Cafezal

Café vencedor do Cup of Excellence é leiloado por US$ 18 mil

Aconteceu ontem (29) o leilão dos cafés campeões do Cup of Excellence – Brazil 2018. O campeão da categoria “Pulped Naturals” (via úmida) é da Fazenda Primavera, em Angelândia, região da Chapada de Minas Gerais e foi leiloado por um valor equivalente a US$ 143,00 por libra peso, o que corresponde a US$ 18.916 por uma saca de 60 kg.

Esse foi o maior valor pago por um café brasileiro, levando em conta a cotação do dólar do dia do evento (R$ 3,8575), o lote campeão receberá aproximadamente R$ 73 mil por saca.

Ao final do leilão da categoria “Pulped Naturals”, todos os cafés produzidos por via úmida (cerejas descascados e/ou despolpados) foram negociados e registraram a movimentação total de R$ 1.046.997,21 (US$ 271.418,59). O lance médio foi de US$ 9,37/lb, o que equivale a R$ 4.781,23 (US$ 1.239,46) por saca. Valores seguiram a cotação do dólar no dia 29/11. O resultado completo está no site da Alliance for Coffee Excellence (ACE).

Os lotes ofertados no leilão foram comprados por empresas de oito países, de mercados tradicionais e emergentes no consumo de café, como Japão, Coreia do Sul, Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Grécia, Taiwan e do próprio Brasil. “Os altos valores movimentados no leilão evidenciam o interesse das principais indústrias mundiais e dão o devido reconhecimento para os cafés especiais brasileiros, que são produzidos respeitando os princípios da sustentabilidade em seu tripé sócio-econômico-ambiental”, explica Vanusia Nogueira, diretora executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

Segundo Vanusia, o valor pago pelo café campeão evidencia que o trabalho de educação, aprimoramento e promoção que a Associação realiza em conjunto com parceiros vem gerando resultados. “Somos assíduos incentivadores pelo plantio voltado à qualidade. Nossos produtores têm intensificado seus cuidados com as lavouras e gerado cafés excepcionais, que melhoram a cada ano. Na ponta final, apresentamos esses produtos aos principais compradores do mundo. O desfecho é a satisfação de vermos uma saca de café brasileiro ser comercializada por R$ 73 mil”, comenta.

O Cup of Excellence – Brazil 2018 é realizado no Brasil pela BSCA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE).

TEXTO Redação • FOTO Alexia Santi

Mercado

Nós, brasileiros, consumimos cada vez mais café!

Pesquisa da Euromonitor International aponta que, mesmo com a instabilidade financeira, o brasileiro aumentou o consumo do café, deixando para trás os Estados Unidos e alcançando o título de maior consumidor da bebida (os dados excluem as bebidas prontas à base de café).

O crescimento deve girar em torno de 3% a 3,5% neste ano, quando comparado a 2017. O número total representa 16% do consumo mundial do grão. Em média, o brasileiro toma 839 xícaras de café de 40 ml por ano, sendo que a grande maioria é da categoria de grão torrado e moído, que ainda dominam o mercado nacional.

Entretanto, a perspectiva apresentada por Angelica Salado, Analista Sênior de Bebidas e Tabaco da Euromonitor, durante a Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte (MG), indicou que os cafés torrados em grãos devem conquistar uma boa parcela do mercado, já que os consumidores estão cada vez mais interessados em como preparar um café de qualidade.

A pesquisa da organização também afirma que cerca de 8% dos lares brasileiros contam com máquinas de cápsulas de café e a perspectiva é que em cinco anos esse valor chegue a 15%. A categoria concorre em ascensão com o café solúvel e o torrado moído.

Independente da crise, uma coisa é certa: nós brasileiros não vivemos sem café. E o mercado vem se inovando cada vez mais para trazer diversidade aos amantes da bebida!

Angelica fez uma análise sobre os cinco países mais promissores para o mercado de café, para acessar a coluna completa clique aqui!

