Mercado

Museu do Café promove webinário para discutir atuação da mulher no setor cafeeiro

Com o intuito de destacar o papel da mulher na história do grão, o Museu do Café inaugurou, no mês de julho deste ano, a exposição temporária “O Feminino no Café, 1870-1930”. Para completar a visão histórica proporcionada pela mostra, o Museu promoverá o webinário “O Feminino no Café Hoje”, nos dias 29 e 30 de setembro, das 15h às 18h, pelo YouTube da instituição. O evento tem o apoio da Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA Brasil) e da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

Reunindo profissionais renomadas de diversas áreas da cadeia operatória do café, o encontro virtual apresentará os desafios e experiências das mulheres na contemporaneidade. As mesas redondas terão como foco as ações pioneiras que incentivam a participação feminina no setor, além de abordar as redes de fortalecimento para essa atuação e as perspectivas futuras para ampliar o protagonismo dentro do segmento.

Dando início a programação na quarta-feira (29), a abertura da atração será apresentada pela jornalista Lilian Munhoz, às 15h. Na ocasião, falarão a diretora executiva do Museu do Café, Alessandra Almeida; a presidente da IWCA Brasil, Miriam Aguia; e a diretora executiva da BSCA, Vanusia Nogueira. Após esse momento, o webinário segue para as mesas de debate:

29 de setembro, das 16h40 às 18h
Pioneirismo feminino

A primeira conversa abordará os avanços proporcionados por mulheres dentro do setor cafeeiro, destacando algumas trajetórias, conquistas e melhoramentos que afetaram toda a cadeia do grão.

Mediação: Marcela Rezek, coordenadora técnica do Museu do Café

Palestrantes: Josiane Cotrim, jornalista, mestre em Comunicação Política pela Dublin City University, da Irlanda, fundadora da IWCA Brasil e membra brasileira da Coalizão do Café pela Equidade Racial (CCRE); Phyllis Johnson, que possui um bacharelado em Microbiologia pela Universidade de Arkansas e mestrado em Administração Pública pela Escola Harvard Kennedy (ambas nos Estados Unidos), além de ser a cofundadora da CCRE e presidente da leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Receitas

Bolo de tangerina integral

Ingredientes

– 3 tangerinas
– 2 xícaras (chá) de açúcar
– 1 xícara (chá) de óleo de girassol
– 4 ovos
– 3 xícaras (chá) de farinha de trigo sem fermento
– 10 g de fermento químico

Preparo

Coloque as tangerinas em uma panela para ferver e depois dê um choque térmico nelas. Corte-as e retire só a fibra do meio. Bata as tangerinas no liquidificador com os ovos, o óleo e o açúcar. Peneire a farinha e a incorpore à mistura, mexendo bem. Finalize com o fermento químico. Leve a massa ao forno em 170 ºC e deixe assar por 40 minutos.

Rende em torno de 6 fatias

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz • RECEITA Jeanine Vieira

Agricultura e as mudanças climáticas: a esperança da regeneração

O último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU apontou que o aquecimento global está se acelerando e a temperatura média da superfície do mundo aumentará a 1,5°C por volta de 2030, uma DÉCADA antes do previsto. E já estamos sentindo os efeitos negativos — não é à toa que o Brasil está passando pela maior seca dos últimos 100 anos na bacia do Rio Paraná (afetando o fornecimento de água para São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná), ao mesmo tempo em que registramos ondas de frio históricas, com geadas intensas, e um aumento dos focos de incêndio na Amazônia e no Cerrado.

Se estes efeitos negativos são sentidos primeiro no campo — produtores de café estimam uma perda de até 35% da lavoura com as geadas de julho passado —, eles também acabam chegando até as prateleiras dos mercados, com uma estimativa de alta de 14% nos preços internacionais do grão.

Mas o que pode ser feito então para evitar (e até prevenir) os prejuízos causados pelas mudanças climáticas?

Por mais de 30 anos, nós da Rainforest Alliance trabalhamos para tornar a agricultura mais sustentável ao fazer com que nossos  produtores rurais parceiros em todo o mundo adotem métodos de cultivos que protegem a terra. E isso, sem abrir mão da produtividade necessária para garantir boas condições de vida no campo. Em outras palavras, a agricultura sustentável é uma prática de redução de danos — o primeiro passo crucial no caminho em direção à criação de sistemas benéficos para as pessoas e a natureza.

