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Especialistas debatem sobre o mercado de café pós Covid-19 em Encontro do Cerrado Mineiro

Nos dias 20 e 21 de maio a Federação dos Cafeicultores do Cerrado, por meio da Fundaccer e em parceria com a Epamig realizou a quinta edição do Encontro de Inovação e Tecnologia para a Cafeicultura do Cerrado Mineiro.

Neste ano, por conta da pandemia da Covid-19, o evento aconteceu on-line e a transmissão foi através do Fala Café, projeto criado em conjunto pela Revista Espresso e pelo portal de notícias CaféPoint, que busca apresentar conteúdos e debates relevantes para ajudar na tomada de decisão dos profissionais do mercado com a atual pandemia.

O segundo dia contou com o tema Perspectivas de Mercado do Café Pós Covid-19 e contou com a participação de Nelson Carvalhaes, do Cecafé; Guilherme Morya, do Rabobank; Pedro Malta, da Nestlé e Georgia Franco, do Lucca Cafés Especiais.

O Superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado iniciou o debate comentando sobre as práticas no Cerrado e o avanço com o selo de origem e qualidade, o que promoveu um crescimento de 40% no volume de café. “Hoje vejo produtores com perfil empreendedor, boa gestão e buscando cada vez mais se captar no meio digital”, aponta.

O primeiro a apresentar seu ponto de vista sobre o momento atual em que o café passa foi o presidente do Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé), Nelson Carvalhaes. O tema foi Panorama das Exportações. Segundo ele estamos em um momento que não pensamos em vivenciar e surpreendeu o mundo todo.

Nelson aponta que até o momento a exportação do café brasileiro ainda não foi prejudicado, com a pandemia, como ocorreu com outros produtos. No mês de abril leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Cafezal • Mercado •

Encontro da Cafeicultura do Cerrado Mineiro traz painéis com estudos de melhorias na produção

Na quarta-feira, 20 de maio, ocorreu o primeiro dia do 5º Encontro de Inovação e Tecnologia para a Cafeicultura do Cerrado Mineiro, que desta vez, por conta da pandemia foi de forma online. O evento é realizado pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, por meio da Fundaccer e em parceria com a Epamig.

A transmissão aconteceu no Youtube através do Fala Café, projeto criado em conjunto pela Revista Espresso e pelo portal de notícias CaféPoint, que busca apresentar conteúdos e debates relevantes para ajudar na tomada de decisão dos profissionais do mercado com a atual pandemia.

Nesta primeira etapa quatro especialistas se reuniram para apresentar e debater suas pesquisas para a melhora na produção do café especial.

O primeiro a se apresentar foi o pesquisador da Epamig, Gladyston Rodrigues Carvalho, com o tema: Produtividade das Cultivares no Projeto Unidades Demonstrativas. O projeto contou com a avaliação da microrregião de Patrocínio e do Carmo do Paranaíba e o objetivo era entender alternativas para mudar o padrão sensorial e genótipo do local. Foi analisado o comportamento regional de novas cultivares e comparadas com o catuaí vermelho e borboun amarelo. Além da avaliação das características sensoriais dos cafés produzidos pelas cultivares e o potencial de melhoria para o Cerrado.

Segundo Gladyston a expectativa é construir com precisão uma recomendação de cultivares para as microrregiões do Cerrado Mineiro, com base nos dados acumulados “O produtor poderá anotar sobre como se comporta a sua produção e iremos gerar um software com entrada de condições climáticas, dados da fazenda, gerando as melhores opções de cultivares. A eficiência da ciência, aliada a tecnologia da informação”.

Segundo Juliano Tarabal, Superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, essa é uma alternativa para que os produtores tomem uma decisão pautada e segura.

O segundo bloco contou com a apresentação de Denis Henrique Silva Nadaleti – Pesquisador INCT Café – UFLA/ EPAMIG, com o tema: Cafés Exóticos do Banco Ativo de Germoplasma de Minas Gerais: Variedades Potenciais para o Cerrado Mineiro. O Banco de Germoplasma guarda e preserva uma extensa coleção de recursos genéticos utilizados nas pesquisas de melhoramento e para a obtenção de cultivares cada vez mais produtivos. No caso da pesquisa do Denis o objetivo é buscar um potencial na produção de microlotes de café especial, com um perfil sensorial exótico.

Segundo ele a coleta de material genético constitui num vasto acervo genético de grande importância para programas de melhoramento genético leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

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É mineiro empreendedor

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A linda época da florada na região, os cuppings, as histórias dos produtores e os passeios pelas fazendas são algumas das atrações da viagem à origem: a Harvest Celebration.

