Cafeteria & Afins

Espresso 2222 – Curitiba (PR)

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“Começou a circular o Expresso 2222”, diz a famosa música de Gilberto Gil e que ganhou homenagem com o café na capital paranaense. A casa serve grãos do Moka Clube e do Lucca Cafés Especiais nos métodos espresso, Hario V60 e aeropress. Oferece, ainda, paninis de fabricação própria, bolos, docinhos e empadas. No cardápio, também há opções veganas e a torta de banana caseira já é sucesso entre os frequentadores.

Informações sobre a Cafeteria

Endereço Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1.282
Cidade Curitiba
Estado Paraná
País Brasil
Website http://www.facebook.com/espresso2222
Telefone (41) 3223-1290
Horário de Atendimento De terça a sexta, das 9h às 19h; sábados e domingos, das 14h às 20h
TEXTO Amanda Ivanov • FOTO Divulgação

Café & PreparosMercado

Fazenda de café terá workshop de queijos artesanais

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Entre os dias 6 e 7 de junho, a Fazenda Cachoeira e o produtor rural Gil Medeiros promovem um curso teórico e prático para a confecção de queijos artesanais. Na oficina, serão apresentados modos de higienização de utensílios, além de informações sobre o asseio do queijeiro para evitar contaminações, os métodos caseiros para testar a qualidade do leite, a fabricação de queijos e o reaproveitamento dos subprodutos. A aula será ministrada na própria fazenda, produtora de cafés especiais orgânicos, localizada em Santo Antonio do Amparo, Minas Gerais, a 2 horas de Belo Horizonte e 4h30 de São Paulo, na Rodovia 381.

Os participantes poderão aprender sobre o preparo do queijo minas frescal (mineiro), do queijo meia cura, da muçarela nozinho, da muçarela cabacinha, da muçarela trança, da manteiga de soro, do iogurte natural, da ricota e do petit suisse caseiro.

Além das aulas teóricas e práticas, o programa disponibilizará 1 hora por dia para o passeio livre pela lavoura de cafés. Confira abaixo a programação completa do evento.

6/6– Sábado
– Aula prática: higienização, massa de muçarela, iogurte caseiro e salmoura, introdução ao queijo meia-cura.
– Almoço – Livre (passeio pela lavoura de cafés)
– Filagem e modelagem das muçarelas e degustação

7/6– Domingo
-Queijo Fresco, meia cura, manteiga de soro, soro fermento e petit suisse
– Almoço e tempo livre para curtir a fazenda

Serviço
Workshop de Queijos Artesanais: oficina de queijos com tecnologia adaptada para produção caseira
Data: 6 e 7 de junho
Local: Fazenda Cachoeira – Rodovia 381 – Santo Antonio do Amparo (MG)
Custo: R$ 450
Mais informações: www.cachoeiracoffees.com.br

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy

BaristaMercado

Livro Guia do Barista chega à 4ª edição

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A 4ª edição do Guia do Barista já está disponível nas livrarias, cafeterias e revistarias do Brasil. O livro, de autoria de Edgard Bressani, consultor e primeiro juiz brasileiro a receber o certificado do World Barista Championship (WBC) – campeonato mundial entre profissionais do setor – traz amplo conteúdo sobre o caminho percorrido pelo grão desde à colheita até o barista.

A obra, direcionada a atender o novo profissional do café

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e acompanhar o crescimento do mercado interno da bebida no país, teve seu primeiro exemplar lançado em 2007, com a abordagem de temas referentes à preparação de espresso, trazendo informações sobre a produção da bebida, dicas e a demonstração de drinques à base do fruto.

O livro apresenta conteúdo de cafés de diferentes regiões do mundo, produção mundial e métodos de preparo e traz agora a atualização dos dados de consumo do mundo cafeeiro e mudanças nas regras para participar das competições nacionais e internacionais, além de conteúdo revisado e ampliado, contendo fotos e ilustrações.

