Mercado •
Delivery, take away ou portas abertas? Como algumas cafeterias têm lidado com a reabertura gradual das atividades

A pandemia de Covid-19 (coronavírus) que ainda estamos enfrentando atingiu em cheio o setor de cafés especiais. As cafeterias de diversas cidades brasileiras, por exemplo, tiveram que fechar suas portas e adaptar seus serviços para que seus clientes seguissem comprando e consumindo as comidinhas e os cafés de qualidade, mantendo, assim, o negócio de pé.
Infelizmente, nem todas conseguiram suportar essa nova realidade e chegar ao sétimo mês do ano em funcionamento. Além dos pequenos comércios que optaram pelo fim dos trabalhos, muitos profissionais do setor e clientes ficaram surpresos com o comunicado da rede paulistana Octavio Café, que anunciou, na última quarta-feira (8), em seu perfil no Instagram, o encerramento das operações das cafeterias na Avenida Faria Lima e no Shopping Cidade Jardim.
Reabertura gradual
Em São Paulo, uma das capitais mais movimentadas do País, o setor de restaurantes pôde retomar suas atividades no dia 6 de julho, incluindo as casas de café. Porém, mesmo com a impressão de que as coisas estão “entrando nos eixos”, a prática mostra que essa reabertura não será tão fácil assim.
“Eu abri com uma expectativa alta e foi super frustrante”, conta Diego Gonzales, proprietário do Sofá Café, que voltou com duas de suas unidades – Pinheiros e Atrium – no primeiro dia de liberação, atendendo às recomendações de prevenção e com rotatividade entre seus funcionários.
Ele explica que suas cafeterias dependem muito de um público que ainda está trabalhando em sistema home office. “Temos aberto porque é um movimento crescente, mas não chega leia mais…


