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Expocaccer ganha destaque no 10º Prêmio Região do Cerrado Mineiro com amostras vencedoras

Na noite da última quarta-feira (30), a cidade de Uberlândia foi palco do 10º Prêmio Região do Cerrado Mineiro. O evento contou com uma grande festa no Palácio de Cristal, com direito a apresentação teatral contando os detalhes da região, comidas típicas, drinques com café, música e muita emoção! 

Com o intuito de reconhecer o trabalho dos cafeicultores da Região do Cerrado Mineiro, além de promover a Denominação de Origem, a primeira conquistada para café no Brasil, a edição registrou um novo recorde de amostras inscritas: 370! As categorias disputadas foram Cereja Descascado, Fermentação Induzida e Natural.

Na categoria Cereja Descascado, o campeão do ano foi José Aparecido Naimeg, da Fazenda Pântano I, associado da cooperativa Expoccacer. Seu café bateu 90,05 pontos e apresentou notas florais, mel, caldo de cana e rapadura, com corpo amanteigado e acidez málica. Na sequência ficaram os produtores Eduardo Henrique S. Pereira, da Fazenda Abaete dos Mendes, Pouso Alegre e Tombado, em segundo lugar, e Maria Aparecida F. Pires Ruiz, da Fazenda Nossa Senhora Aparecida, em terceiro.

Comemoração de José Aparecido Naimeg, primeiro lugar na categoria Cereja Descascado

Quanto à Fermentação Induzida, o vencedor foi para Agilmar Ferreira Pinto, da Fazenda Boqueirão, parceiro da Expocaccer, que pontuou 88,75. De acordo com a avaliação, o sensorial da bebida contou com notas florais, frutas vermelhas (com destaque para morango, cereja e framboesa), melaço e rapadura. O pódio foi composto por Lázaro Ribeiro de Oliveira, da Fazenda Congonhas, em segundo, e Ismael José de Andrade, da Fazenda Paiolinho, na terceira posição.

Comemoração de Agilmar Ferreira Pinto, primeiro lugar na categoria Fermentação Induzida

Já na categoria Natural, o prêmio foi para o produtor Jorge Fernando Naimeg, da Fazenda Londrina, também cooperado da Expocaccer. Batendo 90,94 pontos, o café apresentou notas florais, de rapadura, açúcar mascavo, frutas vermelhas e mel. O vice-campeão foi Guilherme Sebastião F. Romão, da Fazenda Esmeril, e, em terceiro, o cafeicultor Enivaldo Marinho Pereira, da Fazenda Cachoeira/Cruzeiro. 

Comemoração de Jorge Fernando Naimeg, primeiro lugar na categoria Natural

O evento também foi marcado pela celebração dos 50 anos da cafeicultura no Cerrado Mineiro e pela participação das mulheres, com o Troféu Atitude. A Trader de Cafés Especiais da Expocaccer, Sandra Moraes, juntamente com a Superintendente da Coocacer Araguari, Eliane Cristina, homenagearam as cooperadas da Expocaccer Paula Urtado e Maria Aparecida Ruiz, por terem suas amostras classificadas como as três melhores do concurso.

Durante a cerimônia, a Expocaccer foi reconhecida também como o canal exportador que mais lacrou cafés com selos da Região do Cerrado Mineiro. Em outro momento de destaque, a cooperativa teve a classificadora Rosângela Soares homenageada pela classificação das amostras campeãs.

Categoria Cereja Descascado

José Aparecido Naimeg, da Expocaccer, com 90,05 pontos
Eduardo Henrique S. Pereira, da Carmoccer, com 89,13 pontos
Maria Aparecida F. Pires Ruiz, da Expocaccer, com 88,28 pontos

Categoria Fermentação Induzida

Agilmar Ferreira Pinto, da Expocaccer, com 88,75 pontos
]2º Lázaro Ribeiro de Oliveira, da Expocaccer, com 87,79 pontos
Ismael José de Andrade, da Carpec, com 87,70 pontos 

Categoria Natural

Jorge Fernando Naimeg, da Expocaccer, com 90,94 pontos
Guilherme Sebastião Fernandes Romão, da Expocaccer, com 89,53 pontos
Enivaldo Marinho Pereira, da Carmoccer, com 89,03 pontos

Ao final do evento, foi realizado o leilão com os cafés campeões do 10º Prêmio. O consórcio formado pela Expocaccer, Nucoffee, Café Cajubá e Sebrae arrematou a saca de 60 kg de Jorge Fernando Naimeg, por R$ 62.017.000, novo recorde de valor da premiação.