A região do Cerrado investe em projeto ousado de mostrar a atitude dos cafeicultores na busca da qualidade do grão no dia a dia

Quantidade. Volume. Tecnologia. Por esse tripé a região do Cerrado Mineiro é muito conhecida. Qualidade. Microrregiões. Diferentes sabores. Essa é a recente meta que vem movimentando cafeicultores, agrônomos e empresários locais. O novo Cerrado Mineiro é formado por jovens empreendedores que encontraram no café com valor agregado um grande aliado para a fase de mudança por que a região vem passando.

Pioneiros na Denominação Geográfica de Café, conquistada em 2005, o selo deu ao produto o status de padrão e sabor únicos. Porém, hoje o investimento está sendo feito em diferentes perfis de café, com bebidas de características distintas e grãos que contam a história de cada produtor e fazenda.

O Cerrado Mineiro começou a produzir café somente nos anos 1970 quando produtores de outras regiões, devido a dificuldades climáticas, passaram a buscar outras áreas para o plantio. O investimento em novas técnicas agrícolas de irrigação e colheita passou a ser o sucesso local, que avançou rapidamente como uma referência no setor cafeeiro.

Esse passo à frente em tecnologia e produtividade deu à região status de potência, mas não necessariamente, à época, de qualidade. Em busca de um reposicionamento, o Cerrado Mineiro passou então a conectar os jovens que trabalhavam no setor e recriou sua identidade: Café Produzido com Atitude. Encabeçado pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado o novo projeto tem como base mostrar que os cafés têm práticas sustentáveis, têm a Indicação Geográfica e, por fim, a qualidade, com a cara do produtor que os cultiva.

Com o intuito de colocar um holofote sobre o trabalho que vem sendo realizado, recentemente a Federação criou uma viagem à origem para que torrefadores e formadores de opinião pudessem conhecer mais sobre a região composta de 55 municípios e 4.500 produtores de café. A revista Espresso acompanhou a primeira experiência e pôde conhecer de perto o que vem sendo feito por produtores e técnicos locais para celebrar a colheita dessa safra.

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A etapa final da viagem é marcada por um café nas montanhas da microrregião de Serra Negra.

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À direita, o barista Igor Salles e o produtor Ruvaldo Delarisse.

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Pesquisa e certificação
A primeira parada foi na Fazenda Epamig – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – onde fica uma lavoura de 60 hectares de café com variedades diversas para testes e um banco de germoplasma. Estávamos na época da florada, quando os cafezais ficam repletos de flores brancas e, claro, muitas abelhas. O foco da fazenda hoje é a alta tecnologia e a qualidade. Segundo Juliano Tarabal, diretor de Marketing da Federação, “o local é o maior em pesquisa do Estado, com área típica de Cerrado e com técnicas de irrigação e adubação muito desenvolvidas, além de testes de variedades novas, como a catiguá, que está despontando em produtividade e qualidade”. Ali próximo à área de plantio há o Centro de Excelência do Café da Região do Cerrado Mineiro, onde os cafés são provados de forma profissional em laboratórios.

Hoje, ao contrário de anos passados, o Cerrado Mineiro encontrou potencial ao trabalhar as principais microrregiões, que são dezenas, e que podem ser subdivididas ainda em terroirs mais específicos. Na prova dos cafés é possível perceber as diferentes características sensoriais que são determinadas, entre outras coisas, por microclima, solo, altitude e processamento do café.

Quem está se beneficiando dessa nova fase do Cerrado Mineiro é a família de Mario Lucio Donizete dos Reis, que há dez anos trabalha com café, e que, junto a outros setenta produtores, faz parte do Assentamento de São Pedro, de quinze hectares por família, na microrregião de Esmeril. Os produtores são certificados, na sua maioria, por programas como o Rainforest Alliance, Fairtrade, Certifica Minas, e participam de capacitações do Sebrae, promovidas pelo projeto Educampo.

O produtor Mario Lucio revela ser “apaixonado por café”. Trabalham na lavoura ele, o pai, a mãe e um irmão. A colheita é 100% mecanizada, com a produção de até 45 sacas por ano. Nesta safra, é a primeira vez que ele participa de um prêmio, o da própria Região do Cerrado Mineiro (ver o boxe nesta página). Os cafeicultores se organizaram na Associação dos Pequenos Produtores do Cerrado (APPCER), em 2010, devido à demanda por cafés certificados de compradores e para melhorar a qualidade e conseguir valores melhores para o grupo. Em 2012 foram 10 mil sacas de café vendidas por este sistema, com 55 produtores associados.

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Uma paisagem típica do Cerrado.