TEXTO Redação • FOTO Felipe Gombossy

Os cinco países mais promissores para o café

Muitas empresas acreditam erroneamente que mercados maduros não oferecem oportunidades para novas marcas. No entanto, o café pode apresentar muitos espaços para inovação em diferentes canais e formatos, mesmo em mercados maduros onde a concorrência é alta. O estudo “Cinco Mercados Mundiais mais Promissores em Café”, apresentado durante a Semana Internacional do Café 2018, analisa os maiores mercados de café do mundo – Brasil, Estados Unidos, Indonésia, Alemanha e Japão – e apresenta tendências de crescimento distintas em cada um deles.

As ondas do café
Ao contrário do que acontece com a maioria das categorias de alimentos e bebidas, o mercado de café, felizmente, tem passado por constantes ciclos de reinvenção. As chamadas “ondas do café” indicam diferentes momentos pelos quais o produto passou em cada mercado, pautadas pelo nível de desenvolvimento, entendimento das especificidades do produto pelos consumidores, profissionalização e inovação da categoria.

A primeira onda do café é marcada pela “descoberta” da bebida e dos seus benefícios funcionais. Já na segunda, as cafeterias ganham relevância e os consumidores passam a experimentar novos formatos, como cápsulas e solúveis. A terceira onda, por sua vez, é marcada pela necessidade de inovar para se manter no mercado, considerando a forte concorrência. A quarta onda, por fim, ainda não tem limites bem definidos: são muitas as possibilidades para o futuro do café, que está presente em quase todos os momentos da vida dos consumidores.

Brasil: Crescimento constante durante a crise econômica
Mesmo em mercados considerados mais maduros como o do Brasil – país que alcançou o primeiro lugar no ranking mundial de café em 2014, ultrapassando os Estados Unidos – as vendas continuam crescendo a uma taxa de 3%, acima da média mundial, apesar do cenário de crise interna. Ainda que o setor seja dominado pelo café torrado e moído, outros formatos passam a ganhar relevância, especialmente conforme o mercado encaminha-se para a terceira onda: marcada pela inovação e diferenciação das marcas como um atributo decisivo no momento da compra.

Estados Unidos: Consumo fora do lar impulsiona as vendas
Já no caso dos EUA, segundo maior mercado de café do mundo, que atualmente encontra-se na quarta onda, o crescimento concentra-se no canal de foodservice, representado principalmente por cafeterias e restaurantes. Apesar de ser um mercado mais maduro em volume de vendas e apresentar desaceleração no varejo, as principais oportunidades se apresentam para produtos com maior valor agregado e que universalizem as ocasiões de consumo de café, como as versões prontas para beber, que trazem atributos como premiunização e conveniência.

Indonésia: Busca por conveniência impulsiona versão solúvel
Para a Indonésia, que ocupa o terceiro lugar no ranking mundial, o produto ganha relevância à medida que os consumidores menos afluentes buscam reproduzir em casa a experiência que teriam na cafeteria, ainda restrita àqueles com renda mais alta. A tendência de urbanização e os novos estilos de vida levam os consumidores a buscar produtos convenientes e isso se traduz em um aumento na demanda pelo café solúvel. O país, que se encontra na primeira onda, ainda possui um caminho muito dinâmico a percorrer conforme os habitantes descobrem não só os benefícios funcionais do produto, mas o quão diferentes podem ser cada marca.

Alemanha: Inovação como fator-chave de sucesso
Um dos mercados mais equilibrados entre as vendas de todos os tipos de café é o da Alemanha, quarto maior país do mundo em vendas do produto. Independentemente do tipo de café, no entanto, sustentabilidade e rastreabilidade são atributos de peso na decisão de compra dos alemães, indicando um interesse crescente dos consumidores em entender os processos por trás de toda a cadeia de produção e distribuição, além de manter um consumo responsável. Como um traço forte da terceira onda do café, o mercado alemão é marcado também pela forte inovação como fator de diferenciação entre as marcas.

Japão: Espaço urbano limita vendas de cápsulas
Com características muito distintas dos mercados anteriormente mencionados, o Japão figura no quinto lugar no ranking mundial de café, cujo consumo deverá ser duas vezes maior que o de chá até 2022. O setor é dominado pelo formato em grãos, que detém mais de 30% do volume de vendas, com forte presença também dos solúveis, evidenciando a busca por conveniência e praticidade. As cápsulas, ao contrário dos demais países, mostram pouca relevância, especialmente devido aos espaços limitados dos lares japoneses em áreas urbanas, o que desestimula a aquisição de mais um eletrodoméstico.