Livro: Guia do Barista – da origem do café ao espresso perfeito
Editora: Café Editora
Preço: R$ 60
Onde encontrar: www.cafestore.com.br

TEXTO Da redação • FOTO Café Editora

Mercado

Xícara utilizada para tomar café no espaço pode estar na mesa do seu café da manhã

first espresso brewed in space_international space station Pronto! Agora que temos espresso no espaço já podemos cogitar morar por lá. Brincadeiras a parte, o mundo do café e os astronautas, claro, comemoraram a chegada da ISSpresso na Estação Espacial Internacional. A máquina, desenvolvida pela Lavazza em parceria com a empresa Argotec, levou a autêntica bebida para o espaço. Sorte da capitã da Força Aérea italiana

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Samantha Cristoforetti, que no último dia 3 de maio, pôde matar a saudade de Milão, onde nasceu, e preparar um café em uma engenhosa xícara, desenvolvida especialmente para a missão. A xícara, que a princípio parece um objeto simples para que a austronauta possa saborear seu espresso, é um grande passo para estudos que vão muito além. Com o trabalho, os cientistas buscam compreender mais sobre a física de fluidos no espaço, segundo Roberto Battiston, presidente da agência espacial italiana, em entrevista ao jornal The New York Times. “Até domingo, nós não sabíamos exatamente como fluidos quentes reagiam sob alta pressão. Agora nós sabemos”, disse ele ao jornal. A “xícara de café espacial” foi desenvolvida pela empresa IRPI e é uma evolução que dá a oportunidade do austronauta experienciar uma xícara de café, mais ou menos como fariam em casa, enquanto em gravidade zero, ao contrário do saco com um pequeno canudo antes utilizado para beber líquidos no espaço. Se tirar um bom espresso na terra já é complicado, imagina no espaço? A microgravidade torna a tarefa ainda mais difícil. A xícara não é aberta – ou o líquido flutuaria – e o líquido chega à boca por capilaridade, “quase como o papel toalha absorve água”, explica o cientista ao NYT. Coffee_2-2 Agora, por meio de uma campanha no site Kickstarter, os desenvolvedores da xícara querem trazer o modelo para uso em terra firme. A xícara utilizada no espaço é feita em plástico, em

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uma impressora 3D, já o produto planejado para ser comercializado entre nós terráqueos deve ganhar versão em vidro. issespresso_divulgacao nasa As contribuições para tornar o projeto viável começam em $ 5 e vão até $ 1.500. A campanha no site de financiamento coletivo vai até o dia 14 de junho deste ano. Confira aqui mais informações sobre o projeto e como ter uma xícara dessas em casa. Assista ao vídeo (em inglês)

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação/ISS/NASA

CafezalMercado

Semana do Café de Lorena apresenta programação. Confira e agende-se!

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A 4° edição da Semana do Café de Lorena já tem sua programação definida. O evento, organizado por Marcelo Malerba, proprietário do Malerba Café, será realizado entre os dias 21 e 24 de maio na cidade de Lorena, interior de São Paulo, e vai reunir apreciadores de café, interessados e profissionais do setor para um debate sobre temas que envolvam o universo do grão.

O evento, que busca promover um encontro informal e acolhedor, contará com a participação de 17 palestrantes, além de oficinas de degustação, workshops e uma competição de latte art entre baristas da região. Os interessados também terão a oportunidade de fazer uma visita à Fazenda Sertão, em Carmo de Minas, lavoura da Unique Cafés Especiais.

A participação na Semana do Café de Lorena é gratuita, sem restrições e não há necessidade de inscrição. Confira abaixo a programação completa do evento.

16/05 (sábado)
– Visita à Fazenda Sertão, em Carmo de Minas

21/05 (quinta-feira)
– Exercitando o paladar, com Talita Pereira
– TNT – competição entre baristas da região

22/05 (sexta-feira)
– Espresso: o ponto zero da extração, com Luciano Salomão
– Cachaça e Café, os filhos do Vale, com Marco de La Roche