O evento foi promovido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com apoio do Sebrae Minas, o evento contou com realização das cooperativas Carmocer, Carpec, Coagril, Coocacer Araguari, Coopadap, Expocaccer e MonteCCer, integrando, ainda, seis associações como apoiadoras: Acarpa, ACA, Assogotardo, Assocafé, Amoca e Appcer.

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Divulgação

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Campeões do 10º Prêmio Região do Cerrado Mineiro serão divulgados em 30 de novembro

A Federação dos Cafeicultores do Cerrado realizará, no dia 30 de novembro, cerimônia para apresentar os campeões do 10º Prêmio Região do Cerrado Mineiro. O evento deve reunir cerca de 600 pessoas na noite do dia 30 de novembro, no Palácio de Cristal, em Uberlândia.  

Promovido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com apoio do Sebrae Minas, o Prêmio Região do Cerrado Mineiro tem a realização das cooperativas Carmocer, Carpec, Coagril, Coocacer Araguari, Coopadap, Expocaccer e MonteCCer, integrando ainda as seis associações: ACARPA, ACA, Assogotardo, Assocafé, Amoca e Appcer como apoiadoras.

A iniciativa visa reconhecer o trabalho dos cafeicultores da Região do Cerrado Mineiro e promover a Denominação de Origem, a primeira conquistada para café no Brasil. 

Segundo o superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, esta é uma edição especial, já que também comemora os 50 anos da Região do Cerrado Mineiro. “São 50 anos de cafeicultura no Cerrado Mineiro, 30 anos da Federação, entidade que representa, controla e promove a cafeicultura na região, e 10 anos de Prêmio, que reconhece os melhores cafés dos 55 municípios que compõem a Região, valorizando o trabalho dos cafeicultores na produção de cafés de alta qualidade, com responsabilidade e rastreabilidade, e também momento de celebrar a safa. Com certeza, será uma noite de muita comemoração, com o coroamento dos cafés produzidos na Região”, destaca Tarabal. 

O gerente da Regional Noroeste e Alto Paranaíba do Sebrae Minas, Marcos Alves, ressalta que a premiação é uma vitrine para cafés de qualidade, que reforça a referência mundial conquistada pela Região. “O Sebrae Minas tem orgulho de compartilhar dessa jornada que, ao longo de 50 anos, agregou inovação, gestão e sustentabilidade na sua forma de ser. Celebramos a décima edição do Prêmio, no mesmo ano em que também comemoramos o marco de 50 anos do Sebrae. É uma parceria sólida e de resultados extremamente satisfatórios”, destaca o gerente.

Premiação 

O 10º Prêmio Região do Cerrado Mineiro teve novo recorde de amostras de café inscritas, totalizando 370 inscrições, entre as categorias Café Natural, Fermentação Induzida e Cereja Descascado.

A premiação é dividida em duas etapas: a Etapa Campeões das Cooperativas, que elege o café dos produtores campeões em cada cooperativa e a Etapa Regional, onde os melhores cafés da safra atual são escolhidos por um time de jurados especializados no assunto. O anúncio dos vencedores, será feito tanto de forma presencial e on-line, com transmissão pelo canal do Youtube da Região do Cerrado Mineiro.

Os vencedores serão premiados com R$ 5 mil pelo primeiro lugar, R$ 3 mil pelo segundo e R$ 2 mil pela terceira posição. A seleção das amostras foi realizada por um corpo de jurados com alta experiência e profissionalismo, garantindo transparência e credibilidade ao Prêmio, sendo coordenada pela Savassi Agronegócio e auditado pela Safe Trace.

Novidades

A 10ª edição do Prêmio vai reconhecer também as mulheres, cada vez mais atuantes no segmento do café. Entre as amostras inscritas, as três melhores produzidas por mulheres ou as três melhores produtoras serão reconhecidas com o Troféu Mulher de Atitude, sendo este um reconhecimento às mulheres cafeicultoras.

Outra inovação desta edição está relacionada ao aspecto social. Cerca de 10% do valor arrecadado com o leilão, 70% serão destinados ao Troféu Escola de Atitude e 30% para as obras do primeiro Hospital de Amor de Minas Gerais, iniciadas pelo Hospital do Câncer de Patrocínio “Dr. José Figueiredo”.

10º Prêmio RCM

Realizado desde 2013, o Prêmio da Região do Cerrado Mineiro consolidou-se como o grande evento da celebração da safra e valorização da dedicação dos cafeicultores em produzirem cafés com atitude, éticos, rastreáveis e de alta qualidade e, desde sua criação conta com o apoio de grandes parceiros para sua realização. Em 2022, teve como apoiadores: Sebrae Minas, Syngenta, Stoller, Rabobank, Solinftec, Sicoob, Voiter e Pinhalense.

