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Pesquisa revela aumento do consumo de café nos EUA

A Associação Nacional de Café dos Estados Unidos (National Coffee Association – NCA) publicou uma pesquisa sobre o aumento no consumo de café no país. Segundo eles, 66% dos norte-americanos agora bebem café todos os dias, o maior aumento desde que a NCA começou a rastrear esses dados.

Para os pesquisadores, o consumo de café em casa segue acima dos níveis pré-pandemia, com uma alta de duas décadas à medida que os americanos elaboram novas rotinas por conta de pandemia. Os Estados Unidos são os maiores importadores e consumidores de café do planeta.

A maioria dos membros da NCA, que responde por mais de 90% do comércio de café dos EUA, compreende pequenas e médias empresas e inclui produtores, torrefadores, varejistas, importadores/exportadores, atacadistas/fornecedores e empresas da indústria afins.

Com a expansão do consumo em um país que já lidera a demanda mundial, abre-se uma possível janela de oportunidade para a diminuição da volatilidade dos preços dos cafés adquiridos pelos importadores. No setor, o livre mercado é uma realidade. O Brasil como maior produtor mundial, com sua oferta de grão de qualidade, tem grande potencial de suprir tal demanda e ser um player com boas condições de negociação, ampliando assim, seu market share. Além disso, a oferta brasileira de cafés de qualidade, arábica e canéfora, é outro diferencial diante de países que produzem uma só espécie.  leia mais…

TEXTO As informações são do CNC e NCA • FOTO Agência Ophelia

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Perfil do consumidor pós-pandemia é marcado por e-commerce e Pix

A tecnologia auxilia e muito nosso dia a dia. Um fato é que, durante o isolamento social, os índices de compras on-line e a chegada de novas startups e fintechs (termo que surgiu da união das palavras financial e technology) ajudaram no processo de digitalização da economia. O Pix, novo sistema de pagamentos do Banco Central, por exemplo, já movimentou 203 bilhões de reais.

“O consumo das famílias, que é mais de metade da riqueza gerada na economia e, no passado, já salvou o país de outras crises, não deverá ser o mesmo após a quarentena”, alerta a professora de MBA em Gestão Financeira pela IBE Conveniada Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mel Girão.

A plataforma de inteligência e pesquisa NZN Intelligence publicou um levantamento digital com aproximadamente 1,7 mil entrevistados. Nele, é mostrado que 49% dos brasileiros consideram reavaliar seus gastos, sendo que 71% afirmam que pretendem aumentar o volume de compras on-line.

Quanto ao Pix, desde 16 de novembro, quando começou a funcionar oficialmente, é apontado que a maioria das transferências foi feita por pessoas físicas. Em dezembro de 2020, das 121,5 milhões de operações realizadas, 105 milhões (86%) foram de pessoas físicas para pessoas físicas.

“Além dos gastos decorrentes da pandemia, o isolamento social provocou mudanças mais profundas no comportamento do consumidor. Há vários meses dentro de casa, ele está leia mais…

TEXTO Redação • FOTO William Iven

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Reino Unido: haverá mudanças no consumo de café pós-pandemia?

Foto: Matt Hoffman

O Reino Unido conta com uma cultura forte de cafeterias, com cerca de 26 mil em todo o país. Porém, com a chegada da pandemia de Covid-19 na reta final de março, muitas foram fechadas ou abertas apenas para entrega. Estima-se que até 92% das cafeterias tenham fechado em algum momento durante o bloqueio, uma vez que não era viável, ou possível, continuar apenas para viagem.

Em setembro de 2020, muitas cafeterias foram reabertas, mas cerca de um terço ainda permanece sem funcionar, com algumas nunca podendo reabrir. O esquema Eat Out To Help Out, que deu grandes descontos aos clientes, impulsionou as vendas em agosto. Mas o valor consumido em cafeterias continua significativamente reduzido, com gastos com bebidas quentes para viagem ainda em 50% dos níveis de 2019.

Os cafés se tornaram lugares importantes na vida de muitas pessoas. Para alguns, um espaço para obter um café no caminho para o trabalho, para outros, um lugar para se reunir, encontrar amigos ou até mesmo trabalhar. A pandemia forçou os cafés a fechar ou mudar seus negócios para um foco maior nas vendas para viagem e on-line. Os consumidores, com muito mais tempo em casa, também mudaram seus padrões de consumo.

