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Orfeu Cafés Especiais celebra centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 com microlote exclusivo

Em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Orfeu Cafés Especiais lança a edição especial Microlote Semana de Arte Moderna, que homenageia a brasilidade e o espírito rompedor da Semana de 22 através de um café de acidez elevada e notas de frutas tropicais, em embalagens inspiradas nas cores de obras de artistas modernistas.

“Aquele evento no Theatro Municipal de São Paulo, em fevereiro de 1922, foi importante para criar uma identidade para a arte brasileira, assim como o café fora para a economia do país, no século 19, representando nossa maior fonte de riqueza e principal produto de exportação. Cem anos depois, buscamos trazer as características da brasilidade celebrada durante a consagrada manifestação artística para o nosso café”, acrescenta Fabio Gianetti, Head de Marketing da Orfeu Cafés Especiais.

Microlote “Semana de Arte Moderna 1922-2022”

Uma produção vanguardista e extremamente limitada, de apenas 48 sacas, o microlote traz acidez e doçura bem pronunciados. Características que são resultado dos mais de 1.100 metros de altitude de sua lavoura e de um processo de torra média-clara, que valoriza o equilíbrio da intensidade, o corpo e persistência de seu aftertaste. Um café produzido com grãos arábica da variedade catucaí 24-137, plantados e colhidos à mão, em uma encosta íngreme, em um pequeno talhão de solo vulcânico da Fazenda Laranjal, em Poços de Caldas, no Sul de Minas. 

Disponível em quatro formatos (grãos, moído, cápsula e drip coffee), a edição comemorativa apresenta na xícara notas de abacaxi, mexerica e limão. “Com aromas cítricos e tropicais, doçura e acidez elevadas, a edição limitada homenageia a brasilidade e o espírito vanguardista”, explica Gianetti.

Iniciativa Cultural Café Orfeu em parceria com a Pinakotheke

O microlote especial é parte de uma iniciativa cultural da empresa em parceria com a Pinakotheke Cultural, que apresenta a exposição “Victor Brecheret e a Semana de Arte Moderna de 1922” em sua sede em São Paulo (31 de agosto a 1º de outubro) e no Rio de Janeiro (17 de outubro a 12 de novembro). A mostra reúne 50 obras de arte de artistas modernistas, sendo que 12 delas foram apresentadas exatamente na Semana de Arte Moderna de 1922. Será possível visitar virtualmente a exposição na Pinakotheke por meio de um QR Code impresso nas embalagens da edição especial.   

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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3corações leva experiências com café ao Rock in Rio 2022

Este ano, a  3corações apresenta aos participantes do Rock in Rio diferentes experiências com café. Por trás do conceito We Are Café, a marca potencializa e evidencia o café como um patrimônio cultural e parte da identidade dos brasileiros. 

Durante os sete dias de festival, a marca estará presente em três espaços dentro da Cidade do Rock. O primeiro, localizado na Rock District, trará de volta a xícara gigante, que fez sucesso na edição de 2019, e que contará com uma estrutura para oferecer café de alta qualidade em formato “refil”. Além disso, o local proporcionará aos visitantes a oportunidade de relembrar os principais memes de café que tomaram conta da internet e curtir os cenários instagramáveis para geração de seus próprios conteúdos. 

No segundo espaço, localizado na Rota 85, o público contará com palestras de especialistas de cafés, que irão trazer mais conhecimento sobre o universo da bebida mais amada do Brasil e proporcionar degustações de cafés especiais, harmonizações e diversas experiências. Na Área VIP, a 3corações oferecerá aos convidados café gelado, além da degustação de cafés espressos e cappuccinos.

E, para garantir que todos possam vivenciar a energia em torno do festival, a marca traz nas gôndolas físicas e virtuais, através de seu e-commerce, uma linha comemorativa. Confira os produtos: 

  • WE ARE ESPRESSO: cápsula de café arábica com a força do robusta. Produzido com uma seleção de cafés cultivados no Cerrado Mineiro e no Espírito Santo, esse espresso intenso possui notas de castanha torrada, caramelo e chocolate amargo.
  • WE ARE CAPPUCCINO: o Cappuccino Classic da 3corações chega em versão cápsula composta por café, leite, cacau e canela.
  • WE ARE PINGADO: feita com café arábica, é uma bebida para quem curte café com leite. A ideia é ser consumida gelada.
  • WE ARE CAFEZIN: o drip coffee gourmet Dark Roast 3corações 100% arábica foi cultivado nas regiões do Sul de Minas Gerais e na Mogiana Paulista. Possui torra intensa, que resulta em uma bebida encorpada.

