Cafezal

Espírito Santo conquista registro de Indicação de Procedência para cafés canéfora

Na última terça-feira (11), o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu o registro de Indicação Geográfica (IG), na modalidade Indicação de Procedência (IP), para os cafés canéfora (conilon) produzidos no Espírito Santo. O pedido havia sido feito pela Federação dos Cafés do Estado do Espírito Santo (Fecafés).

O estado, que é o maior produtor de canéfora do Brasil, é o primeiro a receber uma Indicação de Procedência para os cafés da espécie. “No país, o Espírito Santo é referência nacional e mundial no desenvolvimento da cafeicultura do café conilon, que foi iniciada no estado ainda em 1912, com a introdução das primeiras mudas e sementes do produto”, destacou a Revista da Propriedade Industrial (RPI), onde foi divulgada a conquista.

Com o registro, o estado capixaba chega a marca de três Indicações Geográficas conquistadas este ano. Em fevereiro, a região do Caparaó obteve o selo de IG na modalidade Denominação de Origem (DO) para cafés arábica, assim como a região das Montanhas do Espírito Santo, que conseguiu o título no começo do mês de maio.

Ainda de acordo com a RPI, o café conilon é o principal produto agrícola do Espírito Santo, sendo responsável pela geração da maior parte da renda e dos empregos no meio rural na maioria deles. Atualmente o estado possui uma área de aproximadamente 300 mil ha ocupada com a produção de café conilon e uma produção de 10 milhões sacas/ano.

TEXTO Redação • FOTO Agência Ophelia

Mercado

illy Art Collection apresenta obra de artista chinês Ai Weiwei

A illycaffè apresenta a nova illy Art Collection por Ai Weiwei, uma interpretação pessoal das renomadas séries de xícaras artísticas pelo artista chinês que é uma das pessoas mais influentes do século 21.

A novidade foi inspirada pelo famoso trabalho “Coloured Vases” de Ai Weiwei, criado em 2006, pegando vasos neolíticos antigos e mergulhando-os em latas de tinta industrial para remodelar sua aparência e função. Usando um processo de apropriação e destruição, Ai Weiwei retira objetos comuns de seu contexto diário e os transforma em obras de arte.

Em sua illy Art Collection, o artista ecoa as experiências e perspectivas em um objeto familiar e, com um de seus atos tipicamente inquietantes, nos convida a explorar nossa “posição” e a perspectiva a partir da qual olhamos o mundo em um determinado ponto do espaço e do tempo, mesmo que seja apenas para o tempo que leva para desfrutar de um café. “Estou muito feliz por fazer parte da illy Art Collection. Acho muito importante dar força à arte e ao design enquanto se bebe um bom café, porque isso afeta a vida de todos. Devemos nos divertir”, declarou Ai Weiwei.

“O projeto com Ai Weiwei é um evento excepcional e nós o celebramos com uma illy Art Collection especialmente valiosa e refinada. De uma grande personalidade, que teve um grande impacto na cultura nos últimos anos, falando sobre a complexidade da sociedade contemporânea, muitas vezes ironicamente, obtemos uma ilusão de ótica, uma beleza oculta que se torna manifesta se aprendermos a ver sem o equívoco de utilizar uma única perspectiva. Para nós, isso é o que o projeto illy Art Collection é: arte fornecendo uma visão através da beleza, e a arte de Ai Weiwei é uma nova e brilhante evidência disso”, disse Massimiliano Pogliani, CEO da illycaffè.

A coleção estará disponível no Brasil a partir de 19 de maio, tanto no e-commerce da illy quanto na loja física, nos seguintes formatos:

– 2 xícaras de espresso (decoradas nas cores dourada, preta, laranja e verde): R$ 298,00
– 2 xícaras de cappuccino (decoradas nas cores dourada e preta): R$ 359,00
– 4 xícaras de espresso (decoradas nas cores dourada, preta, laranja e verde): R$ 546,00
– 4 xícaras de cappuccino (decoradas nas cores dourada, preta, laranja e verde): R$ 669,00

A loja física da illy fica na Rua Haddock Lobo, 1497 – Jardins – São Paulo (SP).