Para nós a sustentabilidade é uma jornada de melhoria contínua, e o destino final é a regeneração do meio ambiente. Um produtor pode começar a sua trajetória sustentável ao reduzir o uso de insumos como pesticidas, por exemplo, o que pode estimular uma melhoria na fertilidade do solo. Quando medidas enriquecem a terra — como o plantio de árvores de sombra para proteger e nutrir os solos — são aplicadas em todas as frentes, você tem uma fazenda de fato regenerativa.

Nosso programa de certificação ajuda os produtores a se adaptar às mudanças climáticas ao identificar os desafios específicos da sua região — tais como novos padrões de clima, secas ou chuvas mais intensas — e a encontrar os métodos corretos para superá-las. Esse tipo de adaptação direcionada ajuda os produtores a construir resiliência leia mais…

TEXTO Maiara Despontin, especialista em Agricultura Sustentável na Rainforest Alliance Brasil • FOTO Café Editora

Mercado

Nescafé firma parceria entre linha Origens do Brasil e Fundação SOS Mata Atlântica

A partir de agora, quem compra a latinha de café em pó ou o vidro de solúvel da linha Origens do Brasil, da Nescafé, contribui com o plantio de uma árvore na Mata Atlântica. É esse o compromisso da marca de café da Nestlé ao lado da SOS Mata Atlântica pelos próximos cinco anos. Na maior ação já realizada pela ONG no bioma, a meta é que sejam plantadas, ao todo, 3 milhões de árvores.

Lançada em 2018 como a primeira linha 100% brasileira da Nescafé, a marca firmou o pacto de, até 2022, tornar-se a primeira marca carbono neutro do país de solúvel e para coar. Desta vez, ao lado da ONG SOS Mata Atlântica, a Nescafé reverte seu consumo em apoio à preservação do bioma do qual dependem 70% da população, 80% do PIB, e que se estende por 17 estados sob constante ameaça (hoje, restam menos de 13% da vegetação que existia originalmente).

“Vivemos no dia a dia a máxima de grandes poderes, grandes responsabilidades: como a maior marca de café do planeta, possuímos o principal programa de sustentabilidade de toda a cafeicultura – e que neste mês completa 10 anos de cuidados com o produtor, os processos e a natureza”, afirma Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé. A Nescafé vai atrelar as vendas de Origens do Brasil à restauração da Mata Atlântica até 2025.

Com 35 anos de existência completados neste mês, a ONG tem como missão inspirar a sociedade na defesa da Mata Atlântica. Para isso, atua com mobilização e promoção de políticas públicas por meio de monitoramento do desmatamento, estudos, projetos e diálogo com setores públicos e privados. Junto a parceiros, a Fundação SOS Mata Atlântica já plantou cerca de 42 milhões de árvores no bioma.

“Firmar parceria com uma marca que entende a sustentabilidade para bem além do compliance é mais que um fator motivador para a Fundação; na verdade, ajuda a garantir que o trabalho de preservação reverbere pela sociedade e seja, enfim, compreendido como essencial, sobretudo nestes tempos”, diz Olavo Garrido, Diretor de Finanças e Mobilização de Recursos da ONG.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

Café & Preparos

BSCA destaca a importância dos cursos sobre café em 18º episódio de websérie

Na quarta-feira (22) acontece o lançamento do 18º episódio da websérie “A História do Café Especial – O olhar da BSCA em 30 anos”, realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Café Editora.

O vídeo da vez explica sobre a importância dos cursos em diferentes áreas do café, como produção, torra, sensorial e preparo da bebida, para o crescimento profissional de quem busca se aprofundar na área.

Para falar sobre o assunto, foram convidados: Rashid Yasin, da Ranan Treinamentos e Cursos/Chancelado BSCA; Luiz Eduardo Melo, da Supernova Coffee Roasters; Adriana Valinhas, do Language Café/ Instrutora SCA e BSCA School; Joel Shuler, da Café Brasil/Instrutor CQI em parceria com a BSCA; Douglas Cal Martins, da Minasul/Instrutor BSCA School; e Vanusia Nogueira, diretora executiva da BSCA.

Movimento da xícara ao grão

Com novos episódios lançados todas as quartas-feiras no YouTube da BSCA e no Instagram da Revista Espresso, o projeto busca levar informações relevantes sobre a cadeia do café especial ao consumidor final e a todas as pessoas que não possuem conhecimento deste universo, rebobinando o trajeto da bebida da xícara ao produtor e sua lavoura.

Com o intuito de aproximar as pontas do setor, a websérie conta com linguagem acessível e tradução em inglês. Deste modo, mais pessoas ao redor do mundo também podem conhecer de perto a história do café especial no Brasil e ficar por dentro de toda a qualidade da produção nacional!

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Cafezal

Beleza para além da lavoura: Fazendas de café investem em diferentes intervenções artísticas

Que uma fazenda cafeeira é linda por si só, isso a gente já sabe. Mas, com o avanço da tecnologia e do turismo rural, muitas propriedades espalhadas pelo Brasil estão se revitalizando através de diferentes tipos de arte e colorindo o campo com outras cores!

A união entre o urbano e o rural

Uma delas é a Fazenda São Sebastião, em São Thomé das Letras (MG). Catarina Kim e seu esposo, Marcos Kim, decidiram apostar na paixão pela arte de rua, muito comum em grandes centros urbanos. Para isso, convidaram o grafiteiro Binho Ribeiro, um dos precursores da street art no Brasil, para dar novas cores ao barracão, ao terreiro, à colheitadeira e à casa de hóspedes da propriedade.

“A ideia de fazer o grafite do Binho na fazenda veio da época de quando morávamos em São Paulo. Quando fomos para a fazenda, sonhávamos em chamar alguém para fazer um grafite lá. E tem tudo a ver, porque é uma fazenda de pessoas de São Paulo. Queríamos essa mistura entre o rural e o urbano, um pouco da nossa história, minha e do Marcos”, conta Catarina.

Foto: Catarina Kim

Através de uma imersão na fazenda e no mundo dos cafés especiais, Binho elaborou desenhos combinando suas artes tradicionais, como a carpa – que tem uma simbologia muito positiva para os orientais – e elementos da própria fazenda, como os ramos do cafeeiro, os frutos, as flores e métodos de preparo da bebida. O resultado só pôde ser visto após três dias de execução. “Tínhamos esse sonho desde o começo, demorou um pouco, mas conseguimos, ficou lindo!”, comemora Catarina.

Inspiração para outras fazendas

A Fazenda Capadócia, em São Gonçalo do Sapucaí (MG), também vivenciou essa conexão entre o campo e a cidade, porém de uma forma diferente. “Tivemos a ideia quando começamos na jornada dos cafés especiais, em 2009, 2010. Eu queria representar cada parte do processo do café e todas as pessoas envolvidas”, explica o produtor Augusto Borges Ferreira.

Com a ajuda da equipe da cafeteria e torrefação Supernova Coffee Roasters, de Curitiba (PR), foi montado o projeto da “casa do barista”, que consistia na revitalização de uma casinha antiga localizada ao lado do terreiro. A ideia era que cada cômodo fosse temático e ilustrasse alguns dos processos por qual o café passa antes de chegar à xícara. Os desenhos ganharam leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto

Esquema da fenologia do cafeeiro arábica

Agora você vai entender direitinho como “funciona” nossa planta favorita: o café, é claro! Conheça as fases da fenologia do cafeeiro arábica no Brasil.

Existem sempre dois ciclos acontecendo em um ramo de café, ao mesmo tempo: o primeiro ano fenológico (a primeira e a segunda fases do infográfico) e o segundo ano fenológico (a terceira, a quarta e a quinta fases do infográfico). 

Primeira fase: começa a formação das gemas florais (que viram flores) e gemas vegetativas (que viram novos galhos).

Segunda fase: nessa fase, as gemas se diferenciam e amadurecem. Depois elas ficam ali quietinhas esperando o momento de despertar – e esse momento é: a chuva! Esse estágio é muito importante porque qualquer chuvinha fora de hora pode despertar uma florada e bagunçar toda a maturação do café naquele ano. 

