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Diversidade da cafeicultura brasileira é debatida na Itália

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) iniciou uma parceria com Embaixada do Brasil em Roma e o Museu do Café de Santos, para uma série de ações promocionais da imagem da cafeicultura brasileira, com foco em sustentabilidade, qualidade e diversidade, na Itália, quarto principal comprador do produto nacional no primeiro bimestre de 2022.

 Milão

No dia 11 de março, o Diretor Geral do Cecafé, Marcos Matos, participou, em Milão, de uma mesa redonda organizada pela “Associazione Italia Brasile” em conjunto com a Embaixada, o Consulado Geral do Brasil em Milão e a Câmara de Comércio Ítalo-Brasileira de São Paulo (ITACALM).

 Marcos destacou o papel do Cecafé na manutenção dos elevados níveis de embarques brasileiros mesmo em tempos de pandemia e crise logística global. “A aceitação dos italianos pelas informações do nosso setor e dos cafés brasileiros como um todo é muito grande, assim como o conhecimento que possuem. Expusemos nossas ações de respeito aos critérios ESG e isso contribuiu para melhorar, ainda mais, a imagem do produto na Itália”, comenta. 

 A Diretora Executiva do Museu do Café de Santos, Alessandra Almeida, também participou do evento e expôs que a instituição recebe cerca de 350 mil visitantes anualmente, além de mais de 100 mil visitas virtuais e de contar com aproximadamente 150 mil seguidores nas redes sociais.

 Ela pontuou que, por meio de pesquisas, exposições, mostras temporárias, atividades culturais e educativas, o Museu do Café preserva e divulga a história e as tradições da cafeicultura brasileira, que são muito vinculadas à Itália graças ao intenso processo de imigração ocorrido nos séculos XIX e XX.

 Alessandra destacou, também, o reposicionamento ao qual a instituição está se dedicando, que prevê a aproximação com todos os segmentos da cadeia produtiva do café na contemporaneidade e na internacionalização de suas ações. leia mais…

TEXTO Redação/ Cecafé • FOTO Divulgação Cecafé

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Exportação de café brasileiro atinge 3,4 milhões de sacas em fevereiro

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, Cecafé, divulgou seu relatório mensal no qual as exportações brasileiras de café totalizaram 3,441 milhões de sacas de 60 kg de café em fevereiro de 2022, o que implica queda de 13,6% na comparação com as 3,983 milhões aferidas no mesmo mês do ano passado. Apesar do recuo na comparação anual, o volume apresenta avanço de 1,6% frente a janeiro, sinalizando uma leve melhora no cenário logístico do comércio marítimo global.

Segundo o presidente da entidade, Nicolas Rueda, por estarmos na entressafra de um ciclo menor na produção cafeeira do Brasil, o resultado do mês passado é positivo, não ficou distante do desempenho de fevereiro de 2021, que foi bastante significativo.

“Houve melhora no cenário logístico, o que contribuiu para a performance do mês passado. Contudo, estamos longe da normalidade, com bastante instabilidade, alternando semanas boas com outras ruins, pois a disponibilidade de contêineres e espaços nos navios continuam insuficientes para escoar o que estava represado no porto e embarcar as cargas que estão chegando para exportação, exigindo que os departamentos logísticos dos exportadores antecipem a confirmação de seus bookings para a consolidação de seus volumes”, comenta.

Nicolas Rueda informa, ainda, que a disparada nos preços do café, destacadamente da variedade arábica, ocasionou um rearranjo nos blends da indústria nacional. “Observa-se que o segmento industrial do país está com forte demanda pelos cafés conilons (robusta), o que, consequentemente, tem reduzido a participação dos canéforas nas exportações brasileiras”, completa.

Em receita cambial, os embarques nacionais do mês passado renderam US$ 782,6 milhões, apresentando substancial crescimento de 50% na comparação com os US$ 521,9 milhões em fevereiro de 2021. Dessa forma, o preço médio das exportações brasileiras de café chega a US$ 227,44 por saca, 73,6% superior na mesma comparação. leia mais…

TEXTO Redação/Cecafé • FOTO Agência Ophelia

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Traders de café buscam adiantamento em negócios com a Rússia

Traders de café estão buscando pagamento antecipado em qualquer novo acordo para vender grãos para a Rússia, já que as sanções ocidentais atingem o sistema financeiro do sexto maior importador do mundo.

O Brasil, maior exportador mundial, é fornecedor número 1 da Rússia e traders disseram que adicionaram o país a uma lista de destinos arriscados e sancionados que exigem pagamento antecipado, incluindo Síria, Líbano e Irã.