50 anos da Região do Cerrado Mineiro

Em 2022, a Região do Cerrado Mineiro completa 50 anos. Uma história que começou na década de 1970, por meio da experiência no cultivo de café de pessoas de outras regiões que se uniram às pessoas da terra, souberam driblar os obstáculos e fizeram surgir oportunidades para o cultivo de café em uma região única. Ao longo dos anos, o que surgiu como Café do Cerrado se transformou em Região do Cerrado Mineiro, uma região com atitude, histórias, raízes e território. Passados 50 anos, a RCM conta com 4.500 cafeicultores distribuídos por 55 municípios que se reinventam a cada nova safra, a cada nova geração. 

A RCM possui uma área de produção de 255 mil hectares e é responsável por 12,7% da produção brasileira de café e 25,4% da produção mineira. A perfeita definição das estações climáticas, com verão quente e úmido e inverno ameno e seco é uma característica da região. Os cafeeiros são cultivados em áreas com altitude variando entre 800 e 1.300 metros e o resultado são cafés com identidade única e alta qualidade. Os cafés da região têm como características aroma intenso, com notas variando de caramelo a nozes; acidez delicadamente cítrica; corpo moderado a encorpado; sabor adocicado com aspecto de chocolate e finalização de longa duração. 

Mais informações: www.cerradomineiro.org

TEXTO Redação

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Primeira cooperativa certificada de baixo carbono do mundo será lançada no Cerrado Mineiro

O mundo está de olho nas propostas e ações para a mitigação das emissões de gases do efeito estufa que geram as mudanças climáticas. No Brasil, na Região do Cerrado Mineiro, a primeira Jornada “O Mercado e o Café Carbono Neutro” acontecerá nos dias 29 e 30 de novembro, em Monte Carmelo (MG), para exatamente trazer a conscientização voltada à conservação do ecossistema, compartilhamento de ideias, evolução do conhecimento que envolve toda a cadeia do café e promover a integração entre os elos, capturando mais valor à agroindústria do grão.

Esta primeira edição tem a iniciativa da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado de Monte Carmelo (monteCCer), Sebrae Minas e apoio do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). O evento tem a intercooperação e correalização das cooperativas que integram o setor cafeeiro da Região do Cerrado Mineiro, como Expocaccer, Carmoccer, Carpec e Coocacer e o apoio da Federação dos Cafeicultores do Cerrado e da Fundação de Desenvolvimento do Cerrado Mineiro (Fundaccer).

“A jornada é um convite para que cada participante seja um agente de transformação que irá contribuir na construção de um legado para um mundo mais verde, mais equilibrado, mais responsável para as futuras gerações”, define Regis Damasio Salles, superintendente da monteCCer.

A pauta, durante os dois dias de evento, gira em torno de temáticas que vão desde a conservação do meio ambiente até a evolução das boas práticas adotadas na agricultura brasileira. Uma verdadeira jornada que contempla questões cada vez mais presentes, com destaque às agendas institucionais, corporativas e mercadológicas, nacionais e mundiais.

A programação terá a participação de convidados que estiveram na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 27) ou envolvidos de forma direta com o tema, como Daniel Barcelos Vargas (economista, professor e coordenador do Observatório de Bioeconomia da FGV), Renata Potenza (Coordenadora de Projetos em Clima e Cadeias Agropecuárias no Imaflora, e coordenadora técnica do estudo carbono monteCCer) e Kellen Severo (jornalista especializada em Economia e Agronegócios, colunista no Jornal da Manhã e apresentadora do Painel Hora H do Agro, na TV Jovem Pan News) e Samanta Pineda (advogada especialista em Direito Socioambiental, habilitada como Coordenadora de Gestão Ambiental pela DGQ da Alemanha, professora de Direito Ambiental no MBA da FGV).

Durante a programação será apresentado o painel “Cerrado Mineiro: + Valores?“ com a moderação de Francisco Sergio de Assis (cafeicultor e Presidente da monteCCer) e a presença de três fazendas da Região que são casos de sucesso na aplicação da cafeicultura de baixo carbono. “Iniciamos esse trabalho com a monteCCer em 2020, onde o Imaflora desenvolveu um estudo de balanço de carbono que apoiou um grupo de 34 fazendas da cooperativa a alcançar a certificação de baixa emissão de carbono. Queremos motivar outras propriedades a estarem conosco nessa jornada”, explica Renata Potenza, do Imaflora. O lançamento será às 15h30, no dia 29 de novembro.

Também estarão presentes nos temas como “Mercado de Carbono: Quais são os incentivos pelas boas práticas?” e “Como Comunicar os Valores do Agro Brasileiro?”: Rosana Jatobá (jornalista, advogada, âncora da Rádio CBN Brasil e apresentadora do CBN Sustentabilidade), Eduardo Bastos (CEO My Carbon, Minerva Foods) e Dafna Blaschkauer (executiva global, formada em Administração de Empresas (FEA-USP), 25 anos em posições de Liderança, atuando em empresas como Nike, Apple e Microsoft).

