Barista

SCA anuncia mudança da World of Coffee 2022 para a cidade de Milão

Por conta do conflito entre Rússia e Ucrânia, a Specialty Coffee Association (SCA) anunciou nesta quinta-feira (24) uma alteração na realização da World of Coffee 2022, que passa de Varsóvia, na Polônia, para Milão, na Itália, nos dias 23 e 25 de junho.

“A invasão da Rússia na Ucrânia está forçando milhares de ucranianos a se refugiarem na Polônia, incluindo no PTAK Convention Center, onde a World of Coffee estava marcada para acontecer”, escreveu a organização em comunicado.

Os Campeonatos Mundiais de Latte Art, Coffee in Good Spirits, Cup Tasters, Ibrik e Torra também acompanham a mudança de local. “Embora as circunstâncias sejam lamentáveis, esperamos trazer a World of Coffee de volta à Itália, berço do café espresso. Essa será a primeira vez que o evento viaja a Milão, e estamos entusiasmados com a parceria com o Milano Convention Center, local moderno no coração da cidade”, destacou.

Vai, Brasil!

Nosso país conta com representantes em quatro desses cinco Mundiais citados acima: Tiago Rocha, no Latte Art; Emerson Nascimento, no Coffee in Good Spirits; e Phelippe Nascimento, no Cup Tasters. O campeão brasileiro de Torra será conhecido ainda este ano. Em breve a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) anunciará as datas da competição. O Ibrik não é realizado no Brasil. 

Mais informações: www.worldofcoffee.org 

TEXTO Redação • FOTO Tyler Nix

Cafezal

7º Fórum de Qualidade do Café acontece na Alta Mogiana

No dia 31 de março, às 9h, terá início o 7º Fórum de Qualidade do Café da Região da Alta Mogiana, no Hotel Dann Inn. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas no site da associação.

Edgard Bressani, presidente da Associação dos Produtores de Cafés Especiais da Alta Mogiana (AMSC), declarou: “Este é um primeiro evento de uma série de ações que acontecerão este ano, culminando com o 20º Concurso de Qualidade de Café da Alta Mogiana, que tem várias fases e  encerra com a cerimônia de premiação em novembro deste ano. Será um evento marcante”.

O fórum contará com a presença de grandes nomes da cafeicultura nacional em palestra e painéis, trazendo temas bastante atuais e endereçados principalmente a produtores, agrônomos, técnicos agrícolas, torrefações, cafeterias, mestres de torra, baristas, classificadores de café, profissionais do setor, estudantes, apaixonados por café e outros.

Temas:

– Guerra, Covid e Geada – o futuro do café – Celso Vegro
– Mecanismos de proteção em preços e estratégias – Márcio José Marin, Ana Flavia Miranda e Laís Faleiros
– Transformação, produção de cafés especiais – Tuca Dias, Catarina Kim e Boram Um
– Variedade, condução, manejo e processos para cafés especiais – Gerson Giomo, Alessandro Guieiro, André Cunha e Jean Faleiros

“A região da Alta Mogiana tem mais de 200 anos de tradição na produção de excepcionais lotes de cafés especiais, que são comercializados e valorizados no Brasil e no exterior. Anualmente a associação participa de feiras aqui e em outros países, quando organiza sessões de prova de café, faz apresentações e divulga as marcas associadas e promove a IG – Indicação de Procedência da Alta Mogiana, que tem enorme importância e é um ‘asset’ da região. É preciso envolver cada vez mais pessoas para que o café especial seja cada vez mais inclusivo. Nossa missão é levar isso para um número maior de produtores e pessoas ligadas aos cafés especiais”, comenta  o presidente.

A evolução dos cafés especiais no mercado nacional e internacional, nos últimos anos, foi incrível e muitos novos negócios estão surgindo com a pandemia mostrando sinais de que já é possível retomar a vida, com os devidos cuidados. “Nossas cafeterias associadas já estão cheias de novo e as torrefações estão vendendo bem, mas ainda se reestruturando para absorver a alta de preço do café. Por sua vez, o produtor é quem está ainda está em um momento de incertezas devido à alta do custo de produção, com preços mais altos de insumos, como fertilizantes, combustível, e também pela volatilidade da bolsa e queda do dólar”, lembra o cafeólogo.