Três traders de café com sede na Europa disseram que não aceitariam novos pedidos de fornecimento de torrefadoras russas, acrescentando que os negócios diminuíram de qualquer forma com a queda do rublo russo.

A invasão russa na Ucrânia – o maior ataque a um Estado europeu desde a Segunda Guerra Mundial – desencadeou uma resposta política, estratégica, econômica e corporativa do Ocidente sem precedentes em sua extensão e coordenação. leia mais…

TEXTO Reuters. Tradução Juliana Santin • FOTO Redação

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Exportação de café solúvel no Brasil apresenta recorde em 2020

A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) divulgou um relatório em que aponta um novo volume histórico nas exportações do café solúvel no ano de 2020. Foram exportados o equivalente a 4,1 milhões de sacas de 60 kg, o que representou avanço de 2,4% na comparação com 2019. Desse total, 74% foram na forma de spray dried, 18,9% em freeze dried e 7,1% em extratos e outros. Clique aqui para entender as diferenças entre os tipos de café solúvel.

Destinos

Mesmo com o recorde em volume, fato que consolida o Brasil diante da concorrência internacional, as receitas cambiais resultaram em US$ 556 milhões para o setor e ao País, valor 7,1% inferior quando comparado com 2019, isso por conta dos valores praticados no mercado mundial, que fizeram o preço do solúvel, em dólar, o menor nos últimos 13 anos, assim como a saca do canéfora (conilon) exportada, que chegou a menor cotação dos últimos 15 anos.

O café solúvel brasileiro foi exportado para 102 países no ano passado, com o ranking sendo encabeçado pelos Estados Unidos. Na sequência vieram Rússia, Argentina, Indonésia e Japão, respectivamente.

Consumo interno

O Brasil consumiu, em 2020, 21.762 toneladas de café solúvel, o equivalente a 943.020 sacas de 60 kg, quantidade que implica no crescimento de 4,2% em relação a 2019. A Abics modernizou seu sistema estatístico em 2015 e, segundo os dados, o ano passado é considerado o de melhor desempenho no consumo interno.

Esse desempenho ocorre por conta dos investimentos que as principais e conhecidas marcas efetuaram, como lançamentos de novos sabores e embalagens, além de outros produtos que levam solúvel em suas fórmulas, podendo ser cappuccinos, misturas de café com leite, entre outros.

Para conferir o relatório completo, clique aqui.

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy

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Mês de julho encerra com recorde nas exportações do café brasileiro

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) divulga mensalmente um relatório sobre as exportações do café. No mês de julho, foram registradas 3 milhões de sacas de café exportadas, somando verde, solúvel e torrado & moído. O volume é considerado um recorde histórico para o mês, mesmo em tempos de pandemia de Covid-19 (coronavírus).

A receita cambial gerada pelos embarques foi de US$ 356,8 milhões, equivalente a R$ 1,9 bilhão, o que representa um aumento de 22,3% em reais em relação ao mesmo período de 2019. Já o preço médio da saca de café foi de US$ 117,4.

Em relação às variedades embarcadas no mês, o café arábica correspondeu a 74,4% do volume total das exportações, equivalente a 2,3 milhões de sacas. O canéfora (conilon e robusta) atingiu a participação de 14,7%, com o embarque de 446,4 mil sacas. Já o solúvel representou 10,9% das exportações, com 331,8 mil sacas exportadas.

“Os volumes de exportação registrados em julho mostram que iniciamos bem o ano cafeeiro, com uma boa entrada do café brasileiro no mercado e bons resultados em reais. Apesar do cenário de crise gerado pela pandemia, os resultados indicam que o agronegócio café irá se consolidar nos próximos meses com qualidade e leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

Café & Preparos • Cafezal • Mercado •

Especialistas debatem sobre o mercado de café pós Covid-19 em Encontro do Cerrado Mineiro

Nos dias 20 e 21 de maio a Federação dos Cafeicultores do Cerrado, por meio da Fundaccer e em parceria com a Epamig realizou a quinta edição do Encontro de Inovação e Tecnologia para a Cafeicultura do Cerrado Mineiro.

Neste ano, por conta da pandemia da Covid-19, o evento aconteceu on-line e a transmissão foi através do Fala Café, projeto criado em conjunto pela Revista Espresso e pelo portal de notícias CaféPoint, que busca apresentar conteúdos e debates relevantes para ajudar na tomada de decisão dos profissionais do mercado com a atual pandemia.

O segundo dia contou com o tema Perspectivas de Mercado do Café Pós Covid-19 e contou com a participação de Nelson Carvalhaes, do Cecafé; Guilherme Morya, do Rabobank; Pedro Malta, da Nestlé e Georgia Franco, do Lucca Cafés Especiais.

O Superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado iniciou o debate comentando sobre as práticas no Cerrado e o avanço com o selo de origem e qualidade, o que promoveu um crescimento de 40% no volume de café. “Hoje vejo produtores com perfil empreendedor, boa gestão e buscando cada vez mais se captar no meio digital”, aponta.

O primeiro a apresentar seu ponto de vista sobre o momento atual em que o café passa foi o presidente do Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé), Nelson Carvalhaes. O tema foi Panorama das Exportações. Segundo ele estamos em um momento que não pensamos em vivenciar e surpreendeu o mundo todo.

Nelson aponta que até o momento a exportação do café brasileiro ainda não foi prejudicado, com a pandemia, como ocorreu com outros produtos. No mês de abril leia mais…

TEXTO Redação • FOTO Café Editora

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Oceania e Ásia despontam como mercados importadores de café brasileiro

Entre 2012 e 2016, os dois continentes aumentaram, juntos, em 4,4% o volume de consumo de café: média mundial de crescimento é de 1,6%

Os importadores de café brasileiro estão bastante atentos aos mercados da Ásia e da Oceania: ambos os continentes apresentaram um crescimento de consumo de 4,4% entre 2012 e 2016. O continente asiático comprou 5,5 milhões de sacas de 60 kg em 2017, e os países da Oceania importaram 372 mil sacas de café brasileiro no mesmo período.

Outro continente interessante é a África, que aumentou em 6% a importação em relação a 2016. Os dados são do relatório mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) divulgado em coletiva de imprensa na manhã desta terça.

Dos 10 principais destinos do café do Brasil, apenas dois exportaram mais sacas em 2017 do que em 2016: Rússia e Turquia. O primeiro teve uma variação de 1,27%, enquanto os turcos compraram 7,53% mais sacas neste ano. O principal porto russo, de São Petersburgo, ficou entre os 10 maiores receptores da mercadoria brasileira, tendo exportado 619.361 sacas. No Brasil, são 20 portos escoando a produção cafeeira. O principal, com 84,9% da participação total, segue sendo o de Santos, histórico nessa função.

O Brasil lucra muito mais com exportação do produto do que com o consumo interno. Em 2017, o café rendeu R$ 26,6 bilhões, sendo R$ 16,64 bilhões advindos de exportações. Atualmente, o país exporta o grão para 127 países. “O café brasileiro é confiável, tem qualidade e assiduidade. É extremamente sustentável, não só pelo bom senso dos produtores, mas também por força de lei”, afirmou o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes.

Outro dado importante destacado na coletiva foi o crescimento do consumo mundial de café. A previsão é de que, em 2017, foram consumidas 158 milhões de sacas. O relatório do Cecafé aponta a projeção para 2030 em três cenários de crescimento em que o mundo consumiria entre 192 e 220 milhões de sacas. Para isso precisaria haver, em 13 anos, um aumento na produção mundial de mais de 60 milhões de sacas, equivalente a toda a produção anual brasileira, por exemplo.

Hoje o mundo já consome mais do que se produz em uma safra e, para suprir esta demanda, são usados os estoques dos anos anteriores. O Brasil deve chegar em 2018 ao menor estoque da sua história, com menos de 8 milhões de sacas.

Você pode ver o estudo na íntegra aqui.

TEXTO Clara Campoli • FOTO Gui Gomes

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Crise na Rússia aumenta exportações da Baggio Café

café-exportação-baggio

A crise na Ucrânia tem provocado uma grande transformação no comércio internacional. União Europeia e Estados Unidos impuseram uma série de restrições para as exportações à Rússia, o que tem feito a nação comprar mais dos países da América Latina. Estima-se que as exportações para o mercado russo tenham aumentado em 25% até julho. Neste cenário, a exportação de café para o país vem crescendo.

A Baggio Café, por exemplo, informa que fechou uma parceria para distribuição de seus produtos no mercado local. Segundo a diretora comercial da empresa, Liana Baggio Ometto, o consumo de café na Rússia tem crescido de maneira firme ano a ano. E o café gourmet é o que mais tem ganhado espaço. “Em setembro estive presente na feira Moscow Food 2014 e pude notar que os russos estão começando a apreciar um bom café e, gradativamente, começam a substituir o chá e o café instantâneo”, afirma.

Embora a demanda ainda seja tímida, esse é um setor em franca expansão no país. Para se firmar na região, a Baggio optou por estabelecer uma parceria com um distribuidor local. O fornecimento de cafés torrados vai atender a demanda do food service, escritórios, cafeterias e restaurantes. Até o momento, a empresa já exportou cerca de quatro toneladas entre cafés torrados em grãos e moídos.

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação