Mercado

Orfeu é o novo café do Fasano

O grupo de cinco hotéis e vinte restaurantes da marca Fasano agora tem o Orfeu Cafés Especiais em seus cardápios. O café, que no fim de 2016 relançou a marca, também tem parcerias com o Grand Mercure, Copacabana Palace, Amor aos Pedaços e Benjamin a Padaria, entre outros.

“Todas essas novas parcerias contribuem com a nossa missão de manter os melhores grãos de café que produzimos em nossas fazendas aqui no Brasil e aumentar a visibilidade da categoria de cafés especiais”, comenta a diretora geral da marca, Amanda Capucho.

O café é cultivado no Sul de Minas e na Mogiana, nas cidades de Botelhos (MG), Poços de Caldas (MG) e São Sebastião da Grama (SP). Tem como símbolo o Jequitibá Rosa de 1.500 anos localizado na Fazenda Sertãozinho. Certificada na categoria de cafés especiais, a marca conquistou diversos prêmios e os primeiros lugares do Cup of Excellence, do Coffee of the Year e do Aroma BSCA.

Orfeu é plantado, colhido, torrado, embalado e entregue pelas Fazendas Sertãozinho. A área plantada é de 1 mil hectares com 3 milhões de pés de café arábica. A marca apresenta cinco blends na linha permanente e está disponível nas versões grãos, torrado e moído, cápsulas e sachês.

As cápsulas de Orfeu, compatíveis com máquinas Nespresso, são biodegradáveis, podem se tornar adubo e recebem o Rótulo Ecológico ABNT.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

Café & Preparos

No café tem louco pra tudo…

Dizem que a altura elevada de plantio e as baixas temperaturas podem influenciar positivamente nos grãos, ressaltando características na bebida final. Mas não é apenas na etapa das lavouras que estes fatores vêm sendo testados.

No preparo da bebida, por exemplo, já tem gente utilizando destes métodos. O proprietário de uma cafeteria nos Estados Unidos decidiu levar os grãos – literalmente – as alturas. Ockhyeon Byeon colocou frutos colombianos em um balão meteorológico e o lançou ao espaço. Segundo ele, a carga subiu cerca de 48 km, alcançando a mesosfera.

Divulgação

Com a ajuda de um GPS, Byeon conseguiu recuperar o pacote, que passou cinco horas “voando”. Dentro, os grãos estavam ligeiramente congelados e cobertos de água por conta da pressão do ar. Quem bebeu diz que o café ficou levemente mais suave do que o feito com grãos “terrestres”. Em campeonatos, a altura e a temperatura também já foram um diferencial. O barista norte-americano Kyle Ramage realizou uma mistura de experimentação e ciência com o auxílio do químico Christopher Hendon, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Ele congelou o café a seco a temperatura de -79ºC e colocou depois diretamente no moedor.

Créd: Jeff Hann

Segundo Kyle, o café torna-se mais frágil quando resfriado, especialmente abaixo de 50ºC negativos. Desta forma ao entrar em contato com o moedor, ele reage melhor no resultado da consistência das partículas, que ficam mais uniformes e geram um café mais complexo em sabores, segundo ele. “Eu uso e amplifico esta fragilidade para o lado positivo”, explica o barista. Quem vai tentar?

TEXTO Redação

O universo do chocolate

Renata Arassiro é apaixonada por chocolates desde menina. “Eu queria dar presente para os amigos, mas não tinha dinheiro. Então, aos 14 anos, resolvi fazer chocolate”, diz ela. Assim, depois de cursar Engenharia Têxtil, Renata decidiu enveredar pelo doce mundo dos produtos feitos à base de cacau. No início, nos anos 1990, eram apenas trufas — segundo ela, “enormes” e recheadas com cereja, amêndoa, menta e avelã. Depois, vieram as encomendas de cafeterias, como o Fran’s Café, e a diversidade de produtos aumentou.

Depois de cursar confeitaria e panificação no Senai, deu aulas em diversas faculdades de Gastronomia, trabalhou em empresas de chocolate e deu consultorias. “Num certo momento, eu me cansei de ensinar os outros e decidi abrir um espaço próprio para fazer meus chocolates”, conta. Da sociedade com uma amiga, em que faziam bolos, docinhos e chocolates para casamentos, surgiu, três anos depois, sua primeira e única loja. Desde 2008, conduz sozinha a Renata Arassiro Chocolates, no bairro do Campo Belo, zona sul de São Paulo.