“O 7º Fórum de Qualidade do Café da Região da Alta Mogiana contará com a presença de nossas parceiras – as Cerejas do Café e de pessoas ligadas às empresas patrocinaram e apoiaram na divulgação do evento”, conclui Bressani.

Sobre a AMSC

Fundada em 2005, a AMSC é uma entidade sem fins lucrativos que busca representar com legitimidade os produtores de cafés especiais da Região da Alta Mogiana que buscam melhores possibilidades de venderem seus cafés de alta qualidade fora do sistema de commodities. Ao longo dos anos, tem orientado e conduzido os produtores associados a obter a excelência na produção e na qualidade. Anualmente realiza e participa de eventos, feiras e congressos no Brasil e no mundo, fortalecendo a exposição dos produtores e estreitando os laços entre compradores e consumidores finais. O calendário anual também é sempre recheado de ações visando a qualificação profissional por meio de cursos, treinamentos, palestras e muito mais. Além disso, parcerias com empresas de equipamentos, sistemas, torrefação, embalagem, tornam a cadeia produtiva dos associados dinâmica e forte.

Diretores Biênio 22/23

Diretor Presidente: Edgard Bressani
Diretor Vice-Presidente: André Luis da Cunha
Diretor Tesoureiro: Guilherme Dias de Sousa Alves
Diretor Secretário: Julio Aparecido da Silva Ferreira
1º Conselheiro Fiscal: Jean Vilhena Faleiros
2º Conselheiro Fiscal: José Domingos Cardoso Guasti
 Conselheiro Fiscal: Gustavo Leonel
1º Suplente: Bruna Moreira de Souza
2º Suplente: Augusto Jose Taveira Rodrigues Alves

TEXTO Redação • FOTO Lucas Albin/Agência Ophelia

Crise de fertilizantes afeta competitividade de cafeicultores e cria oportunidades para a agricultura regenerativa

O grande aumento nos preços dos fertilizantes provocado pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia causará altas no custo de produção do café, mas este impacto provavelmente será muito diferente dependendo do país e do tamanho da fazenda. Isto pode ser uma vantagem competitiva para pequenos produtores que usam menos fertilizantes por hectare? Isto pode ser uma oportunidade para produtores de todos os tamanhos aumentarem as práticas de agricultura regenerativa?

O uso de fertilizantes é muito mais intenso em países de alta produtividade, como Vietnã e Brasil, onde a produtividade média do café é de cerca de 2 toneladas por hectare, do que em países de baixa produtividade, cuja produtividade média pode ser
tão baixa como 500 kg por hectare. Mas mesmo no Brasil e não tanto no Vietnã, os pequenos produtores tendem a usar menos fertilizantes do que os de médio e grande porte. Pequenas fazendas usam muito menos ou nenhum fertilizante em muitos países produtores. Com isso, seu custo de produção será menos impactado pela atual crise de fertilizantes e poderão ganhar competitividade em relação aos produtores maiores.

Isto pode não ser o caminho ideal para pequenos produtores e alguns países se tornarem relativamente mais competitivos, mas é um fato que resulta de preços mais altos de fertilizantes. Por outro lado, isto será um incentivo para os produtores de todos os tamanhos aumentarem o uso da agricultura regenerativa para garantir que a produtividade econômica máxima seja alcançada.

A busca da alta produtividade sem a devida consideração de seus custos deve ser questionada e a produtividade que proporciona o maior lucro, ou seja, a produtividade econômica máxima, deve ser buscada em todos os momentos. A agricultura
regenerativa pode ser um caminho a ser seguido por produtores de todos os tamanhos sempre e especialmente em tempos de preços altos de fertilizantes.