Terceira fase: Ahh… A florada! As flores vivem em média três dias, depois secam e dão lugar aos chumbinhos, que vão crescer e virar cerejas. 

Quarta fase: nesse estágio, as cerejas (e os grãozinhos dentro delas) se expandem!

Quinta fase: aqui os frutos já cresceram o que tinham de crescer. Agora eles vão amadurecer e se tornar cerejas vermelhas ou amarelas, dependendo da variedade. Quando as cerejas estiverem bem maduras, é hora de colher!

TEXTO Juliana Sorati

Mercado

Semana Internacional do Café faz retomada com evento presencial e digital em 2021

Marque na agenda! O principal encontro nacional do setor e um dos cinco maiores do mundo, a Semana Internacional do Café (SIC) retoma a realização presencial do evento no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Atendendo aos mais completos protocolos de segurança e com avanço da vacinação no país, os realizadores promoverão o evento no formato híbrido – presencial e digital – de 10 a 12 de novembro de 2021.

Conhecida por oferecer extensa programação de conteúdos relevantes, ampla rede de conexões e movimentação de milhões de reais em negócios realizados, a SIC manterá seus pilares e promete ainda mais vigor na geração de negócios, através da  exposição de marcas, palestras e painéis, encontros, reuniões, premiações e cursos, tudo isso com acesso também através da sua plataforma digital.

Produtores, classificadores, torrefadores, traders, exportadores, proprietários de cafeterias, baristas e especialistas conhecerão as novidades do mercado e terão acesso em primeira mão aos melhores cafés brasileiros da safra 2021/2022, no concurso Coffee of the Year Brasil, e ações especiais promovidas por expositores e patrocinadores.

Segundo Roberto Simões, presidente do Sistema FAEMG: “Ao longo de oito edições já realizadas com muito sucesso, a SIC se consolidou como importante ponto de encontro, de fomento aos negócios e de divulgação da qualidade dos cafés do Brasil, para o consumidor interno e países compradores. É de extrema importância que possamos conjugar a realização do evento de forma digital e presencial este ano, aliando a experiência sensorial aos resultados econômicos e sociais que o evento sempre possibilita”.

Em 2020, primeiro ano da pandemia, a SIC 100% Digital foi um grande sucesso. Teve 25 mil acessos, de 58 países e mais de 70 horas de conteúdo e 176 palestrantes com grande relevância no mercado nacional e internacional.

A programação completa e os convidados confirmados serão informados através da plataforma oficial do evento e nas mídias sociais.

Retorno no Expominas

Empresas interessadas poderão expor em estandes esse ano seguindo todos os protocolos de biossegurança e com o objetivo de retomar e acelerar seus negócios que foram impactados pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

“Acreditamos que a SIC precisa ser esse ponto de encontro para a retomada, reconexão e reencontro do mercado de café. Os expositores e profissionais visitantes estão focados em pensar novas soluções para o setor e queremos oferecer todas as condições para que – de forma segura – possamos realizar o evento presencial e digital para marcar esse momento desafiador mundialmente”, afirma Caio Alonso Fontes, diretor de planejamento da Café Editora.

Com o modelo híbrido, a visitação controlada no acesso local garante a experiência presencial, ao mesmo tempo em que, na moderna plataforma digital, deve crescer continuamente a conexão cada vez mais global do setor. Dentre as atrações previstas está a participação de convidados internacionais em cursos e painéis, além de renomados especialistas nacionais que apresentarão conteúdos exclusivos e de muita relevância.

A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), da Café Editora, do Sebrae e do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa). Realizada desde 2013 em Belo Horizonte, capital do maior estado produtor do país, a SIC tem como foco o desenvolvimento do mercado brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés nacionais para o consumidor interno e países compradores, além de potencializar o resultado econômico e social do setor.

Serviço
Semana Internacional do Café 2021 
Quando:
10 a 12 de novembro
Onde: plataforma digital e no Expominas, em Belo Horizonte (MG)
Mais informações: www.semanainternacionaldocafe.com.br

Cafezal

31º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café prorroga inscrições

As inscrições para o 31º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso foram prorrogadas! Agora, os produtores podem enviar suas amostras até 20 de setembro de 2021.