“A necessidade de debater esse tema tão urgente para a cafeicultura mundial foi o que nos mobilizou a organizar essa pauta na Região do Cerrado Mineiro juntamente com parceiros que já desenvolvemos diversos projetos ao longo dos anos”, enfatiza a gerente de agronegócio do Sebrae Minas, Priscilla Lins.

A 1ª Jornada “O Mercado e o Café Carbono Neutro”

O evento tem a missão de ser o primeiro da cafeicultura a tratar dos assuntos abordados na COP-27. Ao trazer um panorama dessa agenda e aprofundar outros temas de interesse do produtor rural, a 1ª Jornada “O Mercado e o Café Carbono Neutro” reforça o chamado do meio ambiente para que cada parte da sociedade assuma o seu papel na redução da emissão de carbono e seja um agente de transformação no trabalho permanente de dar mais valor à terra que nos alimenta.

A Jornada terá debates com profissionais renomados do setor do café e outros que também atuam nas pautas de carbono, que participarão em painéis, palestras e clínicas tecnológicas definidos na programação. O formato do evento possibilita aos participantes proposições importantes e relevantes para a tomada de decisão no dia a dia da lavoura, clínicas de aplicação das ideias e também momentos de relacionamento e troca entre os participantes.

Patrocínio Master: Sicoob Montecredi e NetZero e Patrocínios Diamante:  Volcafe e Dutch Bros.

Serviço
1ª Jornada “O Mercado e o Café Carbono Neutro”
Quando: 29 e 30 de novembro
Onde: Espaço Vivendas – Monte Carmelo, MG
Mais informações: www.jornadacafecarbononeutro.com.br

TEXTO Redação

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Produtores do Caparaó e de Matas de Rondônia vencem o Coffee of The Year 2022

Com mais de 500 amostras vindas de 32 regiões diferentes, o Coffee of The Year 2022 premiou os melhores produtores nas categorias arábica e canéfora na tarde desta sexta-feira (18), durante a programação da Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte (MG). 

Além da nota técnica composta por provadores Q-Graders e R-Graders durante o processo de avaliação, o público presente na feira também contribuiu para o resultado final, degustando, às cegas, as amostras e votando em suas amostras favoritas.

Na categoria arábica, o troféu de melhor café foi para a produtora Larissa Sodré de Paula, do Sítio Café da Sophia, do Caparaó. O segundo lugar foi para João Vithor Medeiros Lacerda, do Sítio Forquilha do Rio, também do Caparaó, enquanto que a terceira posição ficou com Vagner Uliana, da Pousada Villa Uliana, das Montanhas do Espírito Santo.

Já na categoria canéfora, o pódio foi dominado pelas Matas de Rondônia. O grande vencedor foi o cafeicultor Licleison Sebastião da Silva, da Chácara Paraná. Na sequência ficaram João Alves da Luz, do Sítio Coração de Mãe, em segundo, e Edvaldo Sigoli, do Sítio Comcafe, em terceiro.

Confira o pódio completo:

Arábica

Larissa Sodré de Paula – Sítio Café da Sophia – Caparaó – Garrafa RDG
João Vithor Medeiros Lacerda – Sítio Forquilha do Rio – Caparaó – Garrafa MCL
Vagner Uliana – Pousada Villa Uliana – Montanhas do Espírito Santo – Garrafa FNA
Homero Aguiar Paiva – Fazenda Guariroba – Campo das Vertentes – Garrafa GBL
Altilina Lacerda – Sítio Forquilha do Rio – Caparaó – Garrafa JFS
Wilson Osorio dos Santos – Sítio Osorio – Caparaó – Garrafa BNC
José Alexandre Abreu de Lacerda – Sítio Forquilha do Rio – Caparaó – Garrafa GVO
Fabio Protásio de Abreu – Sítio Família Protásio – Caparaó – Garrafa MLD
Samuel Mangia – Tequila Café – Mantiqueira de Minas – Garrafa SLM
10º Valzilene Dutra Vieira – Sítio Cordilheiras do Caparaó – Caparaó – Garrafa FLP

Canéfora

Licleison Sebastião da Silva – Chácara Paraná – Matas de Rondônia – Garrafa CHJ
João Alves da Luz – Sítio Coração de Mãe – Matas de Rondônia – Garrafa LCN
Edvaldo Sigoli – Sítio Comcafe – Matas de Rondônia – Garrafa ALN
Ronieli Hel – Sítio Nova Esperança – Matas de Rondônia – Garrafa JSE
Altivo Eduardo Berdes – Chácara Santo Antonio – Matas de Rondônia – Garrafa FRC

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO NITRO

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Coffee of The Year divulga os 70 produtores finalistas de 2022

Em sua 10ª edição, a Semana Internacional do Café está acontecendo nos dias 16 a 18 de novembro, em Belo Horizonte (MG). Neste segundo dia de evento, foram divulgados os produtores finalistas do Prêmio Coffee of The Year 2022. Clique aqui para conferir a lista!

