Fazenda de café terá workshop de queijos artesanais

Entre os dias 6 e 7 de junho, a Fazenda Cachoeira e o produtor rural Gil Medeiros promovem um curso teórico e prático para a confecção de queijos artesanais. Na oficina, serão apresentados modos de higienização de utensílios, além de informações sobre o asseio do queijeiro para evitar contaminações, os métodos caseiros para testar a qualidade do leite, a fabricação de queijos e o reaproveitamento dos subprodutos. A aula será ministrada na própria fazenda, produtora de cafés especiais orgânicos, localizada em Santo Antonio do Amparo, Minas Gerais, a 2 horas de Belo Horizonte e 4h30 de São Paulo, na Rodovia 381.
Os participantes poderão aprender sobre o preparo do queijo minas frescal (mineiro), do queijo meia cura, da muçarela nozinho, da muçarela cabacinha, da muçarela trança, da manteiga de soro, do iogurte natural, da ricota e do petit suisse caseiro.
Além das aulas teóricas e práticas, o programa disponibilizará 1 hora por dia para o passeio livre pela lavoura de cafés. Confira abaixo a programação completa do evento.
6/6– Sábado
– Aula prática: higienização, massa de muçarela, iogurte caseiro e salmoura, introdução ao queijo meia-cura.
– Almoço – Livre (passeio pela lavoura de cafés)
– Filagem e modelagem das muçarelas e degustação
7/6– Domingo
-Queijo Fresco, meia cura, manteiga de soro, soro fermento e petit suisse
– Almoço e tempo livre para curtir a fazenda
Serviço
Workshop de Queijos Artesanais: oficina de queijos com tecnologia adaptada para produção caseira
Data: 6 e 7 de junho
Local: Fazenda Cachoeira – Rodovia 381 – Santo Antonio do Amparo (MG)
Custo: R$ 450
Mais informações: www.cachoeiracoffees.com.br


Pronto! Agora que temos espresso no espaço já podemos cogitar morar por lá. Brincadeiras a parte, o mundo do café e os astronautas, claro, comemoraram a chegada da ISSpresso na Estação Espacial Internacional. A máquina, desenvolvida pela Lavazza em parceria com a empresa Argotec, levou a autêntica bebida para o espaço. Sorte da capitã da Força Aérea italiana Samantha Cristoforetti, que no último dia 3 de maio, pôde matar a saudade de Milão, onde nasceu, e preparar um café em uma engenhosa xícara, desenvolvida especialmente para a missão. A xícara, que a princípio parece um objeto simples para que a austronauta possa saborear seu espresso, é um grande passo para estudos que vão muito além. Com o trabalho, os cientistas buscam compreender mais sobre a física de fluidos no espaço, segundo Roberto Battiston, presidente da agência espacial italiana, em entrevista ao jornal The New York Times. “Até domingo, nós não sabíamos exatamente como fluidos quentes reagiam sob alta pressão. Agora nós sabemos”, disse ele ao jornal. A “xícara de café espacial” foi desenvolvida pela empresa IRPI e é uma evolução que dá a oportunidade do austronauta experienciar uma xícara de café, mais ou menos como fariam em casa, enquanto em gravidade zero, ao contrário do saco com um pequeno canudo antes utilizado para beber líquidos no espaço. Se tirar um bom espresso na terra já é complicado, imagina no espaço? A microgravidade torna a tarefa ainda mais difícil. A xícara não é aberta – ou o líquido flutuaria – e o líquido chega à boca por capilaridade, “quase como o papel toalha absorve água”, explica o cientista ao NYT.
Agora, por meio de uma campanha no site Kickstarter, os desenvolvedores da xícara querem trazer o modelo para uso em terra firme. A xícara utilizada no espaço é feita em plástico, em uma impressora 3D, já o produto planejado para ser comercializado entre nós terráqueos deve ganhar versão em vidro. 


O Octavio Café acaba de lançar a sua linha de cafés em cápsula. A coleção leva o nome de Preciosidades e está disponível em cinco diferentes versões: Topázio Imperial, Rubi, Ametista, Esmeralda e Safira. Cada tipo traz um perfil de torra distinto, com intensidades de sabor diferentes, para agradar paladares diversos. “A demanda de nossos clientes, a facilidade de preparo e o crescimento deste mercado motivaram o lançamento”, afirma Edgard Bressani, CEO do Octavio. O grão utilizado para o Topázio Imperial foi o Bourbon amarelo. Degustado por nossa equipe no dia de lançamento, esse café se mostrou saboroso, doce, com acidez equilibrada e muito frescor. Já para na caixa do Rubi está a variedade catuaí amarelo. O tipo Ametista traz a variedade catuaí vermelho. Já a versão Esmeralda apresenta grãos da variedade catucaí vermelho. E, por fim, a versão Safira foi elaborada com o icatú amarelo. Todos os cafés são das fazendas da marca, localizadas em Pedregulho (SP), na região da Alta Mogiana. As cápsulas são embaladas individualmente, em sistema “flow pack” que, de acordo com Edgard, preserva por mais tempo a qualidade do café encapsulado. Cada caixa conta com 10 cápsulas. Há a opção, ainda, da caixa “Selection” que vem com 10 unidades, mas com 2 sabores de cada um dos cafés oferecidos na linha. “Este é o nosso primeiro lançamento, mas vamos ter mais ao longo do ano, com edições especiais”, conta Edgard.
A princípio as cápsulas podem ser adquiridas em supermercados e empórios de São Paulo, além do Octavio Café. A ideia é expandir a comercialização para o mercado do Nordeste e do Sul. Todas as cápsulas são compatíveis com as máquinas Nespresso. A marca planeja, ainda, o lançamento de um clube de café para os próximos meses.
Mais informações:
A Nespresso começou a comercializar no Brasil a linha de chocolates da marca. Os chocolates são produzidos na Suíça e já são vendidos nos Estados Unidos e alguns países da Europa. Desenvolvidos exclusivamente para a harmonização com os cafés Nespresso, os chocolates estão disponíveis nas versões ao leite e amargo. O lançamento pode ser encontrado nas lojas da rede e custam R$ 39 (caixas com 40 unidades). Mais informações: 









