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Matas de Minas recebe chancela de Indicação de Procedência

Na última terça-feira (15), a região produtora de café Matas de Minas recebeu a chancela de Indicação de Procedência (IP) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O título é fruto do trabalho desenvolvido pelo Conselho das Entidades do Café das Matas de Minas e do Sebrae Minas na região.

Com a Indicação de Procedência, os cafés cultivados no local poderão ser comercializados com a garantia de origem, que certifica que o produto tem características únicas, que não podem ser encontradas em nenhum outro lugar, em razão de sua origem geográfica específica.

Este é o quarto território de Minas Gerais a receber o reconhecimento de Indicação Geográfica (IG). O pedido da IG, na modalidade de Indicação de Procedência (IP), foi feito em 2018. A IP refere-se ao nome de um país, cidade ou região conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço.

“Este resultado é uma conquista para os 64 municípios integrantes das Matas de Minas. A IP tem um significado imensurável e com certeza colocará nossa região em destaque mundial. Foi um trabalho árduo, feito coletivamente com o Sebrae, produtores e entidades que integram o Conselho. Um reconhecimento da nossa luta diária para melhorar a qualidade do nosso café, sempre com foco na sustentabilidade”, justifica o diretor-presidente do Conselho das Entidades do Café das Matas de Minas, Sebastião de Lourdes Lopes.

Para a analista do Sebrae Minas, Reginamaria Loures, a Indicação de Procedência vem para confirmar a efetividades das ações realizadas há anos pelo Sebrae Minas na região. “Somamos forças em prol do desenvolvimento territorial, trabalhando como articuladores do setor cafeeiro, por meio do apoio à governança local, estímulo à abertura de mercado e fortalecimento da identidade regional. Iniciativas que tem mudado a imagem da região e incentivado o associativismo “, explica. leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Alexia Santi

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Mantiqueira de Minas obtém selo de Denominação de Origem

Na última terça-feira (9), o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), do Ministério da Economia, comunicou que foi deferido o pedido de alteração de registro da Indicação de Procedência da Serra de Mantiqueira de Minas Gerais para Denominação de Origem Mantiqueira de Minas. Com isso, a região se torna a segunda D.O. do Brasil, junto com o Cerrado Mineiro.

A alteração, válida para café verde em grão e café industrializado torrado em grão ou moído, foi solicitada pela Associação dos Produtores de Café da Mantiqueira (Aprocam), em 5 de maio de 2016. Na época, Antônio Junqueira Vilela era o presidente da associação, que é responsável pela produção anual de 1,2 milhão de sacas de café.

Segundo ele, a Aprocam, as cooperativas Cocarive, Cooperrita e Coopervass, e os pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (Ufla), da Embrapa Café, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto Mineiro de Agropecuária, reuniram esforços para desenvolver um embasamento técnico e científico para a conformidade de padrões de identidade e qualidade do café da região, conhecida como Serra da Mantiqueira, tendo em vista a delimitação geográfica com leia mais…

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Gui Gomes