Os produtos da linha comemorativa são limitados e poderão ser adquiridos no e-commerce oficial do grupo, o Mercafé. 

Mais informações:  https://www.cafe3coracoes.com.br/rockinrio/

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Nespresso lança na Europa tênis produzido com borra de café

Neste ano, a Nespresso firmou parceria com a Zèta, startup de moda sustentável conhecida por sua proposta vegana e zero-waste. Juntando as ideias de ambas as empresas, surgiu uma linha de tênis de edição limitada, feitos a partir da borra de café reciclada. A coleção foi inspirada nos princípios da marca de redução do impacto ambiental, eco-design e estilo francês.

A novidade é resultado de mais de um ano de pesquisas. Cada par do modelo RE:GROUND contém borra de café equivalente a 12 cápsulas Nespresso, recolhidas nos projetos de reciclagem da marca, e integradas na parte superior do couro vegano e nas solas. Os demais elementos do tênis são feitos com 80% de materiais reciclados e sustentáveis, como plásticos retirados do Mediterrâneo, cortiça, borracha e látex.

“A Zèta é uma startup incrível que une estilo e sustentabilidade. O compromisso da marca com a circularidade significa que eles estão avançando em termos de criação de novo valor a partir de resíduos, e seu espírito de inovação os levou a projetar um uso totalmente novo para nossas borras de café recicladas. A coleção RE:GROUND da Zèta certamente encantará os fãs de café e moda”, comenta Guillaume Le Cunff, CEO da Nespresso. 

Os tênis RE:GROUND são vendidos exclusivamente na Europa, onde são produzidos, de forma intencional para assegurar a menor pegada de carbono possível. O modelo de edição limitada estará disponível enquanto durarem os estoques e não serão comercializados no Brasil. 

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Museu da Imigração recebe festival gastronômico Comida de Herança

O evento Comida de Herança faz seu retorno pós pandemia neste final de semana, nos dias 20 e 21 de agosto, no Museu da Imigração, na Mooca, em São Paulo (SP). Com o intuito de apresentar e promover pequenos produtores, o festival gastronômico irá reunir cerca de 50 expositores, entre pequenos produtores de alimentos e bebidas e artesãos, oferecendo ao público pratos para serem consumidos alimentos de diferentes regiões do Brasil e do mundo.

A curadoria do Festival seleciona produtores de qualidade que tenham, na cadeia produtiva, práticas sustentáveis, reuso e reciclagem e a preocupação com a procedência dos insumos e com o fazer manual.

Dessa vez, o evento se junta com a Feira de Intercâmbio e Criatividade (FIC), que promove o desenvolvimento do mercado de pequenos produtores, para uma ocupação e valorização dos espaços públicos livres da cidade, levando sua rede ao simbólico museu. FIC & Comida de Herança se unem criando uma proposta de “blend” entre as duas Feiras, onde duas curadoras e promotoras culturais, Mari Pini e Fawsia Borralho, pretendem produzir eventos mais potentes, diversificados e interativos. A ideia é criar uma conexão entre toda a cadeia de consumo, desde o produtor até o consumidor e fomentar a economia dos pequenos empreendedores. 

Com um conjunto incrível de produtores, como Bam Café, Cuscuz da Malu, Queijaria Rima, Fazenda Carnielli, Artesanal Pães, Beeliving, Geleiaboa, Sarunna, entre outros, o público terá a oportunidade de vivenciar diversos locais do país em poucos corredores. A ideia do evento é poder olhar com calma, degustar sem pressa e conhecer novos produtos, tudo isso no ambiente aberto e verde do Museu. 

Serviço
Comida de Herança – Festival de Gastronomia
Quando: 20 e 21 de agosto
Horário: 10h às 18h
Onde: Museu da Imigração do Estado de SPRua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca – São Paulo (SP)
Mais informações: www.instagram.com/museudaimigracao 

TEXTO Redação • FOTO Mariana Kurnyk

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Em comemoração aos 45 anos da primeira máquina de espresso para casa, Gaggia lança modelo retrô

Em 1977, a marca italiana Gaggia levou a experiência do espresso para além dos bares e cafés, com o lançamento  da primeira máquina de café espresso desenvolvida para uso doméstico. Hoje, 45 anos depois, a empresa apresenta a Gaggia Classic.