A agricultura regenerativa, uma abordagem de conservação e reabilitação baseada na regeneração do solo superficial, melhora do ciclo da água, aumento da biodiversidade, melhora do ecossistema e apoio ao bio-sequestro, baseia-se em muitas práticas que são mais fáceis de implementar em pequenas propriedades, por exemplo: reciclagem de resíduos agrícolas, agrossilvicultura, restauração ecológica, etc. Isto pode favorecer a competitividade e aumentar a resiliência às mudanças climáticas dos pequenos cafeicultores, desde que tenham acesso a essas tecnologias.

A crise dos fertilizantes deve fornecer incentivos para que as fazendas de café de todos os tamanhos aumentem seu uso da agricultura regenerativa e criem um círculo virtuoso. Por exemplo, à medida que a saúde do solo melhora os requisitos de insumos podem diminuir, incluindo fertilizantes, a resiliência às mudanças climáticas pode aumentar e a produtividade também.

Não vamos, no entanto, tratar os atuais altos preços dos fertilizantes e as oportunidades que eles criam como uma panaceia para a redução de seu uso. Os fertilizantes continuam sendo um insumo fundamental para fazendas de todos os tamanhos alcançarem a máxima produtividade econômica do café em muitos ambientes e países produtores, ainda mais quando seu preço é mais baixo.

TEXTO Carlos Brando • FOTO Café Editora

Café & Preparos

Cafeteria Dulcerrado realiza curso de torra com foco em cafés especiais

Você sabia que a torra do café é um dos principais processos para se extrair uma bebida de qualidade, tendo fatores decisivos para o aroma e sabor do produto final?

Sobre o assunto, a Cafeteria Dulcerrado, por meio da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer), realizará um curso exclusivo de 16h de duração sobre torra de cafés especiais nos dias 26 e 27 de março, das 8h às 18h.

Serão 12 vagas disponibilizadas. Os participantes aprenderão sobre as principais práticas, tempo, métodos e perfis para se alcançar a torra ideal para cafés especiais, além de apresentar e instruir as máquinas de torra utilizadas.

O curso será ministrado pelos mestres de torra da Expocaccer, Mattheus Narcizo dos Santos, e da Cafeteria Dulcerrado, Aldair Maciel, que juntos possuem mais de 10 anos de experiência no mundo do café, com diversas especializações e títulos em campeonatos de torra.

“Por meio de aulas teóricas e práticas, vamos apresentar muito além das técnicas e segredos. A intenção do curso é oferecer experiências e ensinar sobre a influência de todos os fatores e processos da torra na xícara também, ou seja, para a qualidade da bebida”, revela Matheus Narcizo.

O evento faz parte do calendário de ações da Jornada da Qualidade 2022 da Expocaccer, que visa instruir, capacitar e atualizar pessoas que atuam no segmento café.

Para participar, os interessados deverão se inscrever pelo telefone: (34) 3839-9300.

TEXTO Redação • FOTO Dulcerrado

Mercado

Nescafé apresenta edição especial de cafés cultivados em lavouras polinizadas por abelhas

Chamada de Colmeia, novidade faz parte da linha Origens do Brasil e é fruto da parceria entre a Nestlé e a startup Agrobee em fazendas mineiras e baianas 

Inovação, sustentabilidade e qualidade. Esses foram os pilares da coletiva organizada pela Nestlé na manhã desta terça-feira (22). O bate-papo, transmitido ao vivo, foi mediado pela jornalista e apresentadora Rosana Jatobá e contou com a participação de Marcelo Melchior, CEO da Nestlé Brasil; Rachel Muller, Diretora de Cafés, Bebidas e Cereais da Nestlé; e Fábio Spinelli, Diretor de Sustentabilidade da marca.

O encontrou teve como objetivo apresentar o Nescafé Origens do Brasil: Colmeia, uma edição especial e limitada que faz parte da linha Origens do Brasil, lançada há três anos. Recentemente, a iniciativa integrou uma parceria com a Agrobee, startup que conecta produtores rurais e criadores de abelhas, para que fosse realizada uma polinização nas flores do café. 