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

Mercado

Nescafé Dolce Gusto lança duas opções de cápsulas à base de bebida vegetal

A Nescafé Dolce Gusto anunciou a chegada das primeiras cápsulas de bebida vegetal com café ao mercado. São duas opções de sabores desenvolvidas para aqueles que adotam a alimentação vegana, vegetariana e flexitarianos, que são quem seguem uma mudança de comportamento para reduzir o consumo de origem animal.

O Macchiato Amêndoas é um produto marcado pela combinação das notas de amêndoas com o sabor do café levemente torrado. Já o Macchiato Coco traz uma mistura de grãos de café do sudeste asiático com a cremosidade do coco. Ambas as opções têm torra média, intensidade 5 e são zero lactose.

“Como marca, temos a preocupação de criar soluções inovadoras que satisfaçam a busca de nossos consumidores por produtos de origem vegetal, seja pela adoção de uma dieta diferenciada ou até mesmo pela busca de opções mais saudáveis”, comenta Tiago Buischi, Gerente Executivo de Marketing de Nescafé Dolce Gusto.

As novidades já estão disponíveis para o consumidor através do e-commerce da marca. A caixa com 12 cápsulas custa R$ 25,70.

Mais informações: www.nescafe-dolcegusto.com.br

TEXTO Redação • FOTO Divulgação

Personagens

Ingrid Macieira: “Celebração da força e união feminina”

Para celebrar as mulheres do café que trabalham todos os dias nos diversos segmentos deste mundo mágico, eu e Josiane Cotrim, criamos a marca de lenços de seda com estampas inspiradas em café. A união entre a paixão pelo café e a moda deu certo! Cada estampa é inspirada na história de uma dessas mulheres e os lenços ganharam seus nomes.

A JCM Scarves é uma grande celebração da força e união feminina. Das produtoras, agrônomas, baristas, jornalistas, mestres de torra, empresárias e tantas mulheres que, desde a lavoura até a xícara, trabalham com este fruto! Desenho com muita alegria, com a missão de traduzir esta paixão em estampas.

Ingrid Mello Helmold Macieira, sócia na JCM Scarves – Niterói (RJ) @jcmscarves

Receitas

Para qualquer hora: 3 combinações com iogurte para você se deliciar

Iogurte é um ingrediente versátil que combina com muitos acompanhamentos: frutas, granola, sucrilhos, geleias… Separamos 3 ideias deliciosas e saudáveis para você curtir!

Iogurte com granola

Ingredientes
– 1 ½ xícara (chá) de aveia
– 2/3 xícaras (chá) de nozes picadas
– 1/4 xícara (chá) de sementes de girassol
– 1/4 xícara (chá) de cranberry seco
– 1/3 xícara (chá) de coco em flocos
– 1 colher (chá) de canela
– 1 colher (sopa) de óleo de girassol
– 3 colheres (sopa) de mel
– 1 pitada de sal marinho

Preparo
Coloque em uma tigela os ingredientes secos (aveia, nozes, girassol, cranberry, coco, canela e o sal), depois junte os molhados (óleo de girassol e mel) e misture bem. Espalhe essa mistura sobre uma assadeira grande untada com óleo ou forrada com papel-manteiga. Preaqueça o forno a 180ºC (a gás) ou 160ºC (elétrico) e deixe assar em torno de 40 minutos até a granola ficar dourada, mexendo, às vezes, para ficar assada por igual. Deixe esfriar, guarde em um pote e prepare seu café da manhã ou lanche da tarde misturando uma porção generosa de granola com iogurte.