Manual e retrô, o equipamento é prático e compacto. Além de tirar o tradicional espresso, conta com recursos como o vaporizador profissional, que permite fazer infusões com água quente, cremes para cappuccino e até mesmo latte art. 

A Gaggia Classic será apresentada pela Imeltron – representante oficial e exclusiva da Gaggia no Brasil – durante a Abup Decor Show, que acontece em São Paulo (SP), de 10 a 13 de agosto. 

Além das cores azul, vermelha e prata, a edição especial terá como destaque o resgate da cor laranja, lançada em outubro, que  busca remeter à tonalidade exclusiva da “Baby Gaggia”, a primeira máquina de uso doméstico lá dos anos 70. Aos interessados, as unidades da Gaggia Classic serão comercializadas por R$ 4.999, no site da Gaggia.

Mais informações: www.gaggiashop.com.br 

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Unidade da illycaffè em São Paulo (SP) reabre com novo conceito

Com mais de 260 unidades espalhadas pelo mundo, a illycaffè inaugurou sua loja no Brasil no início de 2021, no bairro do Jardins, em São Paulo (SP). Com o sucesso crescente, a marca italiana decidiu fechar o local em abril de 2022 para uma obra de ampliação, que foi finalizada neste mês de julho. Agora, além de cafeteria, o espaço abriga o novo restaurante da illycaffè, único da América Latina, que oferece o mesmo cardápio das lojas internacionais.

Agora, a unidade oferece 17 mesas em um ambiente que traz o design característico das demais lojas illy, como o grande balcão vermelho. Posicionado no centro da loja, o chandelier é composto por aproximadamente 100 xícaras e foi criado pela primeira vez no décimo aniversário da illy Art Collection. Outro ponto visual da unidade é a ilustração icônica produzida por Xanti Schawinsky para a illy, em 1934, que retrata uma face forte e pós-cubista de uma mulher bebendo café. 

O menu da loja – localizada na Rua Haddock Lobo, número 1.497, esquina com a famosa Rua Oscar Freire – serve não apenas brunch, mas também almoço e jantar. As opções variam entre sanduíches, croissants, focaccias, saladas, massas, risotos e sobremesas. Há também uma extensa carta de vinhos e coquetéis. O café servido é o illy blend 100% arábica, preparado por baristas certificados na Università del Caffè illy.

Ainda na unidade, o cliente pode adquirir as cápsulas de café do sistema illy Iperespresso (recicláveis), máquinas e sachês sustentáveis do sistema ESE, equipamentos exclusivos, as edições mais recentes da illy Art Collection, chás e infusões, louças diversas e chocolates clássicos.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Tecnologia e conexão entre etapas do café ganham destaque em novas embalagens da Nescafé

A Nescafé traz ao mercado as novas embalagens de Nescafé Origens do Brasil, com uma tecnologia que irá revelar o passo a passo do produto, apresentando a produção da lavoura à xícara do consumidor, com dicas de preparo e como degustar a bebida. 

Através de um QR code disponível na embalagem, são apresentadas as famílias cafeicultoras que cultivam os três blends de Origens — cada um de um terroir diferente, em Minas Gerais e Bahia, de fazendas certificadas. 

Saiba mais sobre as regiões: 

Chapada Diamantina – No coração da Bahia, em uma região de altas altitudes e temperatura amena, os grãos de café amadurecem mais lentamente. Essa característica, em conjunto com a colheita manual, que apanha o café em seu ponto ideal, e o cuidadoso trabalho pós-colheita, resultam em um café especial. 

São Sebastião do Paraíso – De formação montanhosa e clima tropical, o Sul de Minas é referência no cultivo de café desde os tempos da Política do Café com Leite, durante a República Velha (1889-1930). Ali, o café está misturado à história da cidade e à das famílias. 

Serras do Alto Paranaíba – No Cerrado Mineiro, em uma área de altitude e chuvas bem distribuídas, produtores recorrem à tecnologia para tirar o melhor da “terra das árvores tortas”. 

Segundo a marca, o propósito da iniciativa é fortalecer a cadeia produtiva sustentável, construindo pontes entre agricultores, consumidores e todos os demais envolvidos, no intuito de fomentar relações de confiança e revelar ao consumidor a origem do café.