Duas décadas
Mas nem só de pequenos produtores vive o Cerrado Mineiro. Cafezais extensos a perder de vista são o que mais se vê nesta região. Para eles é preciso montar uma estrutura enorme de atendimento à exportação. Por isso, hoje, um braço importante local é a Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer), com capacidade para armazenar 800 mil sacas. O armazém é um mundo de grãos de café, com muitas divisões e logística integrada da fazenda aos locais de transporte – parte primordial para garantir a entrega do produto na ponta final. Com vinte anos de atuação, a cooperativa possui uma linha de produção ininterrupta localizada em Patrocínio (MG) – o maior produtor de café do Brasil, com uma área de 35 mil hectares.

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Mario Lucio e Zilá dos Reis são produtores de café há dez anos, na Fazenda Engenho Velho, na microrregião de Esmeril.

Do chapadão para o mundo
Um grande ícone desta região quando se fala em café de qualidade é o premiado produtor Ruvaldo Delarisse. Ao sair do Paraná há trinta anos com a família, o cafeicultor encontrou na próspera microrregião do Chapadão de Ferro solo vulcânico e 1.300 metros de altitude. Lá plantou 125 hectares de café e produz natural e cereja descascado, em 4.500 sacas beneficiadas. Já finalista do Cup of Excellence – o principal concurso internacional de café – Ruvaldo é tímido e guarda segredo dos seus testes pela lavoura. Tem mais de trinta certificados que pendura com carinho na casa da fazenda, atestando a qualidade: “Fazer café uma vez é uma coisa, por dez anos é outra”, ele diz. As variedades mundo novo, catuaí e topázio produzem a maior parte de café de qualidade, que ele identifica e personaliza para cada cliente. “A gente está sempre aprendendo”. Um dos seus sonhos foi alcançado neste ano: que seu café atingisse a pontuação acima de 85. No concurso chegou a 91 pontos e ele ganhou o primeiro lugar na categoria natural.

Uma das características da microrregião é a maturação mais lenta do café no pé, em comparação com outros locais. Na época da colheita, Ruvaldo conta com dez pessoas que trabalham na fazenda na colheita mecanizada. Mesmo assim, seu custo médio por saca é alto, de R$ 300, mas com esse investimento em qualidade ele consegue vender seu produto 50% acima do preço de mercado. Uma das cafeterias brasileiras que têm parceria com ele é a Lucca Cafés Especiais, que há anos vende seu blend nas lojas do Paraná. Do Chapadão de Ferro para o mundo. Objetivo mais do que alcançado.

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Parte dos produtores da Associação dos Pequenos Produtores do Cerrado (Appcer), formada em 2010

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Provadores internacionais realizam cupping no Centro de Excelência.

Inédito: Prêmio para a qualidade
O Primeiro Prêmio da Região do Cerrado Mineiro teve como tema a Celebração da Colheita Safra 2013/2014 e escolheu a sede de Uberlândia por ser uma das 55 cidades que compõem a Indicação Geográfica da Região do Cerrado Mineiro. Organizada pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, em parceria com o Sebrae, a classificação dos melhores lotes de café levou em conta os aspectos elegância, singularidade e intensidade nas categorias natural e cereja descascado, e seguiu os critérios Ética e Rastreabilidade, que avaliam e pontuam por meio de auditoria a estrutura da fazenda produtora. Das 220 amostras recebidas, de vinte cidades, foram premiados seis produtores, três de cada categoria. No Natural, o campeão foi Ruvaldo Delarisse (foto à esquerda), do município de Patrocínio (MG). Em segundo lugar ficou Hélio Tutida e em terceiro a Coopcaf. Já na categoria Cereja Descascado, venceu em primeiro lugar Lúcio Gondim Velloso (foto à direita). Em segundo lugar Tomás Eliodoro e, em terceiro, Eduardo Pinheiro Campos. Os cafés terão uma comunicação diferenciada na saca, com um selo da região produzido especialmente para integrar essas embalagens, sacas e os materiais de apoio e divulgação do cafeicultor.

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Ficha técnica*

Região Cerrado Mineiro, Minas Gerais
Produtores: 4.500
Produção anual: 5 milhões de sacas
Área total de cultivo: 170 mil hectares
Municípios produtores: 55
Algumas das Microrregiões: Patrocínio (Chapadão de Ferro, Boa Vista, Macaúba e Esmeril); Araguari; Monte Carmelo; Serra do Salitre; Carmo de Paranaíba; Coromandel; Campos Altos; Araxá.
Mais informações www.cerradomineiro.org

TEXTO Mariana Proença • FOTO Cupping: Luciana Santos / outras: Marcelo Andrê

Mercado •

Grupo BMG lança marca para unir fazendas do Cerrado Mineiro

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Desde o último dia 2/6 (quinta) as fazendas São Lourenço, Brasis e Santa Rita, na Região do Cerrado Mineiro, agora são Guima Café. Produtoras de cafés especiais, as três propriedades pertencem ao Grupo BMG e passam agora a usar o nome único com o alvo principal no mercado internacional, com exportações para países como Estados Unidos, Japão e Itália. O objetivo da criação da marca brasileira foi apresentar ao mercado comprador uma identidade mais forte de um nome único, após a aquisição de duas novas fazendas: Brasis e Santa Rita. A mais antiga, desde 1979, é a Fazenda São Lourenço que, em 2007, iniciou processo de renovação das lavouras, melhoria de processos e certificações, com o objetivo de produzir cafés especiais.