Quem entra em seus domínios se sente como se estivesse numa joalheria: milimetricamente distribuídos sobre superfícies de espelho, seus chocolates têm formatos e cores discretos e elegantes, como se fossem pedras preciosas. “Não gosto de misturar muitas cores na vitrine”, explica ela, que é, desde 2005, embaixadora no Brasil da marca belga Callebaut, a maior empresa de chocolates do mundo. Os sabores, que mesclam ingredientes brasileiros e exóticos, confirmam sua posição entre as melhores chocolateiras do País. “Queria trabalhar com chocolates de qualidade, e trazer para esse universo os ingredientes brasileiros”, explica a chocolatière. Os recheios de seus bombons levam cachaça e ingredientes nacionais, como cupuaçu, cajá, priprioca e jambu, a partir de técnicas modernas de design de chocolate — muitas delas aprendidas em cursos no exterior. “Utilizo nos bombons várias técnicas de trabalho: eles sempre têm uma cor ou um detalhe diferente, como pétalas, cristais, além de texturas. Não uso, por exemplo, transfers coloridos sobre os chocolates”, ensina Renata. Não é à toa que recebeu diversos prêmios, entre eles o de Veja São Paulo Comer & Beber, em 2012 e 2013, pelo melhor chocolate servido na cidade.

Uma das explicações de seu sucesso é a mudança de paladar do brasileiro.Antes, o brasileiro queria chocolates muito doces. Hoje, ele prefere o chocolate mais amargo”, analisa ela. “Quando as pessoas conhecem um produto de qualidade, começam a ter novas referências de paladar. Hoje, elas aceitam chocolates com menos açúcar, com mais teor de cacau, mais brilho”, explica. A oferta de matérias-primas importadas também elevou o nível de qualidade do chocolate feito no Brasil: hoje em dia, a indústria oferece chocolates com alto teor de cacau, cenário muito diferente de quinze anos atrás, quando o açúcar — o ingrediente mais barato de um chocolate — imperava no mercado. “Agora todos se preocupam com a qualidade do chocolate”. Segundo Renata, porém, ainda há um longo caminho a percorrer: é aquele que conduz à qualidade dos grãos de cacau brasileiros. “Hoje há várias fazendas na região de Ilhéus, no sul da Bahia, que melhoraram a qualidade do cacau, além de produtores de cacau que se preocupam com a qualidade de sua matéria-prima e com a sustentabilidade da cultura do cacau”, alegra-se.

Neste cenário favorável, Renata encontra tempo para dedicar-se a outra arte: esculturas feitas de chocolate. Ela já participou e foi jurada da Coupe du Monde de la Pâtisserie, importante campeonato do gênero.

*Cristiana Couto é jornalista especializada em gastronomia e autora de Alimentação no Brasil Imperial, Educ, São Paulo, 2015, livro finalista do 58º Jabuti 2016. Fale com a colunista pelo e-mail nacozinha@cafeeditora.com.br.

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso referente aos meses setembro, outubro e novembro de 2017 – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

TEXTO Cristiana Couto • ILUSTRAÇÃO Eduardo Nunes

Mercado

Vai uma cerveja stout com café?

Tomar cerveja já é bom, agora imagine juntar com outra paixão e tomar uma cerveja stout feita com café especial? Pensando em produzir uma cerveja com café de origem e variedade únicas, as paulistanas Trilha Cervejaria e a cafeteria Um Coffee Co. criaram a cerveja Mundo Novo – Fazenda Um.

A cerveja forte e escura tem nuance, acidez, doçura e não esconde as características do grão Mundo Novo, da Fazenda Um, do sul de Minas Gerais. “As notas do café casam bem com a torra do malte”, explica Eduardo Sato, da Trilha Cervejaria. Com 225 ml e 10,7% de álcool, o copo da cerveja custa R$ 20. Há também a opção em lata de um litro que custa R$ 85.

A Trilha já oferecia a Paulicéia Macchiato, uma parceria com a Cervejaria Dogma. A milk stout é produzida com grãos da variedade mundo novo do Wolff Café, cacau e possui 6% de teor alcoólico. O copo com 225 ml custa R$ 16.

Além da Paulicéia Macchiato, a Cervejaria Dogma oferece a Modern Dogma, uma cerveja encorpada com aromas de torrefação, caramelo, frutas secas, adição de cacau, café da variedade catuaí vermelho do Wolff Café e possui 9% de teor alcoólico. A garrafa de 300 ml custa R$ 27.

Serviço
Trilha Cervejaria
Onde: Rua Apinajés, 137 – São Paulo (SP)
Horário de funcionamento: De terça a sexta, das 17h às 23h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 23h.

Cervejaria Dogma
Onde: Rua Fortunato, 236 – São Paulo (SP)
Horário de funcionamento: De quarta a sexta, das 17h às 23h; sábado, das 12h às 23h; domingo, das 14h às 21h e feriados, das 17h às 23h.