Durante o primeiro e o segundo dia de SIC, garrafas com as 10 amostras mais bem pontuadas de arábica e as 5 de canéfora estiveram disponíveis para que o público visitante pudesse degustar e votar, às cegas, em sua garrafa favorita de cada categoria. O anúncio das posições dos finalistas e os grandes campeões acontece na sexta-feira (18), às 14h, no Grande Auditório.

Mais informações: www.semanainternacionaldocafe.com.br/

TEXTO Redação • FOTO Gustavo Baxter / NITRO

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Confira o resultado da 5ª edição do Concurso Florada Premiada

Na última quarta-feira (16), a 3corações celebrou, durante a Semana Internacional do Café, a 5ª edição do Concurso Florada Premiada 100% Arábica e a 1ª edição do Concurso Florada 100% Canéforas. Este momento contou com a participação do Presidente do Grupo 3corações, Pedro Lima; do embaixador do Projeto Florada, Pe. Fábio de Melo; do Head Judge do Concurso, Silvio Leite; e com um auditório lotado com mais de mil apaixonados por café que viajaram de diferentes partes do País para Belo Horizonte (MG).

“O Projeto Florada é uma grande obra que estará sempre em construção, pois se trata de um projeto de longo prazo em que criamos laços duradouros com as produtoras do Brasil e com toda a cadeia do café. Hoje celebramos as vencedoras do Concurso Florada Premiada, uma importante iniciativa para reconhecer e valorizar o trabalho das cafeicultoras e também proporcionar aos consumidores uma nova experiência com raros cafés que carregam histórias únicas por trás de cada xícara”, comentou Pedro Lima.

Nesta edição, os prêmios somam R$ 150 mil em dinheiro e muito mais: uma viagem por sete dias em missão técnica para as grandes campeãs com destino a Colômbia com direito a acompanhante; compra dos lotes por até o dobro da cotação; oportunidades de venda para dezenas de produtoras, uma vez que que a 3corações abre portas para comercializar mais de 150 microlotes diretamente com as cafeicultoras e todos eles com valorização acima da cotação de mercado; embalagens totalmente personalizadas com a história de cada produtora através de fotos, vídeos e até assinatura de cada uma delas e, por fim, as grandes campeãs também terão em breve seus microlotes a venda em um e-commerce exclusivo para cada uma via www.mercafe.com.br

Confira abaixo as vencedoras: 

Categoria Arábica Via Úmida

Sueli Schwanz de Souza – 91,45 pontos – Sítio Alto Pontões – Afonso Cláudio (ES) – Montanhas do Espírito Santo
Teresinha Rigno P. de Oliveira 91,33 pontos – Chácara São Judas Tadeu – Piatã (BA) – Chapada Diamantina
Luciene Batista Tomazini – 91,28 pontos – Sítio Tomazini – Castelo (ES) – Montanhas do Espírito Santo

Sueli Schwanz de Souza, vencedora da categoria Arábica Via Úmida

Categoria Arábica Via Seca

Mara Kaciely Covre Romão 90,93 pontos – Fazenda Esmeril – Patrocínio (MG) – Cerrado Mineiro
Tainã Bittencourt Peixoto 90,45 pontos – Chácara Vista Alegre – Piatã (BA) – Chapada Diamantina
Zora Yonara Macedo Pina Oliveira 90,40 pontos – Chácara Tijuco – Piatã (BA) – Chapada Diamantina

Mara Kaciely Covre Romão, primeiro lugar na categoria Arábica Via Seca

Categoria Canéfora

Norma Marcilio da Silva Santos – 90,64 pontos – Chácara Santa Luzia – Alta Flores D’Oeste (RO) – Matas de Rondônia
Inglescivania Pereira de Souza dos Santos – 90,00 pontos – Chácara Caiçuma – Alta Flores D’Oeste (RO) – Matas de Rondônia
Mapirlacobar Solange Suruí – 89,86 pontos – Terra Indígena Sete de Setembro – Cacoal (RO) – Matas de Rondônia

Mapirlacobar Solange Suruí, terceira colocada na categoria Canéfora

A lista completa está disponível no site.

TEXTO Redação • FOTO Alexandre Rezende / NITRO

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Regiões Produtoras de café do Brasil com Origem Controlada promovem Cupping na SIC 2022

O Brasil é o maior produtor de café do mundo, produzindo anualmente cerca de 60 milhões de sacas em quase dois milhões de hectares, por aproximadamente 300 mil cafeicultores. Em meio a todos estes grandes números, como diferenciar e gerar valor para o café brasileiro buscando um espaço para além das commodities?

Na busca desta resposta é onde trabalham as lideranças que estão à frente das Regiões Produtoras de Café do Brasil com Origem Controlada, que são territórios que produzem café e possuem Indicação Geográfica ou Marca Coletiva, instrumentos e ferramentas de proteção, controle e promoção da Origem através da demarcação e caracterização do território, um título que no Brasil é registrado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), a exemplo do que possuem as mais famosas regiões de vinho e queijo na Europa como Champagne, Bordeaux, Brunello Di Montalcino, entre outras.

A resposta para a diferenciação do café brasileiro está na diversidade de cada uma destas regiões. E esta diversidade não está apenas na qualidade do café! Estamos falando de uma variante de pessoas, terroir, natureza, cultura, tecnologia, e uma série de outras que somadas produzem um leque muito amplo de possibilidades, enriquecem e diferenciam a cafeicultura brasileira.

Pensando nisso, um grupo formado por 14 regiões produtoras de café do Brasil, que possuem origem controlada, irá apresentar seus cafés em um cupping inédito na Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte (MG), na sala de cupping oficial, em um evento exclusivo para convidados.

O executivo de uma das Regiões Produtoras participantes, Juliano Tarabal, Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro, destaca alguns detalhes do evento. “Teremos uma iniciativa inédita no país. Uma ação integrada de 14 Regiões de Café do Brasil que possuem Indicação Geográfica ou Marca coletiva ou estão em processo de obtenção, trabalhando juntas por um posicionamento estratégico que visa a valorização e geração de percepção destes territórios. Durante o cupping, cada região irá apresentar dois cafés: um que represente as principais características do terroir e outro que demonstre o potencial máximo de qualidade de cada terroir, permitindo uma experiência única aos participantes”, pontua.

De acordo com o Projeto Minas Coffee Origin, do Sebrae Minas, para uma região ser considerada uma origem controlada deve seguir alguns critérios como: área demarcada, governança atuante, proteção, produção controlada, alta qualidade, rastreabilidade e impacto coletivo.

Farão parte da ação as seguintes regiões com origem controlada: Alta Mogiana, Campo das Vertentes, Caparaó, Cerrado Mineiro, Chapada de Minas, Chapada Diamantina, Conillon Capixaba, Mantiqueira de Minas, Matas de Minas, Matas de Rondônia, Montanhas do Espírito Santo, Norte Pioneiro do Paraná, Região Vulcânica e Sudoeste de Minas.

Segundo Cecilia Nakao, presidente da APEC, entidade Gestora da Denominação de Origem Caparaó, as regiões produtoras de café contam com a chancela do INPI para se apresentarem ao mundo em forma de IG, Indicação Geográfica, destacando a história e a cultura dos cafeicultores e as características de seus grãos. 

“Já existem várias regiões reconhecidas e também em vias de reconhecimento pelo Instituto, para que os consumidores possam experienciar os grãos com proteção de origem, garantia de qualidade e rastreabilidade na produção. As origens produtoras de café chegam juntas e unidas neste evento para encantar e apresentar o Brasil de todos os sabores”, ressalta Cecília.

A iniciativa irá acontecer na sala oficial de Cupping da Semana Internacional do Café, no Expominas, em Belo Horizonte, no dia 18 de novembro, às 11h. Trata-se de um evento fechado para convidados, que serão representantes da indústria, micro-torrefações, barismo e imprensa.

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

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Região do Cerrado Mineiro lança cafés especiais em comemoração aos seus 50 anos

A Região do Cerrado Mineiro (RCM), primeira com Denominação de Origem para cafés do Brasil e reconhecida pela qualidade dos grãos produzidos, irá lançar dois cafés edição especial em comemoração aos seus 50 anos durante a Semana Internacional do Café (SIC), de 16 a 18 de novembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). O evento é considerado uma das maiores feiras do mundo e tem como objetivo gerar oportunidades para toda a cadeia do café brasileiro no acesso a mercados, conhecimento e negócios. 

De acordo com o superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, os dois exemplares de labels receberam os nomes de Ipê Amarelo e Lobo-Guará, e representam a safra de 2022, seguindo a linha conceitual do Cerrado Mineiro enquanto bioma, segmentando em fauna e flora. “As duas novas nuances de cafés prometem agradar os mais diversificados e exigentes paladares. São cafés selecionados com sabores bem característicos e notáveis dessa safra”, explica. 

Da variedade catuaí amarelo, no blend “Lobo-Guará” o consumidor encontrará notas de chocolate ao leite, caramelo, avelã, castanha e mel, acidez cítrica, corpo cremoso e finalização de longa duração. Já o “Ipê Amarelo”, da variedade Topázio, apresenta notas florais que lembram jasmim, laranja, pêssego, açúcar mascavo, mamão papaya e limão siciliano, acidez cítrica, corpo cremoso e finalização de longa duração. 

As embalagens foram desenvolvidas com base em tons que lembram o Cerrado e trazem o verde emblemático da Região do Cerrado Mineiro, criando uma sinergia entre eles. A escolha pelos elementos da fauna e flora, respectivamente, o Lobo-Guará e o Ipê Amarelo, além de representar o bioma Cerrado, também simboliza a história dos produtores que deram início ao plantio do café, espalhando sementes e sendo resilientes, como os elementos escolhidos.  

“Desenvolvemos os novos rótulos com o objetivo de marcar esse ano especial em que comemoramos os 50 anos da cafeicultura da Região, os 30 anos da Federação dos Cafeicultores e que retornamos à SIC, de forma presencial, mostrando a força da nossa coletividade, o motivo de muitas conquistas nessa história: a união e o respeito que temos pelo bioma que abriga a trajetória da nossa cafeicultura”, pontua Juliano Tarabal. 

Para Sandra Moraes, gerente de Cafés Especiais da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado – Expocaccer, a participação da RCM na SIC 2022 faz solenidade à intercooperação, levando aos apreciadores de café este novo conceito que tem por objetivo mostrar a força da coletividade.

Os cafés poderão ser degustados no stand da Região do Cerrado Mineiro e serão comercializados em embalagens comemorativas de 250g, 20 kg, 4 kg e 1 kg nas versões em grão verde – in natura e também torrados.

O stand vai representar a intercooperação entre as cooperativas do Cerrado Mineiro, que contará com representantes da Carmocer, Carpec, Coagril, Coocacer Araguari, Coopadap, Expocaccer e MonteCCer. No espaço também serão realizados cuppings de cafés da região durante o dia todo, além de uma cafeteria para degustação dos cafés da safra 2022. O público  poderá ainda adquirir acessórios comemorativos aos 50 anos da RCM como camisetas, bonés, casacos e aventais, em uma loja montada no espaço. 

Ainda durante o evento, o superintendente da Federação dos Cafeicutores do Cerrado, Juliano Tarabal, irá participar do Painel “10 anos de Origens Produtoras de Café no Brasil”.

Sobre a SIC

A Semana Internacional do Café nasceu em 2013, em Belo Horizonte, para receber a celebração dos 50 anos da Organização Internacional do Café (OIC). Em 2021, o evento contou com a participação de 16 mil visitantes/acessos de 25 países. Foram 80 horas de conteúdo e 113 palestrantes. Este ano, o evento oferece, mais uma vez, conteúdo de ponta para os profissionais do setor em palestras, cursos, workshops, competições, provas de café, pesquisas e degustações orientadas.

Serviço
Semana Internacional do Café 2022
Quando: 16 a 18 de novembro
Onde: Expominas, Belo Horizonte (MG)
Mais informações e credenciamento: www.semanainternacionaldocafe.com.br 

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy

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Websérie apresenta trabalho de cafeicultores na Região do Cerrado Mineiro

A história do café do Cerrado Mineiro e de produtores premiados está sendo contada na websérie Cafés Especiais do Cerrado Mineiro, dividida em seis episódios que buscam valorizar o trabalho de diversos cafeicultores brasileiros. 

Três vídeos já estão disponíveis no YouTube, apresentados pela jornalista Paula Varejão. A iniciativa, da Stoller do Brasil, traz importantes atores da cafeicultura brasileira – incluindo o Guima Café, empresa do Grupo BMG que é referência em cafeicultura regenerativa e cria um ambiente sustentável para o cultivo de alimentos. O episódio com a história do Guima será no último dia da websérie e vai ao ar em 24 de novembro.

Para a COO do Guima, Lucimar Silva, este tipo de iniciativa é de extrema importância para o setor cafeeiro, por compartilhar com um maior número de pessoas as histórias de superação, inovação e revolução no campo. “Ficamos honrados de estarmos presentes na websérie, afinal, nossas fazendas produzem café de alta qualidade desde a década de 1980 e ao longo desses anos, inovamos nossa produção, levando ao campo as melhores práticas de agricultura sustentável”, ressalta. 