É interessante notar que mesmo os maiores mercados do mundo em volume total de venda de cafés ainda apresentam oportunidades promissoras de crescimento para novos tipos e marcas. Para poder se destacar em novos mercados, no entanto, é imprescindível que se entenda a fundo o cenário interno de cada país e as particularidades de cada “onda”, ou seja, em que estágio de desenvolvimento ele se encontra.

Mais do que isso, com a crescente concorrência entre fabricantes e marcas de café, é preciso lembrar que a diferenciação também é um fator fundamental de sucesso: seja explorando novos canais de consumo, como o foodservice, criando uma experiência de consumo inovadora ou até mesmo usando a tecnologia para gerar mais eficiência e qualidade. Qualquer que seja a estratégia escolhida, o futuro guarda excelentes oportunidades aqueles que ousarem se reinventar assim como o café vem fazendo ao longo dos anos.

Faça o download do estudo “Five Most Promising Markets in Coffee”: http://bit.ly/world_coffee

*Angelica Salado, Analista sênior – Bebidas & Tabaco da Euromonitor

TEXTO Angelica Salado • FOTO Roberto Seba

“O melhor café da minha vida”

A profissão de barista no Brasil é ainda muito nova. Tem pouco mais de 10 anos. Mas em muitos países da América do Sul e Central é ainda mais recente. Estive no Peru em 2010, momento em que efervescia o café especial. Na época, produtores começavam a ver valor em seus grãos e surgiam jovens, muito jovens, dispostos a aprender essa nova profissão, assim como empreendedores que abriam cafeterias muito bacanas em Lima. Um movimento que dava gosto de ver e sentir o delicioso aroma. Lá os cafés, em geral, têm sabores muito exóticos e acidez bem pronunciada. Lembro-me de ter provado alguns bem incríveis.

Um dos entusiastas dessa nova etapa foi o barista Harrysson Neira, na época com 20 anos, que provava os cafés com dedicação, perguntava muito e tinha sede de aprender. Harry (Rare, para os peruanos), como é conhecido, abraçou a profissão de barista e, desde então, vem sendo um dos porta-vozes desse mercado no país. Junto com os baristas Karen Pisconte, da Café Verde, e Roberto Pablo, o Tito, da Arabica Espresso Bar, campeões nos anos de 2010 e 2012, eles são a primeira geração de baristas do país.

Logo que terminou a escola, Harry fez um curso na área de cozinha e trabalhou em alguns restaurantes de sua cidade-natal, Lima. “Não me encontrava ali, sentia que a cozinha não era minha vocação. Procurei outro trabalho e cheguei até uma cafeteria, onde comecei a descobrir algo totalmente novo.”

Em novembro de 2013, recebi de Harry a notícia de que ele havia vencido o campeonato nacional de barista, depois de dois anos em segundo lugar. Ele é autônomo e, desde 2011, criou a sua própria marca El Café de Harry. Ele seleciona, torra e ajuda a promover o consumo de cafés especiais em restaurantes e cafeterias: “Parte da missão desse café é fazer com que nos restaurantes ele seja um real protagonista e que deixe de ser um simples complemento da refeição”, ele diz. E está dando certo, pois há muitos estabelecimentos que vêm investindo no café: “com o auge gastronômico que vive hoje Lima, há diversos chefs respeitando o café e colocando no cardápio grãos especiais preparados por baristas muito bem treinados”.

A dedicação de Harry representa muito essa gana do povo peruano. Apesar de eles não serem ainda grandes consumidores de café, com pouco mais de 1 quilo por pessoa/ano, a relação deles com o fruto é muito forte, principalmente os que vivem no campo.

É o caso de Harry: “meus avós tinham plantações de café, em Piura, ao norte do Peru, e nas minhas férias eu os via colhendo café e assistia a todo o processo. Eles faziam café natural, secavam no teto da casa e logo tostavam e preparavam o café filtrado. Chamavam toda a família. Recordo-me com muita saudades desse café, super aromático, delicioso, especial. Até hoje é, com certeza, o melhor café que provei em minha vida.”

