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Fórum debate novas ações para desenvolvimento sustentável na agricultura

No dia 25 de setembro, cooperativas, produtores, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, estudantes de agronomia, torrefadores, traders de café, classificadores, proprietários de cafeterias e baristas vão debater novas ações realizadas na cafeicultura e os próximos passos para o desenvolvimento sustentável. O encontro acontece na Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte (MG), no Fórum de Agricultura Sustentável.

O engenheiro agrônomo e consultor sênior da Elo Consultoria Empresarial, Mário Ramos Vilela, abordará o “Gerenciamento da Água na Cafeicultura”, apresentando métodos que podem ser inseridos na produção de café. “As boas práticas de manejo na cafeicultura contribuem para que seja estabelecida uma reserva natural de água muito importante, principalmente, durante o período de seca”, afirma.

Para Cláudio Wagner de Castro, responsável técnico de Agronegócios do Sebrae, iniciativas como essas, que integram a Semana Internacional do Café, contribuem para o desenvolvimento do mercado brasileiro do grão e para o fortalecimento de toda a cadeia produtiva, desde os produtores até o consumidor final. “É um momento também em que todos podem conhecer melhor as características do café produzido em cada região do nosso estado. Esse conhecimento contribui para o reconhecimento e valorização do nosso produto”, conclui.

O Fórum de Agricultura Sustentável conta ainda com outras seis palestras em sua programação, das 13h30 às 20h.

Confira a programação:
Gerenciamento da Água na Cafeicultura (das 13h30 às 14h30)
Palestrante: Mário Ramos Vilela (Engenheiro Agrônomo e Consultor Sênior na Elo Consultoria Empresarial)

Reuso da Água no Processamento dos Frutos do Café (das 14h30 às 15h30)
Tema: Tecnologias Aplicadas à Cafeicultura
Palestrante: Sammy Fernandes Soares (pesquisador na Embrapa Café e Epamig)

Processos de Fermentação no Café (das 14h30 às 15h30)
Tema: Tecnologias Aplicadas à Cafeicultura
Palestrantes: Eliezer Menezes Pereira e Michelle Costa da Silva (IFRJ)

Novidades no Processo de Secagem de Cafés (das 15h40 às 17h30)
Tema: Tecnologias Aplicadas à Cafeicultura
Palestrante: Flávio Meira Borém (UFLA)

Inovação na Poda do Café Arábica (das 15h40 às 17h30)
Tema: Tecnologias Aplicadas à Cafeicultura
Palestrante: Abraão Carlos Verdin Filho (INCAPER)

Inovações na Mecanização da Cafeicultura de Montanha (das 15h40 às 17h30)
Tema: Tecnologias Aplicadas à Cafeicultura
Palestrante: Fábio Moreira (UFLA)

Clima & Safra (das 17h40 às 19h40)
Apresentação da Pesquisa CaféPoint Colheita Cafeeira Safra 2015: “Qual é a real situação da safra do café?” (Mariana Proença, diretora de conteúdo da Café Editora)
Palestrantes:
Jorge Queiroz (Analista de Mercado de Café da CONAB)
Máximo Ochoa Jácome (Hanns R. Neumann Stiftung do Brasil)
Dr. Antonio Divino Moura (Vice-presidente da Organização Meteorológica Mundial (OMM) e Diretor do INMET Instituto Nacional de Meteorologia)
Celso Luis Rodrigues Vegro (Pesquisador Científico do IEA – Instituto de Economia Agrícola /SP)
Mediação: Eduardo Sampaio (Diretor Brasil da UTZ Certified)

Serviço
Semana Internacional do Café 2015 – Fórum de Agricultura Sustentável
Data: 25 de setembro
Valor: Gratuito
Mais informações: www.semanainternacionaldocafe.com.br

TEXTO Da redação • FOTO Alexia Santi/Agência Ophelia/Café Editora

Mercado •

Frutas brasileiras ganham controle de qualidade e origem

jaiba_produtores1 A Região do Jaíba, no norte de Minas, é a mais nova localidade nacional com frutas certificadas pela origem e qualidade. Foi lançado nesta sexta-feira (28/11), na Casa Minas Gerais, em São Paulo, o projeto de mais de quatro anos de estudo para agregar valor às frutas tropicais nacionais. Realizada pela Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte) e o Sebrae Minas a iniciativa criou uma identidade para as frutas da região. Jaíba é composta por uma área de 10.829 km2 e banhada, hoje, pelo Rio São Francisco. A combinação entre as condições climáticas, o solo fértil e a irrigação controlada mudaram a região nas últimas décadas. O que antes era uma área seca, com problemas sociais e de produção, tornou-se um local de empreendedores. Para Jorge Luiz de Souza, presidente da Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas: “os produtores estavam no limite do negócio e com lucratividade baixa. Então surgiu a ideia de fazer uma marca coletiva. Mas era necessário envolver toda a cadeia, até a distribuição e o varejo. Precisávamos de parceiros para o projeto”. leia mais…

TEXTO Mariana Proença • FOTO Mariana Proença