23/05 (sábado)
– Apresentação do Projeto Fazedores de Café, com Diego Gonzales e Regina Machado
– Degustação do Blend Fazedores de Café
– Serviço de café em restaurante e cafeteria. Barista ou garçom? Reflexões e experiências no Brasil e no mundo, com Giuliana Bastos
– Degustação cafés Coffee Lab
– Café: motor da transformação social. Uma lição da Colômbia, com Kelly Stein
– Degustação cafés colombianos
– Pesquisas e mapeamentos patrimoniais, com Museu do Café de Santos – Bruno Bortoloto do Carmo e Pietro Marchesini Amorim
– Degustação dos cafés Pereira Villela
– O papel de Lorena na evolução do Vale do Paraíba: café e outras atividades industriais, com Ana Luiza Martins
– Degustação Wolff Cafés
– Workshop de Extração de Espresso, com Lucas Salomão
– CAFESTA – Beer Truck da Cervejaria do Gordo

24/05 (domingo)
– Degustação especial com Cafés Pereira Villela
– Da lavoura à xícara: práticas de sucesso do mercado de vinhos que podem ajudar o desenvolvimento do segmento de cafés especiais, com Mariano Martins
– Degustação de Cafés Fermentados Martins Café
– Copo, xícara ou taça?, com Gabriela Monteleone e Giuliana Bastos
– O que é que tem na caixa?, com Cecília Sanada
– Degustação de blends Daterra
– Como tudo começou – a história do café especial no Brasil, com Isabela Raposeiras (Coffee Lab) e mediação de Mariana Proença (Revista Espresso)

Serviço
4° Edição Semana do Café de Lorena
Data: de 21 a 24 de maio
Local: Malerba Café – Praça Rosendo Pereira Leite, 7 – Centro – Lorena/SP
Encerramento: Teatro Teresa D’Ávila – Avenida Dr. Peixoto de Castro, 539 – Vila Celeste
Mais informações: www.facebook.com/semanadocafelorena

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação/Semana do Café de Lorena

Mercado

Entrevista com Andrea Illy: “A Itália é amada em todo o mundo, por seu estilo de vida e seu café”

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A Itália está sediando de maio até 31 de outubro a Expo Milano 2015, megaevento que tem como tema a alimentação. Um dos pavilhões, em Milão, é dedicado ao café. A illycaffè, empresa italiana de mais de 80 anos, é responsável por esta área chamada de Coffee Cluster. O presidente da companhia veio ao Brasil e falou com a Revista Espresso sobre as atrações do evento, dentre elas o lançamento de um livro de sua autoria durante a Expo. E também sobre a preocupação do setor com as mudanças climáticas no mundo, que afetam diretamente os cafezais e as importações de cafés de empresas torrefadoras como a illycaffè.
Veja os principais momentos dessa entrevista exclusiva.

Como veem a mudança na qualidade do café por conta das questões climáticas? Como isso influencia o mercado?
O clima está mudando e o Brasil também é afetado, principalmente com secas e temperaturas mais quentes em algumas regiões de produção. É preciso diferenciar as práticas agronômicas, dependendo da situação. As alterações no clima comportam um clima muito errático, um por ser muito quente, outro por ser muito frio ou seco. Há algumas coisas básicas. A conservação da água. A irrigação é sempre necessária. Alguns agricultores dizem que a irrigação é também importante para baixar as temperaturas na plantação. Esse ano foi possível produzir uma boa quantidade de cafés naturais excelentes, o que normalmente não acontece, pois precisa fazer café descascado. Essas práticas serão necessárias no futuro, então é importante trabalhar agora para desenvolver variedades resistentes ao calor e à seca. Estabelecer um trabalho de adaptação utilizando todas as disciplinas da agronomia, com a tecnologia, biologia e tudo o que se tornar necessário.

Quais são as principais pesquisas que realizam na questão do clima, da planta e do desenvolvimento do cafezal?
Uma pesquisa que tínhamos no passado era de cafés descascados e hoje trabalhamos muito para reduzir a emissão de carbono e os resíduos fitossanitários. Hoje, outra pesquisa é sobre a diferenciação de qualidade na xícara, através de práticas agronômicas. Acho que deveríamos acelerar um pouco a pesquisa relacionada à da mudança climática, por que está indo mais rápido do que se imagina.