Junto com essa paixão de Harry vem o crescimento nacional de cafeterias especializadas, com ofertas de cafés de origem. “Já podemos dizer que há um novo tipo de cliente, que começa a conhecer o café, que tem habilidade para diferenciar as qualidades e transmite isso aos amigos e gera um efeito multiplicador.”

Esse movimento de voltar a atenção para o campo e valorizar produtos frescos já não é de agora, mas, no café, produto de cadeia complexa e cheia de etapas, ainda é algo muito distante do consumidor. “Quando um cliente prova um café que conhecemos muito bem o produtor, que a torra tem alguns dias e que finalmente é servido contando a ele todos os detalhes por trás da xícara, não há nada melhor do que o ver desfrutando contente tudo de especial que tem ali.”

Neste ano, a maior feira de café do mundo, a SCAA (Associação Americana de Cafés Especiais), terá o Peru como país homenageado. O país dobrou, em 11 anos, a produção, de 2,4 milhões de sacas para 4,7 milhões. O cafeicultor vem acreditando no café especial de lá, e os jovens abraçaram essa causa. Sorte nossa!

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso referente aos meses março, abril e maio de 2014 – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

TEXTO Mariana Proença • ILUSTRAÇÃO Eduardo Nunes

Receitas

Scrumble de tofu

Por Thiago Medeiros

Ingrediente
– 100 g de tofu extrafirme
– 1 berinjela média
– 2 talos de alho-poró
– 1 dente de alho
– 1 cebola-roxa
– 1 colher (sopa) de açafrão-da-terra/cúrcuma
– Azeite
– Sal
– Pimenta-do-reino

Preparo
Em uma tigela, amasse o tofu com um garfo até que ele fique em grumos. Tempere com azeite, cúrcuma, sal e pimenta-do-reino. Em uma frigideira, refogue a cebola, cortada em julienne, com azeite, adicione o tofu, refogue por 2 minutos e reserve. Refogue então a berinjela com azeite, o alho picado e o alho-poró picado até que a berinjela fique macia. Misture tudo e sirva em fatias de pão tostado.

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso referente aos meses junho, julho e agosto de 2018 – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz • RECEITA Thiago Medeiros

Receitas

Pudim de chia

Por Thiago Medeiros

Ingredientes
– 1/2 litros de leite de amendoim ou de outra castanha
– 1/2 xícara (chá) de chia
– 1 colher (sopa) de açúcar mascavo
– 1 colher (chá) de canela em pó
– 1 banana
– 1 colher (sopa) de semente de abóbora
– 1 colher (sopa) de geleia de maracujá com manga (ou outra de sua preferência)
– 1 colher (sopa) de nibs de cacau

Preparo
Misture em uma tigela a chia, o açúcar mascavo, a canela e o leite vegetal, e deixe repousar por no mínimo 2 horas. Se ficar muito firme, adicione mais leite vegetal. Sirva com a banana, as sementes, a geleia e os nibs de cacau, ou ainda com outro acompanhamento, como granola e cereais.

(Texto originalmente publicado na edição impressa da Revista Espresso referente aos meses junho, julho e agosto de 2018 – única publicação brasileira especializada em café. Receba em casa. Para saber como assinar, clique aqui).

FOTO Daniel Ozana/Studio Oz • RECEITA Thiago Medeiros

Mercado

Nespresso firma parceria para produção de cápsulas ecológicas

A Nespresso firmou um acordo com a mineradora anglo-australiana Rio Tinto para trabalhar em conjunto e cumprir com o compromisso de aquisição de 100% de alumínio sustentável até 2020, com o intuito de reduzir o impacto que o alumínio tem sobre o planeta.

Segundo Claudia Leite, gerente de Cafés e Sustentabilidade da Nespresso, a ideia é utilizar os padrões que vem sendo desenvolvidos a alguns anos, da certificação da ASI (Aluminium Stewardship Initiative). Atualmente, a Rio Tinto é a única que produz o alumínio.