Rende 500 g

Iogurte com frutas

Ingredientes
– 1 ou 2 bananas-nanicas
– Colheradas (a gosto) de iogurte grego (preferencialmente)
– Amêndoas laminadas torradas (a gosto)

Preparo
Primeiro, coloque as amêndoas laminadas em um frigideira (sem manteiga ou outra gordura) e leve ao fogo para tostar. Cuidado para não queimar, pois as lascas ficam douradas rapidamente. Depois, corte as bananas em rodelas, coloque-as em uma tigelinha e cubra com o iogurte e as amêndoas. Se preferir, intercale esses ingredientes em camadas. Finalize com um pouco de mel. A receita é um curinga para as manhãs ou lanche saudável da tarde.

Rende 2 porções

Iogurte com geleia

Ingredientes
– 1 kg de morango (lavado, sem o cabinho verde e cortado em pedaços)
– 300 g de açúcar*
– 1 fava de baunilha**
– Suco de um limão-siciliano
– Raspas de um limão-siciliano
– Iogurte

Preparo
Junte em uma panela de fundo grosso os morangos, o açúcar, o suco e as raspas de limão, e deixe descansar por uma hora. Leve a panela ao fogo baixo, coloque a fava de baunilha (abra a vagem, raspe as sementes e acrescente à mistura, além da própria vagem aberta) e cozinhe até a geleia atingir uma consistência espessa. Faça o teste do ponto: coloque um prato no congelador, espere gelar e derrame uma colher de geleia sobre ele. O ideal é que ela esteja mais firme do que líquida. Quando estiver no ponto desejado, retire a fava de baunilha e coloque a geleia em um pote***. Sirva com iogurte natural.

Rende 300 g

*Aumente ou diminua a quantidade de açúcar a gosto

** Fava de baunilha é um ingrediente caro. Por isso, reaproveite ao máximo. Lave-a assim que retirar da panela e deixe secar em lugar arejado da cozinha. Depois de seca, ela é ideal para aromatizar açúcar que, por sinal, pode ser usado na receita das panquecas.

***Depois de cheio com geleia, o pote precisa passar por uma pasteurização para o produto não estragar. Forre o fundo de uma panela com um pano, coloque o pote bem fechado e cubra com 3/4 de água. A água tem que estar na mesma temperatura dos potes: se a geleia estiver quente, a água também precisará estar aquecida.  Abaixe o fogo da água depois que ela ferver e deixe entre 20 e 30 minutos. Retire o pote da panela, vire-o de ponta cabeça em uma tábua e deixe esfriar.

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz

Personagens

Silvia Oigman: “Como neurocientista, mergulhei no mundo lúdico do café”

Sou pesquisadora da Unidade Café e Cérebro no Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR). Minha história profissional e afetiva com café começou durante o pós-doutorado, que teve como objetivo avaliar os efeitos do aroma do café no cérebro humano. Além de construir com a equipe o olfatômetro, dispositivo usado para levar os aromas até os voluntários dentro da ressonância magnética, e desenvolver o protocolo da pesquisa, fiquei responsável por escolher o café que seria usado nos experimentos. 

Nesse período mergulhei no mundo lúdico do café, fazendo visitas às fazendas, ganhando experiência na seleção dos grãos, em torra e métodos de preparo, aliando a ciência, a prática e meu cromatógrafo gasoso (olfato), que me ajuda muito no meu dia a dia do trabalho.

Desde 2015 me tornei a primeira empreendedora científica do IDOR, onde faço pesquisas aplicadas que buscam encontrar soluções inovadoras na área de saúde, contribuindo diretamente na qualidade de vida das pessoas, o que para mim é extremamente gratificante.

Silvia Oigman, neurociência no Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) – Rio de Janeiro (RJ) @silvia_oigman

Personagens

Iandra Vilela: “Esse grão mudou radicalmente a minha vida profissional e faz eu me sentir plenamente realizada”

Sou natural de Ilicinea, no Sul de Minas, e sou formada em nutrição, área que atuei durante 10 anos. O meu envolvimento com o café foi através do meu esposo André. Depois que nos casamos, percebi que precisava de mais sentido na minha profissão. Parecia que estava estagnada. Foi quando meu esposo me fez a proposta de nos mudarmos para Três Pontas, sua terra natal, e ajudá-lo a gerenciar a pequena propriedade da família.