TEXTO Daniela Quitanilha • FOTO Divulgação

Receitas

Picolé de café com Nutella

Por Eduardo de Toledo Barroso

Ingredientes
– 1,64 litro de água
– 370 g de leite em pó
– 400 g açúcar cristal
– 4 colheres (sopa) de Nutella
– 3 colheres (café) de essência de baunilha
– 350 ml de café coado forte ou espresso

Preparo
Em um liquidificador, coloque a água e o açúcar cristal. Em seguida, adicione o leite em pó, a Nutella, o café e a essência de baunilha. Deixe bater por 5 minutos e coloque em formas de picolé. Leve ao freezer para congelamento e aguarde por 30 minutos ou até obter um picolé firme. Ao servir, passe a Nutella nas duas faces do sorvete.

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz • RECEITA Eduardo de Toledo Barroso

Receitas

Waffle com creme de chocolate, café e uísque

Ingredientes
Waffle
– 1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
– 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
– 4 colheres (sopa) de açúcar
– 2 claras em neve
– 2 gemas
– 1 1/4 xícara (chá) de leite
– 2 colheres (sopa) de manteiga derretida

Creme de chocolate com café e uísque
– 240 g de chocolate meio amargo picado
– 200 g de creme de leite UHT
– 3 colheres (sopa) de café espresso ou coado forte
– 2 colheres (sopa) de uísque

Preparo
Waffle
Em uma tigela, peneire a farinha com o bicarbonato e o açúcar. Abra um buraco no centro e misture as gemas. Aos poucos, vá misturando com os ingredientes secos, juntando o leite e a manteiga até formar uma massa homogênea. Por fim, incorpore as claras em neve delicadamente. Aqueça a máquina conforme as instruções do fabricante, coloque a quantidade necessária de massa e asse até dourar, por cerca de 3 a 5 minutos.

Creme de chocolate com café e uísque
Derreta o chocolate no micro-ondas (aos poucos, de 30 em 30 segundos na potência máxima, mexendo nos intervalos) ou no banho-maria. Acrescente o café, o uísque e o creme de leite mexendo bem. Leve à geladeira por pelo menos 2 horas ou até firmar bem. Sirva sobre os waffles  com uma bola de sorvete.

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz • RECEITA Gabriela Martinoli

Mercado

Já pensou em pedir o seu café em um totem?

Buscando misturar a simplicidade, o minimalismo e a perfeição do Japão com os bons cafés do Brasil, os irmãos Alexandre, Carlos e Luis Fertonani montaram em Curitiba o The Coffee, uma cafeteria bem pequenininha dentro de um restaurante.

Além do tamanho, o que mais chama a atenção dos frequentadores é o sistema utilizado para fazer os pedidos. Diferente das cafeterias comuns, onde se encontra uma pessoa no balcão e outras no preparo dos métodos, no The Coffee só existe uma barista.

Você deve está se perguntando: mas e os pedidos? Aí que está! Estes são feitos pelos próprios clientes em um totem de autoatendimento. Apesar de já está presente em redes de fast food no País, a tecnologia ainda é novidade nas cafeterias.

Sobre a experiência digital, Luis Fertonani comenta que o totem virou uma atração, chamando a atenção dos fãs de cafés e de atendimento rápido. “Além da economia, percebemos que o totem acaba sendo o atrativo da casa”.

E aí, você acha que as cafeterias vão aderir a esta nova forma de atendimento?

Serviço
The Coffee
Onde: Al. Prudente de Moraes, 1.227, Centro – Curitiba (PR)
Horário de funcionamento: seg a sex, das 11h30 às 18h; sábado, das 12h30 às 16h30
Mais informações: www.thecoffee.jp

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

Mercado

MECA abre espaço para cafés especiais em SP

Conhecida por seus festivais de música, a plataforma multicultural MECA possui, desde 2016, um ponto fixo na região de Pinheiros, em São Paulo. Reinaugurado no dia 17/3, após reforma, o MECASpot está com programação diversificada, atuando como um misto de bar, espaço para eventos e local de trabalho.

Além da música, arte e conhecimento, a novidade é que neste sábado, 24/3, será inaugurado o MECACafé, um projeto dedicado ao universo dos cafés especiais, no mesmo local. Realizando curadorias, o local também contará com exposições de produtores locais e cardápio de pães e doces artesanais produzidos na cidade.

O espaço será aberto para iniciativas de produção de café, conteúdo e educação dentro do assunto. A cada mês, a plataforma receberá uma iniciativa diferente, sendo a de estreia o COFFEA, primeiro podcast brasileiro dedicado ao café.

Trazendo o tema “Cafés especiais no contexto urbano”, o evento será moderado por sua fundadora e jornalista Kelly Stein, que ministrará uma série de conversas sobre diferentes contextos e realidades do mercado cafeeiro no Brasil. A programação conta com a participação de Felipe Croce, da cafeteria Isso É Café, e Cauã Sperling, do coffee truck Fora da Lei.