Taissara Martins, gerente de ESG de Cafés e Bebidas da Nestlé, explica que foi iniciada essa implementação na linha Nescafé Origens do Brasil, que já carrega no DNA uma união entre sustentabilidade, qualidade e brasilidade. “O projeto será por prazo indefinido. Nosso desejo, a partir desse primeiro passo, é conseguir implementar em todas as demais linhas. É válido reforçar que hoje 100% do café Nescafé consumido nacionalmente é produzido no Brasil, por fazendas certificadas e rastreadas. Ou seja, sabemos exatamente de onde vem cada grão, e com esse projeto de Origens, disponibilizamos essa informação a todos os consumidores”, explica. 

A linha Origens do Brasil foi lançada em 2018 e tornou-se a flagship de sustentabilidade da Nescafé, ao mesmo tempo em que representa uma quebra de paradigma importante, ao apresentar um café especial, torrado e moído, após 80 anos dedicados ao solúvel. 

Desde 2011, o Cultivado com Respeito, programa de sustentabilidade da cafeicultura criado pela Nescafé, que define caminhos e processos para assegurar condições éticas de trabalho e pagamento à mão de obra envolvida e acelerar a transição da agricultura para o modelo regenerativo — que não só preserva, mas também beneficia o meio ambiente.

Entre essas diretrizes, a rastreabilidade total do café, que garante selo de certificação responsável a toda a produção das fazendas fornecedoras da Nescafé, agora evolui: ganha transparência ao partir dos bastidores da indústria para o conhecimento — e o envolvimento — do consumidor.

“Quanto mais visibilidade trazemos para cada etapa por qual passa um produto, mais proximidade criamos entre todos os elos envolvidos e mais rápido conseguimos interligar seus interesses. Encurtar as distâncias entre quem produz e quem consome gera mais confiança, garantindo uma cadeia produtiva exposta e honesta. Além de ser superinteressante, dá protagonismo a quem trabalhou arduamente e fomenta a valorização da história que há por trás dos produtos, de ponta a ponta”, explica Taissara.

A ideia da tecnologia blockchain é aprofundar o consumidor no café especial, amplificando informação e experiência. Através do QR Code, é possível acessar diversos métodos de preparo, como coador de pano, chemex, cafeteira italiana, prensa francesa, máquina de espresso e hario. O verso da lata contém uma receita de preparo para 1 xícara, para evitar o desperdício.

“A cada dia que passa, nós vemos aumentar e tornar mais forte a tendência do paladar consciente. A jornada começou lá atrás, com os consumidores querendo saber de onde vinha o que estavam consumindo, e agora já alcançamos um novo patamar, de querer entender quem trabalhou nesse produto, quem são essas pessoas, como elas vivem e como são tratadas, como se relacionam com o produto que chega à minha casa e que ofereço à minha família. É uma tendência irreversível e também super importante, porque traz mais proximidade e transparência a tudo que está por trás das prateleiras”, destaca Taissara. 

A gerente de ESG de Cafés e Bebidas da Nestlé explica que os vídeos são protagonizados pelos agricultores. Cada uma das 35 fazendas produtoras de Nescafé Origens do Brasil foram apresentadas, contando um pouco sobre quem são e dividindo seus propósitos. Já sobre as dicas de preparo, foram elaboradas fotos e textos bem didáticos, preparados por baristas do time Nescafé. 

Também na nova embalagem, há símbolos marcantes da categoria, como os selos de certificação e qualidade da BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais), que atesta Origens como um café especial entre 80 e 84 pontos; da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), de sustentabilidade; de Denominação de Origem; e garantia de reflorestamento (a cada lata vendida, uma árvore é plantada). Além de especificações sobre acidez, doçura, torra, corpo e intensidade do café.

As latas de Origens com a tecnologia blockchain estão à venda nas principais redes de supermercado do Sul e Sudeste, e, em breve, chegarão a outras regiões. 

Mais informações: nescafe.com/br/nescafe-origens-do-brasil

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Divulgação

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Chilli Beans lança coleção exclusiva de óculos com tema café

No último sábado (16), a ótica Chilli Beans lançou a coleção “Café”, que traduz a simbologia da bebida em 28 modelos de óculos exclusivos da marca. Por meio de cores, texturas e materiais, alguns detalhes remetem ao universo do café, como cafeterias, louças, metais de xícaras e bules, e até mesmo a origem da produção. 