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“Com a aquisição e o início de operação das duas novas fazendas optamos por trabalhar com uma marca única, que sirva de guarda-chuva para nossos cafés, visto que o processo produtivo tem as mesmas características, cuidados e preocupações nas três unidades”, conta o executivo do grupo João Guimarães. A estratégia segue a tendência de outras marcas do setor, como O’Coffee, que possui seis fazendas no grupo na região de Alta Mogiana, e Sertão Coffees, que tem fazendas próprias na região de Carmo de Minas (MG).

De acordo com a diretora Agrícola do Guima Café, Mariana Caetano Polcaro, a qualidade do café é garantida pelo cuidado e atenção a todas as etapas de produção. “Cada talhão é devidamente mapeado, com suas variedades e tratos culturais, permitindo um alto nível de controle e precisão nas informações”, conta. Segundo ela, os cafezais são 100% irrigados por gotejamento, o que favorece a uniformidade na maturação dos grãos, e a topografia plana das lavouras permite a mecanização de toda a colheita. As fazendas estão localizadas no município de Varjão de Minas, no Cerrado Mineiro.

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O lançamento foi realizado na última quinta-feira no Cento e Quatro Centro Cultural, na mineira Belo Horizonte. Durante o evento foram servidos cafés das três propriedades em métodos distintos, como a hario v60, chemex e french press, preparados pelos baristas da Academia do Café. Os cafés foram harmonizados com quitutes elaborados pelo chef Felipe Rameh, do Alma Chef. As lavouras do Guima Café somam 880 hectares e a capacidade de produção anual é de 40 mil sacas. “O que estamos levando ao mercado são grãos de altíssima qualidade, capazes de agradar aos mais exigentes apreciadores e entendedores do mundo do café”, diz João Guimarães.

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TEXTO Redação • FOTO Mariana Proença/Café Editora

Café & Preparos •

Dia Nacional do Café

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Eventos no Dia Nacional do Café

Florianópolis (SC) e outras cidades
24/5
Café Cultura distribuirá 3.000 espressos
O que: As seis lojas da rede, localizadas em Florianópolis, na Lagoa da Conceição, Shopping Iguatemi e Primavera Garden Center, em São José (Continente Park Shopping), em Balneário Camboriú (Balneário Shopping) e em Criciúma (Nações Shopping) entregarão vouchers nas cancelas de entrada dos empreendimentos. Na loja do Primavera Garden haverá ainda apresentação e degustação de vários métodos de preparo da bebida (Brew Bar), a partir das 17h.
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Kaffa Cafeteria

Vitória (ES)
24/5, das 8h30 às 10h20
Quero Café! DNA Capixaba
O que: Cupping com perfis de torra, promovido em parceria com a microtorrefação Trentino Cafés Especiais, para escolha do novo selo da marca. Os participantes terão o nome na embalagem do café que vencer a votação feita no dia. Gratuito.
Onde: Kaffa Cafeteria. Rua Darcy Grijó, 50 – lojas 03 e 04
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Recife (PE)
24/5, a partir das 16h
TNT + Café Na Rua
O que: Evento gratuito organizado pelos baristas Jonathas Souza, George Gepp e Jonathan Silva com competição de latte art, onde os organizadores vão auxiliar os apreciadores a preparar os cappuccinos e ensinarão técnicas de grafismo para a modalidade da competição destinada aos não profissionais. Também será realizado o Café na Rua para estimular o clima de interatividade e troca de informações entre os consumidores e os profissionais.
Onde: Orla de Boa Viagem. Ponto do Açaí – Av. Boa Viagem 727
Mais informações: Jonathan Silva (e-mail: jjln90@hotmail.com)

Recife (PE)
24/5
Recife Coffee
O que: As 15 cafeterias participantes farão a arrecadação de material de higiene infantil para ser doado à Creche Nossa Senhora da Boa Viagem, na comunidade Entra Apulso, que atende a 110 crianças menores de cinco anos. O cliente que fizer a doação ganha um espresso na cafeteria em que o produto for entregue.
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Belo Horizonte (MG)
24/5
Workshops Academia do Café (esgotados)
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25/5, a partir das 19h
WNT – Wednesday Throwdown – Academia do Café
O que: Campeonato informal de latte art, onde os baristas se reunem e apostam para ver quem faz o desenho mais bonito com o leite sob uma xícara de espresso, com o público como jurado. Ao som do blues de Jimmy Duchowny, Gustavo Andrade e Pablo Souza.
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CAFETERIA DO MUSEU divulgacao