Após a inauguração, o MECACafé irá funcionar de segunda a sábado, das 11h às 17h. Com entrada gratuita, a abertura do espaço e as palestras começarão às 15h30 e serão realizadas até às 17h.

Serviço
Inauguração MECACafé
Quando: 24/3
Onde: Rua Artur de Azevedo, 499 – Pinheiros, São Paulo (SP)
Mais informações: www.meca.love

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Divulgação

Cafeteria & Afins

L’OR abre primeira cafeteria no Brasil

Em uma das mais conhecidas ruas de São Paulo, a francesa L’OR inaugurou hoje a primeira cafeteria da marca no Brasil. Localizada na rua Oscar Freire, a CHEZ L’OR, é uma parceria com o restaurante CHEZ Oscar. No ano passado, a marca lançou seus produtos no Brasil e está com presença bem forte no varejo nacional, principalmente com as cápsulas.

A cafeteria tem área agradável de mesas externas, que atrai o público da região dos Jardins. O lugar também abriga uma livraria no prédio moderno de cinco andares assinado pela Tryptique Arquitetura.

Para quem aprecia café haverá a opção de espresso e filtrado, na hario V60, dos cafés da marca em grãos e as versões com leite. Para acompanhar, bolos e outros doces franceses. Segundo Hugo Benevento, Master Blender de L’OR, “visitamos várias fazendas no Brasil para conseguir microlotes com sabores diferenciados. Cafés com doçura elevada. Compramos lotes de 20 a 30 sacas para comporem juntos os lotes maiores para fazer os nossos blends”.

Até 9 de maio também funcionará a loja física L’OR em um espaço no segundo andar do restaurante. Os apreciadores do café poderão adquirir todos os produtos disponíveis no Brasil da linha L’OR: cápsulas, solúveis, torrado e moído e grãos.

“Proporcionar uma experiência completa, em que nossos consumidores se sintam literalmente na casa de L’OR, é a forma que encontramos de oferecer a vivência completa do conceito”, explica Guilherme Maciel, Gerente de Categoria da JDE no Brasil.

A L’OR, marca da Jacobs Douwe Egberts (JDE) que tem sede na Holanda, está presente em mais de 120 países pela Europa, América Latina e Austrália. No Brasil é conhecida pelas marcas Pilão, Café do Ponto, L’OR, Caboclo, Damasco, Seleto e Pelé.

Informações sobre a Cafeteria

Endereço Rua Oscar Freire, 1.128
Bairro Jardins
Cidade São Paulo
Estado São Paulo
País Brasil
Website http://www.chezoscar.com.br
Telefone (11) 3081-2966
Horário de Atendimento De segunda a domingo, das 10h às 20h
TEXTO Mariana Proença • FOTO Divulgação

Cafeteria & Afins

Café Cultura abre espaço-conceito em Florianópolis

A capital de Santa Catarina irá ganhar mais um ambiente moderno voltado para os cafés especiais. Esta semana, no dia 23/3, o Café Cultura irá abrir sua primeira Flagship Store, em Florianópolis. A unidade tem como objetivo favorecer as relações entre os consumidores, incentivando o bate-papo, o coworking e a pausa na rotina.

Para isso, a Flagship conta com impressionantes 1.530 metros quadrados divididos em dois andares. Além dos espaços feitos para apreciar as comidinhas e os cafés servidos, possui bicicletário, espaço kids, área exclusiva para pet e “cantinho da meditação”, com tablets e headphones disponíveis.

Espaço Kids

Área exclusiva para pets

Assim como as outras oito lojas da rede, a novidade possui livros, prateleiras e objetos antiquados como parte da decoração. Tomadas e wi-fi são cortesia da casa, e mesas individuais e comunitárias foram pensadas para quem pretende usar o espaço para trabalhos ou reuniões.

O cardápio também apresentará mudanças: novas opções saudáveis de comidinhas e bebidas serão adicionadas. “Nosso objetivo é acrescentar ao conceito já estabelecido do Café Cultura algumas tendências, como valorização da experiência e do encontro, proporcionando bem-estar aos nossos clientes”, disse Luciana Melo, fundadora da rede.

A unidade concentrará todas as operações da marca, como a loja, o centro de treinamento de franqueados, o local onde é feita a torra e a moagem do café e a parte administrativa. Eventos e workshops para profissionais e iniciantes também serão realizados no espaço.

Informações sobre a Cafeteria

Endereço Rua Manoel Severino de Oliveira, 635
Bairro Lagoa da Conceição
Cidade Florianópolis
Estado Santa Catarina
País Brasil
Website http://www.cafecultura.com.br
Telefone (48) 3365-9700
Horário de Atendimento Diariamente (incluindo feriados), das 8h30 às 23h
TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Divulgação