. Hoje, a realidade é outra e ele chega a ter pouco menos da metade: 4.200. Mas não desanima. Gosta de afirmar que o objetivo de todos deveria ser deixar o mundo melhor do que encontrou: “Acredito que estou fazendo a minha parte”.

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TEXTO Da redação e Mariana Proença • FOTO Manoel Marques/Café Editora

Cafeteria & Afins

Museu do Café faz aniversário e celebra com programação especial

Museu do Café_Agência Ophelia No próximo sábado (12/3), o Museu do Café, em Santos (SP), completa 18 anos e traz uma programação especial. Às 11 horas haverá uma degustação de cafés especiais na entrada do Museu, já às 15 horas a Orquestra de Violeiros do Sindicato Rural de São Carlos se apresentará gratuitamente com um repertório baseado em músicas de raiz, canções rurais e sobre a lavoura. Os músicos tocam, ainda, sucessos de grandes duplas conhecidas da música brasileira.

Museu do Café_Agência Ophelia

Área interna do Museu

A data é uma oportunidade para os visitantes do Museu passearem no Bonde do Café de graça. O bondinho está restaurado e adaptado com ar condicionado e máquina de café espresso. O passeio se inicia na Estação do Valongo e passa pelos principais pontos ligados à história do café no Centro de Santos. Como cortesia, os visitantes recebem um café espresso. O passeio acontece das 10h às 16h. O mês de março é o último para quem quer visitar as exposições Trama: a indústria da sacaria e Feito à Mão. Elas abordam a história da juta e seu impacto no mercado atual e o trabalho manual no campo. Serviço Museu do Café Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos (SP) Horário: de terça a sábado, das 9h às 17h. Domingo, das 10h às 17h. Segunda – feira aberta apenas até o mês de março. Ingresso: R$ 6 (a entrada será gratuita no dia 12 de março) Mais informações: www.museudocafe.org.br

TEXTO Da Redação • FOTO Fernando Genaro/Agência Ophelia/Café Editora

Cafezal

Ciência, história e arte do grão em nova exposição no Museu do Café

Museu do Café

O Museu do Café, localizado em Santos (SP), inaugura, no dia 11 de dezembro, uma nova exposição. Intitulada “Café, patrimônio cultural do Brasil: ciência, história e arte”, a exibição de média duração foi desenvolvida para substituir a antiga mostra, que ficou em cartaz desde 2005, sendo produto final de quatro anos de estudos sobre a história do café.

Nela, será abordada do cultivo a comercialização do grão, passando por diversos aspectos sociais e históricos da economia no Brasil e no mundo, além dos produtos culturais gerados e financiados pelo agronegócio. “A nova exposição apresenta o tema por meio de várias perspectivas, possibilitando diferentes leituras por parte do público”, explica a coordenadora técnica do Museu, Marcela Rezek.

Segundo os organizadores da mostra, os visitantes vão ter a chance de conhecer o que é um trabalho de pesquisa e preservação dentro de um museu, como uma instituição desse tipo preserva a história do café por meio de acervos, depoimentos e escuta do público. Também vão entender de uma maneira mais aprofundada, a importância do café na história do Brasil e no Estado.

Serviço
Café, patrimônio cultural do Brasil: ciência, história e arte
Data: a partir de 11 de dezembro
Horário: 19h30
Local: Museu do Café – Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos (SP)
Entrada: gratuita
Mais informações: www.museudocafe.org.br

TEXTO Redação • FOTO Divulgação/Museu do Café