Santos (SP)
24/5, das 9h às 14h
Oficina de Fotografia com Marcos Piffer
Inscrições: inscricao@museudocafe.org.br
24/5, a partir das 12h
Apresentação – Métodos de Preparo de Café na Cafeteria do Museu
Música no Museu – Tirolli Jazz Trio
Mais informações: (13) 3213-1751

São Paulo (SP)
24/5
Lançamento microlote no Suplicy
O que: Lançamento do microlote da Fazenda das Flores. Produtor Fábio Coletti Barbosa, de Albertina, Sul de Minas. Café vencedor do 2º Leilão Eletrônico de Cafés Especiais do Sistema COCCAMIG, na categoria cereja descascado.
Mais informações: Suplicy Cafés Especiais. Alameda Lorena, 1.430, Jardins

São Paulo (SP)
24/5, das 8h às 23h
Lançamento de drinques de café Lavazza no Eataly
O que: Três novos drinques serão lançados no Gran Café Lavazza, cafeteria do Eataly São Paulo. O Bavareisa Torinese (R$ 8,80) tem café, chocolate e creme de leite. O Caffè Padovano (R$ 8,80) leva espresso com calda de menta, espuma de leite e cacau polvilhado. O Iced Cappuccino (R$ 13,50) traz o autêntico cappuccino italiano na versão gelada.
Onde: Gran Bar Lavazza – Eataly São Paulo. Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1.489

São Paulo (SP)
24/5, a partir das 17h30
Degustação no Octavio Café
O que: Degustação gratuita das variedades bourbon amarelo, catuaí vermelho, mundo novo, obatã, icatu amarelo, catucai vermelho, catucai amarelo e acaiá, nos processos natural, descascado e despolpado. O Octavio Café presenteará todos os clientes com uma muda de café.
Onde: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.996 – Jardim Paulista

Espresso Degustacao FAF

Vitória (ES)
24/5, das 22h às 3h
Korujão
O que: Evento de 22 às 3h da manhã, com duelo de métodos de café (baristas convidados preparando o mesmo grão em métodos diferentes e apresentando a diferença aos clientes), flash tattoo temática com Brunella Simões, música, chopp e comida na calçada. Cafés gratuitos e demais com valores dos parceiros convidados.
Onde: Kaffa Cafeteria. Rua Darcy Grijó, 50 – lojas 03 e 04
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Cerrado Mineiro
24/5, a partir das 8h30
Abertura da Colheita na Região do Cerrado Mineiro
O que: A Acarpa e a Expocaccer se unem para celebrar o início da colheita do café na Região do Cerrado Mineiro. Será um dia de atividades direcionadas a cafeicultores e colaboradores de fazendas. A programação do evento prevê a realização do Fórum de Mercado e Política de Café coordenado pela Acarpa. No período da tarde serão desenvolvidos workshops do Programa de Qualidade Contínua da Expocaccer. Paralelo às atividades, haverá o Balcão de Negócios, onde empresas parcerias oferecerão aos cafeicultores condições especiais para aquisição de máquinas, implementos e insumos. Onde: Unidade 2 de Armazenagem da Expocaccer, próximo à BR 365, sentido Uberlândia.
Mais informações

Porto Alegre (RS)
24/5, das 14h às 18h
Torrefação de Portas Abertas na Baden
O que: Oportunidade de conhecer a torrefação e tomar um café de microlote do produtor Valdeir Tomazini, de Castelo (ES).
Onde: Baden Torrefação de Cafés Especiais. Rua Azevedo Sodré, 74 – Passo d’Areia

24/5
Café do Ponto oferece cupons de 50% de desconto
O que: Café do Ponto e Cuponeria oferecem agradável surpresa com cupons de 50% desconto para diferentes cafés e combos. As opções disponíveis são: Café Brigadeiro ou Café Avelã, Croque Francês + Coca-Cola + Café Espresso Regional e Macchiato + Coxinha. Mais de 30 cafeterias da rede Café do Ponto participam da promoção, porém é necessário consultar previamente a lista de lojas participantes.
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Uberlândia (MG)
24/5
Campanha do Agasalho na Mundo Café
O que: Quem doar uma roupa de frio receberá 250 gramas de café para levar para casa ou um espresso ou um cappuccino.
Onde: Rua Coronel Manoel Alves, 67 – Fundinho
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24/5
Frete grátis na Café Store
O que: A loja de venda de café, máquinas e utensílios pela internet oferece frete grátis para as regiões Sul, Sudeste e Distrito Federal por 24 horas.
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24/5
Starbucks oferece degustação
O que: Todas as lojas da marca irão oferecer degustações de hora em hora do café Brasil Blend preparado na french press.
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São Paulo (SP)
25/5, às 10h
Sabor da Colheita 2016 – 11ª edição
O que: Celebração do Dia Nacional do Café com a colheita no único cafezal situado no coração da cidade de São Paulo. Gratuito.
Onde: Instituto Biológico. Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, 1.252 – Vila Mariana
Mais informações: (11) 3125-3160