Me senti extremamente confusa, pensando em carreira já consolidada na nutrição e um novo desafio, mas quis arriscar para ver o que dava. Inicialmente, a ideia seria para atuar na parte administrativa, já que a propriedade estava um pouco abandonada, pois ele viajava muito a trabalho e sua irmã mora no exterior. Porém, antes de iniciar esse processo, fui atrás de informações sobre o café, afinal de contas, era um mundo totalmente novo pra mim.

Não sou de família de cafeicultores, mas tenho na lembrança que odiava tomar café na casa da minha tia. Então fui atrás de conhecimento. Fiz muitos cursos de classificação e degustação de café, mas quando fiz o curso de pós colheita, eu me encontrei. Comecei a observar os processos de pós colheita das fazendas e não entendia muito bem quando o café era descarregado no terreiro, as pessoas pisavam em cima dos grãos, tinha cachorro andando em cima dos lotes, etc. Estranhava aquilo tudo, pois o meu olhar era de nutricionista, eu sempre enxerguei o café como um alimento. Todo alimento deve ser processado dentro das normas básicas de higiene e segurança alimentar.

Foi então que tive a certeza que meu lugar era no terreiro. Precisava mudar algumas coisas para mudar a qualidade daquele café. Continuei a minha busca por mais informações e conhecimentos na área. Em 2017, tive a oportunidade de começar a trabalhar no departamento de cafés especiais e exportação da Cocatrel, onde, desde então, atuo no suporte de pós colheita e qualidade para os cooperados. Já em 2018, fiz o curso de Q-processing do CQI, onde tive uma visão ampliada dos processos de pós colheita.

Além do trabalho na cooperativa, continuo responsável pelo pós-colheita na nossa propriedade e em tudo que envolve o café. Sou extremamente apaixonada por esse mundo! Esse grão que mudou radicalmente a minha vida profissional e faz eu me sentir plenamente realizada. O café me trouxe muitos benefícios, mas sem dúvidas as experiências e as novas amizades que me proporcionou e me proporciona a cada dia é imensurável.

Iandra Mendes Vilela, pós colheita e qualidade na Cocatrel – Três Pontas (MG) @iandracoffee

Personagens

Abel Martins: “Como todo início difícil, este também foi meu caso”

Depois de nove anos na área de restaurante como ajudante de garçom, chegando até chefe de restaurante, resolvi parar tudo e recomeçar. Foi aí, então, que comecei a fazer um curso de técnico em eletrônica e, para fazer o estágio, fui parar na antiga empresa Libermac, antes na Paula Souza, em São Paulo, e, hoje, Pasquali Máquinas. Aprendi a trabalhar de técnico em máquinas de café espresso com meus amigos Rafael, Fernando e André da Nostro Café. E é isso que faço até hoje.

Em 2011 resolvi verificar se havia alguma chance de abrir meu próprio negócio. O início foi em minha casa, morava em São Mateus, Jardim Colonial, onde na laje de casa, com dois cavaletes e uma tábua de obra, colocava as máquinas em cima delas e ali fazia as manutenções. Iniciamos com dois equipamentos do modelo Jura Ena 3. Hoje temos cerca de 500 máquinas de diversos modelos e marcas.

Como todo início difícil, este também foi meu caso. Depois de dois anos nosso negócio deu um boom e começamos a alugar máquinas para os melhores cafés de São Paulo. Maravilha, estávamos no meio das pessoas mais conceituadas do café. Neste percurso passamos pelos bairros da Vila Formosa, Vila Matilde, Itaquera e hoje nos encontramos na região da Mooca.

