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Empreendedor: confira dicas e cuidados durante a retomada do seu negócio

A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) relata que o mercado de alimentos e bebidas no Brasil movimenta cerca de R$ 650 bilhões por ano. Com a pandemia, a Associação comenta que o setor de food service teve uma paralisação de 60% de toda a cadeia produtiva, desde os restaurantes até os distribuidores e a indústria.
Com as cafeterias em todo o Brasil não foi diferente. Algumas optaram pelo sistema delivery ou interromperam o atendimento ao público. Pequenos, médios e até grandes empresários tentam garantir suas vendas usando a criatividade. Segundo Leonardo Almeida, fundador da Menu, startup que abastece os restaurantes conectando os principais distribuidores e indústrias do mercado food service, esse mercado terá que se adaptar para receber o público pós-pandemia. “Muitos negócios já se reinventaram durante a quarentena, seja no atendimento ou no tipo da venda de produto. O mercado food service vai voltar a faturar, mas algumas mudanças são essenciais para os negócios continuarem funcionando depois desse período”, afirma.
Segundo especialistas, as necessidades de consumo não desaparecem e podem até aumentar, mas, durante uma pandemia, o comportamento do consumidor pode variar segundo as etapas do avanço da doença.
Uma pesquisa da Nielsen, empresa que estuda os consumidores em mais de 100 países para oferecer a visão mais completa das tendências e dos hábitos ao redor do mundo, disponibilizada leia mais…



O primeiro dia da 15ª Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), realizada entre os dias 16 e 18 de março, em Guaxupé (MG), superou as expectativas da Cooxupé, maior cooperativa de café do País e organizadora do evento. O volume de negócios gerados no período, na feira, já é 30% maior do que o mesmo período de 2015. “O produtor está consciente de que deve melhorar a qualidade e ser mais competitivo, reduzindo custo e investindo em equipamentos para aprimorar o seu café”, diz Carlos Paulino, presidente da Cooxupé. Para ele, o momento é positivo para a cafeicultura, devido aos preços favoráveis. “O preço do grão está em alta na Bolsa de Nova York, o consumo está crescendo e tudo isso anima o produtor”, afirma Paulino durante coletiva de imprensa, realizada nesta quinta-feira (17/3). A feira, que acontece desde 1997, reúne produtores de café do Sul de Minas, de familiares a grandes, em busca de acesso às novas tecnologias e maquinários. Este ano, o cenário político e econômico atual não atrapalhou o público, que lotou a área de exposição da Femagri nesta quinta-feira. 