São Paulo (SP)
25 a 29/5
Curso na Fazenda da Octavio Café
O que: Curso completo da Semente à Xícara na fazenda da marca, em Pedregulho (SP)
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TEXTO Mariana Proença • FOTO Felipe Gombossy/Café Editora • ILUSTRAÇÃO Gustavo Lorenzini

Mercado •

Campeã do 25º Prêmio Ernesto Illy é do Cerrado Mineiro

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Entre os mais de 40 produtores nas finais das categorias Nacional e Regionais do 25º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso, duas cafeicultoras foram destaque. O evento aconteceu nesta quarta-feira (6/4) no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (SP) e elegeu os campeões entre os fornecedores brasileiros da empresa italiana illycaffè.

A primeira mulher a se destacar, vindo do Sul de Minas, foi a veterana Leda Castelani Pereira Lima, de Monte Santo de Minas (MG), que levou o 1º lugar da região, além de receber o título na nova categoria “Minha História com o Café”, criada neste ano para homenagear os produtores que contaram sobre seu vínculo com o grão. A produtora arrematou a noite conquistando, ainda, a 3ª posição na categoria Nacional e receberá R$ 25 mil.

Já estreante no concurso, Juliana Tytko Armelin, de Ibiá (MG), conquistou o 1º lugar da região do Cerrado Mineiro e, minutos depois, sagrou-se campeã Nacional do 25º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso. A produtora receberá o montante de R$ 70 mil pela conquista. O vice-campeão Nacional, Laerte Pelosini Filho, do município de Pardinho levou o nome do estado de São Paulo e R$ 45 mil pela premiação.

A cerimônia teve, ainda, a presença do CEO da companhia, Andrea Illy, que celebrou os anos de história e anunciou novidades. “Queremos levar a premiação mais longe. Por isso, ano que vem teremos outros prêmios em países produtores e um Prêmio Internacional, em Nova Iorque, nos Estados Unidos”, revelou Andrea.

Comemorando as bodas de prata do evento, a illycafè homenageou, ainda, os cafeicultores José Carlos Grossi, Francisco Sérgio de Assis e Jorge Naimeg, que fornecem para a empresa há mais de 20 anos. Já o prêmio de Classificador do Ano foi para Luiz Evandro Ribeiro, da Cooxupé, e de Fornecedor do Ano para o produtor Décio Bruxel. Por fim, no novo prêmio “Minha História com o Café”, ao lado de Leda, o produtor Norival Favaro também foi homenageado.

Confira os produtores campeões de cada categoria nesta edição do Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso:

Categoria Nacional:
Campeã: Juliana Tytko Armelin – Ibiá – Cerrado Mineiro
2º Laerte Pelosini Filho – Pardinho – São Paulo
3º Leda Castelani Pereira Lima – Monte Santo de Minas – Sul de Minas

Categorias Regionais:
Matas de Minas
Raimundo Dimas Santana Filho – Araponga (MG) – Fazenda Santo Antonio
Sul de Minas
Leda Castelani Pereira Lima – Monte Santo de Minas (MG) – Fazenda Nova Esperança
Chapada de Minas
Eduardo Yamaguchi – Diamantina (MG) – Fazenda Forquilha
Cerrado Mineiro
Juliana Tytko Armelin – de Ibiá (MG) – Fazenda Terra Alta de Ibiá
São Paulo
Laerte Pelosini Filho – Pardinho (SP) – Sítio Daniella I
Rio de Janeiro
Francisco Nioac de Salles – Bom Jardim (RJ)
Região Sul
Orlando von der Osten – Cornélio Procópio (PR) – Fazenda Pilar
Centro-Oeste
Gelci Zancanaro – Cristalina (GO) – Fazenda Nossa Senhora de Fátima
Norte/Nordeste
Glauber de Castro – Barreiras (BA) – Fazenda Café do Rio Branco

Expansão no Brasil
Em coletiva que ocorreu na parte da manhã, Andrea Illy comentou que quando surgiu a ideia do Prêmio Ernesto Illy, o café brasileiro era de pouca qualidade e hoje é considerado um líder não só de quantidade mas também na qualidade. A empresa continua a investir no Brasil e acredita que o contexto de crise é passageiro: “O país tem enormes oportunidades de crescer cada vez mais, com riquezas naturais, conhecimento e pesquisa”, afirmou Andrea, que contou também que a Illy está expandindo seus números de clientes pelo Brasil em lugares como: Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Recife, Manaus, Porto Alegre e Belo Horizonte.