“O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Por isso, pensamos em fazer uma homenagem aos amantes dessa iguaria, que pode ser consumida de tantas formas, assim como os óculos da Chilli Beans, que foram pensados para trazer praticidade nas diversas ocasiões do dia a dia por meio da lente multifocal, sem deixar de lado o estilo característico da pimenta”, diz Caito Maia, CEO e fundador da marca.

A nova coleção “Café” é composta por óculos de sol, armações de grau e multi – que vêm com uma lente escura que pode ser acoplada aos óculos de grau, trazendo praticidade. A faixa de preço está entre R$ 299,98 e R$ 499,98, e a linha já está disponível no site, nas lojas físicas e nos quiosques de todo o Brasil.

Mais informações: https://loja.chillibeans.com.br/otica

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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São Lourenço Coffee Music 2022 acontece em agosto

Aos amantes de café do Sul de Minas, a cidade de São Lourenço (MG) realizará o São Lourenço Coffee Music. O evento está marcado para acontecer no próximo mês, entre os dias 19 e 21, e conta com uma programação que envolve campeonatos, palestras, shows, exposições e degustações da bebida. 

A novidade é que a edição deste ano será realizada de maneira híbrida, com transmissão de parte das atrações via YouTube, através do canal da Production Eventos. Para aqueles que forem marcar presença, a entrada é gratuita. As inscrições devem ser feitas a partir de 20 de julho no link que será disponibilizado na bio do Instagram @saolourencocoffeemusic_oficial

Campeonatos de Barismo

Durante o São Lourenço Coffee Music 2022, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promove os Campeonatos Brasileiros de Latte Art e Coffee in Good Spirits. As vagas já estão preenchidas, mas os nomes dos participantes ainda não foram divulgados. 

Os vencedores das duas categorias representarão o Brasil nos Campeonatos Mundiais, marcados para 17 a 20 de novembro de 2023, em Taipei, durante da Taiwan International Coffee Show. Clique aqui para conferir as datas das competições internacionais no próximo ano.

Serviço
São Lourenço Coffee Music 2022
Quando: 19 a 21 de agosto
Onde: São Lourenço (MG)
Mais informações: www.instagram.com/saolourencocoffeemusic_oficial 

TEXTO Redação • FOTO Jakub Kapusnak

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Brasil exporta 39,6 milhões de sacas de café na safra 2021/2022

Na safra 2021/2022, encerrada em junho passado, o Brasil exportou 39,589 milhões de sacas de 60 kg de café e obteve uma receita cambial recorde de US$ 8,117 bilhões, com embarques para 121 destinos. Em relação à temporada anterior, o desempenho representou queda de 13,3% em volume, mas crescimento de 38,7% em valor. Os dados fazem parte do relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Segundo o presidente da entidade, Günter Häusler, diante de uma safra com oferta reduzida, em razão do ciclo de bienalidade baixa das lavouras de arábica, e de todos os gargalos logísticos existentes, com custos altos de frete, cancelamentos de bookings, rolagens de cargas e menor disponibilidade de contêineres e espaço nas embarcações, o desempenho registrado em 2021/2022 é positivo.

Ele reforça que, apesar da queda em volume na comparação com a temporada 2020/2021, ano de colheita recorde no Brasil, o montante embarcado de julho de 2021 a junho de 2022 está dentro da média das últimas cinco safras, que é de 39,480 milhões de sacas. “Já a receita, que registrou valor histórico, é reflexo da taxa favorável de câmbio e do profissionalismo e trabalho exemplar que os exportadores brasileiros vêm desempenhando nesses tempos de desafios e dificuldades, o que permitiu que o Brasil mantivesse sua representatividade no comércio global e aproveitasse os elevados níveis internacionais dos preços”, comenta.

O desempenho da safra foi consolidado com os dados de junho deste ano, quando o Brasil remeteu 3,144 milhões de sacas ao exterior, volume 2,1% maior do que o aferido no mesmo mês de 2021. Em receita, o incremento foi ainda mais significativo, de 69,9%, com os embarques rendendo US$ 733,8 milhões ao país.