Segundo a Comissão Julgadora, a prorrogação ocorre porque ainda estão sendo preparados cafés de regiões mais altas, além do atraso que vem ocorrendo no preparo e envio das amostras de café por conta da pandemia do coronavírus.

Para o Prêmio Ernesto Illy – Nacional, serão selecionados 40 produtores finalistas que concorrerão aos seis primeiros lugares. Desses seis, os três primeiros se classificarão para participar do 7º Prêmio Ernesto Illy Internacional em 2022, além de ganhar prêmios em dinheiro e diplomas.

Já o Prêmio Ernesto Illy – Regional terá até dois cafeicultores premiados em cada um dos 10 Estados/Regiões, sendo: Minas Gerais (subdividido em Cerrado Mineiro, Chapada de Minas, Matas de Minas e Sul de Minas); São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e as regiões Centro-Oeste, Sul e Norte/Nordeste. Todos os vencedores e finalistas receberão prêmios em dinheiro e diplomas.

O regulamento e a ficha de inscrição para o 31º Prêmio estão disponíveis no site do Clube illy do Café. É permitido a inscrição de apenas uma amostra de café arábica. Se a propriedade rural possuir mais de um sócio, as amostras deverão ser inscritas em nome do sócio responsável na receita estadual.

Os melhores cafés serão selecionados por uma comissão julgadora, com especialistas da Experimental Agrícola do Brasil/illycaffè. As análises serão feitas pela classificação do café quanto ao aspecto, seca, cor, tipo, peneiras, teor de umidade, torração e pela qualidade da bebida, inclusive com degustação para espresso.

Durante o período de inscrição, o produtor poderá vender o lote inscrito e aprovado para a Experimental Agrícola do Brasil/illycaffè desde que a mesma demonstre interesse, conforme suas normas de compra, também informadas no site do Clube illy.

Endereço para envio da amostra e inscrição:
Experimental Agrícola do Brasil Ltda
Rua Dr. Nicolau de Souza Queiroz, 518 – Vila Mariana
CEP 04105-001 – São Paulo/SP – e-mail: compras@illy.com

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Mercado

Guia de Cafés #11: dicas do que estamos tomando

Mês de agosto e setembro! Meses que o Brasil está finalizando a colheita de cafés em diversas regiões do país e outras ainda terão mais alguns meses pela frente.

Recebemos mais de 300 cafés nos últimos meses e neste Guia de Cafés recomendamos aqueles que foram recebidos pela nossa equipe e aprovados. A proposta é que possamos “assinar embaixo” de produtos com rastreabilidade e qualidade.

Aqui na redação da Espresso ainda estamos trabalhando todos de casa devido à pandemia do Coronavírus, faz 18 meses. Conte para nós que cafés está tomando e experimente essas novidades!

As dicas de mais de 17 cafés desta leva da Espresso são grãos super variados. Quer nos enviar? Saiba como no fim desta matéria. 

Veja o que separamos para você:

Kaffe – Cerrado Mineiro

Produzido por: Fazenda Rio Brilhante
Produtor: Inácio Carlos Urban
Região: Cerrado Mineiro – Coromandel (MG)
Variedade: arara
Espécie: arábica
Processamento: natural
Torrado por: Kaffe Torrefação e Treinamento
Sensorial do café: azeitona preta, abacaxi e mel
Outros cafés da marca: Matas de Minas (João Luiz Carneiro Vianna), Norte Pioneiro do Paraná (Ricardo Batista dos Santos) e Alta Mogiana (Guilherme Dias de Souza Alves)
Cafés do projeto Adote uma Micro Torrefação
Compre: www.instagram.com/kaffe.tt

Mundo Café – Groselha Negra 2.0

Produzido por: Greciano Lacerda
Produtor: Greciano Lacerda
Região: Caparaó
Espécie: arábica
Variedade: catuaí vermelho
Torrado por: Mundo Café
Sensorial do café: frutas negras, groselha negra, bolo de floresta negra e finalização doce
Outros cafés do mesmo produtor: Witbier – sensorial: frutas amarelas, mousse de maracujá, doce de chocolate, pudim e caramelo
Preço: 35,00 (250 g)
Compre: www.mundocafe.com.br leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Mariana Proença