TEXTO Natália Camoleze, em parceria com Thais Fernandes do CaféPoint • FOTO Divulgação

Cafezal •

Seminário do Café reúne produtores no Cerrado Mineiro

Entre os dias 6 e 9 de outubro, a cidade de Patrocínio (MG) recebe o 23º Seminário do Café da Região do Cerrado Mineiro. O evento pretende reunir produtores e entidades ligadas ao setor, pesquisadores, agrônomos e estudantes para debater problemas e soluções de interesse dos cafeicultores na área técnica, econômica, pesquisa e tecnologia. Neste ano, as cooperativas de COOPA e Expocaccer firmaram parceria com a Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio (Acarpa) para oferecer um ambiente de negócios para os cafeicultores. Uma novidade são os workshops e cursos sobre classificação, degustação e mercado de café. Os workshops acontecem no período da tarde, dentro do espaço das cooperativas, na parte central do evento. Para participar, os interessados devem se inscrever no local. O Seminário conta, também, com uma dinâmica de Show de Máquinas e um roteiro temático com visita programada à Expocaccer, com o intuito de conhecer os caminhos do café até à xícara. Confira, abaixo, os destaques da programação e palestrantes que virão participar do Seminário: 7/10 14h Marcelo Montanari (Engenheiro agrônomo e cafeicultor) e Adriano Gilson Rocha de Carvalho (Engenheiro agrônomo Sebrae Educampo COOPA), realizam um debate técnico com mediação do Diretor da Acarpa e consultor técnico, Kássio Humberto da Fonseca sobre os desequilíbrios ocasionados por controles da broca, que atitude tomar frente às pragas oportunistas. 16h Jackeline Uliana Donna (Gestora de Fortalecimento e Desenvolvimento da CLAC/FAIRTRADE), explica o significado do Fair Trade e sua atuação no mundo e na cafeicultura. No mesmo horário, Jefferson Gitirana Neto (Pesquisador e consultor técnico), comenta sobre o manejo integrado de pragas. 08/10 14h Mesa redonda sobre sementes, mudas e viveiros. Com a participação de André Felipe C. P. da Silva (coordenador de sementes e mudas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa), Maurício Bento da Silva (fiscal agropecuário do Mapa), Márcio da Silva Botelho (diretor-geral do Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA), Gláucio de Castro (vice-presidente da Fundação de Desenvolvimento do Café do Cerrado – Fundaccer), Thiago Motta (produtor de sementes), Enivaldo Marinho Pereira (cafeicultor e viveirista), Elisa Muller Veronezi (engenheira agrônoma Sebrae Educampo Expocaccer) e Ramiro Guimarães (engenheiro agrônomo Sebrae Educampo COOPA). 16h Com coordenação do Superintendente Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, os convidados Felipe Croce (Fazenda Ambiental Fortaleza – Mococa SP), Mariano Martins e Fabíola Filinto (Fazenda Santa Margarida – São Manoel SP), André Nakao (Fazenda Serra Negra – Região do Cerrado Mineiro) e Marcelo Montanari (Fazenda São Paulo – Região do Cerrado Mineiro), debatem sobre: Painel Experiências e Histórias de Produtores que Agregam Valor com Criatividade. Em um ano de adversidades, como encontrar saídas? 09/10 14h Mesa redonda sobre a preservação da água em tempos de escassez com: Maria de Fátima Dias Chagas Coelho (diretora geral Instituto Mineiro de Gestão de Águas IGAM), Fernando Beloni (membro da Associação dos Usuários das Águas Ribeirão Pavões e Regiões – AUAPA), Claudomiro Aparecido da Silva (coordenador do curso de Ciências Biológicas do Unicerp e conselheiro do Comitê de Bacias Hidrográficas) e Cláudio Moraes Garcia (presidente da Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA). 16h Guilherme Lucas Moreira Dias Almeida (supervisor do departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais – Fecomércio – MG) apresenta um panorama econômico e político do Brasil e como os temas podem impactar a cafeicultura. Serviço 23º Seminário do Café da Região do Cerrado Mineiro Local: Sindicato Rural de Patrocínio – Av. Márciano Píres, 622 – Marciano Brandão – Patrocínio (MG) Data: de 6 a 9 de outubro Mais informações: www.acarpa.com.br