Para quem não conhece, a florada do cafeeiro ocorre uma vez ao ano, com duração de poucos dias. Ou seja, é um evento único. De acordo com estudos, a polinização traz inúmeras vantagens para o cafezal. “Quando temos a presença das abelhas na produção, o consumo de água diminui e o de defensivos também. Além de produzirmos uma maior quantidade de café utilizando o mesmo espaço”, comentou Rachel Muller.

Segundo a marca, quando as flores são polinizadas pelas abelhas, os frutos ficam ainda maiores e com mais qualidade, aumentando também a produtividade dos pés sem que haja a necessidade de qualquer reforço de insumos. O resultado é um café mais sustentável e saboroso – além de um mel super delicado! 

A ação foi realizada em 35 fazendas parceiras, localizadas nos estados de Minas Gerais e Bahia. “Foi uma parceria muito feliz que conseguimos fazer em duas regiões: Chapada Diamantina e Serras do Alto Paranaíba. Trabalhamos muito para que esse café seja de qualidade. E temos um mel produzido da flor dos mesmos cafezais que produziram esses grãos. Ele não tem sabor de café, mas tem outra textura e um sabor diferenciado”, explicou Rachel.

A coletiva contou com a presença do barista Hugo Silva, que preparou o Origens do Brasil – Serras do Alto Paranaíba, um café intenso com características mais doces e frutadas. “Para mim, que sou barista há 10 anos, é gratificante ter um produto desse na gôndola dos mercados”, comentou. Na edição especial, a lata de 250 gramas de café vem acompanhada de um potinho de 40 gramas de mel da flor do café. Tudo isso dentro de um cachepô ilustrado com ramos do cafeeiro, que posteriormente pode ser usado para o cultivo de plantas em casa.

Aliado à parceria com a startup, os representantes da Nestlé falaram sobre os esforços da marca na redução da pegada de carbono e no aumento da diversidade e inclusão no campo. “A agricultura regenerativa é o nosso pilar central. Temos um desafio enorme nessa redução de carbono, somado com o impacto social. O que esse projeto mostra é que os caminhos existem, mas precisamos trabalhar de uma maneira integrada”, destacou Fábio Spinelli. Somente na linha Origens do Brasil, a marca investiu cerca de R$ 1,5 milhão em ações de sustentabilidade na cadeia produtiva, promovendo a cafeicultura nacional e as práticas regenerativas.

“O café no Brasil já não é mais um cafezinho com açúcar no balcão. Agora, as pessoas escolhem qual café quer, qual o tipo de torra e como quer prepará-lo”, pontuou Marcelo Melchior. “O consumidor está cada vez mais consciente. Mas também acho que é papel nosso empurrar cada vez mais essa agenda sustentável para que haja essa troca”, disse Rachel. 

O Nescafé Origens do Brasil: Colmeia pode ser encontrado aqui por R$ 26.

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Giulianna Iannaco

Mercado

Exportação do café brasileiro será tema do Seminário Internacional em Santos

Entre os dias 11 e 12 de maio ocorrerá o XXIII Seminário Internacional de Café de Santos, evento que acontece há 50 anos, e dessa vez terá uma edição histórica com a participação de players internacionais.

Com o  tema “Café. O quanto o Brasil está preparado?‘’, o seminário será no Guarujá (SP). Sua realização foi possível, principalmente, pela atuação da Associação Comercial de Santos (ACS), que idealizou o encontro inserido no contexto internacional, ampliando conhecimentos com trocas de ideias, experiências e debatendo tendências, inovações e possíveis negócios futuros. 

Em 2021, os cinco principais destinos das exportações dos Cafés do Brasil ajudam a ilustrar a relevância e peso que a cafeicultura brasileira tem em nossa balança comercial. Os Estados Unidos compraram com 5,67 milhões de sacas de café, o que corresponde a 19,1% do total vendido no período. Em segundo vem a Alemanha, com 5 milhões de sacas importadas (16,8%), seguida da Bélgica e Itália, que juntas ocupam o terceiro lugar, com 2 milhões de sacas (6,8%), e o Japão, que aparece na quarta colocação, com 1,8 milhão de sacas (6,3%).