Beber café durante o bloqueio

Estão sendo realizadas algumas pesquisas com consumidores para descobrir como seus padrões de consumo mudaram ao longo do bloqueio. Até agora, uma pesquisa com leia mais…

TEXTO As informações são do Daily Coffee News / Tradução Juliana Santin

Café & Preparos •

Como anda o seu consumo de café?

Desde o início da quarentena, por conta da Covid-19 (coronavírus), muito foi especulado sobre como os brasileiros passaram a consumir café. Será que a quantidade de xícaras bebidas ao longo do dia diminuiu? Ou aumentou? Quais informações os consumidores passaram a procurar na hora de comprar o café? Algumas dessas questões a Espresso quer entender!

Com tantas dúvidas optamos por elaborar uma pesquisa em busca dessas respostas. Clique aqui para responder!

TEXTO Redação • FOTO Goran Ivos

Mercado •

O crescente papel do café no mercado italiano

Você sabia que a Itália é o segundo maior importador de grãos de café verde na Europa? Só em 2015, o país consumiu aproximadamente 5,7 milhões de sacas de 60 kg, o que representou 14% do consumo total da União Europeia.

Segundo o relatório “Crescimento, tendências e previsões do mercado cafeeiro da Itália 2020-2025”, o café já faz parte da cultura italiana e são consumidos em qualquer momento do dia, geralmente com açúcar ou compondo cappuccinos, lattes e macchiatos.

Os italianos preferem as cafeterias independentes para apreciar um bom café e buscam pela qualidade do grão, o que leva algumas cafeterias a ter mais sucesso. Pensando nesse crescimento e curiosidade sobre a bebida, foi inaugurada, em 2018, a primeira loja da Starbucks em Milão.

Nestlé, Starbucks e Lavazza estão presentes na vida dos italianos e cada vez mais buscam trazer inovações de produtos, ofertas, preços e embalagens. Isso levou a uma conclusão de que entre 2020 e 2025 haverá um aumento de 2,8% na CAGR do país, que em português significa Taxa Composta Anual de Crescimento. Ou seja, o mercado italiano será cada vez mais aquecido com o universo do café!

TEXTO As informações são do Business Wire / Tradução Juliana Santin • FOTO Café Editora

Mercado •

O quanto a pandemia pode afetar o consumo brasileiro de café?

Que o ano de 2020 está diferente, isso não podemos negar. Os hábitos mudaram, muita gente se adaptou ao trabalho em casa e estamos sentindo falta daquela ida a cafeteria para tomar um bom café. Alguns lugares no Brasil e no mundo já reabriram e aqui você confere o que disseram os empreendedores nessa nova etapa.

O consultor de cafés e sócio da Capricornio Coffees, Edgard Bressani, contou para a nossa equipe que amigos com cafeterias na Bélgica, Grécia, França e Itália já reabriram e estão voltando ao normal, algumas regiões com limitações, outras não. “Amigos da Bélgica relatam que estão a todo vapor e que os clientes estão aparecendo aos poucos. A preocupação é com uma possível nova onda de Covid-19 com o final do verão europeu, mas estão seguindo normalmente com suas casas abertas”, relatou.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgou um dado intrigante nesta semana de que, com o fechamento das cafeterias e restaurantes, o consumo global de café deve sofrer a primeira queda desde 2011. Em maio, José Sette, diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), afirmou que o consumo fora de casa teve uma queda grande, mas que pode ser compensada pelo consumo dentro do lar.

Edgard é otimista quanto a isso. Ele acredita que a diminuição do consumo do café é uma fase: “em algumas cidades as cafeterias reabriram, outras não, mas as pessoas gostam de sair, socializar leia mais…

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Café Editora

Mercado •

Pesquisa revela novas tendências de consumo de café até 2019

Degustação café

Consumo brasileiro deve crescer a média de 2,9% ao ano.

A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) apresentou estudo recente realizado pela Euromonitor International que fez a análise das tendências de consumo para a bebida no período de 2014 até 2019. Os dados são motivadores para o mercado de food service, mas, principalmente, para o de cápsulas. A pesquisa aponta que o Brasil possui grande participação de vendas de café no varejo se comparado a outros países. O nosso alto consumo dentro do lar está vinculado à compra de café no varejo, que corresponde a 3,5%. Nos Estados Unidos, por exemplo, essa mesma participação corresponde a 0,8%. O volume consumido de café no Brasil concentra-se 68% no varejo e 32% no food service. A projeção da Euromonitor para 2019 é de aumento do food service para 36% e de redução do varejo para 64%, o que mostra que o consumidor buscará mais o consumo do café fora do lar. Segundo Ricardo de Sousa Silveira, presidente da Abic, mesmo com as dificuldades neste ano: “o consumidor não deixa de comprar café, pois existe café de todos os preços”. Dados de 2014 mostram que o grão torrado no varejo tem participação nas vendas de 8%, contra 92% no food service. O café em pó no varejo corresponde a 81% das vendas, contra 19% no consumo fora do lar e as cápsulas têm participação de 94% no varejo e de somente 6% no food service. A pesquisa indica que: A desaceleração econômica impactou o consumo fora do lar, o qual deve se recuperar a partir de 2017 e a expectativa é que o consumo de café fora do lar volte a ganhar mais espaço entre os brasileiros. Apesar da diminuição no número de transações no consumo fora do lar, houve forte crescimento no consumo de café espresso, especialmente entre cafeterias e cafés preparados por baristas.
capsula

Cápsulas serão responsáveis por movimento de R$ 2,2 bilhões

Mercado de cápsulas dobrará de tamanho O relatório trouxe dados positivos para o mercado de cápsulas que hoje corresponde a 0,6% do volume consumido no Brasil no total de 980 mil de toneladas e que, até 2019, chegará a 1,1% do volume, crescendo entre 2015 e 2019, 15,3% ao ano. Espera-se que o mercado de cápsulas movimente 2,2 bilhões de reais e 12 mil toneladas de café até 2019. A pesquisa aponta este crescimento à maior disponibilidade e aos preços acessíveis do produto, que serão grandes impulsionadores. Consumo entre jovens Outro ponto importante abordado pela pesquisa é o aumento do interesse dos jovens de 16 a 25 anos por cafés, principalmente nas grandes metrópoles, por conta dos conceitos das cafeterias e inovações na categoria. Segundo dados de 2014 dessa mesma pesquisa, 49% dos jovens tomam café diariamente. O maior consumo fica para a faixa etária de 60 acima, onde mais de 89% declaram tomar café todos os dias.
cafeteria king of the fork kog

Novas cafeterias devem surgir com conceito moderno, como a King of The Fork (foto), localizada em Pinheiros, São Paulo (SP).

Crescimento de consumo Espera-se, segundo a Euromonitor, que cafeterias especializadas cresçam a taxas de 3,2% em números de lojas ao ano, aproveitando a tendência de “premiunização e gourmetização”. O consumo brasileiro também deve crescer de 2016 a 2017 a taxa de 2,9%. “Esperamos chegar a 21,3 milhões de sacas consumidas no Brasil”, prevê Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic. Para ele a indústria de café, que foi foco de outra pesquisa realizada pela Associação, “acredita em aumento de vendas em 2016”.

TEXTO Mariana Proença • FOTO Foto 1 e 3: Felipe Gombossy/Café Editora - Foto 2: Beatriz Cardoso/Café Editora

Cafeteria & Afins • Mercado •

ABIC celebra 42 anos com foco em aumento de 3% no consumo de café

Café torrado e moído

Café torrado e moído

A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) completou 42 anos nesta semana. Com o lema Café: não basta ser puro, tem que ter qualidade a entidade tem como foco integrar indústrias, varejo e pontos de consumo. A ABIC nasceu em 1973, em uma época que havia uma grande queda no consumo de café, ocorrida entre as décadas de 70 e 80. O setor, que em 1965 industrializava 8,15 milhões de saca/ano, chegou a processar apenas 6,5 milhões de sacas em 1985. Até 1986, o Brasil consumia 6,7 milhões de sacas de 60 Kg de café. Em 2004, o consumo subiu para 14,9 milhões de sacas. Atualmente o brasileiro consome mais do que duas vezes a bebida desde a implantação, em 1989, do Selo de Pureza ABIC. Os dados de 2014 mostram recuperação da demanda e aumento de 1,24%, chegando a 20,333 milhões de sacas. O consumo per capita aumentou ligeiramente, passando a 4,89 kg/habitante/ano de café torrado e moído (6,12 kg de café verde em grão), o equivalente a 81 litros/habitante.ano. A ABIC estima que o consumo de café volte a crescer de forma mais intensa em 2015, alcançando os 21 milhões de sacas no ano, o que corresponde a um aumento de 3%.

TEXTO Da redação • FOTO Alexia Santi/Café Editora