Mercado •

[Roteiro] 11 cafeterias que você precisa visitar no interior de São Paulo

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O interior de São Paulo tem ganhado cada vez mais cafeterias. Preparamos uma lista com 11 opções para colocar no roteiro quando for a cidades como Amparo, Franca, Piracicaba, Campinas, Guaratinguetá, São José do Rio Preto, São do José do Rio Pardo, Ribeirão Preto, Jaú e Lorena.

Day Off Café – São José do Rio Preto (SP)

Nossa Casa Café – Amparo (SP)

Olinto Café – Franca (SP)

Metrópolis Café – Piracicaba (SP)

Tudo da Roça – Guaratinguetá (SP)

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Café Container – Campinas (SP)

Hasbadana Café – Campinas (SP)

Malerba Café – Lorena (SP)

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Senhor Espresso – São José do Rio Pardo (SP)

Grassy Spazio Caffè – Ribeirão Preto (SP)

Espaço União Livraria & Café – Jaú (SP)

 

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação

Barista •

Semifinal do mundial de barista tem veteranos e maioria de europeus e asiáticos

Os 12 semifinalistas do Campeonato Mundial de Barista 2016

Os 12 semifinalistas do Campeonato Mundial de Barista 2016

Começa hoje, às 5h30, a semifinal do Campeonato Mundial de Barista. Com a presença de 12 baristas que melhor pontuaram na fase classificatória, o evento, realizado este ano em Dublin, na Irlanda, teve 60 competidores na primeira cialisotc-norxcialis.com fase. O barista brasileiro, Leo Moço, do Barista Coffee Bar e Café do Moço, de Curitiba (PR), apresentou-se na primeira chave, em 22/6. Com um café do Paraná, produzido na cidade de Cambira por ele próprio, na sua primeira colheita e fermentado pós-colheita, o profissional chegou à competição com o objetivo de apresentar a região para os juízes internacionais. A pontuação alcançada por Leo Moço foi de 363 pontos, que é Otc cialis a soma das notas técnicas e sensoriais, o que lhe deu o 43º lugar. As semifinais foram tomadas por baristas de países consumidores de café e, infelizmente, nenhum barista de país produtor. São eles: Ben Put (Canadá, com 508,5 pontos); Charlotte Malaval (França, com 501); Hugh Kelly (Austrália, com 489,5); Lem Butler (Estados Unidos, com 487); Berg Erna Tosberg (Alemanha, com 482,5); Dan Fellows (Reino Unido, com 481); Yoshikazu Iwase (Japão, com 478); Natalia Piotrowska (Irlanda, com 476,5); Ying Hu (China, com 473); Dawn Chan (Hong Kong, com 456,5) e Lex Wenneker (Holanda, com 456,5). Nos últimos três anos, países produtores que estavam presentes em boas posições como Guatemala, El Salvador, Colômbia, Costa Rica perderam espaço para países asiáticos como China, Taiwan, Hong Kong. As nossas grandes apostas para os seis baristas que irão para a próxima fase e que podem vir a conquistar o pódio da competição ficam para os veteranos Charlotte Malaval, da França, e Dawn Chan, de Hong Kong, que estão na sua segunda participação e Ben Put, do Canadá, que está no terceiro ano seguido, em 2015 chegando ao terceiro lugar. Também chama atenção o pupilo do atual campeão Sasa Sestic, o barista Hugh Kelly, da Ona Coffee, da Austrália. Charlotte Malaval, veja a apresentação na classificatória Dawn Chan, veja a apresentação na classificatória Ben Put, veja a apresentação na classificatória As apresentações começam as 5h30, horário de Brasília, e vão até às 10h. A ordem de entrada será Taiwan, China, Japão, Austrália, Hong Kong, França, Alemanha, Irlanda, cialis insurance Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Holanda. Vamos aguardar os resultados dos seis melhores às 11h30 e, no sábado, a grande final, a partir das 6h30. Para assistir as apresentações do Campeonato Mundial de Barista, ao vivo, clique aqui.

TEXTO Mariana Proença • FOTO Divulgação WBC

Barista •

Dani Capuano – L’ arbre à Café, Paris (FR)

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Desde 2012 morando na Cidade Luz, Paris, a barista e agente de marketing da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) na Europa, Dani Capuano é cosmopolita. “Já morei na Inglaterra, Irlanda e agora na França, mas já fui para diversos países para trabalhar, como Noruega, Bélgica, Itália, Coreia do Sul, Japão e até Coreia do Norte”, diz.

Dani conta que o reconhecimento da profissão no país onde está é o mais gratificante. “Aqui os franceses têm uma expressão que eu adoro, que é métier de bouche, que significa trabalhar na área de comidas e bebidas e o respeito que eles têm por quem pratica essas profissões é lindo. E no Brasil não vejo muito esse respeito por alguém que trabalha atrás de um balcão. Por outro lado, o brasileiro é muito mais criativo e acho que por não termos tradições e rituais tão fortes e antigos, somos mais abertos e ousados em relação à conceitos, combinações, posturas, etc”, diz.

Ela acredita que a cena do café tem evoluído constantemente em Paris. “Quando eu cheguei aqui haviam quatro lugares para se tomar bons cafés. Hoje têm mais de 15 e eles não param de inaugurar novas casas. Torrefações artesanais surgiram, as pessoas estão se interessando mais pelo produto, origem, produção e preparo. A mudança é visível”.  Um de seus objetivos na profissão é fazer com as pessoas conheçam melhor o universo do café para que possam apreciá-lo ainda mais. “Quero mudar a imagem do café. De um cafezinho para um produto que envolve tempo, clima, muitos profissionais, atenção. E que por isso merece respeito e pode custar caro, para remunerar bem toda essa cadeia produtiva. Como eu vou fazer isso eu não sei, mas com certeza não estou sozinha”.

TEXTO Amanda Ivanov • FOTO Divulgação