O Seminário abordará as questões climáticas, inovações em logística e as demandas sustentáveis do setor. As inscrições estão abertas e os ingressos podem ser adquiridos pelo site do evento. 

Programação (sujeita a alterações)

Quarta-feira (11 de maio)

13h30 – Abertura Solene
14h30 – Palestrante: Sandro Mazerino Sobral – Head de Mercados e Tradings do Banco Santander Brasil – Tema: “Cenário Macroeconômico”
15h30 – Coffee Break
16h – Palestrante: Michelle Burns – Vice-presidente da Global Coffee Tea and Cocoa da Starbucks.
17h – Painel – CEO Tradings:
– Trishul Mandana – Diretor Executivo da Volcafé (ED&FMan Coffee Division)
– Edward A. Esteve – Diretor Executivo de Carbono e Chefe da Divisão de Café da ECOM Agroindustrial
– David Neumann – CEO NKG
Tema: “O Brasil está bem posicionado na cadeia mundial de café”
Moderador: Carlos Alberto Fernandes Santana Júnior
19h30 – Coquetel de Boas-Vindas

Quinta-feira (12 de maio)

9h – Painel das Associações – Tema: “Regulatory environment, Sustainability and Trade – A join view form Europe, the US and Brazil”
– Bill Murray – CEO National Coffee
– Michel Von Luchte – Diretor Executivo da Swiss Coffee Trade Association
– Eileen – Diretora Executiva da European Coffee Federation
– Vanusia Nogueira – OIC
– Marcos Matos – Diretor Executivo do Cecafé
Moderador: Nicolas Rueda
10h30 – Palestrante: Elber Justo – CEO MSC – Tema: “Cenário Mundial”
11h – Coffee Break
11h30 – Painel das Start Ups – Tema: “Inovação e Carbono”
– Renato Ramalho  – Co-fundador e CEO da KPTL
– Carlos Eduardo Cerri – USP
– Silvia Pizol – Cecafé
– Imaflora
Moderadora: Flávia Barbosa da Costa – Cecafé
12h às 18h – Rodada de Negócios e Networking
20h –  Jantar de Encerramento

Serviço 
XXIII Seminário Internacional de Café de Santos
Quando: 11 e 12 de maio
Onde: Sofitel Guarujá Jequitimar – Av. Marjory da Silva Prado, 1100 – Balneário Praia do Pernambuco, Guarujá — SP, 11444 – 000
Mais informações: www.seminariocafesantos.com.br

TEXTO Redação

Receitas

Bolo de arroz negro com especiarias

Ingredientes

– 300 g de arroz negro
– 150 g de açúcar
– 70 g de manteiga derretida
– 100 g de leite de vaca ou outro de sua preferência
– 1 pitada de sal
– 2 ovos
– 1 colher (chá) de fermento químico
– 1/2 colher (chá) de canela em pó
– 1/8 de colher (chá) de cravo em pó
– Farinha de arroz para untar a forma

Preparo

Deixe o arroz negro de molho de um dia para o outro ou por, pelo menos, 6 horas. Em um liquidificador, bata todos os ingredientes até a mistura ficar homogênea. Derrame a massa em uma forma untada com manteiga e farinha de arroz. Asse em forno preaquecido a 180 ºC, por 30 minutos.

Rende 1 bolo inglês

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz • RECEITA Thiago Braga

Mercado

Pesquisa revela aumento do consumo de café nos EUA

A Associação Nacional de Café dos Estados Unidos (National Coffee Association – NCA) publicou uma pesquisa sobre o aumento no consumo de café no país. Segundo eles, 66% dos norte-americanos agora bebem café todos os dias, o maior aumento desde que a NCA começou a rastrear esses dados.

Para os pesquisadores, o consumo de café em casa segue acima dos níveis pré-pandemia, com uma alta de duas décadas à medida que os americanos elaboram novas rotinas por conta de pandemia. Os Estados Unidos são os maiores importadores e consumidores de café do planeta.