Episódios disponíveis:
– História do Cerrado Mineiro – José Carlos Grossi e família Montanari
– História da família D. Barbosa
– História da Família Santiago 

Próximos episódios:
10/11 – Fazenda 5 Estrelas
17/11 – Naimeg
24/11 – Guima Café

TEXTO Redação

Cafezal

Mesmo com dificuldades climáticas, Minas Gerais ultrapassa 22 milhões de sacas de café em 2022

Os produtores de café do estado de Minas Gerais consolidaram a safra de 2022 e, mesmo atravessando uma queda na produtividade devido a fatores climáticos, mantiveram a posição de principal fornecedor do País, segundo informações da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). A cafeicultura mineira enfrentou condições climáticas adversas, como secas e geadas que atingiram as lavouras em 2021, e colheu 22,03 milhões de sacas de café.

“O resultado é equivalente a 44% da produção nacional, sendo o maior estado produtor. A safra mineira atual foi impactada negativamente pelas diversas intempéries climáticas ocorridas no estado. Esperamos que estes eventos não voltem a ocorrer e que, na safra de 2023, possamos superar os desafios”, ressalta Thales Almeida Pereira Fernandes, Secretário de Estado da Seapa. Entre os problemas já identificados que podem impactar o próximo ano, está o déficit hídrico verificado em algumas regiões.  

Apesar das adversidades, a safra deste ano obteve resultado superior à contabilizada em 2021, quando os cafeicultores alcançaram 21,45 milhões de sacas, o que correspondeu a 46% da safra nacional do período. 

É fato que Minas Gerais conta com uma rede de apoio aos cafeicultores, incluindo programas para qualificação profissional, desenvolvimento de técnicas, estímulo à produção mais eficiente e limpa, e procedimentos de análise da qualidade de grãos, desenvolvidos por diversas entidades e que têm trazido resultados positivos e auxiliado nos momentos de adversidades. 

No caso da Seapa e seus vinculados – Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG), Empresa de Pesquisas Agropecuárias de Minas Gerais (Epamig) e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) – diversas iniciativas para melhorar o trabalho dos cafeicultores podem ser elencadas, caso do “Programa Certifica Minas Café”, que orienta os produtores a adequar as propriedades às normas internacionais de práticas agrícolas; o “Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais”, para reconhecimento dos melhores grãos; o “Circuito Mineiro de Cafeicultura”, composto por palestras e eventos técnicos para produção mais eficiente e rentável; a “Assistência Técnica Agronômica e Associativa”, prestada pela Emater-MG para gestão sustentável e boas práticas agronômicas, com uso de metodologias participativas e recursos como crédito rural, dias de campo, cursos, dentre outros.

Vale também destacar as pesquisas e análises do setor cafeeiro feitas pela Epamig, que possibilitam tornar os processos produtivos mais eficientes. Segundo dados de 2021, o café é cultivado em 451 municípios de Minas Gerais e em área de 1,3 milhão de hectares, com 99% dos grãos classificados como do tipo arábica.

Todo esse cenário de produção, incluindo o protagonismo do estado, o crescimento das lavouras e variedade de cafés no estado e em outras regiões do país serão destaques na Semana Internacional do Café (SIC). 

Considerado um dos cinco maiores eventos de negócios de café do mundo e vitrine mundial de tendências, inovações, produtos e fomento de negócios, a SIC chega a sua décima edição entre os dias 16 e 18 de novembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), e reunirá os maiores players nacionais e internacionais do setor. 

“A 10ª SIC destacará ainda mais o importante papel do café na economia nacional, dando continuidade ao papel que tem desempenhado desde a primeira edição que é dar voz a esse setor, fortalecer a governança e a organização da cafeicultura, reunindo associações cooperativas, empresas que são referência e profissionais muito bem qualificados”, afirma Caio Alonso Fontes, cofundador da Café Editora, uma das responsáveis pelo evento.  

O credenciamento e a programação já estão disponíveis aqui.

Sobre a SIC

A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), da Café Editora, do Sebrae e do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).

Realizada desde 2013 em Belo Horizonte, capital do maior estado produtor do país, a SIC tem como foco o desenvolvimento do mercado brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés nacionais para o consumidor interno e países compradores, além de potencializar o resultado econômico e social do setor. Em 2020, primeiro ano da pandemia, a SIC 100% Digital foi um grande sucesso. Teve 25 mil acessos, de 58 países e mais de 70 horas de conteúdo e 176 palestrantes com grande relevância no mercado nacional e internacional.

A edição de 10 anos tem patrocínios master das marcas Nescafé e Nespresso e do Sistema Ocemg; diamante, da 3 Corações; prata, da Sicoob; e bronze, da Melitta.

Serviço
Semana Internacional do Café 2022
Quando: 16 a 18 de novembro
Onde: Expominas (MG) – Av. Amazonas, 6.200 – Belo Horizonte (MG)
Mais informações: www.semanainternacionaldocafe.com.br

TEXTO Redação