TEXTO Natália Camoleze • FOTO Alexia Santi/Agência Ophelia

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Lucca tem edição limitada de campeões do Cerrado Mineiro

Cafés Lucca - Cerrado O Lucca Cafés Especiais lançou neste mês de março a edição limitada de cafés do II Prêmio da Região do Cerrado Mineiro. A cafeteria e torrefação de Curitiba (PR) comprou seis microlotes premiados – 1º lugar da Categoria Natural e também os 2º e 3º lugares da categoria Cereja Descascado, além da Dop Espresso, marca de cafés em cápsulas que leva a assinatura Lucca, arrematar grãos da Categoria Natural no concurso. Esses lotes estão sendo oferecidos em cápsulas e em grão. Entre os cafés, estão três microlotes da Fazenda Dona Nenem (foto), de Presidente Olegário (MG), que faturou o 1º lugar no concurso na categoria Natural, com 91,25 pontos, o 2º lugar na categoria Cereja Descascado, com 88,5 pontos, e a 3º posição também na categoria Cereja Descascado, com 87,7 pontos. A loja, localizada no bairro Batel, ganhou banners que mostram quem são os produtores, falam dos cafés produzidos e do trabalho que os produtores realizam no Cerrado. Os grãos estão sendo comercializados na loja virtual do Lucca e na Dop Espresso. Mais informações: www.luccacafesespeciais.com e dopespresso.com

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação/Lucca

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10 fotos que vão fazer você querer visitar uma fazenda de café

Nas andanças de nossa equipe por fazendas de café mundo afora, são vistas as mais belas paisagens. Como verdadeiros coffee hunters, ao lado de grandes fotógrafos, buscamos retratar as propriedades por ângulos que possam valorizar a produção e o produtor. Abaixo, você confere algumas dessas fazendas que visitamos ao longo do ano. Se você é um apaixonado por café, com certeza vai marcar os pontos no mapa para o seu próximo roteiro de viagem.

1 – Alto Caparaó (MG), Fazenda Ninho da Águia

Alto Caparaó

2 – Norte Pioneiro, Paraná

NortePioneiro Paraná

3 – El Salvador, Fazenda El Manzano

Let's Talk Coffee + Let's Talk Roya 2013

4 – Ibiraci (MG), Fazendas Portal da Serra e Guanabara

Ibiraci-MG

5 – Patrocínio (MG), Cerrado Mineiro

Patrocínio Cerrado Mineiro

6 – Quindío (Colômbia), Fazenda La Dorada

Colombia

7 – Machado (MG), Fazenda Santa Mônica

Fazenda Santa Mônica - Machado (MG)

8 – Presidente Olegário, Cerrado Mineiro, Fazenda Dona Nenem

Cerrado Mineiro - Presidente Olegário

9 – Carmo de Minas (MG)

Carmo de Minas Cafe

10 – Panamá, Fazenda La Esmeralda

panama2

TEXTO Hanny Guimarães • FOTO Felipe Gombossy; Guilherme Gomes; Luciana Santos; Ivan Padovani; Mariana Proença; Divulgação; Alexia Santi; Érico Hiller

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Cerrado Mineiro premia os melhores cafeicultores da região

Foto por Mariana Proença

O produtor Eduardo Pinheiro Campos, das Fazendas Dona Nenem e São João Grande, de Presidente Olegário, levou o 1º lugar da categoria Natural, com café de 91,25 pontos

A região do Cerrado Mineiro é a primeira, e por enquanto, a única no Brasil a possuir o status de Denominação de Origem para café.

Desde o ano passado, a Federação dos Cafeicultores do Cerrado, em parceria com o Sebrae, criou o Prêmio Região do Cerrado Mineiro, para prestigiar os cafeicultores locais. Hoje são 55 municípios e 4.500 produtores.

Mas a história começou na década de 1970, quando cafeicultores migraram do Paraná após uma geada que dizimou os cafezais. Frente a esta dificuldade, surgiram empreendedores que começaram a desbravar as cidades e plantar café onde nunca se havia imaginado existir terreno fértil.

Em 2013, após longo processo junto ao INPI, a região conquistou o título de Denominação de Origem, que atribui características especiais a uma região e produto. Em meio a 600 pessoas, a Espresso acompanhou dentre autoridades, cafeicultores, torrefadores, cafeterias, cooperativas e baristas, o Prêmio anunciado no Center Convention, em Uberlândia (MG). Vinte finalistas nas categorias natural e cereja descascado foram anunciados, além de homenagens aos técnicos de campo e compradores dos lotes campeões. leia mais…

TEXTO Mariana Proença • FOTO Café Editora