Quais serão as novidades da Expo Milano?
Estamos organizando a maior celebração do café da história, em Milão. A Expo é concentrada em torno da alimentação e, pela primeira vez da história, será a mais importante exposição de alimentação, considerando a importância socioeconômica do café.
As autoridades da Expo decidiram dedicar-se ao café especial e criaram o Coffee Cluster. A Illy foi escolhida para ser curadora de todo o programa. Vai ser uma enorme celebração do ponto de vista dos números, porque teremos seis meses de evento e um grande encontro entre países produtores e países consumidores.

leia mais…

TEXTO Mariana Proença • FOTO Fernando Sciarra/Café Editora

Café & PreparosCafeteria & Afins

Cafeteria em Denver, nos Estados Unidos, muda a vida de jovens moradores de rua por meio do café

photo 5 (3) Os amigos Mark Smesrud e Madison Chandler tinham um sonho: melhorar a comunidade de Denver, no Colorado (EUA), onde vivem, por meio do café. A ideia era contribuir de maneira positiva com os jovens moradores de rua locais, oferecendo uma oportunidade para mudar de vida, ter uma profissão e deixar as ruas. Assim nasceu a Purple Door Coffee. A cafeteria, aberta desde 2013, disponibiliza cursos gratuitos de administração de um estabelecimento, além de atendimento e habilidades do profissional barista, com o intuito de promover a inclusão no mercado de trabalho desses jovens. O projeto, que conta diretamente com o apoio da Dry Bones Denver – organização sem fins lucrativos que promove atividades relacionadas à nutrição e entretenimento para jovens de baixa renda -, busca contratar e empregar adolescentes e jovens adultos que queiram deixar a vida nas ruas para trás. O programa tem duração de 1 ano e é composto por aulas práticas e teóricas, além de atendimento psicológico aos participantes. Os funcionários devem exercer o trabalho regular de barista, além de cumprir com a responsabilidade de assistir duas aulas por semana. Uma das reuniões é chamada de “aula do currículo”, onde os jovens aprendem sobre higiene pessoal, orçamento e habilidades de entrevista. Já no encontro pessoal, os participantes se reúnem com uma treinadora, que promove a discussão de metas e como trabalhar as emoções pessoais.

Funcionário Mike preparando-se para fazer o café

Funcionário Mike preparando-se para fazer o café

A divulgação do projeto é feita através da instituição parceira, encarregada de comunicar aos moradores de rua a oportunidade oferecida na cafeteria. Ao inscreverem-se no programa, os interessados passam por uma entrevista que seleciona e orienta a contração. A loja, com fachada de cor roxa que dá nome ao lugar e remete a ideia de realeza e de que qualquer pessoal é atribuída de valores e merece ser tratada com cortesia e atenção, mantém um trabalho intenso na busca por servir um bom café.

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Segundo Mark, os baristas aprendem não só a servir o café, mas também sabem de onde ele vem e o trabalho que é feito até o grão chegar ao cliente final. photo (2) (3) O estabelecimento é mantido por meio de doações e lucros obtidos com as vendas da cafeteria, que conta, atualmente, com a ajuda de três funcionários. O programa já contribuiu com a contratação de oito pessoas e a formação de outras quatro desde que se iniciou.

Madison (à esquerda) e Mark na formatura da participante Jeena, no início do ano

Madison (à esquerda) e Mark na formatura da participante Jeena, no início do ano

Mike3 (3) Assista o vídeo sobre o projeto (em inglês) Purple Door Coffee from Purple Door Coffee on Vimeo. Aqui no Brasil, um trabalho semelhante vem sendo realizado pelo Sofá Café, em São Paulo, com a parceria de diferentes profissionais da área de café e alimentação, promovendo a inserção de jovens de baixa renda no mercado de trabalho em cafeterias. Mais informações Purple Door Coffee: www.purpledoorcoffee.com Fazedores de Café: sofacafe.com.br/projeto-fazedores-de-cafe

TEXTO Stephanie Schmiegelow • FOTO Divulgação/Purple Door Coffee

Mercado

Octavio Café lança linha de cápsulas de café

17123032680_0ee8d3b759_o O Octavio Café acaba de lançar a sua linha de cafés em

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cápsula. A coleção leva o nome de Preciosidades e está disponível em cinco diferentes versões: Topázio Imperial, Rubi, Ametista, Esmeralda e Safira. Cada tipo traz um perfil de torra distinto, com intensidades de sabor diferentes, para agradar paladares diversos. “A demanda de nossos clientes, a facilidade de preparo e o crescimento deste mercado motivaram o lançamento”, afirma