As amizades são muitas, não tem como contar. Este ano, depois de completar 10 anos, mudamos nossa identidade visual que fora feita pelas mãos da minha esposa Márcia, companheira, ajudante e minha primeira técnica. Somos a Swiss Coffee Excelência em Cafés. Teria muito mais pra falar, mas vem tomar um café conosco que te conto.

Abel Martins, máquinas de café na Swiss Coffee Brasil – São Paulo (SP) @swisscoffeebrasil

Personagens

Daniele Alkmin: “Entendi a dor do produtor de ter um café de excelente qualidade e não ter acesso ao mercado”

Sou a quinta geração trabalhando com cafés. Formei em administração de empresas, fiz pós-graduação na FGV-SP e intercâmbio em Brighton (Reino Unido). Assim que me formei, trabalhei no aeroporto de Viracopos, em Campinas, e na sequência trabalhei por 10 anos na construção civil.

Em 2015 meu pai, Carlos Henrique Moreira Carvalho, me convidou para trabalhar com ele uma vez por semana para entender os negócios da nossa família. Foram dias maravilhosos ao lado dele indo para a fazenda de café.

Em 2016 fomos à feira SCA em Atlanta, nos Estados Unidos. Nessa feira conheci o universo dos cafés especiais e me apaixonei. Voltando, entendi a dor do produtor de ter um café de excelente qualidade e não ter acesso ao mercado que pague bem por esse produto. Percebi também a necessidade de me especializar.

Fiz Q-Grader na BSCA para saber o que produzimos e como direcionar os nossos lotes no mercado. Virei coffee lover, fiz diversos cursos. Em 2016 iniciamos os trabalhos de exportação e enviamos microlotes para o Canadá. Um ano depois, exportamos para os Estados Unidos e, em 2018, para a Austrália.

Em 2019 criamos a Agrorigem – The Coffee ID – uma startup incubada no Inatel com o objetivo de trazer inovação na comercialização de café especial. Atualmente sou CEO e co-fundadora desta plataforma digital multilateral com novas oportunidades de venda de café especial para o produtor. Faço parte de um grupo maravilhoso de Mulheres Empreendedoras do Café aqui em Santa Rita do Sapucaí. Somos unidas, nos impulsionamos e estamos animadíssimas na organização do nosso evento para a edição 2022.

Daniele Alkmin Carvalho Mohallem, produtora e exportadora – Santa Rita do Sapucaí (MG) @dani_alkmin @agrorigem

Personagens

Ali El-Khatib: “Aprendi com meus pais a moer para fazer o café à moda árabe das aldeias”

Minha origem no café vem desde 1960 na Fazenda Santa Luzia em Kaloré, Norte do Paraná. Lá, plantava, capinava, derriçava, colhia, secava no terreiro, recolhia na tulha e tudo mais. Em casa, em Jandaia do Sul, ajudava cortando lenha, acendendo fogo para torrar o café no roteador de bola. Aprendi com meus pais a moer para fazer o café à moda árabe das aldeias. Depois, a partir de 1966, já em Campinas, visitava com meu pai outro apaixonado pelo café, a Fazenda Santa Elisa, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). É claro que como de origem árabe, o café está em nosso DNA.

Sempre visitava eventos sobre café e foi em um encontro de produtores na cidade de Botelhos (MG) que apresentei a ideia de realizar um evento completo para divulgar o café da pesquisa até o consumo de uma saborosa xícara. O pesquisador científico do IAC, Dr. Sérgio Parreiras Pereira, aceitou a ideia e a partir das foram sendo construídas parcerias.

O primeiro evento do Campinas Café Festival ocorreu em 2008, na Estação Guanabara. A partir dessa data foram realizados 47 eventos como: seminários, cursos de baristas, certificação de baristas e degustações de cafés em universidades e praças públicas. O grande evento de repercussão nacional é a Corrida e Caminhada do Café e a Corrida Kids do Café.

Ali El-Khatib, promoção e inovação de eventos da cadeia produtiva e de consumo do café – Campinas (SP) @corridadocafe

Popup Plugin