“A Nespresso e a Rio Tinto trabalharão juntas para garantir que a Nespresso adquira alumínio 100% certificado pela ASI. As ações resultarão na redução nas emissões de carbono e irão assegurar direitos da população indígena, além da proteção de patrimônios mundiais e gestão de resíduos e reciclagem”, comenta Claudia.

A ideia é que daqui 12 meses já existam cápsulas fabricadas com o alumínio. Segundo Claudia, os valores das cápsulas não serão alterados.

TEXTO Redação • FOTO Beatriz Cardoso

Barista

É do Brasil! 1° Campeonato de Aram acontece neste domingo

Para comemorar os 7 anos da Rause Café + Vinho e um ano da Rause Batel, a casa preparou uma programação especial para o dia 25 de novembro. Dentre as atividades, haverá drinques e comidinhas, muita música, degustação de cafés com Amanda Lafayette, mestre de torra e sócia da 4beans Coffee Co. e a realização do 1° Campeonato Brasileiro de Aram!

Com início às 11h, a competição conta com 16 vagas e qualquer pessoa pode participar. Cada competidor terá sua estação equipada e ganhará 200g do Blend Rause 2019, café que será lançado no evento. Estará a disposição: um moinho EK43 Malkonig para uso no tempo de pré-preparo, uma chaleira elétrica, uma balança e uma Aram por estação. A apresentação deverá ser feita em 10 minutos.

A partir do dia 20, os participantes poderão retirar 200 gramas do Blend Rause 2019 para testes. Já para o campeonato, a quantidade para o preparo é livre e cada um poderá criar sua receita, desde que esteja dentro do tempo permitido.

Funcionando no formato mata-mata, dois baristas por vez farão a preparação da bebida simultaneamente, sendo avaliados em quesitos técnicos. Três juízes sensoriais provarão as duas bebidas e escolherão às cegas a melhor, tendo um ganhador por rodada. As chaves serão fechadas conforme o número de participantes.

Os juízes da primeira fase serão os baristas Daniel Acosta, Fabiola Jungles e Amandha Locatelli. Já na segunda, Otavio Linhares, Amanda Lafayette e Maycon Aram. Será avaliado aspectos visuais (a bebida deve apresentar crema) e sensorial (equilíbrio, acidez, corpo, doçura e amargor). Se liga nos prêmios para quem ficar no pódio:

1° lugar
– 1 Aram
– 1 Pacote Blend Rause 2019
– 1 Grand Estandon Brise Marine Rose
– 1 Avental Karuf
– 1 Revista Espresso
– 1 Pão Rause Café + Vinho
– 1 Geleia Rause Café + Vinho
– 1 Meia Jaca
– 1 Caneca Vida Feita a Mão

2° lugar
– 1 Estandon Brise Marine Rose
– 1 Pacote Blend Rause 2019
– 1 Revista Espresso
– 1 Pão Rause Café + Vinho
– 1 Geleia Rause Café + Vinho
– 1 Meia Jaca
– 1 Caneca Vida Feita a Mão

3° lugar
– 1 Mini Estandon Brise Marine Rose
– 1 Pacote Blend Rause 2019
– 1 Revista Espresso
– 1 Meia Jaca
– 1 Caneca Vida Feita a Mão

A inscrição custa R$ 35 e deve ser feita através do WhatsApp (41) 9673-5418 (corra, restam só 3 vagas!). Para quem vai competir, fica a dica: será reservado um tempo para conhecimento dos equipamentos e estações (das 10h às 10h30), das 10h30 às 11h você poderá treinar sua receita.

Programação completa
11h – 15h: campeonato de Aram
11h – 15h: conversa e degustação de cafés com a 4beans Coffee Co.
15h: parabéns e bolo
16h – 18h: apresentação da banda Las Courtney Lovers
18h – 20h: discotecagem com Gisele Dias

Além do Blend Rause 2019, também serão lançadas as novas canecas da casa! O evento é patrocinado pela Aram e apoiado pela 4beans Coffee Co., Grand Cru Vinhos, Kuruf Têxtil, Vida Feita a Mão e Meia Jaca.