A maioria dos membros da NCA, que responde por mais de 90% do comércio de café dos EUA, compreende pequenas e médias empresas e inclui produtores, torrefadores, varejistas, importadores/exportadores, atacadistas/fornecedores e empresas da indústria afins.

Com a expansão do consumo em um país que já lidera a demanda mundial, abre-se uma possível janela de oportunidade para a diminuição da volatilidade dos preços dos cafés adquiridos pelos importadores. No setor, o livre mercado é uma realidade. O Brasil como maior produtor mundial, com sua oferta de grão de qualidade, tem grande potencial de suprir tal demanda e ser um player com boas condições de negociação, ampliando assim, seu market share. Além disso, a oferta brasileira de cafés de qualidade, arábica e canéfora, é outro diferencial diante de países que produzem uma só espécie.  leia mais…

TEXTO As informações são do CNC e NCA • FOTO Agência Ophelia

Mercado

Nestlé, Lavazza e Starbucks deixam de enviar café para Rússia

A Nestlé interrompeu o envio de produtos Nespresso para a Rússia, provocando filas de horas na loja Nespresso de Moscou, enquanto os consumidores correm para garantir a oferta limitada no país.

A medida significa que a Nestlé se juntou com Lavazza e Starbucks na pausa no fornecimento de cafés para o país, já que o conflito Rússia-Ucrânia entra em sua terceira semana sem sinais de resolução.

A Reuters relata que os comerciantes de café na Europa e no Sudeste Asiático estão se esforçando para redirecionar os embarques já com destino à Rússia e à Ucrânia, à medida que o fechamento dos portos continua e as sanções são apertadas.

As três maiores linhas de contêineres, MSC, Maersk e CMA CGM, suspenderam todos os embarques de e para a Rússia, deixando o futuro dos contratos comerciais existentes em dúvida.

A Rússia é o quarto maior importador de café do mundo e responde por quase 4% do consumo mundial de café. Um relatório sobre o mercado cafeeiro de fevereiro de 2022, publicado pela Organização Internacional do Café (OIC), destaca que os preços médios do café nos mercados futuros de Nova York e Londres caíram 3,1%. 

TEXTO As informações são do Global Coffee Report. Tradução Juliana Santin • FOTO Divulgação

Mercado

Indústria do café se preocupa com a alta do petróleo

As cadeias de fornecimento de café, que já estão sofrendo com a pandemia, e o clima adverso provavelmente irão piorar com a atual alta nos custos do petróleo, sinalizando preços ainda mais altos para uma das bebidas favoritas do mundo.

Essa é a opinião de executivos de café e transporte, incluindo Thomas Hartley, presidente e proprietário da Hartley Transportation, que destaca que o aumento nas despesas com combustível está atingindo o pico à medida que o setor  enfrenta uma série de problemas logísticos. Isso inclui custos elevados de transporte, falta de contêineres e de caminhoneiros e outros trabalhadores.

“Vai ficar mais doloroso com o aumento dos custos de energia”, disse Hartley durante um evento virtual organizado pela National Coffee Association.

Embora os problemas nas cadeias de suprimentos tenham poupado poucas indústrias em todo o mundo, o café e algumas outras culturas foram especialmente atingidos. Isso porque o aumento das despesas de transporte agrava o impacto sobre os preços. Os contratos futuros de café arábica subiram 76% no ano passado e ficaram entre os melhores desempenhos no Bloomberg Commodity Index.

Janet Colley Morse, vice-presidente do Dupuy Group, uma empresa de armazenamento, diz que sua empresa está tendo problemas para contratar carregadores e pessoal administrativo, e os desafios podem variar de porto para porto. A falta de caminhões para entrar nos portos para pegar contêineres resultou em atrasos de até quatro semanas, o que afeta toda a cadeia de suprimentos, explicou John DeMuria, trader da Volcafe, durante uma sessão de perguntas e respostas no evento. leia mais…

TEXTO As informações são do The Economic Times. Tradução Juliana Santin • FOTO Ravena Maia/ Café Editora
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