Edgard Bressani, CEO do Octavio. O grão utilizado para o Topázio Imperial foi o Bourbon amarelo. Degustado por nossa equipe no dia de lançamento, esse café se mostrou saboroso, doce, com acidez equilibrada e muito frescor. Já para na caixa do Rubi está a variedade catuaí amarelo. O tipo Ametista traz a variedade catuaí vermelho. Já a versão Esmeralda apresenta grãos da variedade catucaí vermelho. E, por fim, a versão Safira foi elaborada com o icatú amarelo. Todos os cafés são das fazendas da marca, localizadas em Pedregulho (SP), na região da Alta Mogiana. As cápsulas são embaladas individualmente, em sistema “flow pack” que, de acordo com Edgard, preserva por mais tempo a qualidade do café encapsulado. Cada caixa conta com 10 cápsulas. Há a opção, ainda, da caixa “Selection” que vem com 10 unidades, mas com 2 sabores de cada um dos cafés oferecidos na linha. “Este é o nosso primeiro lançamento, mas vamos ter mais ao longo do ano, com edições especiais”, conta Edgard. 17123074020_ec3b5b0813_o A princípio as cápsulas podem ser adquiridas em supermercados e empórios de São Paulo, além do Octavio Café. A ideia é expandir a comercialização para o mercado do Nordeste e do Sul. Todas as cápsulas são compatíveis com as máquinas Nespresso. A marca planeja, ainda, o lançamento de um clube de café para os próximos meses. image001 Mais informações: www.octaviocafe.com

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação/Octavio Café

Cafezal

Bahia é destaque em lançamento dos Cafés Premiados do Brasil

e45_IMG_0069 Regiões produtoras da Bahia foram destaque durante a 11ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil. Os cafés lançados por diferentes marcas são feitos com os grãos vencedores do 11º Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café – Safra 2014, cujo campeão geral e da categoria Cereja Descascado é do município de Piatã e o vencedor da Categoria Microlote vem de Barra do Choça, ambos localizados na Bahia. O evento da última quinta-feira (30/4) marca a chegada ao mercado dos Cafés Premiados do Brasil, selecionados em concurso da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e adquiridos em leilão por torrefações e cafeterias. A iniciativa que reúne cafeicultores e indústrias, resultando nos lotes vencedores industrializados em embalagens de 250 gramas, que chegam a supermercados, lojas gourmet e cafeterias, em edição limitada e identificada com selo numérico. Durante o encontro, o produtor Cândido Rosa, de Piatã (BA) representou o campeão Antônio Rigno, sendo homenageado com certificado. Segundo Cândido, a vitória no concurso abriu as portas do mercado especializado para o município baiano. “Os produtores de Piatã, mesmo aqueles que não participaram de concursos ainda, já são vistos com outros olhos. Conseguem melhores preços quando dizem onde produzem”, revela. (Leia entrevista completa com os cafeicultores que também venceram o Cup of Excellence, em 2014). Ainda, segundo Nathan Herszkowicz, o diretor executivo da Abic, o destaque em meio à produção de cafés especiais se deve a somatória de alguns fatores. “O trabalho de técnicos e entidades apoiando o trabalho dos produtores é muito importante. Hoje, a diferenciação dos cafés de alto nível está muito ligada a origem, as regiões produtoras”, pontuou. O lote de Rigno, de seis sacas, teve duas delas adquiridas pelas empresas Grupo 2 Irmãos (Café Ghini) e Sobesa Indústria de Alimentos (Café Sobesa), que formaram o Consórcio Qualidade Brasil e pagaram R$ 5.000,00 cada saca, cerca de dez vezes acima da cotação do mercado. Esse foi o maior