Serviço
1° Campeonato Brasileiro de Aram
Quando: 25/11
Horário: das 11h às 15h
Onde: Avenida Nossa Senhora Aparecida, 48 – Batel – Curitiba (PR)
Mais informações: https://www.facebook.com/events/1187957298023577/

TEXTO Gabriela Kaneto • FOTO Felipe Gombossy

Mercado

Café Cultura aposta em novidades para o natal

A rede de cafeterias Café Cultura acaba de lançar algumas novidades para quem quer dar um presente bem cafeinado neste natal. Dentre os produtos, o principal é o novo microlote de edição limitada: o Santa Blend 2018.

Composto por grãos 100% arábica cultivados em fazendas do circuito das Águas Paulistas, na Serra da Mantiqueira (SP), o café possui notas de pêssego, noz moscada e doçura de melaço. A latinha natalina custa R$ 40.

O Café Cultura também criou modelos de kits que levam os campeões de venda das lojas: hario v60, french press e as canecas da marca. É possível criar kits personalizados a partir das combinações dos produtos oferecidos.

Aos interessados, as novidades estão a venda nas 11 lojas da rede, que ficam nas cidades de Florianópolis, São José, Balneário Camboriú, Criciúma e Tubarão. Para quem não é de Santa Catarina, é possível adquirir através do site.

TEXTO Redação • FOTO Michel Teo Sin

Cafezal

Cafés de Piatã vencem concurso Florada Premiada

Promovido pela 3corações, em parceria com a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), a primeira edição do concurso Florada Premiada anunciou suas vencedoras durante a Semana Internacional do Café, feira do setor que ocorreu em Belo Horizonte (MG) durante os dias 7, 8 e 9 de novembro.

Creusa Silva Santana, de Piatã (BA), ficou em primeiro lugar na categoria via úmida, com um café de 91,09 pontos. Já na categoria via seca, a ganhadora foi a cafeicultora Tainã Bittencourt Peixoto, da Chapada Diamantina (BA), com grãos que ganharam 91,27 pontos. Confira o pódio abaixo:

Via úmida
Creusa Silva Santana – Piatã (BA)
Patrícia Rigno de Oliveira Rosa – Piatã (BA)
Deuseni de Oliveira – Piatã (BA)

Via seca
Tainã Bittencourt Peixoto – Piatã (BA)
Inácia de Fátima Silva Juliano – Pedralva (MG)
Luciene Aparecida Santos Mota – Pedralva (MG)

Além de ter tido os lotes comprados pelo dobro da cotação, os primeiros lugares também receberam uma premiação em dinheiro: R$ 25 mil para as primeiras colocadas, R$ 15 mil para as segundas e R$ 10 mil para as terceiras.

Com objetivo de dar visibilidade à força feminina no campo e promover conversa e troca de experiências, a premiação contou com 650 produtoras inscritas de 15 regiões diferentes. Dos cafés recebidos, 113 foram comprados pelo grupo 3corações e outros 182 vendidos com as mesmas condições de compra (R$ 200 acima do valor de mercado).

Os 100 lotes mais pontuados e os melhores cafés das regiões participantes também foram comprados. Confira abaixo as vencedoras de cada local:

Região Chapada Diamantina – Tainã Bittencourt Peixoto
Região Mantiqueira – Inácia de Fátima Silva
Região Cerrado Mineiro – Maria Denise Piva
Região Montanhas – Silvania Veiga Teixeira
Região Matas de Minas – Sônia Maria Lopes
Região Sul de Minas – Elisa Paiva Lamounier
Região Planalto de Vitória da Conquista – Lais Rangel de Souza
Região Rio de Janeiro – Sandra Lúcia Gaspar
Região Alta Mogiana – Elaine Aparecida Cunha
Região Norte Pioneiro do Paraná – Maristela de Fátima da Silva
Região Média Mogiana – Iolanda Benta de Oliveira
Região Goiás – Cristiane Zancanaro Simões
Região Ourinhos e Avaré – Daniella Pelosini
Região Chapada de Minas – Isabel Silvestre
Região Marília e Garça – Ana Cristina Satiro

Desde seu início, o projeto já impactou mais de 1200 produtoras brasileiras. Além do concurso, a Plataforma Florada Educa oferece capacitação através de vídeo aulas com Sílvio Leite sobre dicas de manejo.

TEXTO Redação • FOTO Bruno Correa / NITRO