“Esse desempenho positivo de junho é consequência dos esforços das equipes de logística dos exportadores e da modesta melhora no transporte marítimo global, que, contudo, ainda segue bem aquém da normalidade e com muitos desafios”, analisa o presidente.

Principais destinos

Na temporada 2021/2022, os Estados Unidos foram os principais importadores do café brasileiro, ao adquirirem 7,936 milhões de sacas, volume 4,8% inferior aos 8,339 milhões comprados de julho de 2020 a junho de 2021. Esse montante correspondeu a 20% das exportações totais do Brasil na safra recém-encerrada.

A Alemanha, com representatividade de 16,3%, importou 6,465 milhões de sacas (-18,7%) e ocupou o segundo lugar no ranking. Na sequência vieram Bélgica, com a compra de 3,182 milhões de sacas (-17%); Itália, com 3,124 milhões (+12,9%); e Japão, com a aquisição de 2,171 milhões de sacas (-17,3%).

Merece destaque o desempenho dos embarques para a Colômbia, terceiro maior produtor mundial de café, que importou 1,247 milhão de sacas do produto nacional na safra 2021/2022 e ocupou o sexto lugar no ranking dos principais parceiros. Esse volume representou 3,2% do total remetido pelo Brasil ao exterior e implicou crescimento de 9,6% em relação às aquisições realizadas entre julho de 2020 e junho de 2021.

Por outro lado, a continuidade do conflito na Ucrânia impactou as exportações para a Rússia, que saiu do tradicional sexto lugar na classificação para o nono posto no acumulado da temporada recém-encerrada. O país do Leste Europeu adquiriu 950.860 sacas, volume que representou queda de 20,3% na comparação com a safra antecedente.

Tipos de café

O café arábica foi o mais exportado no acumulado do ciclo 2021/2022, com o envio de 32,889 milhões de sacas ao exterior, o que correspondeu a 83,1% do total. Já o café solúvel registrou o embarque equivalente a 4,049 milhões de sacas, respondendo por 10,2%. Na sequência vieram a variedade canéfora (robusta + conilon), com a exportação de 2,603 milhões de sacas (6,6%), e o café torrado e torrado & moído, com 47.944 sacas (0,1%).

Cafés diferenciados

Os cafés diferenciados, que possuem qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis, responderam por 19,8% das exportações totais brasileiras do produto de julho de 2021 a junho deste ano, com o envio de 7,829 milhões de sacas ao exterior. Esse volume representou declínio de 0,8% na comparação com as 7,889 milhões de sacas embarcadas pelo país em igual período anterior.

O preço médio foi de US$ 258,92 por saca, proporcionando uma receita cambial de US$ 2,027 bilhões nesse intervalo de 12 meses, o que correspondeu a 25% do obtido com os embarques totais. No comparativo com a temporada 2020/21, o valor é 55% maior.

No ranking dos principais destinos dos cafés diferenciados na safra 2021/2022, os Estados Unidos ficaram na ponta, com a importação de 1,616 milhão de sacas, o equivalente a 20,6% do total desse tipo de produto exportado. Na sequência vieram a Alemanha, com 1,416 milhão de sacas e representatividade de 18,1%; a Bélgica, com 979.585 sacas (12,5%); a Itália, com 634.096 sacas (8,1%); e o Japão, com 414.934 sacas (5,3%).

Portos

O complexo marítimo de Santos (SP) permaneceu como o principal exportador dos cafés do Brasil no ciclo 2021/2022, com o envio de 31,440 milhões de sacas, equivalente a 79,4% do total. Fechando a lista dos três primeiros, aparecem os portos do Rio de Janeiro, que responderam por 15,2% dos embarques ao remeterem 6,019 milhões de sacas nos 12 meses da safra, e Vitória (ES), com o envio de 567.631 sacas ao exterior (1,4%).

Ano civil

No acumulado dos seis primeiros meses de 2022, o Brasil exportou 19,922 milhões de sacas de café, o que implicou um recuo de 4,9% na comparação com os 20,943 milhões registrados entre janeiro e o fim de junho do ano passado. Esse montante gerou uma receita cambial de US$ 4,640 bilhões, a maior apurada nos últimos cinco anos e 65,4% superior à obtida no mesmo intervalo antecedente.

O relatório completo das exportações dos cafés do Brasil, na safra 2021/2022, está disponível no site do Cecafé.

TEXTO Redação • FOTO Battlecreek Coffee Roasters