valor de aquisição pago por saca, o que rendeu para as empresas o título de Campeãs da Categoria Ouro. As outras quatro sacas do lote de Antônio Rigno foram arrematadas pela cafeteria Santo Grão, de São Paulo, por R$ 3.980 cada, totalizando R$ 15.920,00. Foi o maior investimento feito em qualidade, o que garantiu para a rede Santo Grão o título de Campeã na Categoria Diamante. Já o microlote campeão do concurso nesta categoria, de apenas duas sacas, com o café produzido por Eufrásio Souza Lima, em Barra do Choça, também na Bahia, foi arrematado pela cafeteria Armazém do Café, do Rio de Janeiro, que pagou R$ 2.500,00 por saca. Esse foi o maior lance por saca na categoria Microlote, o que rendeu à rede Armazém do Café o título de Campeã da Categoria Especial. Outro destaque nesta edição foi a participação da exportadora Starsantos que, no leilão, arrematou o lote do produtor José Clóvis Borges, de Divinolândia, São Paulo, campeão na Categoria Café Natural, e o lote de Café Natural de Greciano Lacerda Moura, de Espera Feliz, Minas Gerais. A empresa pagou R$ 1.350,00 cada saca do lote paulista (total R$ 8.100,00) e R$ 1.300,00 pelo café mineiro (R$ 7.800,00). Todos esses cafés foram exportados para a China. Confira os cafés desta 11ª Edição Especial: Categoria Cereja Descascado Café Ghini, Café Sobesa, Cafeteria Santo Grão – marcas elaboradas com o café produzido por Antônio Rigno de Oliveira na Fazenda São Judas Tadeu, em Piatã, Bahia. Características sensoriais: bebida aromática e equilibrado, com notas doces, frutas e chocolate, com leve nota de pêssego, acidez frutada e corpo aveludado. Café Baronesa e Café Supremo Arábica – marcas elaboradas com os grãos produzidos por Antônio Alves Vieira na Fazenda Baobá, em São Sebastião da Grama, São Paulo. Características sensoriais: bebida com fragrância frutada, com nota doce e frutada, com fundo achocolatado e caramelo, acidez média, encorpado. Café Ghini, Café Caiçara e Café Odebrecht – marcas elaboradas com os grãos produzidos por Marcos Lavoratto Novak, no Sítio Boa Esperança, em Ibaiti, Paraná. Características sensoriais: bebida com fragrância levemente frutada e com notas de caramelo, equilibrado. Categoria Cafés Naturais Café Ghini, Il Barista e Café Odebrecht – marcas elaboradas com os grãos produzidos por José Eduardo Correa Ferraz na Chácara Campina Verde, em Ribeirão Claro, Paraná. Características sensoriais: bebida com notas de caramelo a caramelo torrado, achocolatado, cereal, amêndoas e cítrico. Notas de banana-passa, com acidez média e encorpado. Café do Chef – marca elaborada com os grãos produzidos por Charles Souza Matos na Fazenda Gameleira 2, em Piatã, na Bahia. Características sensoriais: bebida com notas de especiarias, chocolate com acidez média alta, encorpado e residual sedoso. Categoria Microlote Armazém do Café – marca elaborada com o café produzido por Eufrásio Souza Lima, no sítio Boa Vista, em Barra do Choça, Bahia. Características sensoriais: bebida com notas amadeiradas, floral e amanteigado, com acidez frutada e sedosa, residual amendoado, doce e equilibrado. Café Ghini e Duetto Café – marcas elaboradas com os grãos produzidos por Adriano de Moura Bueno, no Sítio Ribeirão dos Pires, em Ibaiti, Paraná. Características sensoriais: bebida com notas de chocolate, avelã, amanteigado e nozes, com retrogosto de notas amadeiradas e notas abacaxi de fundo, acidez média, encorpado.   O material jornalístico foi produzido e publicado pelo site Café Point, parceira do Revista Espresso.

TEXTO Thais Fernandes • FOTO Alexia Santi/Café Editora

Mercado

Nespresso lança linha de chocolates no Brasil

, , , , A Nespresso começou a comercializar no Brasil a linha de chocolates da marca. Os chocolates são produzidos na Suíça e já são vendidos nos Estados Unidos e alguns países da Europa.

Desenvolvidos exclusivamente para a harmonização com os cafés Nespresso, os chocolates estão disponíveis nas versões ao leite e amargo. O lançamento pode ser encontrado nas lojas da rede e custam R$ 39 (caixas com 40 unidades). Mais informações: www.nespresso.com

TEXTO Da redação • FOTO Divulgação